terça-feira, 8 de setembro de 2026

CORRIDA CABOCLO DO SERTÃO REÚNE MAIS DE 5 MIL PESSOAS EM AÇAILÂNDIA E CONTA COM PRESENÇA DE ORLEANS BRANDÃO


A Corrida Caboclo do Sertão movimentou Açailândia foi realizada nesta segunda-feira (07) e reuniu mais de 5 mil pessoas em uma manhã marcada por esporte, lazer e grande participação popular.

O evento, organizado pelo Bora Correr, atraiu corredores, famílias e amantes da atividade física, transformando as ruas da cidade em um grande ponto de encontro.

Entre os participantes esteve o candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, que acompanhou a programação e participou do momento ao lado da população.


O fator Supremo na eleição

O Brasil achava que escolheria apenas o próximo presidente em outubro. Mas, depois de uma semana de guerra no Supremo, descobriu que também está votando em todo o elenco da próxima temporada. Hoje Flavitcho veio com essa na Paulista: eu vou indicar cinco ministros do Supremo porque o Xandão vai cair. Cinco, querido? Se segura, BRASEW, que a treta é suprema.


Alguém tem saudades dos tempos em que ninguém sabia quem era ministro do Supremo? A coisa caminhou de um jeito nos últimos anos que, não só sabemos quem é quem no Supremo, como eles viraram personagens com apelidos e tudo o mais. E neste momento protagonizam uma guerra eleitoral.

O Flavitcho foi com tudo neste 7 de setembro pra cima do Xandão, fingindo que ele mesmo não ligava e mandava mensagens para Daniel Vorcaro pedindo R$ 130 milhões. É o mesmo valor, inclusive, do contratinho da esposa do Xandão com o Daniel Vorcaro. Flavitcho quer surfar a onda. Lula, vendo que Xandão ficou tóxico de repente, está tentando se afastar do tema. Não pegou nada bem as mensagens que vieram à tona do Vorcaro para seu contatinho “Alexandre Moraes Brasília”. Not good, diria o Trump. A imagem de Xandão é hoje muito ligada à esquerda não só porque foi ele o relator dos casos para prender Bolsonaro e os golpistas do 8 de janeiro, como também a esquerda saiu em defesa do ministro meses atrás quando surgiram as primeiras denúncias dos contatinhos e contratinhos esquisitos de Xandão com o Vorcaro.

Mas existe um movimento eleitoral na crise suprema. Precisa investigar o supremo Xandão? Precisa. A questão é o timing do supremo André dos Céus, ops, André Mendonça de abrir o sigilo que revelou as tais mensagens. O fato é que existe um embate de poder no próprio Supremo e que passa pela eleição. O próximo presidente vai indicar 3 novos ministros supremos, com a aposentadoria de Luiz Fux, Carminha e Gilmar. Mas o Flavitcho já quer indicar mais dois. Isso porque Lula indicou Jorge Messias para a vaga de Barroso, mas o nome não foi aceito pelo Senado (mas Lula já fala em indicar o atual governador interino do Rio que é desembargador e está fazendo uma limpa no estado). E, claro, diz que vai indicar alguém para o lugar do Xandão. E os entendidos de Supremo dizem que se Flavitcho ganhar, André Mendonça ganha força. Com Flavitcho, nunca se sabe, né? Até porque Mendonça foi amadrinhado pela Michelle que sabemos bem andou tretando forte com Flavitcho.

O fato é que os eleitores não estão sabendo bem a quem associar a crise suprema. Os dados da Quaest de hoje mostram que Lula continua à frente de Flavitcho no primeiro turno e em um eventual segundo turno eles empataram em 41%. Mas o problema para Lula é a desaprovação do próprio governo, que não parece ter a ver com questões supremas, e sim com questões da economia e ao alto endividamento das pessoas. Segundo a Quaest, é a primeira vez que um candidato à reeleição é tão mal avaliado faltando menos de 30 dias para o pleito.

Mas ao mesmo tempo, os dados da Quaest mostram um sinal vindo dos eleitores. A corrupção, que tinha um índice de preocupação entre os eleitores na casa dos 14% até semana passada, saltou para 20% na pesquisa divulgada nesta segunda. É um sinal claro de que o eleitor está sendo impactado pelas notícias. Mas nunca é demais lembrar que a questão do Banco Master também pega Flavitcho em cheio.

Por falar em Quaest, Augusto Cury não sustentou os 10%. Hoje o candidato aparece com 8% das intenções. Está na margem de erro, mas mostra que talvez ele não passe disso. E digamos que hoje ele não se ajudou muito e disse em entrevista que precisa fazer alterações no Pix. Levando em conta que Cury passou um JN inteiro sabendo muito bem o que dizer para soar como música aos ouvidos, deu uma escorregada feia em falar sobre mudanças no Pix.

