sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Moradores de Piquiá de Baixo realizam formação de lideranças comunitárias


No mês de agosto, moradores do bairro Piquiá de Baixo, Açailândia (MA), realizaram uma formação de lideranças comunitárias, com o tema “Organização Comunitária e Autogestão”. O encontro contou com a participação de 40 moradores, que se reuniram na sede do Clube de Mães, localizado na comunidade.

A formação tem como objetivo articular um grupo de moradores que possam acompanhar o desenvolvimento do projeto de reassentamento do bairro e ser referências dentro da comunidade para esclarecer dúvidas e mobilizar a população para contribuir com o esse processo.
A atividade teve início em 2015 e retornou este ano com o fomento do Fundo CASA. A formação é desenvolvida como um curso, compreendendo 4 h cada encontro, com a participação de líderes comunitários, por meio de aula expositiva, atividades em grupo, além de participação de debates e espaços dinâmicos de exposição de temas como organização Comunitária, Autogestão e Mobilização Comunitária.

Essa formação faz parte do projeto Piquiá de Baixo Sustentável e é financiado pela Fundo Socioambiental Caixa, que repassa dinheiro para Fundo CASA, que por sua vez investe no campo pedagógico de formação comunitária, do qual o projeto de Piquiá de Baixo se encaixa. O objetivo é atender a comunidade possibilitando formação, informação e orientação no que se refere ao processo de reassentamento.

O próximo encontro de lideranças comunitárias está previsto para outubro. A ideia é que essa formação continue acontecendo durante todo o processo de reassentamento, sempre acrescentando pessoas novas, estimulando o surgimento de novas lideranças dentro bairro.
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Por: Mikaell Carvalho

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Campanha Wilton Lima 15.678 continua a todo vapor no final de semana


Família Tradicional do Senhor Jardilino e Dona Doracy reunidos com amigos para recepcionar o candidato Wilton Lima...

Com propostas firmes de RENOVAÇÃO o candidato a vereador Wilton Lima 15.678 continua sua campanha “Pé No Chão”, visitando residências e realizando de 04 a 05 reuniões por dia. Neste final de semana a rotina de reuniões foi intensa e a tônica da campanha, o que mais uma vez leva toda a sua equipe a crer em um resultado bastante positivo, ou seja, uma vitória no dia 02 de outubro.


Vejam alguns flagrantes do sábado e domingo logo abaixo:






quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Colinhas e material de campanha nas proximidades das sessões eleitorais na véspera da eleição pode dá cassação de candidato eleito.

Ainda que feito na véspera da eleição, o derrame (ou a sua concordância) de material de propaganda no local de votação ou em áreas próximas se caracterizará como propaganda irregular.


A legislação sobre propaganda eleitoral nas Eleições Municipais de 2016 contém uma série de restrições para as quais os candidatos a prefeito, vice-prefeito ou vereador, partidos e coligações devem ficar atentos. A propaganda eleitoral está liberada a partir do dia 16 de agosto e termina no dia 1º de outubro, na véspera da eleição, em primeiro turno. As regras estão na Resolução TSE nº 23.457/2015, que trata da propaganda eleitoral, do horário gratuito no rádio e na TV e das condutas ilícitas na campanha de 2016. As punições para quem descumprir as proibições impostas vão de multa até mesmo detenção. Aos candidatos pode caracterizar propaganda vedada, que vai desde o pagamento de multa, até a cassação do mandato, caso seja eleitor.

Folhetos, adesivos e derrame de propaganda 

Não é necessária licença municipal e de autorização da Justiça Eleitoral para veicular propaganda eleitoral por meio de folhetos, adesivos, volantes e outros impressos. Esses devem ser editados sob a responsabilidade do partido, da coligação ou do candidato. É facultada a impressão em braille de seus conteúdos.
  
Todo material impresso de campanha terá que trazer o CNPJ ou o CPF do responsável pela confecção, bem como de quem a contratou, e a respectiva tiragem. O infrator que descumprir essa regra responderá pelo uso de propaganda vedada e, se for o caso, por abuso de poder.

Ainda que feito na véspera da eleição, o derrame (ou a sua concordância) de material de propaganda no local de votação ou em áreas próximas se caracterizará como propaganda irregular. 


