segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Maduro aparece pela primeira vez desde a prisão, no mesmo dia em que Venezuela cede petróleo aos EUA

 

Imagem publicada por perfil oficial de Nicolás Maduro mostra ex-presidente em prisão dos EUA

Imagem publicada por perfil oficial de Nicolás Maduro mostra ex-presidente em prisão dos EUA

Reprodução/Redes sociais


Do UOL

O presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, divulgou neste domingo as primeiras imagens suas desde que foi capturado por tropas americanas em janeiro. Nas fotos, tiradas em 25 de junho por ocasião do Dia dos Pais e só agora repassadas por correio à família, ele aparece sorridente e fazendo sinal de vitória, vestido de moletom no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, onde está preso ao lado da esposa, Cilia Flores. Em mensagem publicada em sua conta na rede X, Maduro disse à família que segue "firme" e agradeceu o apoio recebido.

A divulgação ocorre dois dias depois de o governo da sucessora de Maduro, Delcy Rodríguez, fechar acordo com a administração de Donald Trump pelo qual a Venezuela cede aos Estados Unidos 65 bilhões de barris de petróleo — cerca de 22% das reservas do país. Trump anunciou no mesmo fim de semana que usará o petróleo venezuelano para reabastecer as reservas estratégicas americanas, hoje esvaziadas, atribuindo o esvaziamento à gestão de Joe Biden.

Maduro se declarou inocente das acusações de narcoterrorismo em sua primeira audiência, em janeiro, e classificou sua captura como um sequestro. O julgamento dele e de Flores está marcado para começar em junho de 2027; antes disso, em 17 de novembro, uma audiência vai decidir se ele tem direito à imunidade como ex-chefe de Estado — o que poderia derrubar todo o processo.

INOVAÇÃO: Açailândia anuncia projeto de reconstrução da rodoviária municipal


O prefeito Dr. Benjamin apresentou oficialmente o projeto de reconstrução da Rodoviária Municipal, que será totalmente reformulada no mesmo local. A iniciativa busca transformar o terminal em um espaço moderno, seguro e confortável, atendendo a uma demanda antiga da população.

O novo terminal rodoviário promete ser um cartão de visitas para quem chega à cidade, oferecendo melhores condições de trabalho para permissionários e comerciantes, além de mais conforto e segurança para passageiros.

Durante reunião com trabalhadores e permissionários, o prefeito destacou que a obra é prioridade da gestão e será realizada de forma participativa. “A rodoviária atual não representa a grandeza de Açailândia. Vamos reconstruí-la para que seja motivo de orgulho e referência para toda a região”, afirmou.

Em uma outra reunião com secretários e colaboradores da gestão municipal, foi recebido do Superintendente de Regularização Fundiária, Xandy Sampaio, documentos que torna o município proprietário legal de toda a área da Rodoviária – a partir de agora os locais onde se instalou ao longo dos anos diferentes setores comerciais, funcionará em forma de concessão e permissão para funcionamento.


Atualmente, a Rodoviária de Açailândia sofre com problemas de infraestrutura, insalubridade e insegurança, incluindo relatos de violência e tráfico de drogas nas proximidades. A nova estrutura pretende reverter esse cenário, trazendo organização, acessibilidade e valorização econômica para os comerciantes que dependem do fluxo de passageiros.

Com a reconstrução da rodoviária e os investimentos em infraestrutura rodoviária, Açailândia se prepara para um novo ciclo de crescimento. A expectativa é que o terminal renovado se torne símbolo de modernidade e acolhimento, fortalecendo a imagem da cidade e melhorando a qualidade de vida de seus moradores.

