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Com a união de diversos pré-candidatos com o mesmo nível
eleitoral, que decidiram caminhar juntos para construir uma nominata
competitiva, o partido pode fazer de 08 a 09 deputados estaduais.

Em Açailândia, Aluísio tem o apoio incondicional do atual prefeito Dr. Benjamim de Oliveira.
Para garantir a competitividade, deputados e lideranças
montaram um conselho político responsável por filtrar os nomes que podem filiar
ao partido com a garantia do Presidente Aluísio Mendes que não haverá
interferência.
Mesmo com a lista já contendo vários nomes, outros
pré-candidatos que ainda querem uma vaga para se filiarem, seguem em análise.
Já integram a nominata deputados estaduais de mandato como
Janaína de Imperatriz, Eric Costa que já fincou base também em Imperatriz, além
da deputada Daniela e Catulé com base forte em Caxias, Cascaria de Poção de
Pedras e Helena Duailibe com base eleitoral em vários municípios maranhenses, e
Keke Teixeira de Cidelândia.
O Republicanos ainda tem nas suas fileiras com altíssimos
potenciais de votos, a professora Socorro Waquim, ex-prefeita de Timom; como
também, Rosana da Saúde, Ana do Gás, Geridiane, Edilázio, Jota Pinto(coletivo),
Pará Figueiredo, Adelmo, Cabo Campos, Maurício da Enfermagem, Júnior Vieira,
Sargento Adriano e o ex-prefeito de Açailândia Aluísio Sousa, que recentemente
se filiou ao Republicanos par disputar as eleições deste ano.
Deputado de Açailândia
O Ex-prefeito de Açailândia Aluísio Sousa escolheu
estrategicamente a Sigla do Republicanos, aumentando ainda mais as chances de
vitória, a somar-se com a altíssima aprovação deixada em um mandato tampão de
pouco mais de 02 anos e 04 anos de mandato de realizações que já fazem parte da
história política da cidade.
Aluísio já foi vereador na cidade de Açailândia por 05
mandatos, foi presidente da câmara, prefeito e agora deverá concorrer ao
mandato de deputado estadual – o favoritismo de Aluísio em Açailândia,
prospecta um quantitativo de votos suficientes, que somando-se ao resultado em outros
municípios importantes do Maranhão, pode garantir, finalmente, um deputado
estadual da cidade – o último eleito foi o ex-deputado estadual Deusdete
Sampaio.
O Ministério Público do Maranhão, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu, ingressou, no último dia 20, com uma Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa contra oito pessoas e duas empresas. Entre os acionados estão o prefeito João Carlos Teixeira da Silva e a primeira dama e deputada estadual, Edna Santos Silva.
De acordo com a Ação, o gestor e a primeira dama compõem o núcleo político, liderando o esquema. Já o núcleo administrativo teria como facilitadores e beneficiários Afonso Barros Batista (chefe de gabinete na época dos fatos), Vandecleber Freitas Silva (secretário municipal de Administração), Chrystiane Piancó Lima (secretária municipal de Saúde), Áurea Cristina Costa Flor (secretária municipal de Assistência Social), Eurandino Valero Martins (secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo na época) e Antonio Leandro Lima do Nascimento (ex-secretário municipal de Meio Ambiente e atual vereador)
As investigações apontaram, também, a existência de um núcleo empresarial, formado por Antonio Pereira da Silva e Izaque Gomes Araújo, além de suas empresas A. Pereira da Silva Ltda. e Natuba Empreendimentos e Consultoria, respectivamente.
Por fim, também foram acionados Joseli de Souza Pereira e Sergio Soares de Amorim, que atuavam como operadores financeiros do esquema, no que foi chamado de “núcleo operacional”.
INVESTIGAÇÕES
O desvio de recursos públicos foi descoberto durante as investigações sobre possíveis irregularidades no pregão eletrônico n° 006/2003, cujo objeto era a aquisição de gêneros alimentícios para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), e que teve como “vencedora” a empresa A. Pereira da Silva Ltda.
A Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça identificou uma série de irregularidades no processo licitatório, como a criação de uma fase de pré-habilitação, pesquisa de preços deficiente, problemas no termo de referência, falta de divulgação do edital no site oficial e não observância dos prazos legais.
