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Esta quarta-feira, dia 29, foi
marcada pelo reencontro com a família e o retorno a Açailândia do líder
político, pai avô e cheio de muitos amigos, Ildemar Gonçalves.
A notícia rapidamente se espalhou
e tomou conta das redes sociais, sempre acompanhada por inúmeras mensagens de
carinho de pessoas que, ao longo desses meses, torceram e rezaram por sua
recuperação.
Foram sete meses de uma intensa
batalha pela vida e um período marcado por um grave acidente, três cirurgias,
muitas orações, perseverança e uma longa recuperação.
A alegria pelo retorno de Ildemar
a cidade de Açailândia, vai além da trajetória política que construiu ao longo
de tantos anos. Ela traduz o carinho, o respeito e o reconhecimento de uma
cidade por alguém que faz parte de sua própria história.
Neste momento, a emoção não tem
lado: celebra a vida, a superação e o reencontro de Ildemar Gonçalves com o
povo de Açailândia.
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Nos dias 24, 25 e 26 de julho,
a cidade de Açailândia foi palco de um dos maiores encontros culturais do
Nordeste: o Nordestão 2026. O evento reuniu milhares de pessoas na Arena
Cultural, celebrando a tradição das quadrilhas juninas, a música regional e
grandes nomes da cena nacional.
Com o tema “O Nordeste se
encontra no Maranhão”, o festival trouxe apresentações de quadrilhas
juninas vindas de diversos estados, além de grupos culturais locais que
mostraram a força da identidade nordestina.
Shows que marcaram o público
Além das atrações nacionais,
artistas locais se apresentaram na Arena Praça, valorizando o talento da
região.
Estrutura e Segurança
A organização montou duas arenas:
O evento contou ainda com praça
de alimentação, operação especial de segurança envolvendo Polícia Militar,
Corpo de Bombeiros e brigadistas, além de equipes médicas de prontidão.
Impacto Econômico
Durante os três dias, Açailândia
registrou aumento significativo na ocupação hoteleira e na movimentação de
bares e restaurantes. O comércio informal também foi impulsionado, com barracas
de comidas típicas e artesanato. Motoristas de aplicativo e mototaxistas
relataram alta demanda, reforçando o impacto positivo na economia local.
As autoridades locais destacaram que o Nordestão 2026 não é apenas uma festa, mas uma celebração da cultura e da união dos povos nordestinos. Para os moradores de Açailândia, o evento reafirma a cidade como referência cultural no Maranhão e fortalece o orgulho regional.
VEJA IMAGENS BELÍSSIMAS ABAIXO:
As definições da convenção do
Partido Liberal (PL), realizada nesta terça-feira, ontem, dia 28, em São Luís,
Açailândia ocupou posições de destaques no cenário político maranhense. As
articulações do Grupo Ildemar Gonçalves consolidaram duas importantes
definições para as eleições deste ano.
Como surpresa principal, Cidônio
Gonçalves teve sua pré-candidatura ao Senado homologada, tornando-se o único
nome da Região Tocantina entre os principais pré-candidatos ao Senado Federal.
A chapa contará ainda com o ex-militar direitista, Coronel Daladier, como
primeiro suplente.
A outra surpresa da Convenção do
PL foi a homologação de Ulisses Coutinho, filho do ex-prefeito Ildemar
Gonçalves e Dona Zita Coutinho para disputa a deputado estadual – o nome
aguardado era de outro Ulisses, este neto do ex-prefeito – essa estratégia surpreendeu
a muitos do meio político, mas as últimas ações já mostravam que o nome
escolhido para a disputa a deputado estadual seria mesmo o de Ulisses Filho e
não o Neto.
Ulisses fará dobradinha com
Mariana que irá disputar uma cadeira na Câmara Federal – Mariana é um dos
principais expoentes da “Direita” no Maranhão e disputou a última eleição de
prefeita de Imperatriz, provocando o primeiro segundo turno da história na “Cidade
do Frei”.
Com representantes nas disputas
ao Senado, à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados, o Grupo Ildemar
Gonçalves amplia sua participação no cenário estadual e fortalece o
protagonismo político de Açailândia.
Com informações da Assessoria.
O deputado federal Duarte Júnior fez um duro pronunciamento nas redes sociais após confirmar que não poderá disputar uma vaga ao Senado Federal nas próximas eleições. Em tom de indignação, o parlamentar afirmou que sua pré-candidatura foi inviabilizada por articulações políticas e acusou adversários de comemorarem sua saída da disputa. Ele confirmou que vai buscar a reeleição à Câmara.