O 7 de setembro

Apesar do discursinho de Flavitcho, as manifestações do 7 de setembro da Paulista não foram assim nenhuma Brastemp. O Monitor do Debate Político da USP (que sempre faz a medição do público presente em todo tipo de manifestação) estima que foram cerca de 28 mil pessoas. Em 2022, o Bolsonaro pai, na mesma Paulista, atraiu mais umas 33 mil.

Tretas supremas

Edson Fachin, o presidente supremo, está tentando jogar a solução para a guerra que se instalou na corte para depois das eleições. O supremo Dino, no entanto, resolveu expor sua opinião em um post no Instagram e saiu com essa:

“É possível a um julgador, qualquer que seja ele, ‘prometer’ o final de um inquérito, como se fosse um candidato ou para receber aplausos?”

Ele não citou Fachin, mas foi Fachin quem andou prometendo acabar com o inquérito das fake news que tem sido usado por Xandão para se estabelecer como Xerife Geral da República.

Por enquanto, estamos naquela fase de o Fachin definir quando vai levar ao Plenário a treta suprema. Mendonça quer que se investigue Xandão, Xandão diz que Mendonça não seguiu os ritos. Provavelmente os dois estão certos, mas não se sabe o que vai sair daí.

O AGU

Xandão aproveitou o tal relatório da Polícia Federal que nem era assinado por ninguém, era um relatório de convicções, contra o supremo André Mendonça para dar uma estocada no advogado-geral da União, Jorge Messias. Messias é aquele que foi indicado para ser ministro supremo pelo Lula, mas que Xandão junto com Davi Alcolumbre, a estrela mor do Congresso, trabalharam para derrubá-lo – e conseguiram. No relatório, aventa-se a possibilidade de Messias não ter entrado com uma ação pedida por Andrei Rodrigues, chefe da Polícia Federal, contra a atuação de Mendonça no caso dos desvios dos salários dos aposentados do INSS porque era amigo do supremo Mendonça. Para quem não lembra, os dois são evangélicos e André dos Céus inclusive fez campanha para o Messias.

O problema é que o mesmo relatório não descartava que a decisão do AGU também poderia ter sido por conta do fato de que pegaria muito mal para o governo Lula questionar o supremo Mendonça em um caso que investigava o filho dele, além da possibilidade de o entendimento jurídico de que a AGU não poderia fazer esse tipo de ação também ser verdadeiro. Esse caso ganhou a imprensa hoje porque várias associações de Advogados Públicos e Procuradores da Fazenda saíram em defesa de Messias.

O lindão

E o Tribunal Regional Eleitoral de Minas que determinou que o ICL Notícias retire do ar a matéria sobre as mensagens de Nikolas Ferreira para Daniel Vorcaro? Seria porque Nikolas nunca falou com Daniel Vorcaro? Não, darling, a única reclamação é que Nikolas alega que nunca chamou Vorcaro de “lindão”. Só de Dani. Não acredita? Olha um trecho da decisão do juiz do TRE:

“É evidente a probabilidade do direito, uma vez que houve violação da higidez e da integridade do sistema informativo devido à divulgação de notícias nas quais foi alterado o termo utilizado pelo representante para se despedir do banqueiro Daniel Vorcaro, que está envolvido em recentes escândalos de repercussão nacional e que culminaram em sua prisão.”

A extrema direita na Alemanha

Pela primeira vez desde os nazistas, a extrema direita chegou a um passo de governar sozinha um estado alemão: a AfD cravou quase 44% na Saxônia-Anhalt e parou a três cadeiras da maioria absoluta. Não assumiu porque o resto do tabuleiro se recusa a sentar na mesma mesa que ela. Por enquanto.

A Tixa chegou ao c* do mundo

Os recadinhos do Pix não param de chegar e é com grande alegria que depois de Holanda, França, Espanha, Austrália chegamos ao Canadá, Portugal e ao c* do mundo. Se segura:

“Tixa espera muito apreciada aqui em Lisboa. Pau neles!”

“Aqui no Canadá, só durmo após ler a lagartixa falando de política com a acidez de quem está no sofá de um programa de fofoca.”

“Acrescente aí Dunedin, Nova Zelândia, cidade no c* do mundo, só olhar o mapa.”

E os do BRASEW seguem chegando aos montes também como esse aqui:

“O valor enviado é tudo que tenho na conta: 6,78.”

Se você lê a Tixa de algum outro canto do planeta - ou de Osasco mesmo - manda um Pix e conta de onde.

Vale R$ 2. Vale R$ 200. Vale R$ 6,78. Vale tudo.

PIX: 49875575000147

Acorda, BRASEW! 


