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Os primeiros dias de campanha do deputado federal Duarte Júnior foram marcados por uma agenda intensa nas ruas, com visitas a municípios e compromissos na Grande Ilha. O início da caminhada eleitoral tem priorizado o contato direto com a população, com conversas, encontros e escuta das demandas locais. A estratégia reforça uma característica já presente na atuação política de Duarte: aproximar o mandato da realidade de quem está na ponta.
Durante as agendas, um dos pontos que têm chamado atenção é o reconhecimento espontâneo de ações que fizeram parte da trajetória do parlamentar. Nas ruas, moradores relembram pautas defendidas por Duarte e iniciativas que chegaram diretamente à população, especialmente a luta pela retomada do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para pessoas que tiveram o benefício suspenso, além de ações voltadas à saúde, inclusão e defesa de direitos.
Entre os trabalhos lembrados estão também os mutirões de consultas oftalmológicas, que aproximaram atendimento de quem precisava, e a atuação em defesa da inclusão das pessoas com deficiência e de suas famílias. O reconhecimento nas ruas dá à campanha um tom que vai além da apresentação de propostas: Duarte começa a caminhada eleitoral reencontrando pessoas que já conhecem sua atuação e associam seu nome a causas concretas do cotidiano.
A presença nos municípios e na Grande Ilha deve continuar como uma das marcas desta fase da campanha. Em vez de uma comunicação restrita às redes sociais e aos eventos políticos, a aposta é fazer das ruas um espaço permanente de diálogo.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, deu início na noite de ontem à tramitação da Proposta de menda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso. O governo tenta acelerar a votação antes das eleições e articula para que um aliado seja o relator na Comissão de Constituição e Justiça. A proposta já foi aprovada pela Câmara e precisa passar por dois turnos no Senado, com apoio de dois terços dos senadores. A ideia do governo é votar o texto entre 31 de agosto e 4 de setembro. Entidades empresariais, porém, pedem mais tempo para discutir os impactos da mudança.
Ao proporem o retorno da obrigatoriedade do diploma de jornalismo, os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes podem até ter intenções que, para muitos, soam paternalistas.
Este é um editorial do Portal Cubo.
Vivemos tempos líquidos e nunca a expressão de Bauman foi tão cirúrgica. As informações escorrem pelos dedos num fluxo incessante de vídeos, stories e opiniões de cinco minutos. Não há mais fronteiras entre o saber e o achismo, entre o especialista e o influencer de fim de semana. E o preço dessa liquefação é alto demais: vidas arruinadas por diagnósticos de TikTok, investimentos perdidos em “dicas infalíveis” de golpistas digitais e uma saúde pública refém de cliques.
Enquanto no Brasil o debate sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalismo é tratado como ameaça à liberdade de expressão (como se qualificação profissional fosse sinônimo de censura), o mundo começa a despertar para uma verdade incômoda: informação que afeta a vida das pessoas não pode ser tratada como entretenimento. E o exemplo mais contundente vem da China.
O governo chinês, por meio da Administração do Ciberespaço do país, colocou em vigor em outubro de 2025 uma regulamentação que, de tão óbvia, parece inacreditável: influenciadores que queiram falar sobre medicina, direito, finanças ou educação são obrigados a comprovar formação acadêmica ou certificação profissional na área .
A lógica é brutalmente simples, quase cartesiana. Se um cidadão comum não pode dar consultoria jurídica sem ser advogado, se não pode operar alguém sem ser médico, por que poderia, sob a proteção de um “selo de criador de conteúdo”, recomendar investimentos ou ensinar diagnóstico de doenças?
A norma determina que criadores de conteúdo que abordem temas especializados, como saúde, direito, finanças e pedagogia, devem apresentar diplomas universitários, licenças profissionais ou certificações técnicas reconhecidas pelo Estado. E a responsabilidade não é apenas do influencer. As plataformas digitais, como a chinesa Douyin (nossa conhecida TikTok) e Weibo, são obrigadas a verificar essas credenciais antes de permitir a publicação e, caso falhem, podem ser multadas em até 100 mil yuans (cerca de 14 mil dólares).
