segunda-feira, 21 de setembro de 2026

MORADIA FELIZ: programa da Prefeitura de Itinga do Maranhão entra na sua segunda etapa de entregas


Neste sábado, 19 de setembro, aconteceu a entrega das casas da 2ª etapa do Programa Moradia Feliz! 💚

Um momento especial que representa mais dignidade, segurança e a conquista do sonho da casa própria para muitas famílias. 🙌

📅 Sábado, 19 de setembro

⏰ A partir das 8h da manhã

📍 Confira os endereços no flyer.

Prefeitura de Itinga do Maranhão — Lugar de gente feliz! 💚🏡

GIRO DA SEGUNDONA

 

Kylie Cooper/Reuters

Lula vai aos EUA para discurso da ONU com recados sobre soberania e eleições

Carolina Juliano

As principais notícias para começar o dia bem informado:

  • Política: Lula chega a Nova York para discurso na ONU
  • Economia: Metade dos adultos está com conta atrasada
  • Eleições: Debates e pesquisas movimentam a disputa
  • STF: Vídeo mostra Moraes em avião ligado a Vorcaro
  • Alemanha: Extrema direita avança, mas fica fora do governo
  • Brasileirão: Flamengo vence e abre vantagem na liderança

Lula vai a NY e tenta encontro com Trump

84 milhões estão inadimplentes

  • O Brasil chegou a 83,9 milhões de pessoas com dívidas atrasadas há mais de 90 dias, o equivalente a 51% da população adulta, segundo o Serasa. O cartão de crédito concentra a maior parcela das dívidas em aberto, com 27,2%, seguido pelas contas básicas e financeiras. O número de inadimplentes cresceu 38,1% desde 2016, e o volume das dívidas aumentou 54,9%. O avanço do crédito e os juros elevados estão entre os fatores apontados para o cenário, conforme mostra o primeiro episódio de uma série especial do UOL Prime. Leia aqui.

Eleições têm debates e novas pesquisas

  • A disputa eleitoral ganha novos capítulos nesta segunda-feira. Folha e UOL realizam debate com os cinco principais candidatos ao Senado por São Paulo, onde duas vagas estarão em disputa em outubro. E a TV Record promove encontro entre os candidatos ao governo dos estados. A corrida presidencial também terá nova rodada de pesquisa Quaest divulgada hoje. Novo levantamento BTG/Nexus divulgado nesta manhã mostra Lula e Flávio Bolsonaro empatados tecnicamente nos dois turnos. Veja os números.

Reprodução

Vídeo mostra Moraes em avião de Vorcaro

  • Um vídeo obtido pelo Globo e divulgado ontem mostra o ministro Alexandre de Moraes e a mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, desembarcando de um jatinho ligado a Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. As imagens são de agosto de 2025, no Rio de Janeiro. Em abril, o gabinete de Moraes havia afirmado que o ministro jamais viajara em avião de Vorcaro. O ministro reiterou essa versão neste domingo, e o escritório de Viviane Barci afirmou que contratou serviços de táxi aéreo da Prime Aviation, empresa ligada a Vorcaro, mas disse que o empresário nunca esteve nos voos realizados com integrantes do escritório.

AfD avança na Alemanha, mas não chega ao governo

  • A extrema direita avançou nas eleições estaduais na Alemanha, mas não conseguiu chegar ao governo em nenhum dos dois pleitos. Em Berlim, A Esquerda venceu, com 25,7%, à frente da CDU, do primeiro-ministro Friedrich Merz, e a AfD ficou em terceiro, com 16,2%. A legenda deve ter a terceira maior bancada, mas os demais partidos mantêm a política de não formar alianças com a extrema direita. O resultado aumenta a pressão sobre Merz, que classificou as eleições como um "desastre", mas disse que continuará no cargo.

Flamengo abre vantagem na liderança

  • O Flamengo venceu o Bragantino por 2 a 1 ontem, no Maracanã, e abriu três pontos de vantagem na liderança do Brasileirão. Varela e Pedro marcaram para o time carioca, que chegou aos 60 pontos e à 18ª vitória em 28 rodadas. O Palmeiras, que empatou sem gols com o Grêmio no sábado, tem 57 pontos. É a maior vantagem do Flamengo na ponta nesta edição do campeonato. As equipes agora param essa semana para a Data Fifa e voltam a jogar em outubro.

