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Na tarde da terça-feira, 7, o Ministério Público do Maranhão e a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), em reunião realizada na 3ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa do Meio Ambiente de Imperatriz, discutiram temas relacionados ao abastecimento de água.
O encontro, coordenado pelo promotor de justiça Jadilson Cirqueira, contou com as presenças do presidente da Caema, Marco Aurélio Freitas; do diretor de operações, José Miguel Serra; e do diretor comercial, Mauro Sérgio Muniz.
O primeiro ponto discutido foi a Ação Civil Pública proposta em 2017, remetida à Justiça Federal, que tem como objetivo cessar atividade degradadora do meio ambiente resultante do despejo de efluentes líquidos urbanos em riachos e córregos da cidade.
A ACP também pede a implantação de sistema de coleta, tratamento e disposição final de esgotos urbanos, interligado às residências.
Discutiu-se ainda a recuperação e a retomada da operacionalização da Estação de Tratamento de Esgoto do Bairro Itamar Guará, também objeto de ACP proposta pela Promotoria do Meio Ambiente de Imperatriz. Em razão do não funcionamento da unidade, o esgoto estava sendo lançado no Parque Natural Municipal de Proteção Integral Arara Azul.
OUTROS PONTOS
Também foram abordados temas como a universalização do abastecimento de água em Imperatriz e região; perdas de água potável decorrentes de problemas técnicos na rede de distribuição e de ligações clandestinas; e o plano de expansão do sistema de abastecimento no Município.
Os gestores da Caema expuseram as ações que já foram implementadas, como a recuperação e a retomada da operacionalização da Estação de Tratamento de Esgoto do Bairro Itamar Guará, assim como se comprometeram a solucionar os demais problemas.
Redação: Iane Carolina (CCOM-MPMA)
A síndrome de pica atinge milhões de pessoas sem distinção de classe, sexo ou idade. Por isso, é importante que você saiba se você tem o problema e como tratá-lo.
Trata-se de um distúrbio alimentar definido por comer uma ou mais coisas não nutritivas e não alimentares por pelo menos 30 dias, segundo informa o Dr. Drauzio Varella. “Tive desejo de comer arroz cru e terra vermelha, mas acabei engolindo um pedaço de tijolo durante a gravidez”, declarou uma. “Cheguei a consumir 2 kg de farinha de mandioca por dia”, relatou outro.
As falas vieram de pessoas com a síndrome, na reportagem de Lucas Gabriel Marins no portal do médico. O nome da doença vem do pássaro P. Pica, conhecido também como pega-rabuda, que tem uma dieta incomum e a propensão de comer tudo que encontra. Contudo, em humanos esse tipo de atitude prejudica a saúde física e causa danos psicossociais.
Entre os maiores desejos de pessoas com pica estão papel, sabão, gelo, cabelo, barbante, lã, terra, giz, pó de talco, tinta, metal, pedras, carvão, cinzas, argila, amido e pano. A síndrome vem de deficiências nutricionais, que fazem o corpo desejar comer coisas que contenham as substâncias que faltam, de forma instintiva. É bastante comum crianças com deficiência de ferro sentirem a vontade de comer terra.
Contudo, o transtorno também está ligado a problemas mentais ou déficit de inteligência. “Na gestação existe a hipótese de aumento da demanda de nutrientes, entre eles o ferro e o zinco, mas isso não explica todo o fenômeno. Gestantes que têm alguma fragilidade emocional e falta de suporte também têm mais riscos”, disse o psiquiatra Marcelo Heyde à matéria de Drauzio.
Não existe um tratamento padrão para a enfermidade. Os cuidados variam de cada caso, de forma personalizada, dependendo do que causa a necessidade em cada um. O tratamento pode envolver médicos, psicólogos e outros profissionais. A doença também pode ter relação com TOC, ansiedade e depressão.