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As investidas daqueles que se sentem ameaçados de perder o poder, pois tá claro e evidente que uma das vagas é de Duarte, é agora com o partido Avante que já ameaça não dar legenda para o favorito pré-candidato ao senado.
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| Duarte em evento na capital do Estado com o pré-candidato a presidente da República pelo Avante, Augusto Cury. |
A pré-candidatura do deputado federal Duarte Júnior (Avante)
ao Senado está mais uma vez ameaçada e pode sofrer um duro revés. O partido ameaça
não conceder legenda ao parlamentar para disputar as eleições de outubro,
decisão que inviabiliza sua participação na corrida eleitoral.
Duarte atribui sua retirada da disputa à atuação de outros
dois pré-candidatos ao Senado, cujos nomes não foram revelados. O Avante que
aparentemente está sendo cooptado por essas figuras estaria disposto apenas a
dar legenda para Duarte concorrer à reeleição de deputado.
Nas últimas semanas, cresceram ainda mais as articulações em
torno do comando da legenda, deixando o deputado em estado de alerta.
Em uma das publicações, o parlamentar afirmou que o Maranhão
precisa de “um senador que vote pelo povo, não por grupos poderosos”,
defendendo um mandato independente e sem vínculos com interesses políticos
tradicionais.
Apesar da estratégia para tornar sua candidatura
irreversível, a decisão do Avante encerra, ao menos por enquanto, o projeto de
Duarte Júnior de disputar uma vaga no Senado. Sem legenda, o deputado federal
não poderá participar das eleições de outubro.
Duarte Jr., que lidera numericamente nas pesquisas para o Senado,
e postulante a primeira vaga em disputa no Maranhão, de forma bastante curiosa
e escandalosa pode ser barrado pelo próprio partido Avante e ficar fora da
disputa. O episódio revela a força das articulações políticas dos caciques maranhenses
nos bastidores abrindo espaço para que outros candidatos consolidem suas
posições.
Caso se confirme toda essa trama, Duarte Júnior deverá
concentrar esforços para disputar um novo mandato na Câmara dos Deputados,
retomando o projeto de reeleição após o encerramento da tentativa de concorrer
ao Senado.
O partido avante, conforme noticiosos e redes sociais já
teria informado ao deputado federal Duarte Júnior que não dará a legenda da
sigla para que ele concorra ao Senado nas eleições de outubro.
Vale a pena aguardar a reação de Duarte, franco favorito a
primeira das duas vagas ao senado pelo Maranhão – cabe uma pergunta ao povo
maranhense: a que preço um partido de pequeno porte abre mão de uma cadeira no Senado
Federal?
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E, claro, temos ainda o efeito Michelle na campanha do Flavitcho. Vem, BRASEW, que já éNoiteNaCidade.
A treta é a seguinte. O Supremo mandou acabar com a farra de penduricalhos e supersalários de servidores públicos etc e tal. Ficou todo mundo tentando dar seu drible no Supremo (e por tabela, na Constituição). Não esqueçam que a Constituição diz que existe um teto de ganho para os servidores públicos e esse teto é o salário supremo que ultrapassa um pouco os 46 mil reais.
Pois eis que hoje ficamos sabendo que o Congresso resolveu dar o drible usando o Tribunal de Contas da União. No começo do dia, a colunista Roseann Kennedy do Estadão já dava a letra do caso. Davi Alcolumbre, a estrela mor do senado, junto com Huguito Motta, que é meio dono da Câmara frigorífica, e o presidente do Tribunal de Contas da União, Vital do Rêgo, uniram forças para viabilizar o pagamento de supersalários para servidores do Congresso. Tudo seria selado em um julgamento de um processo sob sigilo em que o sindicato do funcionalismo do Legislativo propunha a criação de um “teto duplex”. Com o intuito de não ferir o teto, cria-se outro teto. O servidor ganha um salário e esse seria um teto. Se ele assumir uma função de chefia, em que passa a ganhar gratificação, essa gratificação vira outro teto. Aí temos o teto duplex. Não feriria a Constituição. Mas na vida real, eles conseguem assim ganhar mais do que os 46 mil estabelecidos na Constituição (que os congressistas mesmos fizeram, vale repetir).
Teve o julgamento no TCU e o seu Vital do Rêgo, presidente do tribunal, que mais cedo tinha dito para Roseann que ele não interfere no voto dos outros ministros, foi quem abriu divergência do voto do relator alegando que ninguém vai querer assumir cargo de chefia no Congresso se não tiver teto duplex. Só sei que o julgamento terminou em 8 a 1 a favor dos supersalários. (A gente já não teve um caçador de marajás, não? Onde ele anda?)
O gasto dessa brincadeira é estimado pelo próprio TCU em 211 milhões de reais por ano, direto do dinheiro público, ou melhor dizendo, do seu, do meu, do nosso dinheirinho.