"Tem muito político vagabundo no Maranhão comemorando pelo simples fato de eles terem conseguido aquilo que eles tanto queriam: me tirarem o direito de disputar a eleição para o Senado Federal", declarou.
Segundo Duarte, a decisão vai além de um prejuízo pessoal. Para ele, milhares de maranhenses perderam a oportunidade de escolher um candidato que, em sua visão, representaria uma alternativa independente aos grupos políticos tradicionais.
Durante a fala, o deputado afirmou que sua postura de independência política e moral incomodou setores da política maranhense. Ele criticou práticas que atribui a adversários, como o uso da máquina pública, acordos de bastidores e tentativas de influenciar o eleitorado por meio de estruturas de poder.
Duarte também reafirmou que continuará defendendo as principais bandeiras que marcaram sua trajetória parlamentar, entre elas: inclusão e defesa das pessoas com deficiência; proteção dos aposentados contra abusos previdenciários; fortalecimento das políticas sociais e fiscalização do poder público.
Mudança de estratégia
Com a impossibilidade de disputar o Senado, Duarte anunciou que buscará a reeleição para a Câmara dos Deputados, afirmando que continuará seu trabalho em Brasília.
Na mensagem, pediu o apoio daqueles que acompanhavam sua pré-candidatura ao Senado. "Se até aqui eu tive a honra de poder contar com o teu apoio para o Senado, quero pedir agora o teu apoio para deputado federal."
Encerrando o pronunciamento, Duarte afirmou manter confiança no eleitor maranhense e disse que continuará trabalhando para fortalecer a representação do estado no Congresso Nacional.
Segundo ele, a mudança de estratégia eleitoral não altera seu compromisso com a população nem sua disposição para enfrentar aquilo que chama de práticas da velha política.
E de repente o povo do Maranhão amanheceu com um gosto amargo de frustração - o deputado federal Duarte Jr., que vinha se preparando para disputar uma vaga no Senado em 2026, viu seu projeto político ser interrompido de forma abrupta, cruel e eivada de suspeitas de negociações espúrias.
*por Wilton Lima
O partido Avante, que abrigava a pré-candidatura de
Duarte Jr., anunciou decisão “definitiva e irrevogável”: não haverá candidatura
ao Senado, apenas espaço para sua reeleição à Câmara dos Deputados.
Para muitos maranhenses, Duarte representava a esperança de
renovação. Jovem, combativo e com atuação destacada na CPI do INSS, ele
se tornou símbolo de enfrentamento à corrupção e às velhas práticas políticas.
Mas bastidores revelam que sua postura firme teria incomodado caciques locais.
Há suspeitas de que articulações de nomes como Weverton
Rocha (PDT) e Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) junto à direção
nacional do Avante teriam resultado no veto. O vice-governador Felipe
Camarão classificou o episódio como “violência política”, denunciando que o
povo foi privado de escolher livremente.
A frustração popular
Nas ruas de São Luís, Imperatriz e em grande parte do
interior do Maranhão, o sentimento é de desencanto. Eleitores que viam
em Duarte uma alternativa às oligarquias tradicionais se dizem traídos. “Não foi o povo quem
decidiu, foram os acordos de bastidores”, lamentou uma professora da capital.
A exclusão da candidatura de Duarte Jr. reforça a percepção
de que os interesses partidários ainda se sobrepõem à vontade popular,
adiando mais uma vez o sonho de mudança, não só do deputado, mas de todo o
Maranhão.
O peso da CPI
Duarte ganhou notoriedade nacional ao denunciar um esquema
bilionário de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. Sua atuação
firme contra figuras influentes teria ampliado resistências. O episódio em que
seu voto favorável ao relatório da CPI foi desconsiderado por questões
regimentais é visto como sinal claro de isolamento político.
O “sonho adiado” de Duarte Jr. não é apenas uma
derrota pessoal. É também o retrato de um Maranhão que ainda luta para romper
com práticas políticas que sufocam a renovação. Para o povo, fica a sensação de
que a esperança foi mais uma vez sequestrada pelos acordos de cúpula.
O veto à candidatura de Duarte Jr. ao Senado não é
apenas um episódio partidário. É um retrato cruel da política maranhense, onde
os acordos de cúpula continuam a sufocar a vontade popular.
Duarte vinha se consolidando como voz firme contra
privilégios e corrupção, especialmente após sua atuação na CPI do INSS.