  


Eleições 2026: deepfakes ficam mais acessíveis e difíceis de identificar com avanço da IA

Com ferramentas de inteligência artificial cada vez mais acessíveis, vídeos, imagens e áudios falsos ganham qualidade e desafiam eleitores; especialista explica como verificar conteúdos e evitar desinformação


Ferramentas de IA cada vez mais acessíveis ganham qualidade e desafiam eleitores

Vídeos de candidatos fazendo declarações que nunca fizeram, áudios com vozes praticamente idênticas às de figuras públicas e fotografias produzidas artificialmente estão cada vez mais difíceis de distinguir de conteúdos reais. Com a evolução e a popularização da inteligência artificial generativa, os deepfakes devem exigir atenção redobrada dos eleitores durante as eleições de 2026.

Deepfake é uma técnica de produção ou manipulação de conteúdo digital por inteligência artificial capaz de fazer uma pessoa parecer dizer ou fazer algo que nunca disse ou fez. Isso pode ocorrer em vídeos, fotografias e áudios, com reprodução artificial de rostos, alteração dos movimentos labiais e clonagem de voz.

Segundo Rodrigo Ribeiro, coordenador do curso de graduação em Inteligência Artificial e Machine Learning da UNIASSELVI, a principal mudança dos últimos anos não está apenas na qualidade alcançada pelos sistemas, mas na facilidade com que essas ferramentas passaram a ser utilizadas. “Nos últimos anos houve uma mudança importante: a IA generativa tornou essas ferramentas muito mais acessíveis. Hoje, modelos conseguem gerar vídeos, imagens e vozes bastante convincentes a partir de poucas fotografias, pequenos trechos de áudio e até instruções escritas em linguagem natural. Esse avanço ocorreu pela combinação de três fatores: melhoria dos modelos de IA, aumento da capacidade computacional e popularização de ferramentas comerciais extremamente simples de utilizar. Portanto, o risco nas eleições não decorre apenas da qualidade dos deepfakes, mas também da enorme redução do custo e da dificuldade para produzi-los”, explica.

Segundo Ribeiro, que é graduado, mestre e doutorando em Ciências da Computação, a IA generativa já esteve presente no ciclo eleitoral de 2024. O diferencial agora está na escala e na facilidade de produção e distribuição. “Estamos diante de uma das primeiras eleições gerais brasileiras realizadas em um contexto no qual praticamente qualquer pessoa consegue produzir texto, fotografia, vídeo e áudio sintéticos de qualidade razoável utilizando ferramentas disponíveis comercialmente e até mesmo de forma gratuita. Alia-se a isso a popularidade das redes sociais e uma população cada vez mais digital, criando uma infraestrutura de produção e distribuição de conteúdo extremamente rápida e eficaz”.

Procurar erros na imagem já não basta

Durante os primeiros anos de popularização das imagens produzidas por IA, determinados erros eram relativamente fáceis de perceber. Mãos com dedos extras, olhos desalinhados, ausência de piscadas e movimentos faciais artificiais se tornaram sinais conhecidos. Com a evolução dos modelos, porém, confiar nesses defeitos pode não ser suficiente.

“Os sistemas atuais melhoraram significativamente. Ainda existem sinais que merecem atenção, como pequenas alterações no contorno do rosto durante o movimento, diferença entre os movimentos dos lábios e a fala, sombras e reflexos incompatíveis com a iluminação da cena, textura da pele que muda de um quadro para outro, acessórios que aparecem e desaparecem, textos e objetos que se deformam e movimentos corporais pouco naturais”, detalha Ribeiro.

Os áudios representam um desafio ainda maior. Sistemas modernos conseguem reproduzir timbre, sotaque e outras características individuais da fala utilizando amostras relativamente curtas da voz original. Alguns sinais ainda podem despertar suspeita, como ausência de respirações naturais, ritmo e volume excessivamente uniformes, pausas estranhas, entonação incompatível com o conteúdo da mensagem, pronúncia incomum de nomes próprios e mudanças abruptas de volume ou timbre.