Flavitcho Bolsonaro andou dizendo que não fala com Michelle e nem viu o vídeo que ela postou. Deveria. A Quaest mostrou hoje que o efeito Michelle pegou ele em cheio. A pesquisa mostra Lula ganhando no segundo turno de 45% a 37%. Mas o problema mesmo está nas entrelinhas da pesquisa, na parte que traz os dados dos chamados eleitores independentes. No cenário do segundo turno, Lula subiu de 27% para 40% das intenções de voto. Flavitcho tinha 32% e agora tem só 27%. Outro dado para deixar Flavitcho ligado é que antes 70% dos eleitores do filho do nosso ex diziam que votar em Flavitcho Bolsonaro era uma escolha definitiva. Esse número caiu para 62%.
A propósito, 64% dos bolsonaristas acham que Michelle não devia ter feito o que fez. Ah, boa notícia para Flavitcho? Not. Menos de 30% acham que as declarações de Michelle foram falsas.
Para Lula, ainda há outra boa notícia. Pela primeira vez a linha da aprovação do governo está acima da linha de desaprovação. É basicamente um empate técnico, mas migalhas estão por aí para serem aceitas. Céu de brigadeiro para Lula? NOT. A Folha noticiou hoje em reportagem muito completa, encabeçada por Catia Seabra, que cobre o PT há séculos, que está a maior bateção de cabeça na formação da campanha. Tem o povo que quer tomar o poder na comunicação, outro povo no jurídico, e assim por diante. Estão se brigando real e oficial. Aliás, fiquei sabendo por esta dita reportagem que o Sidônio não será o marqueteiro do Lula na campanha? Sidônio do céu, vou ali comprar um pão doce pra ti.
Parênteses totalmente aleatório e gratuito. A propósito, o opositor do Sidônio na briga pelo marketing do Lula se chama Marcola, que é chefe de gabinete do presidente. Inclusive as contas pessoais de Lula estão sob responsabilidade da coordenação digital do PT. E quem comanda essa área no PT? A conje do Marcola. Pô, Sidônio, tava fácil ganhar essa daí, hein? Vão deixar o Marcola fazer a campanha do Lula? tsc, tsc.
E o ICL Notícias que publicou hoje uma foto do Flavitcho Bolsonaro com o Sicário, darling! O Sicário é aquele faz tudo do Daniel Vorcaro do Master (faz tudo mesmo. Ele tinha as manhas de hackear até a Interpol e o FBI) que assim que foi preso pela Polícia Federal se matou. O Flavitcho não negou a foto, apenas disse que como pessoa pop tira foto com todo mundo que pede.
Bolsonaro escreve uma carta que é intitulada “Carta aos brasileiros”, entrega para o filho zero um, o filho zero um divulga nas redes, o Xandão questiona que história é essa Porchat? e a defesa do Bolsonaro jura de pés juntos que Bolsonaro não sabia que Flavitcho ia divulgar para todo mundo. Para quem não lembra, Bolsonaro ganhou a prisão domiciliar e com isso estava proibido de fazer uso das redes sociais, mesmo que por terceiros.
Xandão que lute e a gente que acorde, BRASEW.
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O Ministério Público do Maranhão conquistou o segundo lugar no indicador “Acesso à Justiça” do Índice de Democracia Ambiental (IDA) analisado pela Transparência Internacional Brasil e pelo Instituto Centro de Vida (ICV), dentre os nove estados da Amazônia Legal avaliados. As duas organizações são dedicadas à causa anticorrupção e socioambiental.
O ranking considerou a atividade do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e Polícia Judiciária de forma conjunta. Porém, cada instituição é avaliada por critérios distintos que são somados para chegar ao indicador por estado.
As instituições do sistema de justiça maranhense receberam o conceito bom, com pontuação 77,3, atrás apenas do Pará. Após o Maranhão, estão os estados do Amazonas, Mato Grosso, Tocantins, Acre, Rondônia, Amapá, Acre e Roraima.
O MPMA pontuou com nota máxima quanto à existência de Promotorias Ambientais; estruturas regionais e/ou grupos de atuação integrada na defesa do meio ambiente; Centro de Apoio Especializado em matéria ambiental; estruturas especializadas em questões fundiárias; e capacitação em meio ambiente e questões fundiárias.
O índice ambiental também avaliou o “Acesso à Informação”, “Acesso à Participação”, “Proteção de Defensores Ambientais”. No ranking geral, o Maranhão alcançou 41,9 dos 100 pontos possíveis, ocupando a 4ª posição.
De acordo com o promotor de justiça Luís Fernando Barreto, coordenador do Centro de Apoio Operacional de Meio Ambiente, Urbanismo e Patrimônio Cultural, desde 2022 as Promotorias de Meio Ambiente de São Luís vêm se dedicando a assegurar a transparência ativa tanto por parte da Secretaria de Meio Ambiente de São Luís (SEMMAM) quanto pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente.
“No caso do Município de São Luís, já houve condenação em obrigação de fazer relacionada à página da SEMMAM. Em relação ao Estado, vem ocorrendo sucessivas audiências públicas visando assegurar a implantação de mecanismos de transparência ativa. A próxima e última audiência está prevista para o dia 10 de agosto e terá a participação da Transparência Internacional Brasil, com a apresentação do IDA, e da Secretaria de Meio Ambiente, que deve apresentar o novo sistema de transparência ativa do órgão”, destacou.
Redação: CCOM-MPMA
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