quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Em Audiência Pública Prefeitura de Açailândia discute metas fiscais e orçamento para 2027


A Prefeitura de Açailândia realizou na manhã de hoje, dia 23,  audiência pública para apresentar à população os resultados das metas fiscais do 2º quadrimestre de 2026 e debater a proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2027. O encontro aconteceu na Câmara Municipal e contou com a presença de vereadores, secretários, representantes da sociedade civil e moradores da cidade.

Durante a prestação de contas, a Secretaria de Finanças expôs os números referentes ao período de maio a agosto de 2026. Foram detalhadas as receitas arrecadadas, despesas executadas, investimentos em saúde e educação, além do cumprimento dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo os técnicos, Açailândia manteve equilíbrio nas contas públicas, com resultado primário dentro das metas previstas.

Na audiência pública, a Prefeitura também apresentou a proposta de orçamento para 2027. O projeto prevê aumento de investimentos em infraestrutura urbana, ampliação de programas sociais e reforço nas áreas de saúde e educação. Também foram destacadas obras de pavimentação e melhorias no transporte escolar. A LOA será encaminhada à Câmara Municipal para análise e votação até o fim do ano.


Moradores presentes aproveitaram o espaço para sugerir prioridades, como maior atenção à zona rural, incentivo à cultura e medidas de geração de emprego. O prefeito ressaltou que a participação popular é fundamental para garantir transparência e construir um orçamento alinhado às necessidades da comunidade.

“A audiência pública é um momento de diálogo. É aqui que mostramos como os recursos foram aplicados e ouvimos a população sobre o que deve ser prioridade para o próximo ano”, afirmou o secretário de Finanças.

Com a realização das audiências, Açailândia cumpre o calendário legal de transparência fiscal e abre caminho para a aprovação da LOA 2027, que definirá os rumos da administração municipal no próximo exercício.

Ascom-PMA



Prefeitura de Açailândia firma parceria internacional para instalação de fábrica de máquinas agrícolas na cidade.


A cidade de Açailândia, no Maranhão, deu mais um passo importante rumo ao desenvolvimento econômico e tecnológico, em mais um encontro realizado nesta terça-feira, dia 22, com representantes dos chineses.

Em novembro de 2025, a Prefeitura assinou um memorando de entendimentos com a estatal chinesa SINOMACH e a empresa OZ Earth Participações S.A., visando a instalação de uma fábrica de máquinas agrícolas no município. O projeto conta ainda com o apoio da cooperativa local COOMARA, que reúne mais de 135 cooperados e beneficia cerca de 3.500 famílias.

O prefeito Dr. Benjamin Oliveira, acompanhado da secretária de Governo Maria da Paz, participou da cerimônia de assinatura em Brasília.

“Este projeto vai transformar Açailândia em referência regional na produção de máquinas agrícolas, fortalecendo a agricultura familiar e gerando empregos”, afirmou o prefeito durante o evento.


Objetivos da parceria

  • Implantar uma fábrica de máquinas agrícolas de pequeno porte em Açailândia.
  • Fortalecer a agricultura familiar, oferecendo acesso a tecnologia e equipamentos modernos.
  • Gerar empregos e renda para a população local.
  • Promover sustentabilidade ambiental e segurança alimentar.
  • Capacitar trabalhadores locais para operar e manter os equipamentos.

Responsabilidades dos parceiros

  • Prefeitura de Açailândia: disponibilizar área com infraestrutura adequada e regularidade fundiária.
  • OZ Earth Participações: realizar estudos de viabilidade e capacitação de mão de obra.
  • SINOMACH: fornecer tecnologia e expertise na fabricação de maquinário agrícola.
  • COOMARA: integrar agricultores familiares ao projeto, garantindo inclusão produtiva.


Impactos esperados

A iniciativa tem potencial para transformar Açailândia em um polo regional de inovação agrícola, ampliando a competitividade do setor e trazendo novas oportunidades para pequenos produtores. Apesar do entusiasmo, o acordo ainda está em fase inicial e depende de estudos técnicos e definição de investimentos para que a fábrica seja efetivamente implantada - essa importante parceria pode mudar o perfil econômico de Açailândia, tornando a cidade referência em máquinas agrícolas no Maranhão.



Duarte Júnior denuncia uso político de pessoas com deficiência e alerta sobre candidatos que votaram contra o BPC

Em vídeo, deputado questiona a oferta de brindes em troca de apoio eleitoral e destaca sua atuação em defesa do BPC, da pensão para crianças com microcefalia e do acesso ao diagnóstico.



