sexta-feira, 19 de junho de 2026

Prefeita Paula do Quininha coloca definitivamente a cidade de Itinga do Maranhão no CLIMA DA COPA!



No clima da Copa do Mundo, nossa cidade ficou ainda mais bonita graças à criatividade e ao empenho da nossa gente! 🇧🇷💚💛

Parabéns às ruas vencedoras:

🥇 Rua Cajuapara

🥈 Travessa Genipapo

🥉 Rua José dos Reis Feitosa

Agradecemos a todas as ruas participantes e a cada morador que fez parte dessa linda mobilização, que resgata o orgulho de ser brasileiro e fortalece os laços da nossa comunidade.

Quando trabalhamos juntos, construímos uma cidade mais bonita, acolhedora e cheia de vida.


Conexões baianas: PF investiga Jaques Wagner no caso Master

 

O presidente Lula e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Segundo aliados do presidente no Congresso, até as pedras sabiam do risco de mantê-lo no cargo

O presidente Lula e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Segundo aliados do presidente no Congresso, até as pedras sabiam do risco de mantê-lo no cargo

Pedro Ladeira/Folhapress


Roger Modkovski

As investigações sobre irregularidades na quebra do Banco Master atingiram nesta quinta-feira (18) Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado. A Polícia Federal apreendeu US$ 66 mil e 39 mil euros em dinheiro vivo na casa do senador em Brasília.

A investigação agora tenta descobrir se Wagner recebeu vantagens para favorecer o ex-banqueiro do Master, Daniel Vorcaro, e quais as suas conexões com o banco, que sofreu intervenção do Banco Central. Wagner negou as acusações.

A colunista Daniela Lima apurou que o clima azedou no Planalto após a operação. Uma ala do governo avalia que Wagner não tem mais condições de permanecer na liderança do governo no Senado —e aposta que Lula vai cortá-lo. Aliados de Lula no Congresso, conta Daniela, dizem que o governo demorou a agir no caso, uma vez que "até as pedras sabiam do risco" de manter Wagner no posto.

Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, relata que Lula já tem uma resposta pronta para o caso: "Errou, paga". Segundo Carla Araújo, o governo vai defender a continuidade das investigações —e continua esperando explicações do senador.

Para Josias de Souza, Wagner deveria se antecipar e deixar a liderança. "Em meio a uma guerra eleitoral, o afastamento é um incontornável preço a pagar", diz Josias.

E, em meio a essa guerra, a operação já virou munição contra Lula nas redes sociais, relatam Luis Fakhouri e Felipe Bailez, destrinchando monitoramento da Palmer.

Por fim, o comentarista Leonardo Sakamoto observa que a investigação do petista Wagner sepulta o "mimimi" dos bolsonaristas, que sempre reclamavam sofrer uma suposta perseguição da Polícia Federal sob o governo Lula.

Fabio Serapião: PF apreende US$ 66 mil e 39 mil euros em endereços de Jaques Wagner

Fabio Serapião: Jaques Wagner e Augusto Lima são alvos de nova fase do caso Master

Mariana Barbosa: A origem das ligações de Jaques Wagner com o Master

Mariana Barbosa: Jaques Wagner comprou apartamento de R$ 9 milhões em Salvador

Consuelo Dieguez: Jaques Wagner e as conexões baianas do Master

Daniela Lima: Clima azedou no Palácio do Planalto

Daniela Lima: Ala do Planalto vê Jaques sem condições de ser líder e prevê corte de Lula

Daniela Lima: Wagner empurra para Lula a responsabilidade de livrá-lo do abismo

Mônica Bergamo: Lula já ensaiou resposta sobre Jaques Wagner, segundo aliados: errou, paga

Mônica Bergamo: Líderes do PT dizem que não é possível 'passar pano' para Jaques Wagner e defendem investigação

Carla Araújo: Planalto seguirá defendendo investigações e aguarda explicações de Jaques

Josias de Souza: Investigado, Wagner deveria deixar liderança do governo

Leonardo Sakamoto: Com Wagner, PF desmonta mimimi de que persegue bolsonaristas no caso Master

Narrativas em Disputa: Caso Master chega a Jaques Wagner e vira munição contra Lula nas redes

Painel: Mesmo desgastado, Wagner deve manter candidatura ao Senado

Duarte consolida força na disputa pelo Senado e mantém presença entre os líderes das pesquisas



Mesmo sendo um dos últimos nomes a anunciar oficialmente sua pré-candidatura ao Senado Federal pelo Maranhão, o deputado federal Duarte Júnior já aparece entre os principais concorrentes na corrida por uma das duas vagas que estarão em disputa em 2026.