O especialista ressalta, entretanto, que nenhum desses indícios comprova isoladamente que determinado conteúdo é falso. Por isso, a verificação deve começar pela procedência do material. “A melhor recomendação ainda é verificar a origem em vez de confiar apenas na aparência. Deve-se perguntar: quem publicou primeiro? O material aparece nos canais oficiais daquela pessoa? Há registro do evento completo? Veículos jornalísticos confiáveis registraram aquela declaração? Existem versões anteriores do mesmo vídeo?”, pondera.

Existem ferramentas acessíveis ao público que podem auxiliar nesse processo, como Deepware Scanner e Hive, que analisam conteúdos em busca de indícios de manipulação ou geração por inteligência artificial. Ribeiro alerta, porém, que esses serviços não devem ser entendidos como uma comprovação definitiva. “Esses serviços fornecem indícios e probabilidades, não um ‘certificado da verdade’. Portanto, a regra mais segura continua sendo: diante de um conteúdo polêmico ou muito grave, não compartilhar imediatamente, procurar confirmar sua origem em mais de uma fonte independente e buscar veículos e canais oficiais”.

Conteúdo falso pode circular antes que a checagem aconteça

Além da sofisticação tecnológica, a velocidade das redes sociais representa outro desafio. Ribeiro explica que os algoritmos de recomendação não foram concebidos como ferramentas de verificação de fatos, mas como sistemas que selecionam conteúdos capazes de despertar interesse e manter os usuários nas plataformas.

“A desinformação frequentemente utiliza surpresa, medo, indignação ou escândalo, características que podem gerar engajamento elevado. Um vídeo falso atribuindo uma declaração absurda a um candidato pode receber milhares de compartilhamentos antes que jornalistas, especialistas ou a própria plataforma consigam verificar sua autenticidade, causando estragos que ultrapassam a barreira do digital e podem perpetuar-se no mundo real como uma verdade”, explica o coordenador da UNIASSELVI.

Há também, segundo o especialista, uma diferença significativa entre o tempo necessário para criar uma falsificação e o esforço exigido para desmenti-la. “Criar e publicar uma falsificação pode levar poucos minutos. Realizar uma perícia, confirmar a origem, produzir uma checagem e comunicar essa informação para milhões de pessoas demanda muito mais tempo. Essa assimetria de velocidade impõe uma barreira significativa na contenção desses conteúdos”, diz.

Para reduzir os riscos, Ribeiro defende atuação simultânea em diferentes frentes, com identificação clara de conteúdos sintéticos; sistemas automáticos de detecção acompanhados de revisão humana; redução temporária da recomendação de conteúdos suspeitos; mecanismos que dificultem compartilhamentos massivos; e canais prioritários para denúncias eleitorais. “A resposta precisa combinar tecnologia, legislação, educação midiática, jornalismo profissional e comportamento responsável dos próprios usuários”.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação e Profissionalizantes, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.


Agentes de saúde e de endemias de Imperatriz e Açailândia declaram apoio à candidatura de Hildo Rocha para deputado federal

Em Imperatriz e Açailândia, agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias destacaram atuação de Hildo Rocha e defenderam sua volta à Câmara dos Deputados.



A candidatura de Hildo Rocha (MDB 1515) ganhou mais uma demonstração de força junto aos agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE) em reuniões realizadas em Imperatriz e Açailândia.

Representantes das duas categorias destacaram a trajetória do candidato em defesa dos profissionais e afirmaram que o Maranhão precisa contar, no Congresso Nacional, com um deputado disposto a transformar reivindicações em conquistas.

Em Imperatriz, a presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde da Regional de Imperatriz (SACSRIMA), Luciene de Sousa, destacou a mobilização da categoria em torno da candidatura. “Ele é o único que carrega a bandeira do agente de saúde”, afirmou.

Luciene lembrou que Hildo Rocha sempre esteve próximo das demandas dos ACS e ACE.

“Hildo Rocha sempre tem nos apoiado em Brasília, sempre tem feito o melhor pela categoria e também por todo o nosso Maranhão.”