GIRO PELO BRASIL: Documentos mostram que Vorcaro antecipou voo após consultar Moraes

 

Rosinei Coutinho/STF e Rubens Cavallari/Folhapress



Carolina Juliano

As principais notícias para começar o dia bem informado:

  • Master: Vorcaro antecipou voo após consultar Moraes
  • Brasil: 7 de Setembro vira palanque para Lula e Flávio
  • Eleições: Quaest mostra Lula e Flávio empatados no 2º turno
  • Alemanha: Extrema direita vence eleição estadual
  • Esportes: Flamengo assume liderança do Brasileirão
  • Frio: São Paulo tem tarde mais fria de setembro em 26 anos

Vorcaro antecipou voo após falar com Moraes

  • Documentos obtidos pela colunista do UOL Natália Portinari mostram que Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, antecipou um voo para Dubai depois de consultar o ministro do STF Alexandre de Moraes sobre a necessidade de estar fora do país. A viagem estava inicialmente marcada para a noite do dia 18, mas Vorcaro tentou embarcar um dia antes e acabou preso pela Polícia Federal. Segundo relatório da investigação, o ex-banqueiro perguntou a Moraes, em mensagem enviada em 15 de novembro: 'Acha que segunda já tenho que estar fora?'. No dia seguinte, ele comunicou a antecipação de sua viagem a servidores do Banco Central e alegou que investidores estrangeiros haviam pedido a mudança. A defesa apresentou documentos para contestar a suspeita de tentativa de fuga.

7 de Setembro vira palanque eleitoral

  • As comemorações de 7 de Setembro foram usadas pelos principais candidatos como vitrine da disputa presidencial. Em Brasília, o presidente Lula participou do desfile oficial ao lado dos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal, em uma cerimônia com o tema "Soberania - A força que Une o Brasil". Em seu discurso, o presidente criticou os 'falsos patriotas' que militam contra o país. Em São Paulo, Flávio Bolsonaro reuniu apoiadores na Avenida Paulista e concentrou seu discurso em críticas ao presidente e ao STF, especialmente ao ministro Alexandre de Moraes, e pediu a sua saída da Corte.

Quaest: Lula e Flávio empatam no 2º turno

  • Nova rodada da pesquisa Genial/Quaest divulgada ontem mostra Lula e Flávio Bolsonaro empatados numericamente em um eventual segundo turno da eleição presidencial: ambos aparecem com 41% das intenções de voto. No primeiro turno, Lula aparece com 36%, ante 29% de Flávio. O levantamento ouviu 2.004 eleitores presencialmente entre 3 e 6 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais. Na rodada anterior, divulgada em agosto, Lula tinha 43% e Flávio, 40% em um eventual segundo turno.

Ronny Hartmann/AFP

Extrema direita vence eleição na Alemanha

  • A extrema direita venceu a eleição estadual na Saxônia-Anhalt, no leste da Alemanha, em um resultado histórico para a AfD (Alternativa para a Alemanha). O partido obteve 43,8% dos votos e 39 das 83 cadeiras do Parlamento estadual. A CDU, do primeiro-ministro Friedrich Merz, teve 17,2%. Merz declarou estar "profundamente chocado" com o resultado, mas descartou deixar o cargo e afirmou que seguirá com seu programa de governo. A AfD precisará de apoio de outras siglas para formar uma maioria para governar.

Flamengo assume a liderança do Brasileirão

  • O Flamengo é o novo líder do Campeonato Brasileiro após a 26ª rodada. O time venceu o Remo por 1 a 0, fora de casa, e chegou a 54 pontos, enquanto o Palmeiras empatou em 0 a 0 com o Botafogo e ficou com 53. A mudança também alterou as projeções para o título: segundo o departamento de matemática da UFMG, as chances do Flamengo subiram para 66,2%, contra 27,2% do Palmeiras. Athletico-PR e Fluminense aparecem bem atrás, com 3,1% e 1,8%, respectivamente. Ainda faltam 12 rodadas, e Flamengo e Palmeiras terão confronto direto em 22 de novembro.

Frio bate recorde em São Paulo

  • Uma massa de ar polar derrubou as temperaturas no Sul e no Sudeste e levou neve a áreas de maior altitude. Em São Paulo, a capital registrou nesta segunda-feira a tarde mais fria de setembro desde 2000: a máxima foi de 13,6°C no Mirante de Santana, segundo o Inmet. Durante a madrugada, a cidade havia marcado 10,1°C, menor temperatura para setembro em quatro anos. No Sul, mais de 20 municípios tiveram temperaturas negativas, com mínima de -6,1°C em Bom Jardim da Serra (SC). Uma nova frente fria deve avançar pelo Brasil a partir de quinta-feira, com previsão de tempestades, granizo e rajadas de vento intensas.

sábado, 5 de setembro de 2026

Tiro, porrada e bomba no Supremo. E nem parece metáfora!