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Wilton Lima intensifica sua campanha “Pé no Chão” pelas ruas da cidade de Açailândia





Faltando pouco mais de 15 dias para a realização das eleições municipais, em que o voto do eleitor decidirá quem governará a cidade de Açailândia pelos próximos 04 anos e quem serão os 17 vereadores que representarão a população na câmara municipal, o candidato a vereador Wilton Lima intensifica sua campanha “Pé no Chão”, olhando no olho do eleitor, levando suas propostas inovadoras, recebendo abraços, palavras de incentivos e principalmente, recebendo a certeza de que o recado que está sendo levado à população garantirá a vitória no dia 02 de outubro.
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“A cada abraço, a cada aperto de mão, palavras de incentivos e apoios, ideias que nos faz acreditar cada vez mais em um mandato participativo é o me faz acreditar que é chegado o momento de ocuparmos uma das 17 cadeiras do legislativo municipal”, diz com emoção o candidato Wilton Lima.

Wilton Lima é morador de Açailândia há mais 22 anos, servidor público concursado há 15, possui duas formações acadêmicas, uma em administração de empresas e outra em administração pública pela Universidade Estadual do Maranhão. Ele é ainda Pós-Graduado em Gestão Pública também pela UEMA e Pós-Graduando em Assessoria de Comunicação Empresaria e Institucional pela Universidade Federal do Maranhão. Wilton Lima também possui cursos técnicos em Licitação e Contratos Administrativos, bem como o curso de Formação de Pregoeiro, pelo Instituto Certame.

Wilton Lima tem também como profissão a Comunicação, já foi diretor executivo de emissoras como a TV Difusora e Rádio Clube FM, também é locutor e apresentador de televisão, mas tem como VOCAÇÃO a Política, por isso coloca neste ano, mais uma vez, o seu nome para julgamento da população de Açailândia.



Assessoria.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Câmara dos Deputados cassa mandato de Eduardo Cunha

A Câmara dos Deputados decidiu nesta segunda-feira (12) cassar o mandato do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de ter mentido ao afirmar que não possuía contas no exterior em depoimento na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras no ano passado. Assim, Cunha perde o mandato e fica inelegível por oito anos devido à Lei da Ficha Limpa.
A cassação foi aprovada por 450 votos a favor, 10 contra e 9 abstenções; 470 deputados participaram da sessão, incluindo o presidente da Casa, que só votaria se houvesse empate. Ao deixar o plenário após a votação, Cunha ouviu gritos de "adeus, Cunha" e "fora".

Em seu discurso no plenário antes da votação, Cunha negou ter mentido à CPI e relacionou sua cassação ao processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Pedro Ladeira/Folhapress
Cunha acompanha painel de votação durante sessão que cassou seu mandato

"Eu estou pagando o preço de ter meu mandato cassado por ter dado continuidade ao processo de impeachment. É o preço que estou pagando para Brasil ter ficado livre do PT", afirmou o peemedebista. "O que quer o PT é um troféu para poder dizer que é golpe", disse Cunha. "Alguém tem dúvida que se não fosse minha atuação, teria processo de impeachment?", perguntou retoricamente o deputado.
 
Durante sua fala, deputados petistas gritavam "golpista". Faixas e cartazes com os dizeres "fora, Cunha" e um boneco que representava Cunha com roupas de presidiário podiam ser vistos no plenário. No ano passado, Cunha foi o responsável por aceitar o pedido de impeachment de Dilma, que acabou deixando a Presidência em definitivo no último dia 31.
Após o resultado, Cunha deu uma entrevista em que criticou o governo Temer por ter apoiado a eleição de Maia à presidência da Câmara. "O governo é culpado quando fez o patrocínio [da candidatura de Rodrigo Maia], porque quem elegeu o presidente [da Câmara] foi o governo. Quem derrotou o candidato Rogério Rosso foi o governo", declarou. Ele afirmou ainda que escreverá um livro contando os bastidores do impeachment.
O agora ex-deputado disse que, mesmo depois de cassado, não irá aderir às delações premiadas da Operação Lava Jato. Ele é réu em dois processos que apuram sua participação no esquema de cobrança de propina em obras de empresas estatais. "Só faz delação quem é criminoso. Eu não sou criminoso, não tenho que fazer delação", afirmou.

Tentativa de suspensão

  • A sessão desta segunda começou às 20h23, após ter sido suspensa pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que justificou que ainda não havia 400 deputados presentes.
    Após os discursos na tribuna, aliados de Cunha ainda tentaram adiar novamente a votação. Maia rejeitou recurso de Carlos Marun (PMDB-MS), um dos mais fiéis aliados do deputado afastado.
    Pedro Ladeira/Folhapress
    Durante a maior parte da sessão, Cunha ficou isolado e falou com poucos deputados
     
    Eduardo Cunha permaneceu boa parte da sessão de cassação sozinho no plenário, checando mensagens no celular e sem conversar com outros deputados. Marun e Rogério Rosso (PSD-DF) foram alguns dos deputados que o cumprimentaram.
     