A agente comunitária de saúde Maria Sônia, da UBS São Salvador, também associou seu apoio à atuação anterior do candidato. Com 27 anos de trabalho na área, ela afirmou que Hildo Rocha se diferencia pela disposição em receber e ouvir os profissionais. “Todas as vezes que a gente recorreu a ele, ele nunca deixou a gente na mão.”

Para Maria Sônia, a categoria precisa de representação política efetiva em Brasília — não apenas de candidatos que apareçam durante o período eleitoral. Ela defendeu a eleição de Hildo Rocha como uma forma de manter no Congresso uma voz identificada com as reivindicações dos ACS e ACE.

Em Açailândia, o agente de combate às endemias Anselmo Furtado reforçou o mesmo argumento oo manifestar apoio à candidatura, destacou a atuação de Hildo Rocha em defesa dos profissionais e sua presença em diferentes municípios maranhenses.

Anselmo também lembrou a participação do candidato nas articulações relacionadas às pautas nacionais das categorias e citou a emenda constitucional 120 como uma das medidas que beneficiaram ACS e ACE.

“A luta é uma só”, afirmou o agente, defendendo a união das duas categorias em torno de uma representação política comprometida com suas reivindicações.

“Para defender o SUS, preciso defender os agentes”

Diante dos agentes reunidos em Açailândia, Hildo Rocha lembrou a aprovação da Emenda Constitucional 120, que estabeleceu direitos para as categorias, entre eles o piso salarial de dois salários-mínimos, a previsão de aposentadoria especial e a insalubridade em grau máximo.

Hildo Rocha afirmou que a conquista do piso representou um marco para os profissionais e defendeu o cumprimento efetivo dos direitos assegurados constitucionalmente.

“Esse foi um direito histórico, porque essas categorias conseguiram colocar no texto constitucional essa garantia do piso salarial.”

O candidato também destacou a PEC 18, que prevê três salários-mínimos para agentes que possuem formação técnica, e fez uma exposição sobre a tramitação das propostas relacionadas à aposentadoria especial.

Nesse ponto, Hildo Rocha procurou estabelecer uma diferença entre sua atuação e aquilo que classificou como iniciativas de efeito apenas eleitoral. Ao criticar a demora na tramitação de propostas, afirmou:

“Comigo não tem enrolação. Não adianta a gente fazer algo agora só para agradar, pegar votos das pessoas, e amanhã e depois de amanhã aquilo não surtir efeito.”

A fala sintetizou o eixo político apresentado pelo candidato aos agentes: defender direitos já conquistados, avançar nas pautas que ainda estão pendentes e manter uma representação permanente da categoria no Congresso Nacional.

Hildo Rocha também vinculou diretamente a valorização dos ACS e ACE à defesa do Sistema Único de Saúde. Para ele, os profissionais ocupam uma posição estratégica na atenção à população e precisam ter melhores condições para desempenhar suas funções.

“Eu sou um defensor do SUS, mas para defender o SUS, eu preciso fortalecer os agentes de saúde, os agentes de endemias e demais categorias que fazem o sistema funcionar.”


Ulisses reúne na “Bola 7” empresários, comerciantes e produtores rurais em torno da sua campanha a deputado estadual


A Fazenda Bola Sete recebeu, neste momento, um grande encontro de empresários, comerciantes, produtores, amigos e lideranças, reunidos a convite de Ildemar Gonçalves.

Com Ulisses Gonçalves, candidato a deputado estadual, 22100 e Cidônio Gonçalves, candidato a senador, 222, o encontro reuniu diferentes setores em torno de um projeto que amplia sua presença e conquista novos apoios.

Ulisses apresenta propostas para o desenvolvimento de Itinga, da região e do Maranhão, com foco no fortalecimento da agropecuária, na valorização de quem produz e na geração de emprego e renda. O encontro segue com declarações de apoio e novas adesões de empresários e lideranças de Itinga e região


sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Hildo Rocha inaugura comitê central em Açailândia nesta sexta-feira (28)


Na noite desta sexta-feira, 28 de agosto de 2026, Açailândia será palco da inauguração do novo comitê central político do deputado federal Hildo Rocha. O evento acontecerá às 19h30, na Avenida Bernardo Sayão, nº 1450, bairro Jacu — local conhecido por abrigar o antigo Chop Brahma, em frente à Praça da Bíblia.