O deputado federal Duarte Júnior fez um alerta às mães atípicas e às famílias de crianças com deficiência sobre possíveis tentativas de compra de votos na reta final da campanha eleitoral. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar demonstrou preocupação com a oferta de benefícios imediatos em troca de apoio político e questionou as consequências dessas práticas para famílias que dependem de políticas públicas permanentes. “Será que vale a pena agora nessa reta final vender o futuro do seu filho por algo que não vai resolver os seus problemas nos próximos quatro anos?”, questionou.

Durante a declaração, Duarte também criticou políticos que, segundo ele, aparecem apenas no período eleitoral, sem acompanhar as dificuldades enfrentadas pelas famílias ao longo dos anos. O deputado citou a espera por consultas, exames, medicamentos e diagnósticos, além dos obstáculos para acessar o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Ele afirmou que sua atuação parlamentar tem sido voltada à garantia desses direitos e à ampliação da assistência às pessoas com deficiência.

Entre as iniciativas mencionadas, Duarte destacou sua participação na mobilização pela pensão vitalícia e pela indenização às famílias de crianças com microcefalia, além da derrubada do veto ao laudo permanente para pessoas com deficiência. A participação do parlamentar nessas discussões consta nos registros da Câmara dos Deputados.

Ele também mencionou o programa Diagnóstico Já, financiado por emendas parlamentares, destinado a ampliar o acesso a avaliações especializadas e à documentação necessária para solicitar benefícios sociais.

Ao encerrar o vídeo, Duarte voltou a criticar a distribuição de brindes, bolos e camisas durante a campanha, argumentando que essas ações não solucionam as necessidades permanentes das famílias. “A campanha vai acabar, mas as necessidades, elas, infelizmente, vão continuar”, declarou.



Lula e Trump discursam na ONU com mensagens de sinal trocado

 

23.set.2025 - Lula e Trump discursam na Assembleia Geral da ONU

23.set.2025 - Lula e Trump discursam na Assembleia Geral da ONU

Michael M. Santiago / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP


Asdrúbal Figueiró

O presidente Lula disse hoje, no discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, que "o Brasil não cabe no quintal de ninguém."

A frase pode ser lida como uma referência a declarações do secretário de Estado americano, Marco Rubio, que mais de uma vez sugeriu entender a América Latina como parte do "quintal" dos EUA.

Em pouco menos de 22 minutos, além de defender a soberania brasileira em temas como o combate ao crime organizado e o caráter público e gratuito do Pix, Lula reafirmou a importância do multilateralismo na política internacional, criticou as grandes potências e chamou de genocídio a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza.

Donald Trump discursou logo após o brasileiro. O presidente americano disse que poderá voltar a usar a força na América Latina para "proteger" os EUA e afirmou que não medirá esforços para defender os interesses americanos.

Os dois presidentes, porém, não se encontraram nem se cumprimentaram nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, informa Mariana Sanches.

"Diplomatas ouvidos pelo UOL dizem que nem encontros nem desencontros acontecem fortuitamente. Algum dos dois, portanto, preferiu evitar o contato hoje."

Para João Paulo Charleaux, embora Lula tenha abordado temas ligados ao debate político nacional, boa parte do discurso foi dirigida à comunidade internacional.

"Ele falou para um tipo de eleitorado que é a comunidade internacional. A ONU tem 195 países. A gente fica muito focado no que os Estados Unidos pensam, em algumas potências europeias, China e Rússia, mas tem um mundo inteiro sofrendo das mesmas mazelas que o Brasil."

Josias de Souza disse que Lula fez um bom discurso e gabaritou a pauta eleitoral brasileira.

"Falou tudo o que inquieta os democratas no Brasil. Falou que a democracia está em xeque, falou de ingerência externa no processo eleitoral, falou do Pix, das Bets, da escala 6 por 1, do feminicídio e da defesa das mulheres."

Para Josias, Lula disse na ONU o que vem dizendo nos palanques brasileiros, mas "isso não tem sensibilizado o eleitorado".

Leonardo Sakamoto viu uma semelhança nos discursos de Lula e Trump: ambos tiveram o público interno como alvo. O sentido das falas, porém, foi oposto: "Lula, pelo multilateralismo; Trump, pelo poder do mais forte."

"O abismo entre os projetos de mundo é evidente. De um lado, a tentativa de resgatar um pacto coletivo, com foco na desigualdade e nos direitos humanos; do outro, a pregação do America First, em que a força bruta substitui o direito internacional."

Na esteira da reunião da ONU, Janaína Figueiredo informa que o governo americano organizou uma reunião com países latino-americanos com governo de direita que integram o Escudo das Américas.

Sob o pretexto de combater o narcotráfico, a iniciativa prevê o compartilhamento de inteligência estratégica e operações militares coordenadas, em alguns casos, envolvendo tropas americanas.

"Para o governo Lula, a iniciativa representa uma clara ameaça de ingerência dos EUA em temas internos do país, com potenciais e graves consequências internas", diz Janaína.