 

Arte: Marcelo Chello

Ontem aqui na redação, surgiu o papo: o supremo Xandão vai botar o supremo Mendonça no inquérito das fakes. No fundo, no fundo, a gente achava tão impossível que esquecemos de escrever no texto. E o que aconteceu hoje? O Xandão botou o Mendonça no inquérito das fake. Se segura, BRASEW, que os supremos estão implodindo o Supremo Tribunal Federal. É tiro, porrada, bomba, lança-chamas, drones… nem precisaram chamar o Donald J. Trump (J de João, eu juro)

A treta é a seguinte. Um relatório da Polícia Federal mostrou que Xandão trocou pelo menos 50 mensagens nada republicanas com o Daniel Vorcaro, depois que o banqueiro fechou um contrato de R$ 131 milhões com o escritório da sua esposa, contrato esse que o próprio Xandão acessou. O supremo Mendonça mandou a polícia fazer um relatório sobre essas conversas encontradas no celular do Vorcaro e abriu o sigilo. O que fez o Xandão? Escalou para níveis inimagináveis ao incluir o supremo Mendonça no inquérito das fake news, aquele inquérito criado em 2019 sob o pretexto de defender a democracia e que fez de Xandão o nosso xerife geral da República. Xandão diz que tem um relatório da Polícia Federal (um outro, não aquele das mensagens com o Vorcaro) que acusa Mendonça de ter usurpado autoridades policiais. Xandão ainda diz que existem fortes indícios de prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade de Mendonça.

As notícias estão nos atropelando. Ontem à noite, o repórter fotográfico de O Globo, Brenno Carvalho, revelou uma foto em que os ministros supremos gargalhavam, como se não estivessem no meio da maior crise da história suprema com as mensagens do Vorcaro para Xandão jogadas na imprensa. E antes que alguém diga que não era o celular do Xandão, era o celular do Xandão.

Depois ficamos sabendo que um juiz auxiliar do gabinete do supremo Mendonça tinha ouvido na semana passada o Daniel Vorcaro que acusou o chefe da Polícia Federal de o estar impedindo de fazer uma delação. Chegou a dizer que foi torturado, ficando numa caixa sem poder respirar direito. O juiz pergunta se ele sabe quem era. Ele diz que só viu os olhos. Sim, teve isso antes do fim do sigilo das mensagens.

Depois que jogou as mensagens do Vorcaro com Xandão no ventilador, os vazamentos contra Mendonça começaram. Ele também já havia se encontrado com Vorcaro e justificou que era apenas um encontro para discutir uma questão de precatórios muito antes da prisão do banqueiro. Para tentar se blindar dos ataques, o supremo terrivelmente evangélico chegou a renunciar à sociedade que tinha em um instituto de educação (não devia nem ter entrado de sócio, né, ministro?) que havia aberto em São Paulo. O tal instituto em pouquíssimo tempo já estava faturando na ordem de 10 milhões de reais.

O fato é que as mensagens vazadas contra Mendonça não eram muito fortes (especialmente comparadas com as mensagens de Vorcaro ao Xandão). Mas eis que agora o Xandão vai com tudo para cima de Mendonça.

É guerra ou fake?

Então estamos vendo o Supremo ser implodido com uma briga de supremo investiga supremo e outro supremo investiga supremo, a Polícia Federal ser implodida com uma série de vazamentos de todos os lados com parte da polícia investigando Xandão e outra parte investigando o Mendonça. E o Ministério Público, na figura do procurador geral, também está na mira de tiro, até porque Paulo Gonet aparece em mensagens como amigo do Vorcaro. É uma guerra sem precedentes.

O supremo Edson Fachin (que estava também gargalhando ontem na foto do Globo) diz que vai ouvir em até cinco dias úteis os dois supremos, o PGR e o diretor-geral da PF. Ou seja, está tentando jogar uma água fria na fervura. Na leitura de alguns entendidos, a jogada de Xandão mostra que ele já tem maioria para derrubar Mendonça. Há quem veja também que essa pode ser uma estratégia para dividir ainda mais a sociedade e ficarmos naquela dos defensores do Mendonça contra os defensores do Xandão.

O Fachin

Fachin está ouvindo as sugestões de todo mundo sobre como manejar a guerra. O supremo Xandão quer investigar o supremo Mendonça. O supremo Mendonça pediu para afastar o supremo Xandão. O supremo Gilmar Mendes pediu para afastar a polícia de dentro do tribunal. E, no fim, quem resolveu tudo foi a segurança do Supremo que decidiu que agora fotojornalista não pode mais tirar foto na janela do Supremo (Foi assim que Brenno pegou os ministros se divertindo no meio da maior crise da história suprema. E justificaram dizendo que foi por conta de uma piada do supremo Dino. Piadinha infame deve ter sido).