O espaço vai reunir apoiadores, lideranças comunitárias e representantes políticos da região. A cerimônia marca o início das atividades do comitê, que será utilizado como ponto de encontro estratégico para debates, reuniões e articulação de projetos voltados ao desenvolvimento local.

Hildo Rocha destacou a importância de manter proximidade com a população e reforçou que o novo espaço será um canal direto de diálogo com os moradores de Açailândia e cidades vizinhas. “Este comitê não é apenas um espaço físico, mas um símbolo da nossa união e da nossa luta por melhorias para o Maranhão”, afirmou o parlamentar.

Serviço do Evento

  • Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026
  • Horário: 19h30
  • Local: Avenida Bernardo Sayão, nº 1450, bairro Jacu (antigo Chop Brahma, em frente à Praça da Bíblia)
  • Atividade: Abertura do novo espaço político com presença de apoiadores e lideranças locais

 


Relator prevê ampla maioria pelo fim da escala 6x1, mas prazo é apertado

 

Senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da PEC do fim da escala 6x1

Senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da PEC do fim da escala 6x1

Reprodução/TV Senado


Asdrúbal Figueiró

O senador Omar Aziz (PSD-AM) apresentou hoje o relatório da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a escala 6x1. Aziz rejeitou as emendas, a maioria delas apresentada pela oposição, e não fez alterações no texto aprovado pelos deputados, para evitar que o projeto tenha de voltar à Câmara.

O texto deve ser votado já na próxima quarta-feira, na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, e o governo quer a aprovação pelo plenário até sexta-feira, dia 4 de setembro, último dia de funcionamento do Congresso antes das eleições de outubro.

Ontem, o presidente Lula recebeu em almoço os presidentes do Senado, David Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta. No encontro, ficou acertado que Alcolumbre e Motta tentariam aprovar, além da PEC do fim da escala 6x1, a MP das Blusinhas, que isenta do imposto de importação compras de até US$ 50 feitas em plataformas de empresas que aderiram ao programa Remessa Conforme. Se não for aprovada, a MP expira no próximo dia 8.

Em entrevista ao UOL News, do Canal UOL, Aziz disse que a PEC do fim da escala 6x1 deve ser aprovada por uma "ampla maioria" no plenário.

"Nunca recebi um telefonema de nenhum senador e de nenhuma senadora dizendo que é contra. Os telefonemas que eu recebi todos são favoráveis a reduzirmos a jornada de trabalho", disse Aziz.

Leonardo Sakamoto concorda com a avaliação do senador.

Para o colunista do UOL, se for ao plenário, a PEC "será ratificada porque é ano eleitoral e os senadores, mesmo os contrários à medida (apoiada por 70% da população), não são suicidas".

Na sua avaliação, o fim da escala 6x1 não é uma medida isenta de desafios econômicos, mas Sakamoto critica o que chamou de "guerra" de setores da sociedade contra a medida, que, segundo ele, "recicla o terror usado contra a Lei Áurea e o 13º salário".

A reaproximação entre Lula, Motta e Alcolumbre, que permitiu o avanço da PEC, é vista pela colunista da Folha de S. Paulo Dora Kramer como "um pacto de conveniências mútuas".

"O presidente da República precisa do apoio do centrão para se reeleger. O deputado Hugo Motta necessita do prestígio de Lula em terras paraibanas para levar o pai ao Senado, garantir sua vaga na Câmara e se aliar a Alcolumbre na aposta de que Lula reeleito sustente a recondução dos dois ao comando do Parlamento, em fevereiro de 2027."

