sexta-feira, 6 de março de 2026

Guerra sai dos limites do Oriente Médio. Povo dos EUA condena ataque ao Irã

 

Fumaça sobe após ataque iraniano a Riad, capital da Arábia Saudita, nesta quinta-feira

Fumaça sobe após ataque iraniano a Riad, capital da Arábia Saudita, nesta quinta-feira

Stringer/REUTERS



Roger Modkovski

A guerra entre Israel, EUA e Irã entra nesta quinta-feira (5) no seu sexto dia trazendo cada vez mais interrogações sobre o seu desfecho.

 

Hoje, os aliados bombardearam o Irã, que revidou atacando uma base americana no Iraque. Também foram relatados ataques em Sri Lanka, Chipre, Turquia e Azerbaijão, países além dos limites do Oriente Médio.

Na Folha de S.Paulo, a colunista Lúcia Guimarães relata que o ataque dos EUA ao Irã sem aprovação do Congresso é condenado pela maioria dos americanos, segundo pesquisa Reuters/Ipsos. Lúcia conta que vazamentos na Casa Branca mostram a ansiedade de assessores do presidente Donald Trump diante de um conflito que parece fora de controle.

Enquanto isso, Nelson de Sá conta que o presidente da China mandou uma mensagem de neutralidade ao mundo, ao privilegiar o orçamento diplomático sobre o militar no país.

E, entre bombardeios e mentiras de guerra, o colunista de literatura Rodrigo Casarin relata como livros ajudam a lembrar que, sim, o Irã é feito de gente —e também como eles servem como forma de resistir à estupidez.

Lúcia Guimarães: Ataque ao Irã é condenado pela maioria dos americanos

Nelson de Sá: China envia mensagem ao privilegiar orçamento diplomático sobre militar

Rodrigo Casarin: Contra o desprezo: livros lembram que também há gente sonhando no Irã

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