A vantagem do Fachin é que ele fala e a gente não entende mesmo, então ele pode ficar enrolando até fazer um Código de Ética sobre como conversar com um banqueiro no zap.

Com Supremo, com tudo

Tudo é surreal nessa história, darling, e nem me surpreenderia se logo mais descobríssemos um grande acordão envolvendo todos os lados. Isso porque existe um risco tremendo de todo o caso do Banco Master ser anulado a partir dessa treta toda. Já estão falando em anulação de provas, em cadeia de custódia ter sido violada. Não sei se vocês lembram, mas para quem viu o que aconteceu com a Castelo de Areia… que desmoronou por conta de nulidades… por que não acabar logo com a investigação do Banco Master que pega todo mundo da direita à esquerda. Todo mundo ficaria feliz.

O rolê aleatório

O rolê de Vorcaro é tão aleatório que olha os vazamentos de hoje.

Vorcaro disse em mensagens que pagava os aviões para Nikolas Ferreira andar pelo Brasil. Sim, o bolsonarista Nikolas. O deputado teria até chamado Vorcaro de lindão. Nikolas nega que tenha chamado Vorcaro de lindão.

Vorcaro teria dito em depoimento para o juiz auxiliar do supremo Mendonça que foi torturado enquanto estava sob custódia da polícia federal e que sua delação não foi aceita porque pegaria o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues (mas como ele disse que não tinha problemas com o Ministério Público, não ficou claro porque também o MPF não aceitou sua delação).

Além disso, ele falou que sua delação pegaria o núcleo do governo atual. Ahã. A melhor parte do depoimento é o juiz garantindo para Vorcaro que era um depoimento super sigiloso e que só ele e o advogado teriam acesso. E estávamos todos hoje lendo o tal depoimento sigiloso.

Vorcaro disse que o financiamento de campanha feito por seu cunhado para Tarcísio e Bolsonaro era pagamento de propina a pedido do Kassab no rolê do Credcesta. Ahã. Juro que hoje teve esse vazamento também sobre um dos anexos da tal delação do Vorcaro.

Havengate

Mas teve mais vazamento. Veio à tona trechos do acordo de delação de Antônio Carlos Freixo Junior que era dono da Entre Investimentos e ele diz que o dinheiro do Dark Horse foi para o fundo Havengate, criado pelo advogado de Dudu Bolsonaro no Texas, onde o Dudu mora hoje. Nem vi nenhuma novidade nisso, mas enfim, é alguém botando o Dark Horse na cadeia de custódia dos vazamentos. Aliás, só hoje reparei que o nome desse fundo Havengate já vem com nome de investigação policial.

Enquanto isso, o Alcolumbre

O Congresso aprovou o fim da taxa das blusinhas. Mas, porém, todavia, entretanto, contudo, nossa estrela-mor não deixou chegar ao plenário do Senado a votação do fim da jornada 6x1. É bem verdade que ele só tinha prometido a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça, mas a notícia é que Lula ligou para Alcolumbre e mesmo assim o senador segurou a história. Disse que vai ser votada só depois das eleições e não ficou claro se depois do primeiro turno ou só depois do segundo turno. O fim da jornada 6x1 é uma carta na manga de Lula, Alcolumbre sabe e vocês sabem que Alcolumbre segura o que pode para ter sua própria carta na manga. Alcolumbre é parça do Xandão e Xandão está na fogueira. Ontem mesmo Alcolumbre já quis equiparar a crise do Xandão a do Flavitcho (e a verdade é que os dois pediram o mesmo valor de R$ 130 milhões a Daniel Vorcaro, um para um filme, outro em contratos no escritório da esposa).

Lula tentou hoje se afastar da crise no Supremo. Mas resta saber como essa crise vai fazer desandar ou não as eleições, BRASEW.

Gente, hoje teve vazamento até da Refit do Ricardo Magro com o Cláudio Castro. Sorte deles porque é tanto vazamento que ninguém prestou muita atenção nesse vazamento. Nem a gente. Saudades do tempo em que só noticiávamos tentativa de golpe de Estado.

Agora vazamento bom mesmo é o dos recadinhos do Pix da Tixa.

“melhor news de política”

“Te adoramos Tixa”

“Moro na França e a primeira coisa que faço de manhã é te ler e assim posso começar meu dia rindo, apesar de tudo”

“Fico ansiosa aqui da Austrália esperando notícias da lagartixa mais smart do mundo.”

Se a Tixa também vale alguma coisa pra você, manda um Pix. Pode ser R$ 2, R$ 10, R$ 50, R$ 100, R$ 200, R$ 1.000. Todo real importa. E os recadinhos também. Lemos todos.

PIX: 49875575000147

Acorda, BRASEW!