O Estadão checou a entrevista de Lula no 'Jornal Nacional'; veja o resultado

 


O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva foi entrevistado na noite desta quinta-feira, 27, no Jornal Nacional. Estadão Verifica, núcleo de checagem de fatos do Estadão, analisou a veracidade das alegações feitas pelo presidente ao longo da entrevista.

Foram consideradas apenas afirmações factuais, como números, datas, comparações de grandeza e outras. A depender da apuração, podemos atribuir as etiquetas “falso”, “enganoso”, “exagerado”, “subestimado”, “impreciso”, “falta contexto” e “verdadeiro”.

A assessoria do presidente foi contatada para comentar a checagem e o texto será atualizado se houver resposta.

Veja o resultado abaixo.

Crimes no INSS

O que Lula disse: que a quadrilha para fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi formada em 2019, inclusive com participação do ministro da Previdência daquela época. Ele acrescentou que o governo atual passou dois anos investigando os crimes.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é enganoso. Como mostrou o Estadão Verifica, o relatório de investigação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou um prejuízo de R$ 6,3 bilhões em descontos indevidos de benefícios do INSS entre 2019 e 2024, que foi o período investigado. Mas o relatório não apontou quando exatamente o esquema começou, embora haja menção no documento a descontos indevidos já em 2016. Em 2023, primeiro ano do governo Lula, o ministro da Previdência era Carlos Lupi. Ele foi alertado das fraudes ainda naquele ano, durante reunião no Conselho Nacional de Previdência, mas o tema só voltou a ser tratado no ano seguinte. A Polícia Federal começou a investigar as fraudes em abril de 2025. Lupi deixou o governo uma semana depois.

Devolução a aposentados e pensionistas

O que Lula disse: que o governo pagou R$ 3,5 bilhões a 5 milhões de aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é impreciso. O INSS pagou, em um ano, R$ 3,26 bilhões a 4,8 milhões de aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos em seus benefícios previdenciários. O reembolso às vítimas começou em julho de 2025.

O que Lula disse: que não tem um aposentado que foi vítima da fraude no INSS que não foi ressarcido pelo governo

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é enganoso, pois cerca de 659.920 aposentados e pensionistas aptos a receber o ressarcimento ainda não aceitaram o acordo para reaver os valores descontados indevidamente de seus benefícios previdenciários. O número de pessoas que ainda não haviam aderido à medida foi informado ao jornal Extra em junho. A adesão ao acordo depende do segurado.

Fila do INSS

O que Lula disse: que a fila do INSS chegou a ter 3 milhões de pessoas e será zerada.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é verdadeiro, em partes. Em janeiro deste ano, a fila era de 3,073 milhões, e o pico em 2026 foi atingido em fevereiro, com 3,128 milhões de pessoas na espera. Nesta semana, durante a 328ª reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), foi anunciada uma queda de 59% no tamanho da fila, chegando a 1,282 milhão de pessoas, o menor patamar desde 2023. Não é possível afirmar, neste momento, se a fila realmente será zerada no atual governo, como disse o candidato. O diretor de Benefícios do INSS, Leonardo Bittencourt, disse que o tempo médio de resposta para a concessão de um benefício está em 35 dias, e que a preocupação do órgão é com pedidos há mais de 45 dias na fila – atualmente, são 261 mil nesta condição.

Banco Master

O que Lula disse: que o Banco Master causou prejuízos de R$ 60 bilhões.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é verdadeiro. O valor se refere ao rombo causado no Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que teve de ressarcir quem investiu no banco.

Superávit em todos os anos

O que Lula disse: que ele foi o único presidente do Brasil e do G20 a ter superávit primário durante os oito anos dos seus primeiros mandatos.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é enganoso. Embora seja verdade que o Brasil registrou superávit em todos os anos dos primeiros dois mandatos de Lula, a Argentina também teve resultados positivos em todos os anos desse mesmo período, como mostrou o Poder360. A Argentina também faz parte do G20, o grupo das 20 maiores economias do mundo.