A empresa, que assinou dois contratos com a Prefeitura de Buriticupu, totalizando R$ 2.384.613,98, não tinha nenhum trabalhador registrado ou veículo que pudesse fazer a distribuição dos alimentos. Além disso, a A. Pereira da Silva Ltda. estava localizada originalmente na cidade de Pedreiras, tendo se mudado para Buriticupu após a eleição do atual prefeito.
Além disso, foram identificados itens com superfaturamento de até 70%, como o arroz branco tipo 1.
“A fraude se consolidou pela montagem de um processo licitatório cheio de vícios e sem publicidade, desenhado para a que a empresa do ‘padrinho’ do prefeito ganhasse contratos milionários, vendendo itens básicos da merenda escolar (como arroz e leite) com até 70% de superfaturamento, gerando o ‘caixa’ excedente que posteriormente retornava como propina aos gestores”, explicou, na Ação, o promotor de justiça Felipe Augusto Rotondo.
Ao todo, a empresa recebeu do Município de Buriticupu R$ 3.388.561,22, sendo R$ 2.634,863,22 das contas da Prefeitura e R$ 753.698,00 do Fundo Municipal de Saúde.
TRANSFERÊNCIAS
Parte dos recursos públicos recebidos pela empresa eram transferidos para várias contas, incluindo entre os destinatários o prefeito, a primeira-dama e secretários municipais. De acordo com o Ministério Público do Maranhão, a prática tinha o objetivo de dificultar o rastreio dos recursos e garantir a “lavagem” de capitais.
O prefeito Carlos Teixeira da Silva, por exemplo, movimentou, no período investigado, quase R$ 6 milhões. Já Edna Silva, além de movimentar recursos em suas contas bancárias, tinha um carro em seu nome que era utilizado por Antonio Pereira da Silva e sua esposa, Chrystiane Piancó Lima. De acordo com o prefeito, o veículo havia sido vendido, embora ele “não lembrasse” o valor do negócio e nem detalhes do pagamento, se comprometendo a encaminhar os comprovantes posteriormente, o que não aconteceu.
As investigações apontaram que os repasses ilícitos eram realizados para vários secretários municipais, não apenas os contratantes dos serviços. Essa prática serviria para garantir a “governabilidade, o silêncio e a fidelidade ao esquema criminoso”.
EMPRESAS
A A. Pereira da Silva Ltda. era a principal empresa utilizada no esquema, mas não a única. A Natuba Empreendimentos e Consultoria também foi identificada como um instrumento de circulação financeira, atípica. A empresa tinha vários contratos com a Prefeitura de Buriticupu e, ao receber, repassava parte dos valores para a empresa de Antônio Pereira da Silva, que oo distribuía. Geralmente, as transferências eram feitas no mesmo dia do recebimento ou logo a seguir.
Vale ressaltar que em redes sociais, a deputada Edna Silva se refere a Antônio Pereira da Silva como seu “padrinho”, demonstrando convívio íntimo na esfera familiar. Em depoimento, a proximidade também foi confirmada pelo prefeito de Buriticupu.
OPERADORES
O núcleo operacional do esquema era formado por Joseli de Souza Pereira e Sérgio Soares de Amorim, como operador secundário. Exercendo o cargo de assessor técnico na Prefeitura de Buriticupu, Joseli Pereira movimentou, apenas no primeiro semestre de 2025, cerca de R$ 2 milhões. Somente em saques, ele retirou R$ 785.046,41 em espécie.
As investigações apontaram que o servidor público recebia transferências de, pelo menos, 15 empresas que possuíam contratos com o Município de Buriticupu.
Já Sérgio Amorim, com vencimento mensal de aproximadamente R$ 1.500,00, movimentou, em apenas uma conta, créditos superiores a R$ 13 milhões e débitos de mais de R$ 6 milhões, de acordo com o Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) do MPMA.
PENALIDADES
O Ministério Público do Maranhão pediu, na Ação, a condenação dos envolvidos por improbidade administrativa. Entre as penalidades previstas estão a perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio (com valores individualizados), o ressarcimento integral e solidário do dano causado ao erário e a perda da função pública que estiver exercendo.
Também está prevista a suspensão dos direitos políticos por até 14 anos, o pagamento de multa e a proibição de contratar ou receber benefícios do Poder Público também pelo prazo de até 14 anos.