Estima-se que até 90% dos influencers dos segmentos de saúde e finanças tenham sido diretamente afetados pela medida. Para contornar a lei, muitos passaram a colaborar com profissionais certificados ou migraram para temas gerais. Um vlogueiro de comida pode continuar avaliando pratos de rua. Mas se ele disser que o pastel de feira cura câncer, aí a conversa é outra .
É verdade que a medida chinesa não é unanimidade. Há quem veja nela um braço do rígido controle estatal sobre a informação, uma forma de cercear vozes dissidentes. A preocupação com a “autoridade do saber comprovado” pode, sim, esbarrar no direito à livre expressão.
Mas fechar os olhos para o problema que motivou a lei seria, no mínimo, negligência. A desinformação em temas sensíveis tem consequências reais. A China, assim como o Brasil, viu crescer nos últimos anos a proliferação de “falsos especialistas” oferecendo conselhos financeiros perigosos, “health hacks” sem base científica e consultas médicas disfarçadas de entretenimento.
A diferença é que, lá, o Estado reconheceu que a viralidade de um conteúdo não o torna verdadeiro, e que a influência não substitui o conhecimento. Lá, o debate sobre a liberdade de expressão precisou ser equilibrado com o direito do cidadão à informação de qualidade e à proteção contra o charlatanismo. Não por acaso, a nova lei veda expressamente a publicidade médica ou de suplementos disfarçada de conteúdo informativo.
Tudo e nada.
Tudo, porque o princípio é o mesmo: o exercício de uma atividade que impacta a vida alheia exige formação, técnica e ética. Se a China percebeu que é perigoso deixar qualquer pessoa dar “conselhos” sobre saúde, o Brasil deveria perceber que é igualmente perigoso deixar qualquer pessoa operar a máquina de formação de opinião sem o mínimo de preparo.
Nada, porque enquanto o Brasil insiste num debate raso, “diploma sim, diploma não”, o mundo avança para a discussão estrutural: como regular a comunicação sem cercear a liberdade? A solução não é a ditadura, mas também não é o vale-tudo. A solução é a valorização do profissional, a criação de mecanismos de responsabilização para plataformas (como acontece na China ) e o reconhecimento de que o jornalismo não é um hobby, é uma profissão.
O movimento chinês, com todos os seus riscos autoritários, tem um mérito incontestável: coloca a qualificação no centro do debate. Ele nos pergunta, de forma direta, o que tantos no Brasil se recusam a responder: por que proteger um blogueiro que fala de política com a mesma autoridade de quem dedicou anos ao estudo? Por que equiparar, juridicamente, quem passou pela universidade e quem passou pelo Instagram?
Ao proporem o retorno da obrigatoriedade do diploma de jornalismo, os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes podem até ter intenções que, para muitos, soam paternalistas. Mas o debate que eles levantaram, mesmo que mal conduzido, toca num nervo exposto da nossa democracia.
A proteção constitucional à liberdade de imprensa é sagrada. Foi conquistada com sangue e luta. Mas essa mesma liberdade está sendo usada por “blogueiros do PCC” (como ironizou o ministro Dino) e por falsos profetas digitais para destruir reputações e distorcer a realidade, escudados num manto de proteção que não lhes pertence.
O caminho não é proibir. O caminho é qualificar, é exigir contrapartida, é responsabilizar as plataformas e, acima de tudo, é entender que, no jornalismo, o “achômetro” não tem lugar. Não é à toa que o novo marco regulatório chinês fala em “responsabilidade dos criadores de conteúdo por temas profissionais”.
Que o Brasil, ao invés de discutir apenas se o diploma é “de direita” ou “de esquerda”, olhe para o mundo e veja que a falta de qualificação está destruindo a credibilidade da comunicação. A China, por mais que nos cause incômodo, deu o primeiro passo para proteger seu povo de profetas do botequim. Nós, aqui, continuamos dando palco para eles, em nome de uma “liberdade” que, na prática, só beneficia os que querem lucrar com a desinformação.

AO LADO DE MARIANA CARVALHO, ULISSES TEM PERCORRIDO A REGIÃO SUL DO MARANHÃO, onde a dupla se fortalece mutuamente
A candidatura de Ulisses Gonçalves a deputado estadual começa a ganhar força no Sul do Maranhão e poderá despontar como uma das surpresas da eleição, impulsionada pela formação de um grupo político com presença regional e pela ampliação de alianças em cidades estratégicas.