Há chance real de interferência de Trump em eleição do Brasil", diz diretor da The Atlantic

 

Jeffrey Goldberg, diretor de The Atlantic

Jeffrey Goldberg, diretor de The Atlantic

Stephen Voss

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Causou alguma estranheza no Palácio do Planalto que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não tenha mencionado a revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, ao longo de uma hora e 20 minutos de conversa com o presidente Lula.

A decisão, tomada apenas 17 dias antes da ligação entre os líderes, tinha sido motivada pela demora do Brasil em aceitar formalmente a indicação do deputado da Flórida Daniel Perez para embaixador dos EUA no Brasil. Foi o que informou o Departamento de Estado, em uma chamada com jornalistas na qual estavam presentes opositores do governo Lula radicados nos EUA, como os comunicadores Paulo Figueiredo e Allan dos Santos.

Em sabatina no Senado americano, em julho, Perez, próximo ao Secretário de Estado Marco Rubio, afirmou que defenderia "condições para eleições livres e justas" no país, o que foi lido em Brasília como potencial intenção de interferência eleitoral. Semanas depois, a um canal de televisão na Flórida, ele disse que não iria se "envolver" na decisão dos brasileiros.

Segundo o UOL apurou, o Departamento de Estado já vinha ameaçando Viotti com medidas punitivas por semanas até que ela foi comunicada por um constrangido diplomata norte-americano que, embora fosse uma "colega perfeitamente adequada", sua autorização de entrada no país estava oficialmente revogada.

A ação era inédita na relação bilateral de 201 anos e um ato de hostilidade, mas Donald Trump não parecia ciente disso ao falar com Lula.

Para pessoas que participam da dinâmica entre os dois governos em Washington, não era jogo de cena. Trump efetivamente desconhecia a situação. Seria mais uma obra dos chamados "kids in the mid management", ou, em bom português, "os moleques da burocracia média": indicados políticos de extrema-direita em postos com graus variados de autoridade e autonomia e que, frequentemente, emplacam decisões acima de sua faixa salarial.

Para Jeffrey Goldberg, diretor da influente revista americana The Atlantic, o episódio com o Brasil não é um acidente ou uma exceção. "É um erro tentar entender as ações do governo Trump sob a ótica de conspiração, quando é possível analisá-las pelo prisma da estupidez e da incompetência", afirmou Goldberg ao ser informado sobre os detalhes do episódio, em entrevista ao UOL, dias antes de embarcar para o Brasil, onde participará do festival Piauí de Jornalismo, entre os dias 5 e 6 de setembro.

Baseado em Washington D.C. e dedicado a oferecer explicações sobre o governo Trump aos americanos e ao mundo, Goldberg reconhece as dificuldades da tarefa. "Nós, no jornalismo, estamos sempre em busca de coerência, mas muitas vezes não há lógica na forma como as coisas acontecem", diz.

"Há pessoas no governo (Trump) que comandam diferentes departamentos e definem políticas; às vezes, o presidente toma conhecimento dessas políticas e concorda com elas; outras vezes, não concorda; e, em alguns casos, simplesmente não se importa. Às vezes, esses departamentos tentam adivinhar o que o presidente desejaria — caso ele se importasse — e agem com base nisso, apenas para descobrir que o presidente pensa de outra forma. Lembre-se: não existe uma liderança estável nos Estados Unidos — e digo isso literalmente. É uma gestão bipolar e o que Trump diz hoje não tem importância alguma amanhã", resume Goldberg.

Poucas pessoas viveram pessoalmente situações tão exemplares e reveladoras do que seria o segundo mandato de Donald Trump à frente da Casa Branca. Em março de 2025, ele foi indevidamente incluído em um seleto grupo no aplicativo de conversa Signal. Estavam ali o vice-presidente JD Vance, fazendo questionamentos semi-isolacionistas, o secretário da Guerra, Pete Hegseth, pró-intervenção bélica, e o subchefe de gabinete Stephen Miller, que encerrou discussões ao dizer que o ataque aconteceria porque "o presidente quer". Ao vir a público, a presença de um jornalista em um grupo de aplicativo comercial em que altas autoridades dos EUA discutiam temas sensíveis da segurança nacional, a história se tornou um escândalo. E Goldberg se converteu em alvo de todo tipo de ataque do governo dos EUA.

"Observam-se muitos comportamentos recorrentes neste incidente e na forma como reagiram a ele. Uma certa falta de rigor, ataques à imprensa em vez de lidar com a essência do ocorrido, as disputas ideológicas dentro do governo sobre como lidar com o mundo", diz Goldberg, que segue:

"Creio que está bem claro para nós que J.D. Vance não teria atacado o Irã da maneira como Trump fez. Ele concordou com a ideia, porque ele concorda com tudo, mas acho que entendemos que a sua inclinação é sair do Oriente Médio, e não se aprofundar ainda mais na região", diz o diretor da The Atlantic, referindo-se à guerra do Irã que recém completou 6 meses, a despeito da previsão inicial de Trump de que duraria "algumas semanas" e de suas reiteradas afirmações de vitória e "obliteração total" do regime islâmico, assim como fez com os Houthis após o ataque no Iêmen (os Houthis, porém, seguem ativos e apoiando militarmente os iranianos na região).