A mais recente pesquisa do Instituto IPPI, divulgada ontem, mostra Duarte Júnior com 10,2% das intenções de voto para a primeira escolha ao Senado, ocupando a terceira colocação no levantamento.

O dado chama atenção por um motivo estratégico: enquanto outros pré-candidatos já movimentam suas articulações há meses, Duarte foi um dos últimos a oficializar sua entrada na disputa. Ainda assim, alcançou rapidamente um patamar competitivo, demonstrando forte potencial de crescimento à medida que a campanha avance e seu nome se torne mais conhecido em todo o estado. 

A performance repete uma tendência observada em outros levantamentos realizados nas últimas semanas. Em pesquisa divulgada pela AtlasIntel, Duarte apareceu entre os líderes da disputa senatorial, figurando ao lado da senadora Eliziane Gama entre os nomes mais competitivos para as duas vagas em disputa. 

Outro aspecto relevante é que a corrida ao Senado ainda apresenta elevado índice de indecisos. Na pesquisa IPPI, 15,8% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar, enquanto 10,2% declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados. Esse cenário indica um amplo espaço para crescimento dos candidatos que conseguirem ampliar sua presença junto ao eleitorado nos próximos meses. 

Diante deste cenário, Duarte reúne características que historicamente favorecem candidaturas em ascensão: alto nível de conhecimento na Grande São Luís, forte presença digital, atuação parlamentar de alcance estadual e capacidade de dialogar com diferentes segmentos do eleitorado. Sua entrada tardia na disputa, longe de representar desvantagem, pode significar uma largada com menor desgaste político e maior potencial de expansão ao longo da pré-campanha.

Com pouco tempo de pré-candidatura e já figurando entre os nomes mais competitivos para o Senado, Duarte Júnior desponta como um dos protagonistas da disputa de 2026, consolidando-se como uma das forças emergentes do cenário eleitoral maranhense. A pesquisa IPPI foi realizada entre os dias 9 e 13 de junho de 2026, com 1.500 entrevistas distribuídas em 79 municípios do Maranhão. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MA-03193/2026.

Orleans Brandão visita a cidade de Açailândia e é recepcionado pelo prefeito Dr. Benjamim de Oliveira e o pré-candidato a deputado estadual Aluísio Sousa.

A cidade de Açailândia, recebeu na data de ontem, dia 18 de junho de 2026, a visita de Orleans Brandão, em agenda de pré-campanha, buscando fortalecer as alianças políticas e o diálogo com as comunidades – essas visitas ocorrem por todas as cidades do Maranhão.

Orleans Brandão, ladeado pelo prefeito de Açailândia Dr. Benjamim de Oliveira e o ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Aluísio Sousa

Durante a passagem por Açailândia, onde também contou com a companhia do ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Aluísio sousa, Brandão ressaltou a importância de Açailândia como polo econômico e estratégico para o desenvolvimento regional, especialmente nos setores de siderurgia, comércio e agronegócio. Ele destacou ainda projetos voltados para educação e saúde, reforçando o compromisso de ampliar investimentos nessas áreas.

A visita movimentou a cidade, reunindo autoridades municipais, e moradores que acompanharam de perto os anúncios e discursos. Para muitos, a presença de Orleans Brandão simbolizou um momento de maior aproximação entre um futuro governo e a população local, fortalecendo o diálogo sobre demandas históricas da região.

A programação incluiu reuniões com autoridades municipais, representantes de entidades civis e lideranças comunitárias, além de visitas a obras de infraestrutura em andamento, conquistadas quando foi Secretário de Governo.




O evento terminou com uma coletiva de imprensa, onde Brandão reafirmou que Açailândia terá papel central em futuros projetos de integração econômica e social no Maranhão.

A visita foi marcada por uma ampla participação popular, evidenciando o interesse da comunidade em acompanhar de perto os anúncios e compromissos assumidos.

Ao final da agenda, Orleans Brandão concedeu entrevistas a emissoras locais, reafirmando que Açailândia terá papel central nos futuros projetos de integração econômica e social do Maranhão, consolidando-se como referência no processo de desenvolvimento sustentável do estado.

 

quinta-feira, 18 de junho de 2026

EUA e Irã assinam acordo para encerrar guerra

 

Os Estados Unidos e o Irã afirmaram ter assinado um memorando de entendimento para encerrar a guerra no Oriente Médio.

A assinatura do acordo pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi confirmada por um funcionário do governo norte-americano à AFP. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, também confirmou que o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, assinou o memorando "digitalmente", de acordo com a agência iraniana Fars.