Crescimento do PIB

O que Lula disse: que o Brasil estava há mais de 10 anos sem crescer. E que o Produto Interno Bruto (PIB) do País só voltou a crescer acima de 2% após o seu retorno à Presidência da República, em 2023.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é falso. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 3% em 2022 em relação ao ano anterior. Em 2021, o crescimento foi de 4,6%.

O que Lula disse: que o PIB cresceu 7,5% em 2010, durante o segundo mandato dele.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é verdadeiro. No acumulado no ano de 2010, em relação ao mesmo período de 2009, o PIB variou 7,5%. Os dados são do IBGE.

Dívida dos EUA

O que Lula disse: que a dívida pública dos Estados Unidos é de US$ 40 trilhões, equivalente a 120% do PIB.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é verdadeiro. A dívida americana ultrapassou essa marca em 19 de agosto deste ano.

Presidentes do Banco Central

O que Lula disse: que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso trocou o presidente do Banco Central três vezes.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é impreciso. De 1995 a 2002, quatro pessoas ocuparam o cargo de presidente do BC: Gustavo Franco (em duas ocasiões), Persio Arida, Gustavo Loyola e Armínio Fraga.

Herança da gestão anterior

O que Lula disse: que herdou o governo em janeiro de 2023 com déficit fiscal de 2,8%.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é falso. De acordo com dados oficiais, o governo central teve superávit fiscal de cerca de 0,6% do PIB em 2022, no último ano do governo Bolsonaro. Esse resultado, porém, foi marcado por manobras fiscais, como um calote em precatórios e o adiamento do pagamento de compensações a Estados pela desoneração dos combustíveis.

O que Lula disse: que o governo anterior deixou um rombo de R$ 94 bilhões de dívidas, que a gestão dele teve que pagar.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é impreciso. O valor mencionado por Lula tem relação com a PEC dos Precatórios, proposta em 2021 para abrir um espaço de R$ 91,6 bilhões no Orçamento de 2022. Desse total, R$ 44,6 bilhões eram referentes a dívidas do governo federal (precatórios) e R$ 47 bilhões relacionados a mudanças no teto de gastos. A PEC da Transição, mencionada por Lula no JN, liberou R$ 145 bilhões além do teto de gastos para uso do novo governo.

Terras raras

O que Lula disse: que o Brasil é o país com maior reserva de terras raras, atrás da China.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é verdadeiro. O Brasil tem reservas estimadas em 21 milhões de toneladas; a China, 44 milhões de toneladas.

Fome

O que Lula disse: que acabou com a fome no Brasil duas vezes.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é verdadeiro. O Brasil saiu do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em duas ocasiões: em 2014 e 2025. Ambas durante os governos de Lula. O dado significa que, em média, menos de 2,5% da população estava em situação de subalimentação.

Alfabetização

O que Lula disse: que fez um pacto com prefeitos para alfabetização de crianças na idade certa. No primeiro ano do acordo, o nível de alfabetização chegou a 66%.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: é verdadeiro. O compromisso virou lei em novembro de 2025. Em março de 2026, o governo federal anunciou que o Brasil havia superado a meta de 64% de crianças alfabetizadas até o final do segundo ano do ensino fundamental. O porcentual registrado em 2025 foi de 66%. O índice a ser alcançado em 2026 é de 67%.

Evasão escolar

O que Lula disse: que seu governo criou o programa Pé-de-Meia, garantindo uma poupança para o jovem não desistir da escola. O projeto diminuiu a evasão escolar em mais de 60%.

O Estadão Verifica checou e concluiu que: falta contexto. Embora tenha sido implementado como política pública no governo Lula, por meio da Lei nº 14.818, de 16 de janeiro de 2024, o programa Pé-de-Meia teve origem no Congresso Nacional, no PL 54/2021, de autoria de 16 deputados federais. Sobre a evasão escolar, de fato houve queda de 61% no ensino médio público entre 2022 e 2025. Mas o ministério da Educação na época afirmou que isso refletia “uma combinação de políticas públicas direcionadas à aprendizagem, permanência e aprimoramento das condições de oferta da educação básica”.