"Outro detalhe — que talvez não seja tão pequeno assim — é que, como se viu na conversa, eles estavam tendo uma discussão acalorada quando Stephen Miller entrou e disse (pelo menos foi o que ouvi) que o presidente queria atacar. Estou parafraseando, mas você entende. E aí todo mundo simplesmente aceitou: "Ok, vamos fazer isso". Ou seja, Stephen Miller é quem realmente impõe as decisões; ele é uma figura de grande poder na Casa Branca", nota Goldberg, referindo-se ao jovem auxiliar de Trump que, entre outras medidas, é o responsável pelas políticas anti-imigração de Trump.

De acordo com Goldberg, Trump se move pelo próprio ego, e por seu desejo de ganhar "o jogo", a disputa que estabelece cotidianamente com diferentes interlocutores. Ele próprio esteve nesta posição. Depois do escândalo do grupo do Signal, Goldberg foi convidado por Trump a ir à Casa Branca conversar com ele. Apenas 3 horas antes da reunião, o presidente o atacou duramente em sua rede social, o Truth Social, ao dizer que Goldberg era um jornalista de pouco sucesso, autor de histórias "ficcionais". O diretor da revista chegou a ser desaconselhado de ir à Casa Branca naquele dia, mas manteve a programação.

"Então, entro no Salão Oval e ele diz: "Ei, Jeff, tudo bem?" E pergunto: "Sr. Presidente, do que se tratava aquela história da Truth Social?" E ele responde: "Ah, eu só estava tentando deixar você alerta".É só um jogo! Um jogo", diz Goldberg.

"Se você nos visse conversando, jamais imaginaria que eu escrevi contra a presidência dele durante anos, ou que ele escreveu insultos terríveis sobre mim nas redes sociais. Se quiser entender Donald Trump, assista à luta livre profissional. Porque ele é uma performance de raiva", segue o jornalista.

Isto não significa, porém, que Trump não tome decisões duras e agressivas e as aplique no mundo real. Quando pergunto a Goldberg quão preocupados os brasileiros deveriam estar sobre as possíveis intenções dele de intervir em eleições no Brasil ou quem sabe até atacar militarmente o país, depois de designar como "terroristas" duas das maiores facções criminosas brasileiras, ele diz que é impossível oferecer qualquer certeza.

"Quem quer que lhe diga o que vai acontecer no futuro das relações entre os EUA e o Brasil ou sob o governo de Donald Trump não faz a menor ideia do que está falando. É possível apenas apresentar um leque de possibilidades sobre o que pode acontecer", diz Goldberg.

Feita a ressalva, ele prossegue:

"Com base em experiências passadas, é preciso dizer que a interferência (na eleição do Brasil) é uma possibilidade real. Mas, ao mesmo tempo, é preciso lembrar que essas pessoas são *trolls* da internet. E quando é que a *trollagem* na internet se torna algo real? Não sei. Mas sim, obviamente, eles são capazes de interferir".

O diretor da Atlantic reconhece que ao menos parte da administração americana está comprometida com a candidatura de Flávio Bolsonaro, mas não necessariamente toda a máquina. "Obviamente, os Bolsonaro são favoritos da facção de Trump. E, assim como aconteceu na Colômbia e em outros países (que elegeram governantes à direita), isso torna a América do Sul — a América Latina — mais favorável sob a perspectiva de Trump".

"O mesmo ocorreria, obviamente, com o retorno dos Bolsonaro", disse Goldberg, três dias antes de Trump dizer publicamente que tinha "boa relação" com o Brasil e assinalar que a região está indo mais para a direita e ficando mais próxima dos EUA.

"Se você me perguntasse há algum tempo se os EUA iriam invadir a Groenlândia, minha resposta padrão seria: 'você está drogado?'. Já não é mais assim. Então, se eu fosse um brasileiro de centro que se importasse apenas com a independência das nossas eleições, mesmo que eu não gostasse do resultado, eu olharia para a Venezuela e diria: 'Hummmm…'(preocupação). Claro, o Brasil é muito maior e mais sofisticado, mas se você é um cidadão brasileiro, tem que pensar: 'Não sei, talvez o Trump interfira diretamente'. Se você é venezuelano, você tem que pensar: 'o Trump vai simplesmente tomar nosso petróleo'. Se você é dinamarquês, tem que pensar que o Trump pode realmente invadir a Groenlândia", conclui Goldberg.