O memorando de entendimento entre os EUA e o Irã contém 14 parágrafos. Os pontos centrais incluem a suspensão dos combates, a reabertura do Estreito de Hormuz — por onde passa um quinto do petróleo mundial — e o início das conversas nucleares. O texto prevê ainda a criação de um fundo privado de US$ 300 bilhões para a reconstrução do Irã. O fundo só entra em operação após a conclusão de um acordo definitivo, previsto para daqui 60 dias.

A assinatura do acordo estava inicialmente prevista para ocorrer na sexta-feira, na Suíça. No entanto, um diplomata de um país mediador e uma segunda fonte familiarizada com as negociações disseram ao site Axios que já havia discussões para antecipar tanto a assinatura quanto a implementação do acordo.

Segundo a fonte diplomática, a aceleração do cronograma tinha como objetivo reabrir o Estreito de Hormuz antes de sexta-feira, já que os dois países concordavam com esse ponto.

    Leia também:


    Dudu condenado e caso Master ampliam desgaste e crise da família Bolsonaro

     

    Desafio de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas próximas semanas é se esquivar de crises relacionadas a seus parentes e a aliados envolvidos com o Banco Master

    Desafio de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas próximas semanas é se esquivar de crises relacionadas a seus parentes e a aliados envolvidos com o Banco Master

    REUTERS/Adriano Machado


    Roger Modkovski

    A condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação à Justiça e novas revelações do escândalo do Banco Master ampliam o desgaste da pré-candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a crise da família Bolsonaro.

    Luis Fakhouri e Felipe Bailez relatam o efeito que essas notícias tiveram nos grupos de WhatsApp e Telegram monitorados pela plataforma Palver. Segundo eles, o desafio de Flávio nas próximas semanas não é competir com Lula, seu principal oponente, mas tentar se desvencilhar da relação de sua família com o ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro e seu Banco Master, assim como tentar conter crises relacionadas com seus parentes e aliados.

    O colunista Josias de Souza observa que a condenação atrapalha o plano de Dudu de tentar se eleger suplente de senador na chapa do deputado estadual André do Prado (PL-SP).

    Comentando as relações entre Vorcaro e o senador Ciro Nogueira (PP-PI), o colunista Leonardo Sakamoto se pergunta: quantos políticos o ex-banqueiro investigado comprou com dinheiro sujo?

    Luis Fakhouri e Felipe Bailez: Eduardo Bolsonaro condenado e caso Master ampliam crise sobre os Bolsonaro

    Josias de Souza: Plano de Eduardo Bolsonaro de virar suplente de senador micou

    Josias de Souza: Ciro Nogueira perambula pelado pelo Senado e ninguém faz nada

    Leonardo Sakamoto: Vorcaro comprou quantos políticos com dinheiro sujo?

    terça-feira, 16 de junho de 2026

    GIRO PELO MUNDO

     

    Mandel Ngan - 24.2.2024/AFP

    PrimeiraTurma do STF começa a julgar Eduardo Bolsonaro por coação à Justiça

    Carolina Juliano

    As principais notícias para começar o dia bem informado:

    • Justiça: Supremo começa a julgar Eduardo Bolsonaro
    • Caso Master: PGR rejeita delação de Daniel Vorcaro
    • Oriente Médio: Israel diz que sua luta ainda não terminou
    • Fim da guerra: EUA e Irã divergem sobre pedágio em Hormuz
    • Economia: Novo El Niño ameaça agronegócio brasileiro
    • Copa: Neymar faz exame, mas segue sem previsão de estreia

    STF começa a julgar Eduardo Bolsonaro por coação à Justiça

    • A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal começa a analisar hoje a ação penal contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, acusado pela Procuradoria Geral da República de coação à Justiça ao tentar pressionar autoridades dos Estados Unidos contra ministros do STF. Segundo a denúncia, apresentada em setembro do ano passado, ele teria se empenhado para vincular o tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros a decisões do Supremo. Eduardo vive nos EUA desde fevereiro de 2025, não compareceu ao interrogatório marcado pelo STF e também não constituiu advogado para atuar no processo. Saiba mais.

    PGR também rejeita proposta de delação de Vorcaro

    • A Procuradoria-Geral da República rejeitou ontem a proposta de delação do dono Master, Daniel Vorcaro. A decisão foi tomada após a Polícia Federal também ter negado pela segunda vez uma sugestão do ex-banqueiro de firmar um acordo, na última quinta-feira. O argumento da PGR é que não há elementos novos na delação, e que ele não se comprometeu efetivamente com a devolução de valores. A PF e a PGR vinham tentando fazer com que o ex-banqueiro ressarcisse R$ 60 bilhões que teria desviado em fraudes em um prazo curto. Leia mais na Folha de S.Paulo.

