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sábado, 11 de abril de 2009

DEU NO BLOG DO DÉCIO DE SÁ


A breve história do “novo-rico” Weverton Rocha


Uma das heranças do desgoverno Jackson Lago (PDT) é deixar alguns de seus assessores ricos. São os novos-ricos do governo da libertação. Da libertação econômica, entenda-se bem. O secretário de Esportes e Juventude, o enrolado Weverton Rocha (foto), é um deles. Começou sua vida no mundo das enroladas com dinheiro público na antiga Umes onde foi acusado pelo Ministério Público de comandar uma quadrilha juvenil que desviou cerca de R$ 1 milhão da entidade. Morador do São Cristóvão, Weverton viu sua condição financeira melhorar ao mesmo tempo que ocupava cargos de destaque nos governos do PDT - administração Tadeu Palácio (PDT) no meio. Logo após a campanha do já quase ex-governador, conseguiu mostrar sua pujança econômica ao construir um conjunto de kitnetes no bairro onde foi criado. Nomeado secretário de Juventude por Jackson Lago, mudou para um apartamento do PAR (Programa de Arrendamendo Residencial) na rua Luiz Rocha, paralela a do Aririzal entre a Cohama e o Turu. Surpreendeu vizinhos poucas semanas depois ao estacionar em frente a seu apartamento dois carros zero km - um dele e outro da mulher.

Menos de três meses depois já havia se mudado para o Barramar ao mesmo tempo em que o Ministério do Trabalho, comandado pelo presidente do PDT Carlos Lupi, repassava cerca de R$ 5 milhões a uma ONG comandada pela senhora sua mãe tocar projetos da secretaria do filho. Alguns meses depois largava a antiga companheira e enlaçava um rápido romance com a filha do secretário Aziz Santos (Planejamento). No mesmo período Jackson fundia as secretarias de Esporte e Juventude e o nomeava titular, após a morte do deputado Mauro Bezerra (PDT). O ex-quase sogro Aziz Santos garantiu os recursos da nova pasta: R$ 56 milhões. Ele estourou o dinheiro antes mesmo dos primeiros 90 dias de 2009. Nesse meio tempo Weverton já havia se mudado para uma mansão no Olho d’Água com boate, piscina e segurança privada, e a mãe para o Calhau. Com a iminente cassação do governador e a farra de suplementações feitas pelo “chefe-maior”, a Secretaria de Esportes e Juventude já teve seus cofres reforçados em cerca de R$ 30 milhões, apesar de obras como a reforma do Estádio Castelão continuarem inacabadas. O secretário planeja uma candidatura a deputado.

No início do mês, uma irmã de Weverton procurou o Detran para regularizar documentos da empresa de ônibus urbano Açailândia, da cidade de mesmo nome. Estava com pressa. Muita pressa. No município, o comentário é que foi negócio de quase R$ 2 milhões. O Diário Oficial do dia 1º deste mês (publicação de terceiros) talvez tenha trazido alguma pista do “milagre econômico” porque passa o secretário. Na página 7 é informado que a reforma do Ginásio Costa Rodrigues, orçada inicialmente em R$ 1,988 milhão, recebeu aditivo no valor de R$ 3,397 milhões, perfazendo o valor global de R$ 5,386 milhões. O aditivo, que a legislação estipula em no máximo de 25% do valor inicial do serviço, alcança quase os 100%.


Querem saber o que Weverton pensa disso tudo? “Esse pessoal é exagerado. Agora eu estou tipo Sarney, que dizem ser dono de tudo no Maranhão”, tem dito ele a aliados próximos.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

BOMBA...BOMBA...BOMBA!!!


Deu no Blog do Jornalista Mário Carvalho


O empresário Weverton Rocha
Enviaram-me esta mensagem que passo a publicar neste blog: o secretario de estado de esporte Weverton Rocha começou a gastar o dinheiro do estado, em Açailândia. Ele comprou a empresa de ônibus urbano da cidade por uma bagatela de quase R$ 2 milhões, claro que a empresa esta em nome de sua irmã que se mudou para a cidade e esta dirigindo a empresa que já trocou toda a frota de ônibus, a crise não afeta o caixa do genro de Aziz. Para quem não sabe, Weverton Rocha ficou bastante conhecido no meio estudantil, com as inúmeras acusações de falcatruas quando esteve na direção da União Municipal dos Estudantes (UMES), cuja Assembléia Legislativa chegou até a investigar o caso. Agora o todo-poderoso “balaio” mostra a sua verdadeira face.

Comentário meu:
A Empresa de Transportes Coletivo Açailândia, era de propriedade do Grupo Galletti, uma família de grande tradição no Maranhão. A venda da empresa foi uma surpresa para os açailandenses, pois se tratava de uma empresa familiar, onde o comando é passado de geração a geração. O que me causou estranheza nesta sigilosa transação comercial foi a tentativa de não tornar conhecido os novos proprietários da empresa, pois a experiência nos mostra que quando, qualquer pessoa, empresa ou grupo adquire um certo empreendimento, sendo ele pequeno ou gigantesco, a primeira medida é o anúncio “sob nova administração”, em seguida é o entrosamento com os meios de comunicação para a divulgação na nova marca. Coisa que não houve com a Empresa de Transportes Coletivo Açailândia, agora chamada de Nova Aliança. Como cada empresário possui sua estratégia administrativa ou de Marketing, não caberá a nós, nem a ninguém, tecer críticas ao “modus operandis” da transação. No entanto, quando o Jornal do Maranhão divulgou com exclusividade o nome de Geyse Rocha, como a nova proprietária da empresa, este sobrenome, ”Rocha” me levou a levantar uma conjectura: seria parente do deputado Roberto Rocha? A resposta está no blog do jornalista Mário Carvalho.