GIRO PELO BRASIL: Moraes contra-ataca, acusa Mendonça de abuso e aprofunda crise no STF

 

Mateus Bonomi - 2.set.2026/Folhapress

Moraes contra-ataca, acusa Mendonça de abuso e aprofunda crise no STF

Carolina Juliano

As principais notícias para começar o dia bem informado:

  • STF: Moraes acusa Mendonça de abuso de autoridade
  • Caso Master: Fachin e Lula cobram explicações de ministros
  • PF: Mendonça ignorou indícios contra outros ministros
  • Novas revelações: Mensagens envolvem mais políticos
  • Datafolha: Lula tem 38%, Flávio 33% e Cury 8% no 1º turno
  • Economia: Senado aprova fim da "taxa das blusinhas"
  • Copa do Brasil: Grêmio elimina Internacional e avança

Moraes pede providências contra Mendonça

  • O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes acusou ontem o colega André Mendonça de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Em manifestação enviada ao presidente da Corte, Edson Fachin, Moraes pediu providências contra Mendonça.
  • Moraes afirma que Mendonça teria quebrado a imparcialidade judicial e favorecido grupos políticos ao divulgar o material. As acusações estão relacionadas à decisão do ministro de retirar o sigilo de documentos da investigação sobre o Banco Master, que revelou mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro. O episódio amplia a crise e leva o STF a uma guerra interna sem precedentes.

Fachin e Lula cobram explicações

  • O presidente do STF, Edson Fachin, determinou que Alexandre de Moraes, André Mendonça, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestem esclarecimentos sobre o caso Master. Eles terão cinco dias úteis para responder a questionamentos sobre a condução da investigação e o relatório da PF que envolve mensagens de Daniel Vorcaro. O presidente Lula também cobrou uma investigação ampla e sem blindagem e criticou o que chamou de "vazamentos seletivos".

PF diz que Mendonça ignorou outros indícios

  • Relatório da Polícia Federal produzido a pedido de Alexandre de Moraes afirma que André Mendonça ignorou indícios de possíveis irregularidades envolvendo os ministros Dias Toffoli e Nunes Marques e direcionou a investigação do caso Master contra de Moraes. Segundo o documento, Mendonça teria adotado posturas diferentes diante de suspeitas envolvendo ministros do STF e demonstrado interesse em investigar Moraes. A PF também aponta possível interferência do ministro na condução de investigações e direcionamento de alvos.

Novas revelações envolvem mais políticos

  • Novas informações ampliaram as revelações sobre as relações de Daniel Vorcaro com políticos. Em proposta de delação, rejeitada pela PGR, Vorcaro afirmou que doações de R$ 5 milhões feitas em 2022 às campanhas de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas foram, na verdade, propinas negociadas com Gilberto Kassab em troca da manutenção do Credcesta no governo paulista. Os envolvidos negam irregularidades.
  • Em outro episódio, áudios revelados mostram o deputado Nikolas Ferreira pedindo a Vorcaro ajuda para liberar um ativo de minério ligado a um ex-assessor. O deputado confirmou o contato, mas negou ter relação próxima ou recebido benefícios do banqueiro.

Ed Jones/AFP e Manoella Mello/Globo

Datafolha: Lula tem 38%, Flávio, 33%, e Cury chega a 8%

  • Pesquisa Datafolha divulgada ontem mostra Lula com 38% das intenções de voto para o primeiro turno, ante 33% de Flávio Bolsonaro. Augusto Cury aparece em terceiro, com 8%, seis pontos a mais que no levantamento anterior. Em um eventual segundo turno, Lula marca 46% e Flávio, 44%, resultado de empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos. Este é o primeiro levantamento do instituto após o início dos debates e do horário eleitoral.

Senado aprova fim da 'taxa das blusinhas'

  • O Senado aprovou o fim definitivo do Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecido como 'taxa das blusinhas'. A medida provisória já havia passado pela Câmara e agora segue para sanção do presidente Lula. A cobrança de 20% foi criada em 2024 e incide sobre produtos comprados em plataformas estrangeiras. Para remessas de até US$ 3.000, o texto reduz de 60% para 30% a alíquota do imposto.

Grêmio elimina Inter da Copa do Brasil e vai à semifinal

  • O Grêmio venceu o Internacional por 3 a 1, na noite de ontem na Arena do Grêmio, e ficou com a última vaga nas semifinais da Copa do Brasil. Carlos Vinícius marcou duas vezes no primeiro tempo, e Krovinovic ampliou na etapa final. Vitinho descontou para o Inter. O resultado veio após o empate por 0 a 0 no jogo de ida, no Beira-Rio. Na semifinal, o Grêmio enfrentará o Atlético-MG, que eliminou o Cruzeiro. Palmeiras e Vasco disputam a outra vaga na final.