    Israel diz que sua luta no Líbano ainda não terminou

    • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou ontem que a luta de Israel no Líbano ainda não terminou, apesar do acordo anunciado entre os EUA e o Irã para acabar com a guerra na região. Netanyahu afirmou que Israel "assumiu o controle de áreas centrais" do Líbano de onde, segundo ele, o Hezbollah ameaçava seu país, e que suas forças "permanecerão nas zonas de segurança, custe o que custar". O premiê israelense admitiu que "ocasionalmente" há desentendimentos com Donald Trump que, por sua vez, chamou Netanyahu de "um cara muito difícil" em entrevista ao jornal The New York Times. Leia mais.

    EUA e Irã divergem sobre pedágio em Hormuz

    • O presidente dos EUA afirmou ontem que a passagem pelo estreito de Hormuz já está ocorrendo em corredores e que será gratuita para todos os navios. Mais cedo, no entanto, o Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que o acordo com os EUA prevê que Teerã cobrará taxas de serviços marítimos dos navios que transitarem pela via navegável. "Sempre afirmamos que não pretendemos cobrar pedágios de trânsito, mas serão cobradas taxas por serviços de navegação, proteção ambiental, seguro de navios e outros serviços necessários", disse o porta-voz do ministério. O acordo pelo fim da guerra, que inclui a reabertura do canal, deverá ser assinado na próxima sexta-feira, na Suíça.

    Reprodução/NOAA Satellites

    Novo El Niño ameaça agronegócio brasileiro

    • Com a confirmação do início do "super El Niño" para este ano, autoridades meteorológicas brasileiras preveem alto risco de secas, queimadas e tempestades que devem ameaçar a produção do agronegócio do país. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) já prevê impactos na produção e nos preços de alimentos para o início do ano que vem. No Norte, a seca prolongada e o calor extremo devem dificultar as produções agrícola e pesqueira e reduzir o nível dos rios amazônicos. E na região Sul, a preocupação é com o excesso de chuvas e o risco de enchentes, que ameaçam o plantio e a colheita. Saiba mais.

    Neymar segue sem previsão de estreia

    • O jogador Neymar fez mais exames médicos na manhã de ontem para avaliar seu estado físico e ainda não está liberado para voltar a campo. Ontem com a seleção brasileira, o jogador não treinou com o grupo e passou por mais uma sessão de fisioterapia. Com os resultados, Neymar está praticamente fora da partida contra o Haiti, na sexta-feira, e sem previsão segura para a estrear na Copa do Mundo. O jogador se machucou em jogo pelo Santos contra o Coritiba, no dia 17 de maio, e desde então está sem jogar.

    Copa do Mundo: por que Endrick não joga?

     

    O artilheiro Endrick no banco de reservas no jogo Brasil 1 x 1 Marrocos

    O artilheiro Endrick no banco de reservas no jogo Brasil 1 x 1 Marrocos

    Marc Atkins/Getty Images



    Roger Modkovski

    Depois da decepcionante atuação da seleção brasileira contra Marrocos no sábado (13), uma pergunta ainda paira no ar: por que o treinador Carlo Ancelotti não escalou o atacante Endrick como titular nem o colocou no decorrer do jogo?

    Para a colunista Milly Lacombe, os motivos dados por Ancelotti para não usar Endrick são preocupantes e deveriam causar fúria e revolta na torcida brasileira. Endrick não ter disciplina tática, como diz Ancelotti, não seria mesmo uma qualidade que se exige de um craque cuja função é entrar para desequilibrar o jogo e marcar?

    Na mesma linha, o comentarista Casagrande provoca: Endrick não estaria sendo jogado de lado justamente por ser ousado?

    A colunista Alicia Klein, também especulando sobre o que chama de "boicote" a Endrick, cita entre os possíveis motivos o fato de ele não pertencer à "panelinha". Por exemplo: questionado sobre quem é seu modelo de jogador, Endrick não cita um previsível Neymar, mas o britânico Jude Bellingham.

    Milly Lacombe: Motivos de Ancelotti para não usar Endrick deveriam causar fúria e revolta

    Milly Lacombe: Ancelotti está prestes a 'matar' Endrick ao torná-lo obediente

    Casagrande: Será que Endrick está sendo jogado de lado por ser ousado?

    Alicia Klein: 'Boicote' a Endrick vai muito além das justificativas de Ancelotti

    Wálter Maierovitch: Endrick, vinhos e Turma do Amendoim: uma crônica do 2º colocado no Bolão