'Tinha 44 cartões de crédito', conta consumidora na série de reportagens 'Brasil Endividado'

 

Arte/UOL


Élida Oliveira

Mona Lisa Santana, 32 anos, comemorou cada novo cartão de crédito como uma pequena conquista pessoal. "A sensação era de vitória, de bem-estar, parecia um video-game."

Com os cartões, vieram os acessos fáceis ao crédito. Limites de R$ 50 mil, R$ 60 mil, R$ 150 mil foram dados sem que os bancos checassem a sua renda, conta. "Era autodeclaratório, eu colocava qualquer valor lá", diz.

"O limite do cartão era como um jogo. Era uma sensação de 'Meu Deus, consegui mais um'", relembra. "Quando chegou um de 150 [mil reais], pensei: 'consigo comprar um apartamento com um cartão de crédito'. Eu me sentia milionária mesmo. Como se o dinheiro fosse meu."

Foi a partir da pandemia, quando a família perdeu renda, que Santana acumulou 44 cartões de crédito de bancos tradicionais, digitais e de lojas, para manter o padrão de vida de todos. Ela relata que conseguia crédito em seu nome, da irmã e da mãe, sem precisar de autorização.

"Eu sabia os dados de cor, colocava meu email e meu telefone nos contatos, elas não faziam ideia." Usava um cartão para cobrir o outro ou pegava um empréstimo para pagar o mínimo da fatura de um dos cartões. Nisso, os juros sobre juros transformaram a dívida dela em um bolo de R$ 1,4 milhão.

A história de Santana tem um enredo que ilustra os dados por trás do endividamento e da inadimplência recordes. A facilidade de acesso ao crédito, especialmente nos anos de pandemia, levou muitos brasileiros a se endividarem quando se viram sem renda em meio à crise econômica e sanitária.

A taxa básica de juros, a Selic, caiu a 2% naquela época. Hoje, está em 13,75%. A inflação oficial do país acumulou uma variação de 43,27% de março de 2020 a julho deste ano, elevando o custo de vida. O empréstimo foi ficando mais caro, corrigido pela taxa básica de juros, e o dinheiro foi perdendo poder de compra.

O caso de Santana não é isolado. Em julho, havia no país 83,9 milhões de pessoas com dívidas atrasadas há mais de 90 dias, o que representa pouco mais da metade (51%) da população adulta. Desde dezembro de 2025, esse número não para de bater recordes.

O problema virou tema central no debate eleitoral e fez com que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) buscasse lançar propostas de última hora para contorná-lo. Para compreender o tamanho da crise, o UOL mergulhou no assunto nas últimas três semanas e, agora, publica a série de reportagens especiais "Brasil Endividado".

sábado, 19 de setembro de 2026

BRANDÃO REÚNE MULTIDÃO NAS RUAS DA GRANDE CAFETEIRA EM IMPERATRIZ

Isso não é voto de cabresto, é reconhecimento pelo trabalho”, afirmam apoiadores de Brandão,


A mobilização na Grande Cafeteira reuniu apoiadores nas ruas de Imperatriz em um ato marcado por bandeiras, animação e manifestações de apoio. Entre os participantes, uma frase resumiu o sentimento do grupo: “Isso não é voto de cabresto, é reconhecimento pelo trabalho.”



1º LUGAR: Duarte Júnior lidera lembrança espontânea em pesquisa do IPPI


O deputado federal Duarte Júnior (AVANTE-MA), que estará hoje em campanha na cidade de Açailândia e região, aparece em primeiro lugar na pesquisa espontânea realizada pelo Instituto IPPI, consolidando-se como o parlamentar mais lembrado pelos eleitores maranhenses. O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MA-09665/2026, entrevistou 1.500 pessoas em 80 municípios do estado.

Segundo os dados, Duarte Júnior recebeu 31 citações, nove a mais que os segundos colocados Mariana Carvalho e Josivaldo JP, ambos com 22 menções. A presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, aparece logo em seguida com 21 lembranças.