Mesmo com direito ao voto, analfabetos ainda enfrentam barreiras para participar das eleições

Dificuldade para acessar informações, compreender propostas e identificar notícias falsas pode comprometer a autonomia de muitos eleitores brasileiros

 


Atualmente o Brasil registra mais de 8 milhões de pessoas com 15 anos ou mais que não sabem ler e escrever, segundo dados divulgados pelo IBGE. E mais da metade deles estão na região Nordeste, com 4,8 milhões de pessoas analfabetas, o que equivale a 57,4% do total no país. No norte, a taxa é de 5,7% e no Sul, de 2,4%. O Sudeste registra 2,3% e no Centro-Oeste o índice é de 3,3%.

Para esses milhões de brasileiros que não sabem ler e escrever, o período eleitoral pode representar uma série de obstáculos que vão muito além do momento de apertar os números na urna eletrônica. Eles têm o direito de votar, mas nem sempre conseguem participar plenamente das eleições.

Como conhecer os candidatos sem conseguir ler materiais de campanha? Como comparar propostas, acompanhar notícias ou verificar se uma informação recebida é verdadeira? Como tomar uma decisão de forma totalmente autônoma quando é necessário depender de outras pessoas para compreender grande parte das informações que circulam durante uma eleição?

Essas são algumas das questões que envolvem a participação política das pessoas analfabetas no Brasil e levantam um debate urgente sobre acessibilidade, inclusão e democracia.

“Aprender a ler e escrever amplia o horizonte dessas pessoas e fortalece sua participação na sociedade. Com a alfabetização e o letramento, os alunos passam a ter mais condições de pesquisar os candidatos, comparar propostas, reconhecer seus direitos e tomar decisões com maior independência e mais autonomia. Dessa forma, o voto deixa de ser apenas uma obrigação ou uma escolha orientada por terceiros e passa a representar, de fato, o exercício consciente da cidadania”, explica Ariana Conceição, pedagoga e coordenadora regional do Programa de Alfabetização e Letramento do Instituto Yduqs, em Imperatriz-MA, por meio da instituição de ensino  UniFacimp Wyden.

Embora o sistema eleitoral brasileiro tenha recursos que facilitam a votação, como a fotografia dos candidatos e a identificação por números, o desafio começa muito antes da chegada à urna. Para exercer o voto de forma consciente, o cidadão precisa ter acesso às informações, compreender o que está sendo discutido e formar sua própria opinião.

Nesse cenário, a dependência de familiares, amigos ou outras pessoas para acessar conteúdos pode limitar a autonomia do eleitor. Afinal, quem não consegue ler uma notícia, uma proposta ou uma mensagem recebida pode precisar da interpretação de outra pessoa e, essa mediação pode, muitas vezes, carregar opiniões, interesses e influências. O problema, portanto, não está apenas em garantir o acesso ao voto, mas em assegurar o acesso à informação.

Especialistas defendem que uma democracia verdadeiramente inclusiva precisa investir em formas mais acessíveis de comunicação política e eleitoral. Conteúdos em áudio, vídeos explicativos, linguagem simples e campanhas educativas são alguns dos recursos que podem ampliar a compreensão e fortalecer a autonomia dos eleitores.

A coordenadora explica que em Imperatriz, no Maranhão, é percebido na rotina que as dificuldades enfrentadas pelos alunos atendidos pelo programa vão além do acesso à informação, elas afetam diretamente a autonomia para exercer o direito ao voto. Durante o período eleitoral, muitos alunos relatam dificuldades para compreender as propostas, identificar os candidatos e acompanhar outras informações necessárias para fazer uma escolha consciente, além de que este ano o voto é mais confuso e longo, pois são mais candidatos e mais cargos, 5 ao todo. A dificuldade, segundo Ariana, está primordialmente em avaliar criticamente o conteúdo recebido, verificar se uma informação é verdadeira e compreender textos e propostas apresentados em diferentes meios, principalmente por conta das fake News e de conteúdos gerados por inteligência artificial que se intensificam neste período do ano. Familiares, amigos e pessoas de confiança acabam exercendo grande influência sobre a decisão eleitoral.

A discussão ganha ainda mais relevância em um país onde o analfabetismo continua sendo uma realidade para milhões de pessoas. Garantir que esses cidadãos possam votar é fundamental. Mas garantir que possam entender, questionar, comparar e decidir por conta própria é um passo.

“Em sala de aula, temos ressaltado a escuta e a importância de abrir espaço para que os alunos compartilhem as vivências e dificuldades enfrentadas nas eleições anteriores. Esses relatos ajudam a compreender os obstáculos concretos que encontraram e permitem desenvolver atividades voltadas à realidade deles. E, assim contribuir para que, nas próximas eleições, possam participar com mais segurança, senso crítico e autonomia, fazendo escolhas a partir de suas próprias necessidades e da realidade de Imperatriz, do Estado do Maranhão e do país”, conclui a pedagoga.