Um dos pilares de sua candidatura é a aproximação com o grupo político liderado por Ildemar Gonçalves, com histórico de atuação e articulação na região; essa estrutura pode contribuir para ampliar a presença de Ulisses em diferentes municípios do Sul e do Sudoeste maranhense ao longo da campanha.
Mariana chega à eleição de 2026 depois de uma votação expressiva na disputa pela Prefeitura de Imperatriz em 2024, quando avançou ao segundo turno.
Agora, seu apoio a Ulisses tende a aumentar a exposição do candidato justamente em Imperatriz, maior colégio eleitoral da região tocantina, além de aproximá-lo do eleitorado que acompanhou a candidatura de Mariana na última eleição municipal.
Produtor rural identificado com pautas da direita, Ulisses busca construir sua candidatura dialogando com o setor produtivo, lideranças municipais e o eleitorado conservador;
sua estratégia é transformar a força regional dessas alianças em votos para a Assembleia Legislativa.
Com a campanha avançando, a combinação entre estrutura política regional, presença no interior e a aliança com Mariana Carvalho em Imperatriz coloca Ulisses Gonçalves como um nome a ser observado na disputa por uma cadeira de deputado estadual.
Se essa articulação conseguirá convertê-lo em um dos candidatos mais votados do Sul do Maranhão será definido nas urnas, mas o início da campanha indica que Ulisses pretende disputar espaço entre os nomes competitivos da região.
Fonte: Marcos D'ÉÇA
Em uma gigantesca mobilização o candidato ao governo do
Estado pelo MDB mostrou a força e o favoritismo na disputa, em Imperatriz,
segundo maior colégio eleitoral do estado, e em toda a Região Tocantina - uma
multidão tomou as ruas da cidade durante o grande arrastão realizado nesta
quarta-feira (19), com a presença de lideranças políticas e milhares de
apoiadores.
A concentração ocorreu na Praça da Cultura, de onde os
participantes seguiram em caminhada até a Praça Brasil, passando por diversas
ruas do centro comercial da cidade. Ao som dos jingles da campanha e com
bandeiras nas mãos, a multidão transformou as vias numa grande festa popular.
Durante a caminhada, Orleans parou para cumprimentar
moradores, trabalhadores e famílias inteiras que acompanharam a passagem do
emedebista pelas ruas da cidade. Muitos foram às calçadas e acenaram das portas
de suas casas, reforçando a adesão da população imperatrizense ao projeto
político de Orleans, líder da coligação “Avanço por Todo Maranhão”.
A enfermeira Arlete Martins, 53, e sua filha, Ana Valéria,
24, estavam entre os moradores que acompanharam o arrastão. “Imperatriz ganhou
dezenas de obras no atual governo. Queremos que continuem dando atenção à nossa
cidade. Por isso, apoiamos Orleans”, disse Valéria.
Ao término do arrastão, na Praça Brasil, foi realizado um
comício, ocasião em que Orleans agradeceu a receptividade da população e falou
um pouco sobre seu trabalho e suas propostas.
“Que linda receptividade! Muito obrigado por estarem comigo
neste momento. Eu sei que Imperatriz reconhece o nosso trabalho. Quando estive
à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas, praticamente toda semana eu
estava aqui, acompanhando e entregando obras e serviços importantes para a
população”, afirmou Orleans Brandão.
Ele destacou ainda que a expressiva participação popular em
todos os seus eventos na cidade amplia seu compromisso com os imperatrizenses e
garantiu que manterá uma gestão presente no município.
“Essa grande caminhada demonstrou claramente esse
reconhecimento e carinho, o que aumenta ainda mais a minha responsabilidade.
Como governador, vou dedicar todos os dias da minha gestão a trabalhar ainda
mais por Imperatriz e pela população dos 217 municípios maranhenses”,
acrescentou.
Ele mencionou também investimentos realizados em diversas
áreas na Região Tocantina durante o período em que esteve à frente da
Secretaria de Assuntos Municipalistas. Serviços de infraestruta, ginásios
esportivos, melhorias na Uemasul, praças e sistemas de abastecimento de água
estão entre os serviços que contaram com sua articulação direta.
“Na minha gestão, Imperatriz terá voz ativa e um governo
presente. Podem ter certeza de que vamos fazer ainda mais pela população
tocantina”, concluiu.
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