    Pedro Ladeira/Folhapress
    Parlamentares favoráveis à cassação levaram um boneco simbolizando a figura de Cunha com roupa de presidiário

    Processo durou mais de 11 meses

    O processo contra o deputado durou onze meses e é o caso mais demorado que já passou pelo Conselho de Ética. A representação foi apresentada por PSOL e Rede em 13 de outubro. 
    Cunha já estava afastado do mandato desde maio, por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) com base em pedido da PGR (Procuradoria Geral da República), que acusava o deputado de usar o cargo para interferir nas investigações contra ele.
    Em julho, o deputado renunciou à presidência da Câmara, fato que precipitou a eleição de Rodrigo Maria (DEM-RJ) ao posto.
    A perda do mandato retira de Cunha o direito ao foro privilegiado de ser julgado apenas pelo STF. O deputado é réu em duas ações, alvo de uma terceira denúncia e investigado em outros seis inquéritos que tiveram origem nas apurações da Operação Lava Jato.
    No entanto, a decisão de remeter os processos contra Cunha ao juiz Sergio Moro, responsável pela Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba, não é automática e cabe ao Supremo avaliar cada caso de forma individual. Há a tendência no tribunal de manter no STF processos que estão perto de ir a julgamento.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

BREJÃO: Zé Doia recebe a adesão do grupo liderado pelo ex-candidato Franciscano

A campanha eleitoral em São Francisco do Brejão, cidade localizada a 70 quilômetros de Imperatriz e a 40 quilômetros de Açailândia, teve uma “reviravolta” inimaginável nesta última semana.

Após o indeferimento das candidaturas de Franciscano e Chico Pernambuco, candidatos a prefeito e vice, pelo PMDB, uma grande interrogação foi emplacada na cabeça dos brejãoenses: como ficará a recomposição das forças políticas no município?
A resposta veio na madrugada de quinta para sexta-feira (09): todos os 14 candidatos a vereadores que acompanhavam Franciscano, e a esmagadora maioria dos apoiadores destes, decidiram apoiar a candidatura do atual prefeito e candidato a reeleição, José Osvaldo Farias, o Zé Doia (PRB), e que tem como vice, o jovem médico veterinário Saullo Milhomem (PDT).

A celebração, o ato oficial e público, desta união se deu por volta das 18 horas e trinta minutos desta sexta-feira (09). Os peemedebistas saíram do comitê do 15 rumo ao cruzamento da Av. Castelo Branco com a Rua Maranhão. De igual modo, os cabos eleitorais, candidatos e apoiadores de Zé Doia partiram do comitê do 10 sentido ao mesmo endereço (Castelo Branco com Maranhão).

Quando o relógio marcava 18h30, talvez alguns minutos a mais, como que nos filmes de cruzadas medievais, com roteiro e produção hollywoodianas, o povo do 15 e o povo do 10 marcharam, melhor, correram uns para os outros, e aos gritos, aplausos, buzinaços, e sob estalos de foguetes, esses dois povos se tornaram um só, e o povo do centro da cidade viu a maior passeata – com pessoas à pé – já realizada no Brejão.

A multidão seguiu a pé até o palanque, que já estava instalado no Bairro Novo Horizonte, bairro criado por Franciscano – quando prefeito -, para ouvir as propostas dos candidatos a vereadores, vice, prefeito e lideranças regionais, como os deputados (estadual) Antonio Pereira (DEM) e (federal) Weverton Rocha (PDT), além do secretário estadual de Agricultura e Pesca, Márcio Honaise.

Com essa adesão, o grupo liderado pelo prefeito e candidato à reeleição Zé Doia passa a contar com 27 candidatos a vereadores, uma enorme legião de apoiadores, e simpatia da maioria do eleitorado brejãoense.


Se já era favorável, agora a coligação “Juntos para fazer muito mais” caminha com passos muito mais firmes rumo à vitória no próximo dia 02 de outubro. Dia em que Ze Doia e Saullo Milhomem devem ser eleitos prefeito e vice, respectivamente, além de eleger a maioria de vereadores.