Alfabetização em Imperatriz-MA

O Programa de Alfabetização e Letramento do Instituto Yduqs atende jovens, adultos e idosos em Imperatriz-MA que não tiveram acesso à educação no tempo regular ou que enfrentam dificuldades de leitura e escrita. Desenvolvido no UniFacimp Wyden, o programa também conta com a parceria da Equatorial, iniciativa social do Grupo Equatorial, que reforça a importância da articulação entre diferentes setores para o enfrentamento do analfabetismo na região. 

Saiba mais em Inscrição - Programa de Alfabetização e Letramento.


VILA TANCREDO, UM REENCONTRO COM AS RAÍZES


Na noite dessa última segunda-feira, 21, Ulisses Gonçalves 22100 voltou a um lugar que faz parte da sua própria história. Na Vila Tancredo, onde cresceu, reencontrou amigos de infância, ouviu moradores relembrarem histórias daquele tempo e reviveu momentos e brincadeiras ao lado de pessoas que marcaram sua vida.

A reunião, realizada pela liderança Diana, contou também com a presença de Luíza do Friagro, que falou sobre as propostas da candidata a deputada federal Fabiana Villar.

Foi uma noite de memória, reencontros e emoção. Gente que viu Ulisses crescer e que agora abraça sua campanha com o desejo de vê-lo deputado estadual, representando e defendendo a Vila Tancredo e sua gente.

Ulisses Gonçalves 22100.

Da Assessoria.

Orleans Brandão propõe 18 centros de atendimento e Secretaria da Inclusão em encontro com mães atípicas

 


Ouvir e dialogar sobre os desafios da inclusão foi o objetivo da roda de conversa entre o candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), mães atípicas, pessoas autistas e representantes de entidades, na última segunda-feira (21), em São Luís. A conversa aconteceu no Dia Nacional da Pessoa com Deficiência e reuniu sugestões para ampliar e aproximar os serviços das famílias em todo o Maranhão.

Uma das principais demandas apresentadas foi a dificuldade enfrentada por famílias que precisam percorrer longas distâncias, especialmente do interior para a capital, em busca de terapias e atendimentos especializados. Para muitas delas, o deslocamento representa mais um obstáculo em uma rotina que já exige tempo, dedicação e recursos para garantir o acompanhamento necessário.

A partir dessa escuta, Orleans defendeu a regionalização dos serviços para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com a proposta de implantação de 18 centros de atendimento nas diferentes regionais do Maranhão.

“Eu já tive a oportunidade de conversar com vocês, de receber vários projetos, e daquela reunião saiu muita coisa boa, mas sobretudo a regionalização. A gente anda, a gente escuta, mas o que percebe é que falta serviço no Estado. A gente precisa agir mais forte”, afirmou.



Para o candidato, descentralizar o atendimento também exige planejamento e ampliação da oferta de profissionais especializados. “Eu acredito que nós temos que regionalizar o TEA. Não é algo fácil, e prometer tem que ter muita responsabilidade, sobretudo por conta da mão de obra qualificada. Mas eu já estou estudando como fazer isso”, disse, citando a necessidade de profissionais como psicólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.

*Mais inclusão*

Outra proposta apresentada durante a conversa foi a criação de uma Secretaria da Inclusão, caso Orleans seja eleito governador. A ideia é estabelecer uma estrutura permanente de diálogo com as pessoas com deficiência, suas famílias e entidades, aproximando o poder público das demandas que chegam de diferentes regiões do estado.

“Uma das principais ações do meu governo, a partir de janeiro de 2027, vai ser criar a Secretaria da Inclusão. Uma secretaria que vai estar perto das pessoas, que vai conversar com as famílias e que também vai levar a regionalização do TEA. Eu quero que essa secretaria seja uma porta aberta para as pessoas com deficiência e para as mães atípicas em todo o estado”, pontuou.

O candidato do MDB também defendeu medidas voltadas à autonomia das mães atípicas, com ampliação de oportunidades de capacitação e acesso ao mercado de trabalho. “Não é porque uma mãe tem uma criança atípica, não é porque às vezes ela tem uma dificuldade de ir para o trabalho, que ela vai abdicar da vida inteira dela. O Estado precisa ser essa porta de entrada para o trabalho, para a capacitação”, declarou.

Presidente da Associação de Amigos do Autista do Maranhão (AMA-MA) e também mãe atípica, Telma Nascimento acompanha a causa desde 1998 e destacou a importância de ampliar o diálogo com as famílias e descentralizar os serviços.