A pesquisa foi feita de forma espontânea, ou seja, sem apresentação de lista de nomes aos entrevistados. Esse tipo de levantamento mede o grau de reconhecimento e visibilidade dos políticos junto ao eleitorado, mas não representa diretamente intenção de voto.

Contexto político

Duarte Júnior tem se destacado nacionalmente por sua atuação em defesa dos aposentados e pensionistas, especialmente na CPMI do INSS, onde denunciou fraudes e descontos indevidos. Essa visibilidade pode ter contribuído para o aumento de sua lembrança entre os eleitores.


Temor de extinção humana por IA une Steve Bannon e Bernie Sanders

 

Bernie Sanders (à esquerda) e Steve Bannon (à direita) discursaram no evento "Pro Human Assembly", na capital americana, em setembro.

Bernie Sanders (à esquerda) e Steve Bannon (à direita) discursaram no evento "Pro Human Assembly", na capital americana, em setembro.

Reprodução/DMR News


Fui pega de surpresa quando o ex-conselheiro de Trump, Steve Bannon, me disse, na última terça-feira (15), que não estava acompanhando ao vivo a sessão do STF que podia resultar em uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, por suas supostas relações com o ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro.

Ideólogo do movimento Make America Great Again (MAGA), Bannon não esconde o interesse que tem no Brasil, ainda mais às vésperas da eleição que pode levar de volta ao Palácio do Planalto a família Bolsonaro, com quem ele tem ligações políticas e pessoais.

Em Washington, Bannon foi também um dos patrocinadores do pleito dos bolsonaristas pela sanção Magnitsky sobre Moraes. Quando a medida foi anunciada pelo Tesouro dos EUA, no ano passado, Bannon celebrou me dizendo que aquele era "o martelo que caiu sobre a cabeça de Lúcifer".

Por isso tudo, eu supunha que ele seria mais um dos trumpistas ligados na transmissão da TV Justiça em Washington (havia ao menos meia dúzia deles dentro e fora do governo Trump).

 


Mas o que veio na sequência foi ainda mais surpreendente: "não pude acompanhar, tive que fazer um discurso junto com Bernie Sanders". Sim, Bannon estava em um evento em parceria com o senador socialista de Vermont, ex-pré-candidato presidencial pelo partido Democrata, justamente contra Trump.

A improvável aliança tem um alvo bem claro: a falta de regulação aos avanços da inteligência artificial. Ambos dividiram o púlpito do evento "Pro Human Assembly", na capital americana, e se sucederam em clamar por restrições claras ao desenvolvimento de ferramentas de inteligência artificial antes que elas escapem ao controle humano.

"Quando se está correndo em direção ao precipício, você pisa no freio", disse Sanders. "Este é um momento decisivo na história. Temos de nos erguer acima de diferenças partidárias", afirmou Bannon.

"Quando o futuro da humanidade é o que está em jogo, é preciso regras de segurança internacionais, não padrões de auto regulação da indústria", seguiu Sanders. "O que as empresas de tecnologia estão fazendo agora é criar um cartel de oligarcas e transferir a responsabilidade para o povo americano", concordou Bannon.

Sanders chegou a propor projetos de lei no Congresso dos EUA para criar obstáculos aos avanços tecnológicos, mas Bannon conclamou líderes dos executivos das grandes potências a tomarem ações mais ágeis, via ordens presidenciais, para reduzir os riscos.

O debate se tornou central na agenda internacional desde que o pesquisador de inteligência artificial Jacob Coxon se demitiu da Anthropic, após ter deixado um posto na OpenAI, e veio a público dizer que "nenhuma das empresas está agindo de forma responsável". "Elas estão correndo diretamente em direção a uma superinteligência capaz de se aprimorar sozinha e estão apostando com nossas vidas", denunciou Coxon.

Em vez de desacreditar as palavras do funcionário demissionário, os diretores da Anthropic vieram a público chancelar o diagnóstico dele. "Nós realmente acreditamos que a IA pode matar seres humanos" escreveu, no X, Evan Hubinger, diretor de segurança da empresa, que calculou em "mais de 10%" o risco de a tecnologia provocar a extinção humana na próxima década.

