Sob o pano de fundo da guerra no Oriente Médio e das repercussões do escândalo do Banco Master, as pesquisas recentes mostram que as eleições devem mesmo ser um Fla-Flu entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Diante desse quadro, Marcos Augusto Gonçalves, colunista da Folha de S.Paulo, analisa que a tentativa de colar uma imagem "moderada" no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro —preso por tentativa frustrada de golpe de Estado— é "conversa para boi dormir". Para Gonçalves, essa imagem de moderação é um estratagema da direita liberal que dá mais valor à gestão privatista da economia do que dá à democracia. Porém, acrescenta o colunista, o filho de Jair tem questões pregressas que serão alvo de cobrança na campanha eleitoral —que ainda não começou. E Adriana Fernandes, também da Folha, afirma que o endividamento das famílias se tornou o maior risco eleitoral para a reeleição de Lula. O diagnóstico do governo é que as conquistas mais importantes na área econômica, como a inflação em queda, o crescimento econômico e a queda recorde no desemprego, não estão sendo percebidas pelo povão. Marcos Augusto Gonçalves: Flávio Bolsonaro moderado é conversa mole para boi dormir Adriana Fernandes: Endividamento das famílias virou risco eleitoral Letícia Casado: PL define grupo de Michelle Bolsonaro no palanque do DF Leonardo Sakamoto: Cláudio Castro renunciou para tentar continuar mandando no Rio |
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