“Eu gostaria primeiro de agradecer a oportunidade. É o primeiro candidato que me chama para debater, e isso é importante. É o primeiro candidato ao governo que chamou as famílias atípicas”, afirmou Telma. Ela defendeu que o atendimento seja levado para municípios-polo, reduzindo o deslocamento das famílias e aproximando os serviços de quem vive no interior.

“Não é só criança. É adolescente, é jovem, é adulto. E a gente precisa discutir o que vai acontecer com esse adulto autista quando os pais não estiverem mais aqui”, completou.

A manhã também teve um momento especial com a participação das crianças. Elas entregaram ao emedebista um painel com fotografias, desenhos e mensagens produzidas por elas. A homenagem emocionou Orleans, que recebeu o gesto como uma forma de mostrar a importância daquele encontro para as famílias. A iniciativa reuniu trabalhos de crianças de famílias da Cidade Olímpica e de outras comunidades.

Também participaram do encontro Bernardo Leite, secretário adjunto da Secretaria de Estado de Governo do Maranhão (Segov); Isabelle Passinho, presidente do Núcleo MDB Inclusão; Lídia Carvalho, diretora executiva de gestão de pessoas da UNICEF; Dra. Carol Boueres, candidata a deputada federal pelo União Brasil; Telma Nascimento, presidente da Associação de Amigos do Autista do Maranhão (AMA-MA); e Joelma Neves, influenciadora digital e também mãe atípica.


terça-feira, 22 de setembro de 2026

A promo das denúncias

 

Arte: Marcelo Chello

Extra! Extra! Denúncia em promoção! Pague uma e leve 10! É só dar uma chegadinha lá no Supremo e pegar uma denúncia. Em três dias, choveu denúncia suficiente para preencher um ano do noticiário. Começou fraquinho no sábado, se intensificou no domingo e explodiu na segunda. É o avião do Xandão, é a turma do KN, é a foto do charuto do Gonet, é a sócia do Gilmar, é o filho do Lewandas, é jantar de Bolsonaro pai e Bolsonaro filho com Vorcaro, é Flavitcho com a milícia, é Flavitcho viajando pela África com o INSS, é a lobbista no aeroLula, é uma loucura, BRASEW.

Mas claro que vamos te contar todas (ou quase todas, porque certamente perdemos alguma denúncia). Ah, e para quem ficou perdido, os supremos tiveram acesso ao celu do Vorcaro, lembra? Por isso a promo.

O vídeo do Xandão

Era domingo cedo quando o Lauro Jardim publicou um vídeo com Xandão descendo do jatinho do Vorcaro. Logo tu Xandão que jurou que nunca subiu num jatinho do Vorcaro? E ele segue dizendo que não embarcou. O escritório da Vivi Barci, a esposa que tinha um contrato multimilionário com Vorcaro, diz que contratava aviões de diferentes empresas, entre elas a Prime do Vorcaro. Mas desta vez tem um detalhe extra. As mensagens do celu do Vorcaro mostram que o escritório de Vivi fechou um contrato de R$ 50 milhões que seriam pagos com cotas de um jato e de um helicóptero. Vorcaro inclusive mandava mensagens para alguém da Prime preocupado se o casal estaria ou não usando o jatinho, ao que o funcionário respondeu que estavam sim e que Vivi disse que estava adorando.

O KN precisa de um KY?

Logo cedo na segunda, a Andreza Matais (do Metrópoles) divulgou reportagem sobre um contrato de advocacia de R$ 427 milhões com a turma do KN. Sim, darling, você leu certo, coisa de fazer inveja para a turma do careca do Supremo. KN seria supostamente o supremo Kassio Nunes. A treta é a seguinte. O pagamento de R$ 427 milhões só aconteceria se o Banco Master conseguisse uma vitória no supremo para liberar R$ 8,5 bilhões em precatórios de uma usina chamada Alcídia (oi Alcídia, como vai?). A turma do KN no caso é um escritório de advocacia da esposa de um desembargador do TRF1 (tribunal de origem de KN).

As mensagens também mostram que Vorcaro liberava diárias para KN no Hotel Fasano, ingressos da Fórmula 1, camarote no carnaval e otrascositasmas.

No frigir dos ovos, os supremos KN, Dias Toffoli e Edson Fachin votaram por liberar os precatórios. Don Gilmar e André Mendonça discordaram. Detalhe sórdido: KN tinha inicialmente se declarado impedido de votar, mas lá pelas tantas decidiu que era um caso genérico e aí votou. E o supremo Toffoli tinha votado contra uma indenização, em outro caso parecido, mas neste julgamento mudou de ideia.

O supremo KN diz que essas alegações são irresponsáveis. Mas justificou:

Em relação ao processo citado sobre a usina, o ministro Kassio Nunes Marques estava impedido por anotação da Secretaria porque decidiu o caso como vice-presidente do TRF-1. Posteriormente compreendeu que tecnicamente não estava impedido, por se tratar de tese ampla, pediu retificação à Secretaria e acabou votando.