Prestes a conduzir a abertura de capital da Anthropic em bolsa de valores, o CEO Dario Amodei propôs, no sábado passado, que as empresas de inteligência artificial concordem em desacelerar seus modelos coordenadamente. Amodei foi prontamente apoiado por Sam Altman, da Open AI, e Elon Musk, o trilionário dono do X e da Space X - outro alinhamento incomum. A movimentação gerou temor nos investidores e quedas na bolsa.

E provocou mais uma rara concordância, mas no sentido oposto.

Os governos dos EUA e da China disseram publicamente que não pretendem coibir o desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial. Trump chamou o risco apontado pelos especialistas de uma "farsa" e disse que uma desaceleração poderia retirar dos EUA a dianteira que o republicano vê seu país ter no assunto. Já o governo de Xi Jinping acusou os tecnocratas americanos de recorrer a práticas de competição da Guerra Fria. "O alarmismo, o confronto e a competição maliciosa apenas prejudicarão o processo de governança global da IA e não servirão aos interesses de ninguém", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun.

Xi Jinping e Trump se encontrarão pessoalmente na semana que vem, quando o líder chinês virá a Washington para uma visita. As regulações da inteligência artificial deverão ser um dos temas das conversas entre os líderes, que parecem raramente dispostos a concordar em ignorar o levante de cada vez mais altas - e mais divergentes - vozes da sociedade.

No Brasil, porém, o debate ainda mal começou. A campanha eleitoral poderia ser um momento propício para a conversa sobre como o país pretende se colocar, mas a agenda doméstica parece capturada demais pela crise do STF, na qual Bannon não conseguiu sequer prestar atenção.

Lula aposta no fim das bets; clubes veem o fim do futebol brasileiro

 

Pedro Affonso/Folhapress


Asdrúbal Figueiró

A restrição, e talvez proibição total, das bets e apostas online no Brasil é uma das jogadas de Lula para tentar garantir a sua eleição na reta final da campanha.

A avaliação é dos colunistas do UOL Rodrigo Mattos, José Roberto de Toledo e Thais Bilenky.

"Ele quer dizer: 'eu sou o cara que vai acabar com o jogo no Brasil e, se não acabar, é porque o Congresso não deixou e quem não deixou vão ser os bolsonaristas do PL ou os aliados dele'", diz Toledo.

No começo da semana, Lula chamou as bets de "uma doença" e prometeu que o governo anunciaria "decisões" sobre o assunto em breve, o UOL apurou que o governo prepara uma MP (medida provisória) para proibir jogos online e restringir apostas esportivas.

Ontem, alguns dos maiores clubes do Brasil brasileiro afirmaram, em nota publicada em seus sites, que proibir as apostas online representaria "o fim do futebol brasileiro". O patrocínio de bets é uma das principais fontes de renda do setor.

O texto foi publicado nas redes sociais de Flamengo, Palmeiras, Corinthians, Santos, Botafogo, Fluminense, Vasco da Gama e Grêmio, entre outras equipes, além das federações regionais de São Paulo e Rio de Janeiro.

Paulo Vinicius Coelho diz que a manifestação dos clubes é equivocada.

"Alguém dirá desonesta, outros dirão hipócrita; outros, péssima, ora com hipérboles, ora eufemismos. A tentação é analisar o erro de quem escreveu, mas a necessidade é entender e solucionar o problema."

PVC, porém, defende que as mudanças sejam feitas com prazo.

Para Juca Kfouri, dizer que o fim do patrocínio das bets será o fim do futebol é "apenas patético, ridículo, hipócrita, cínico e risível."

"Ninguém sabia que o futebol brasileiro nasceu em 2019, quando o Fortaleza foi o primeiro a ter a publicidade da NetBet em sua camisa."

Alicia Klein vai na mesma linha e classifica o argumento dos clubes de ideia estúpida.

"A ideia de que a modalidade sustentada por dezenas de milhões de torcedores falecerá com o fim de uma categoria de patrocínio tem tanto lastro na realidade quanto a ideia de que a Fórmula 1 acabaria sem a propaganda de cigarros."

