A Agência Nacional de Vigilância Sanitária está tratando essas mortes como casos suspeitos de complicações diversas de saúde associadas ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil nos últimos sete anos. Os registros levantados a pedido da Agência Pública datam de dezembro de 2018 a dezembro de 2025 e não incluem ocorrências deste ano. Nesse período, os dados da Anvisa mostram ainda um total de 2.436 notificações de eventos adversos relacionados ao uso da medicação, que vão de náuseas e diarreia até "experiências de morte iminente". As notificações envolvem quatro substâncias: a semaglutida (vendida sob os nomes comerciais Ozempic e Wegovy), a liraglutida (que já possui versões similares de vários laboratórios), a dulaglutida e tirzepatida (ainda vendidas exclusivamente sob o nome comercial Mounjaro). Saiba mais.

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