Ah bom. Seu erro então, KN, foi bloquear o Don Gigi.

O charuto do Gonet

Saímos de uma semana em que o supremo André Mendonça disse que mandou investigar as mensagens do Vorcaro que chegaram no Xandão porque suspeitava do Gonet. Mas deu seu depoimento no dia do julgamento do fim do Supremo que notou que não tinha nada contra Gonet. Gonet agradeceu as palavras e afirmou que só encontrou Vorcaro uma vez junto com outras autoridades. Don Gilmar se exaltou dizendo que não era admissível o supremo André suspeitar do Gonet…. e aí passamos o fim de semana vendo o quê? O Gonet, nosso digníssimo procurador-geral da República, posando numa fotinho fumando um charuto com quem? Com Vorcaro e mais duas pessoas. Pergunta se tinha alguma outra autoridade?

E Don Gilmar?

As denúncias contra Don Gilmar até perderam força depois da turma do KN, mas no fim de semana Malu Gaspar publicou que as mensagens do Vorcaro mostram que a cúpula do Banco Master dava alta prioridade aos pagamentos de uma advogada que atuava em caso de precatórios. E o time do Dani tratava a tal adevogada como sócia do supremo Gilmar. Mas o contrato era só de míseros R$ 33 milhões. A diferença é que foi pago. Não era só com base em taxa de sucesso.

O jantar dos Bolsonaros do Jair e Vorcaro

Até a revista CartaCapital saiu com uma denúncia. Conversas do Vorcaro com Flávio Carneiro davam conta de que estava sendo orquestrado um jantar com Jair pai e Flavitcho Filho. Sim, The Bolsonaros. Iriam falar de filme. Mas tudo supostamente. Claro.

Flavitcho e a milícia

E o Flavitcho que enviou uma emenda parlamentar de R$ 200 mil para um projeto de uma ONG em uma área de milícia a pedido de um dos homens envolvidos no assassinato de Marielle Franco. Aff. Sim. Teve isso. Foi da revista piauí.

Safári

E também vazou uma fotinho da família do Flavitcho com a família de dois investigados no caso do desvio do dinheiro de aposentados do INSS. Willer Tomaz e o vice-líder do governo Lula no Senado, o Weverton. Estavam todos passeando na África do Sul.

A lobbista no aeroLula

E o Metrópoles também revelou áudios da lobbista amiga do Lulinha dizendo pra mãe que ia pegar um voo da FAB junto com o filho do presidente ao que a mãe fala: o aeroLula? O Planalto, claro, nega que Lula tenha qualquer relação com a lobbista. Mas como já foi revelado, a lobbista era boa porque conseguiu muitas reuniões em todos os lugares do governo federal, inclusive no Planalto.

Já cansei, mas tem mais

Lewandas que lute, mas tem mensagens mostrando que Vorcaro pedia para seu diretor jurídico no Banco Master que desse algum caso ou pedisse algum parecer para Enrique Lewandowski, filho do ex-ministro supremo e também ex-ministro da Justiça do governo Lula. Esse vazamento foi da Folha.

E depois de tudo isso, ainda temos que falar da Quaest. Sim, teve Quaest. Não foi bom pra Lula, nem para Flavitcho. Eles continuaram praticamente na mesma. Mas, porém, todavia, entretanto, contudo, estão pela primeira vez empatados dentro da margem de erro já no primeiro turno.

A campanha de Lula, no entanto, ficou esperançosa porque teve um dado que mostra que a parcela da população que avalia a família Bolsonaro como mais afetada pelo caso Master subiu de 15% para 21% enquanto Lula cresceu de 9% para 11% no mesmo quesito.

Significa que o noticiário do Dark Horse colou de novo no Flavitcho. Mas veja que isso não significou queda nas intenções de voto. Faltando menos de duas semanas, tudo pode acontecer.

A propósito, Augusto Cury não decolou. Agora tem apenas 6% das intenções de voto.

Só com pão doce

Depois de tanta denúncia vou ali comprar um pãozinho doce e ficar lendo os recadinhos que chegaram de São José dos Campos, Osasco, mais um de Curitiba e o primeiro de Salvador. Veio um até do Jabaquara. Fiquem aqui.

Se você acha que a Tixa vale R$ 1, vale R$ 2, vale R$ 50, vale R$ 100, vale R$ 1000, manda o pix e um recadinho.