Redação: CCOM-MPMA
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Em meio as discussões sobre o futuro da CPMI do INSS no STF, a cúpula da comissão planeja apresentar relatório na sexta-feira (27) e convocar sessão extraordinária para sábado, para a votação.
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| Duarte Jr, Deputado Federal pelo Estado do Maranhão, vice-presidente da CPMI do INSS. |
O deputado federal Duarte Jr. (PSB-MA) é o atual
vice-presidente da CPMI do INSS, comissão que investiga fraudes bilionárias na
previdência e desvios de recursos de benefícios previdenciários e tem se
destacado pelas cobranças e requerimentos em todas as discussões, na defesa
incondicional da população
A atuação do parlamentar tem sido marcada por denúncias de
esquemas de corrupção e episódios de tensão política:
Principais Ações na CPMI
Investigação de Fraudes: Duarte Jr. tem focado em denúncias de desvios em
benefícios como o seguro-defeso, chegando a relatar casos de violência contra
pescadores que se recusavam a dividir o benefício com assessores parlamentares.
Banco Master: O deputado é um dos principais defensores do aprofundamento
das investigações sobre o envolvimento do Banco Master em possíveis
irregularidades.
Prorrogação da Comissão: Em março de 2026, Duarte Jr. defendeu publicamente a
prorrogação dos trabalhos da CPMI para permitir a análise de novos documentos e
quebras de sigilo.
Pedidos de Sigilo: Atuou na aprovação de quebras de sigilo bancário e fiscal de
diversos envolvidos, incluindo figuras politicamente expostas e empresários.
Ameaças e Segurança
Denúncia de Coação: O deputado denunciou ter recebido ameaças de um deputado
estadual do Maranhão (Edson Araújo) para interromper as investigações sobre
associações de pescadores.
Proteção Policial: Devido às ameaças, a CPMI solicitou escolta de proteção
oficial para o parlamentar e seus familiares. Medida Judicial: O ministro André
Mendonça, do STF, chegou a proferir decisão determinando que o autor das
ameaças mantenha distância mínima de 500 metros de Duarte Jr. Senado.
Tumultos e Conflitos: A comissão enfrentou episódios de violência física e verbal
entre parlamentares durante votações polêmicas. Duarte Jr. classificou essas
cenas como "vergonhosas" e pediu desculpas à população. Houve também
controvérsias recentes envolvendo a exposição de dados sigilosos e pedidos de
suspeição contra o presidente da comissão, senador Carlos Viana.
A atuação de Duarte Jr. aparece marcada por três frentes
principais:
Aprofundar as apurações sobre fraudes bilionárias na
previdência, enfrentar pressões e ameaças ligadas a interesses locais, e lidar
com os conflitos internos da própria comissão.
📌 Principais pontos que chamam atenção:
Esse tipo de comissão costuma ser um termômetro da relação
entre fiscalização e política: de um lado, a pressão por resultados concretos
contra fraudes; de outro, os embates e resistências que surgem quando
interesses poderosos são atingidos.
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu, na manhã desta terça-feira (25/3), Iago de Souza Pilar, condenada a mais de 24 anos de prisão por roubo majorado e extorsão qualificada. Ela foi localizada em Realengo, na Zona Oeste da capital, após ficar foragida desde abril do ano passado.
Segundo as investigações, a condenada se apresentava nas redes sociais e em sites de relacionamento com o apelido de “Rainha do gozo farto”, utilizado para atrair vítimas.
De acordo com a polícia, Pilar marcava encontros pela internet e, durante as reuniões, ameaçava as vítimas com uma faca para exigir dinheiro, bens e transferências bancárias.
Além dos roubos, a investigada também utilizava registros das conversas e negociações feitas antes dos encontros para extorquir as vítimas posteriormente.
A estratégia consistia em ameaçar divulgar os encontros a familiares ou terceiros, exigindo o pagamento de quantias em dinheiro para manter o sigilo.
As investigações apontaram que Pilar usava diferentes identidades e atuava em várias cidades, repetindo o mesmo modo de operação.
A maioria das vítimas, segundo a polícia, era composta por homens, muitos em relacionamentos, o que aumentava a vulnerabilidade às ameaças.
Contra ela havia dois mandados de prisão definitiva. Após a captura, o condenado foi encaminhado ao sistema prisional, onde cumprirá pena superior a 24 anos.