Milly Lacombe diz que os clubes sentaram-se para redigir uma carta que entrará para a história como uma peça de infâmia.

Para a colunista, ao dizer que quem pagará a conta do fim do patrocínio das bets é o torcedor, os clubes demonstram apenas sua ganância.

"Eles e elas foram retirados e retiradas dos estádios, precisam pagar para ver qualquer jogo pela TV, precisam virar 'sócios' e 'sócias' para merecerem respeito. Essa conta já está com a torcida."

Mauro Cezar Pereira, por outro lado, diz que a nota dos clubes reflete "o óbvio que Brasília finge não ouvir: as apostas de quota fixa viraram uma das principais fontes comerciais do futebol."

Na opinião de Mauro Cezar, a proibição das bets vai favorecer os sites ilegais, que não recolhem tributos e não estão sujeitos a nenhum tipo de regulamentação.

"Ferramentas de tráfego usadas pelo setor apontam que cerca de 50% do acesso brasileiro já vai para casas sem autorização."

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

RECADO DE DUARTE JR: Seu voto não tem preço. Tem valor.


Eu não quero o seu voto por dinheiro, favor ou promessa. Quero pela confiança no trabalho que venho fazendo em Brasília e pela coragem de continuar defendendo aquilo em que acredito.

Combater a corrupção também começa nas nossas escolhas. Na política que queremos construir e no exemplo que cada um de nós decide dar.

Por isso, pra você que quer vender o seu voto, eu digo com toda clareza: eu não quero comprar.

Quero conquistar. Com trabalho, resultado e respeito.

#Duarte7070 #BoraResolver https://t.me/ChamaoDuarte/2776

É NESTE SÁBADO, DIA 19, DUARTE JÚNIOR EM AÇAILÂNDIA

 DUARTE JR CONVIDA A POPULAÇÃO PARA ESTE GRANDE ENCONTRO!!!



VT de Açailândia realiza audiência e concilia pagamento de R$ 600 mil à família de trabalhador morto em acidente

 A audiência foi conduzida pela juíza substituta, no exercício da titularidade da VT, Márcia de Nardin.


VT de Açailândia realiza audiência e concilia pagamento de R$ 600 mil à família de trabalhador morto em acidente Foto mostra a fachada da sede da VT de Açailândia

A Vara do Trabalho de Açailândia realizou, no dia 15 de setembro, audiência que resultou em uma conciliação para o pagamento no valor de R$ 600 mil à viúva e aos seis filhos menores de um trabalhador da empresa Cimento Verde do Brasil S.A., que faleceu em decorrência de acidente de trabalho.

A audiência foi conduzida pela juíza substituta, no exercício da titularidade da VT, Márcia de Nardin, que suspendeu a instrução processual e reforçou a proposta de conciliação, considerando que a empresa está encerrando as atividades e a situação da família é grave, pois ficou aos cuidados da viúva, não possuindo imóvel próprio, após a morte de seu marido.

Diante das circunstâncias do caso, a empresa concordou em realizar o pagamento da quantia líquida de R$ 600 mil à vista, considerando a conciliação feita pelo Juízo na presença do MPT, o que a permitiu o pagamento da indenização destinada à viúva e aos filhos, de forma a atender às necessidades da família.

O Ministério Público do Trabalho do Maranhão (MPT-MA) participou da sessão, representado pela procuradora do Trabalho Renata Soraya Dantas Ocea. Durante a audiência, o MPT-MA concordou com o pedido de que parte do valor da causa, seja liberado à viúva para a aquisição de uma casa, considerando a necessidade de assegurar moradia para ela e aos filhos, com a comprovação em 180 dias.

A condução da audiência pela magistrada levou em conta as particularidades apresentadas no processo, especialmente a situação da família após a morte do trabalhador e o encerramento das atividades da empresa. Com a intervenção conciliatória e a concordância da empresa com o pagamento à vista, foi possível chegar a uma solução consensual e rápida para a ação trabalhista.

O resultado demonstra a importância da atuação da Justiça do Trabalho na busca por uma prestação jurisdicional célere e efetiva, como instrumento para solucionar conflitos e garantir uma solução aos seus destinatários.