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GIRO PELO MUNDO

 

Plenário da ONU durante a 81ª Assembleia Geral, em Nova York

Plenário da ONU durante a 81ª Assembleia Geral, em Nova York

Shannon Stapleton/Reuters

Em guerra com o Irã, Trump discursa hoje na ONU

Do UOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, faz hoje seu discurso anual na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, no primeiro dia de pronunciamentos dos chefes de Estado. Segundo auxiliares da Casa Branca, ele deve dizer que os EUA nunca foram tão respeitados e se apresentar como promotor da paz no mundo.

Trump chega à ONU com a popularidade em queda, a pouco mais de um mês das eleições legislativas de novembro, e com o país envolvido há quase oito meses em uma guerra contra o Irã, iniciada com um ataque conjunto de EUA e Israel. O conflito se espalhou pela região e praticamente fechou o Estreito de Hormuz, rota de cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo antes da guerra, o que fez disparar o preço dos combustíveis.

Também estão na pauta da reunião a guerra na Ucrânia, que já dura mais de quatro anos, os riscos da inteligência artificial e a falta de recursos da própria ONU.

Irã oferece reabrir o Estreito de Hormuz em troca do fim do bloqueio americano

O Irã pode reabrir o Estreito de Hormuz em até sete dias se os EUA reduzirem a pressão militar e suspenderem o bloqueio aos portos iranianos, disse à agência Reuters um alto funcionário do governo iraniano, sob condição de anonimato. Segundo ele, Washington precisa anunciar oficialmente que busca uma saída diplomática e aceitar um cronograma de negociação.

A proposta teria sido entregue aos americanos por mediadores em 16 de setembro. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, embarcou nesta terça para Nova York, mas não deve se reunir com Trump. No domingo, o comando militar do Irã afirmou ter sido informado de que os EUA preparam a retomada dos ataques com apoio de países da região e ameaçou retaliar "sem limites".

A missão americana na ONU diz que Trump está decidido a impedir que o Irã tenha uma arma nuclear, mas que a porta para negociar continua aberta. Os efeitos se espalham pela região: o primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi, afirmou que o Irã tem barrado petroleiros iraquianos no estreito e que o país já perdeu US$ 60 bilhões em receitas desde o início da guerra.

Grandes emissoras param de filmar Trump após veto à CNN

ABC, CBS, Fox News e NBC suspenderam na segunda-feira (21) a cobertura em vídeo de Trump em solidariedade à CNN, ao MS Now e ao Politico, cujos jornalistas foram proibidos pelo presidente de entrar na Casa Branca. As quatro redes e a CNN se revezam para filmar o presidente e distribuir as imagens a veículos do mundo inteiro, um sistema de cobertura compartilhada que existe desde 1950.

Trump anunciou o veto na sexta-feira, acusando os três veículos de publicar "mentiras", e o Serviço Secreto recolheu as credenciais dos repórteres no sábado. Na segunda, as empresas processaram o governo por violação da Primeira Emenda da Constituição americana, que protege a liberdade de imprensa. Trump alega razões de segurança nacional, e ele próprio disse que provavelmente vai perder a ação.

Em resposta à paralisação, a Casa Branca passou a divulgar uma transmissão própria, batizada de "Trump TV". The Washington Post, The New York Times e a agência AP também suspenderam temporariamente a publicação de fotos feitas pelo rodízio de fotógrafos da Presidência. Repórteres de jornais, rádios e agências seguem acompanhando a agenda do presidente.

Xi vai a Washington para prolongar trégua com Trump

O líder chinês, Xi Jinping, chega a Washington nesta quarta-feira (23) para seu terceiro encontro com Trump em menos de um ano. A reunião está marcada para quinta. O objetivo principal é estender a trégua comercial firmada no ano passado. Na ocasião, a China respondeu às tarifas de Trump com taxas equivalentes e restringiu a exportação de terras raras, minerais essenciais para a indústria de tecnologia, até que Washington recuou.

Analistas ouvidos pelo New York Times avaliam que Xi negocia em posição confortável: Trump enfrenta eleições em novembro e uma guerra prolongada, enquanto o chinês se prepara para um inédito quarto mandato à frente do Partido Comunista e não depende de eleitores. Pode haver novas compras chinesas de produtos agrícolas americanos, mas a expectativa é baixa em temas como segurança da inteligência artificial e desequilíbrio comercial.

Trump tem evitado criticar Pequim. Ele minimizou até uma reportagem do Wall Street Journal segundo a qual a China forneceu ao Irã imagens de satélite de uma base americana na Jordânia onde três militares dos EUA foram mortos.

Milei leva Malvinas à ONU depois de aceno de Trump

O presidente da Argentina, Javier Milei, chega hoje a Nova York e discursa na Assembleia na quarta-feira, pela terceira vez. O foco será a reivindicação argentina sobre as Ilhas Malvinas, arquipélago do Atlântico Sul controlado pelo Reino Unido, que o chama de Falklands.