 

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Aluísio Sousa inicia campanha com forte mobilização na região Tocantina

Ex-prefeito de Açailândia aposta em alianças locais e discurso voltado ao desenvolvimento regional para conquistar vaga na Assembleia Legislativa.

Aluísio na sua habitual visita à Feira Livre de Açailândia....

Na primeira semana oficial de campanha, e esta semana que ora se finda, o ex-prefeito de Açailândia, Aluísio Sousa, deu início à sua caminhada rumo à Assembleia Legislativa do Maranhão com uma agenda intensa de compromissos políticos e comunitários. O candidato tem concentrado esforços na região Tocantina, onde construiu sua base política, mas já sinaliza a intenção de ampliar sua presença em outras áreas do estado.

Entre reuniões com lideranças comunitárias, encontros com representantes do setor produtivo e visitas a bairros e povoados, Sousa reforçou o discurso de que sua candidatura representa “a voz da região Tocantina” no Legislativo estadual. A experiência administrativa como prefeito tem sido destacada como credencial para defender pautas ligadas à infraestrutura, saúde, educação e geração de empregos.

A campanha também tem buscado fortalecer alianças com lideranças locais e regionais, consolidando apoios que podem ser decisivos na disputa. “Nosso compromisso é com o desenvolvimento do Maranhão e com a melhoria da qualidade de vida da população”, afirmou Sousa em um dos eventos realizados em Açailândia.

Analistas políticos avaliam que o ritmo inicial da campanha demonstra capacidade de mobilização e articulação, fatores que podem tornar o candidato competitivo no cenário estadual. O desafio, entretanto, será ampliar sua visibilidade além da região Tocantina, em um pleito marcado por grande número de postulantes.

Com quae duas semanas concluídas, Aluísio Sousa aposta em uma campanha de proximidade, marcada pelo contato direto com a população e pela apresentação de propostas voltadas às necessidades locais. A expectativa é que, nas próximas semanas, o candidato intensifique visitas a outros municípios e detalhe seu plano de atuação para o Maranhão.



É TETRA... É TETRA!!! Duarte Júnior é eleito pela 4ª vez consecutiva o melhor deputado federal do Maranhão


Brasília – O deputado federal Duarte Júnior (Avante) conquistou, pela quarta vez consecutiva, o título de melhor parlamentar do Maranhão no Prêmio Congresso em Foco 2026, uma das mais respeitadas premiações da política brasileira. O reconhecimento reforça sua trajetória de destaque no cenário nacional e consolida sua imagem como um dos principais representantes do estado em Brasília.

Reconhecimento nacional

O Prêmio Congresso em Foco avalia parlamentares com base em critérios como atuação legislativa, produtividade, engajamento em pautas sociais e votação popular e especializada. A vitória de Duarte Júnior reafirma sua liderança e a consistência de seu trabalho ao longo dos últimos anos.

Trajetória e atuação

Doutor em Direito Constitucional e mestre em Políticas Públicas, Duarte iniciou sua carreira como presidente do Procon-Maranhão e dos Procons do Nordeste. Eleito deputado estadual em 2018, chegou à Câmara Federal em 2023 e, desde março de 2025, preside a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

Declaração do parlamentar

Ao celebrar a conquista, Duarte destacou o caráter transformador de seu mandato: “Fui eleito pela 4ª vez consecutiva o melhor Deputado Federal do Maranhão. Que orgulho do nosso trabalho. O reconhecimento reafirma uma certeza que já tenho no coração: o nosso mandato transforma vidas!”, afirmou.

Importância para o Maranhão

A vitória de Duarte Júnior não apenas valoriza sua atuação individual, mas também projeta o Maranhão no cenário político nacional, mostrando que o estado conta com representantes de forte desempenho e reconhecimento público.