Mas sua ousadia teve um preço: incomodou caciques que, nos bastidores,
articularam para barrar sua ascensão. O Avante, pressionado, negou-lhe a
legenda para o Senado. O recado é claro: quem desafia o sistema paga caro.
A frustração que ecoa nas ruas não é apenas pela candidatura
perdida, mas pela sensação de impotência. Mais uma vez, o povo maranhense vê
seus sonhos adiados por decisões tomadas em gabinetes distantes, onde o cálculo
político vale mais que a esperança de mudança.
A violência política disfarçada
O vice-governador Felipe Camarão chamou o episódio de “violência
política”. E não há expressão mais adequada. Quando se impede que uma
candidatura competitiva chegue às urnas, não se está apenas barrando um nome:
está-se negando ao povo o direito de escolher.
O que fica
O Maranhão segue refém de práticas que se repetem há décadas.
Duarte Jr. simbolizava a possibilidade de ruptura, mas foi silenciado antes
mesmo de enfrentar o julgamento das urnas. O sonho foi adiado, e com ele a
esperança de muitos que acreditavam em renovação.
Este editorial não é sobre um homem apenas, mas sobre um
Estado inteiro que clama por mudança e vê, mais uma vez, sua voz abafada. O
desafio agora é saber se o povo maranhense aceitará a frustração como destino
ou se transformará essa indignação em força para exigir um futuro diferente.
O que resta
A disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026
promete ser um dos maiores desafios da carreira política de Duarte Júnior
(Avante). Diferentemente de eleições anteriores, o deputado federal deverá
carregar praticamente sozinho o peso eleitoral do partido no Maranhão, já que,
até o momento, o Avante não apresenta nomes de grande expressão para compor a
chapa proporcional.
A chance concreta de Duarte depende única e exclusivamente do eleitor, e se eleitor quiser pode dar uma grande resposta aos caciques da política que comandam o Maranhão há décadas - na prática, isso significa que, para ter uma chance concreta de reeleição, o Avante precisaria alcançar algo entre 180 mil e 200 mil votos, desempenho que, sem uma chapa competitiva, dependeria quase exclusivamente da votação de Duarte Júnior.
Dessa forma, a estratégia do Avante, que curiosamente abriu mão de uma vaga no senado Federal, precisa agora construir, em torno do parlamentar, uma chapa mais muito forte ou, na ausência dela, por uma votação histórica de Duarte Júnior, em um patamar semelhante ao alcançado por Josimar de Maranhãozinho, Eduardo Braide e Detinha nas últimas eleições proporcionais.
A decisão é do eleitor!!!
*Wilton Lima é
servidor público de carreira, jornalista, blogueiro, radialista e apresentador
de Podcast, com formação em Administração Pública e Pós-graduado em Gestão
Pública (UEMA) e Assessoria de Comunicação pela Ufma.
O partido Avante anunciou, por meio de nota oficial, que não disputará as eleições para o Senado Federal em 2026. A decisão, segundo a legenda, foi tomada pela Executiva Nacional e tem caráter "definitivo e irrevogável", com efeito imediato.
De acordo com o comunicado, o Avante não apresentará candidatos à única vaga da legenda para o Senado nas próximas eleições, encerrando qualquer especulação sobre uma eventual candidatura da sigla à Casa Alta.
No mesmo documento, o partido informa que o deputado federal Duarte Jr. terá assegurada a legenda para disputar a reeleição à Câmara dos Deputados, caso opte por permanecer na corrida por um novo mandato.
A nota também garante ao parlamentar autonomia para conduzir as negociações políticas necessárias à formação de alianças e coligações, respeitando a legislação eleitoral e as normas internas do partido.
A Executiva Nacional ressalta ainda que a decisão possui efeito imediato e substitui quaisquer manifestações anteriores em sentido contrário, buscando encerrar interpretações divergentes sobre o posicionamento da legenda para as eleições de 2026.
Cenário político
A decisão do Avante altera o cenário das articulações para a disputa ao Senado em 2026. Com a legenda fora da corrida senatorial, Duarte Jr. passa a ter, oficialmente, o caminho aberto para uma eventual candidatura à reeleição como deputado federal, mantendo liberdade para construir alianças políticas dentro das regras eleitorais.
A manifestação da Executiva Nacional também reduz as especulações sobre possíveis projetos do partido para o Senado, indicando que a prioridade da sigla será a manutenção de sua representação na Câmara dos Deputados.
Segundo o texto divulgado pelo Avante, a decisão é definitiva e entra em vigor imediatamente, tornando sem efeito quaisquer deliberações ou posicionamentos anteriores sobre o tema.
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