O tema ganhou força depois que Trump sugeriu, pela primeira vez, que poderia rever a neutralidade dos EUA sobre a soberania das ilhas e se ofereceu como mediador. Segundo o jornal La Nación, Trump usa essas declarações para pressionar Londres a aumentar os gastos militares na OTAN, a aliança militar ocidental, e em resposta à falta de apoio britânico na guerra contra o Irã. Trump recebe hoje o primeiro-ministro britânico, Andy Burnham.

Às 15h (horário de Brasília), Milei participa de reunião do Escudo das Américas, coalizão de governos latino-americanos alinhados a Washington contra o narcotráfico, lançada em março. A Casa Branca confirmou a presença de Trump por cerca de meia hora. À noite, o americano terá seu primeiro encontro com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que assumiu depois da captura de Nicolás Maduro por forças dos EUA, em janeiro.

Presidente da Colômbia fica no país e manda vice à ONU

O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, no cargo há 45 dias, rompeu uma tradição diplomática e enviou o vice, José Manuel Restrepo, para representar o país na Assembleia. Com isso, cumpre a promessa de campanha de não deixar a Colômbia durante os quatro anos de mandato.

Restrepo discursa na quinta-feira, com foco em segurança e investimentos, e será seguido pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Na campanha, De la Espriella chamou a ONU de "diretório político da esquerda" e ameaçou retirar o país da organização. No governo, moderou o tom, mas alinhou a política externa aos EUA e a Israel. Na semana passada, a Colômbia foi um dos quatro países que se abstiveram na votação que autorizou a Palestina a discursar a distância, depois de os EUA negarem vistos à delegação palestina.

A proposta teve 152 votos a favor e só três contra: EUA, Israel e Paraguai. É uma virada em relação ao antecessor, Gustavo Petro, que no ano passado chamou Trump de "cúmplice do genocídio" na tribuna da ONU. Em seguida, Petro teve o visto americano cassado e foi incluído na lista de sanções do Tesouro dos EUA.

Acordo com estados libera fusão que põe CNN sob controle dos Ellison

A Paramount fechou na segunda-feira um acordo com 12 estados americanos, liderados pela Califórnia, que tentavam barrar na Justiça a compra da Warner Bros. Discovery por US$ 81 bilhões. Com isso, a operação deve ser concluída em cerca de duas semanas.

Entre as concessões estão investir ao menos US$ 1,5 bilhão a mais em produção nos EUA ao longo de cinco anos, lançar no mínimo 30 filmes por ano e garantir a independência editorial da CBS e da CNN. Se descumprir as promessas, a empresa pode ser obrigada a vender canais a cabo.

O novo grupo reunirá os serviços de streaming HBO Max e Paramount+ sob o comando de David Ellison, filho do bilionário Larry Ellison, fundador da Oracle e aliado de Trump. Críticos temem interferência na cobertura jornalística, o que Ellison nega. O procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, disse que o acordo "não é um voto de apoio" à fusão.

Outras notícias

Venezuela: 21 organizações, entre elas Anistia Internacional e Human Rights Watch, pediram à ONU que mantenha até 2028 a missão que investiga violações de direitos humanos no país. Segundo as entidades, a repressão continua, e acusados seguem em cargos de poder, como o ministro do Interior, Diosdado Cabello. O governo diz que houve melhora e cita uma lei de anistia e a libertação de até 8.743 presos.

Argentina: uma juíza de Buenos Aires declarou inconstitucional, num caso concreto, a nova lei que reduziu para 14 anos a idade de responsabilização penal. Ela arquivou o processo contra um adolescente de 14 anos acusado de tentativa de roubo. É a segunda decisão contra a lei, em vigor desde 5 de setembro. O chefe de governo da capital, Jorge Macri, disse que pedirá o afastamento da juíza.

México: o furacão Polo ganhou força e chegou à categoria 4 no Pacífico. Há alerta no litoral entre os estados de Guerrero e Colima, e as aulas foram suspensas em algumas regiões.

Lituânia : o primeiro-ministro, Mindaugas Sinkevičius, disse à BBC que o país tem planos de evacuação diante das ameaças russas, mas que reagirá se for atacado. Na segunda à noite, voos no aeroporto de Vilnius foram interrompidos por objetos semelhantes a balões, que o governo atribui a Belarus, aliada de Moscou.

Colômbia: o governo lançou um plano emergencial para atender mais de 1 milhão de pacientes com cirurgias, exames e entrega de remédios atrasados.

EUA: Trump anunciou que o arco triunfal de 76 metros que pretende erguer perto do Cemitério de Arlington vai abrigar drones, atiradores de elite e munição. Especialistas em aviação apontam riscos pela proximidade do aeroporto Reagan National, e órgãos de preservação histórica suspenderam a análise do projeto.