COLUNA DO SARNEY: Tenha cuidado com o cartaz


Estamos tendo uma eleição sob a regulamentação de uma nova lei. Esta lei bastante discutida teve - e agora tem - o objetivo de conter o poder econômico nas eleições, proibindo a doação de empresas privadas, limitando o tempo de campanha a 45 dias, encurtando prazos para as muitas exigências legais, registro, campanha, julgamento de recursos, tudo para diminuir gastos eleitorais. Vamos ver se as coisas vão acontecer conforme o objetivo dos legisladores. A notícia é que estamos tendo uma campanha fria, sem a paixão de outros pleitos.
A verdade é que, na história do Brasil, sempre foi uma constante a busca de reformar as leis eleitorais para acabar com as mazelas que cada eleição apontava. Já atravessamos o tempo do combate às fraudes, do bico de pena, da eleição a cacete - como era no Império, criando um paladino de reformas, encarnado no conselheiro Saraiva, tido como entendido em matéria eleitoral. Em 1881 tivemos então a Lei Saraiva, que era esperada há muitos anos pela classe política. Não foi um sucesso e muitos furos deixaram margem a fraudes. O desembargador Trayahu Moreira, que era do Brejo, contava que sua cidade fora citada na Câmara dos Comuns da Inglaterra como exemplo de que as eleições diretas eram vulneráveis, e tinham burlado a Lei Saraiva, que implantava esse sistema.
Eu mesmo, na minha longa vida política, assisti à votação de dezenas de leis eleitorais - e nenhuma funcionou. Dessas a grande batalha foi pela cédula oficial, substituindo as cédulas particulares distribuídas pelos partidos. Com a minha experiência, quando presidente da República chamei o ministro Néri da Silveira ao Palácio do Planalto e propus a informatização das eleições, começando pelo título eleitoral, trilhando assim o longo caminho da urna eletrônica, que possibilitou eleições legítimas, sem fraudes e de apuração rápida. Hoje somos exemplo para o mundo. Ele veio ao Maranhão e no TRE entregou-me o primeiro título eleitoral emitido por esse sistema.
Agora é a vez de baratear eleições e evitar abuso do poder econômico. Resta conter a influência e os gastos dos governos com seus candidatos.
Tenho recebido queixas de que até mandar fazer cartazes tem sido difícil, com os pequenos tetos para os gastos nesta eleição. Ora, o cartaz era o instrumento mais visível das eleições: colar cartazes, rasgar cartazes era uma saga que ensejava brigas imensas entre candidatos e partidos. Eu tive um grande amigo e chefe político de Araioses, junto com Leônidas Quaresma, Sebastião Furtado, que desvendava nos cartazes com a cara dos candidatos suas possiblidades eleitorais. Assim, uma vez, levei os cartazes do brigadeiro Cunha Machado, nosso candidato a governador. Fiz uma grande apologia de suas qualidades e das possibilidades de nossa vitória, pedindo seu engajamento na campanha. Ele me disse: “Deixe eu ver o cartaz dele.” Eu mostrei. Sebastião olhou aquele cartaz bonito e disse-me: “Olhe, deputado Sarney, com essa cara não ganha não. Tem os olhos com jeito de ervado (!).” Eu respondi: “Não, Sebastião, olhe bem que a vitória está em seu rosto.” Ele me disse: “Deputado, com minha longa vida política eu conheço candidato que ganha pelo cartaz.” Eu não esqueci e sempre tomei cuidado com meus cartazes!
Bem, com as eleições está vindo a festa do nosso padroeiro, São José de Ribamar: que ele proteja nosso Maranhão e evite essa tragédia que também leio: temos 22 assassinatos por semana. Homicídios brutais.
Valei-me mãe das almas!, como as rezadeiras cantam nas incelências de defuntos do interior.
José Sarney

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

DEU NA FOLHA DE CUXÁ: Wilton Lima faz campanha "Corpo a Corpo" em diversos pontos da cidade.







O Candidato a Vereador Wilton Lima (PMDB), tem apostado no corpo a corpo pelas ruas para conquistar a confiança e apoio dos moradores. Nos últimos dias, o candidato ao legislativo municipal percorreu vários bairros e mobilizou diversas famílias.

Hoje, sexta-feira, 09 de Setembro/2016 Wilton Lima fez a divulgação da sua campanha nos estabelecimentos comerciais, no Centro de Açailândia.

Wilton Lima tem priorizado as áreas essenciais como; Valorização da Mulher, Educação e Saúde, propondo medidas viáveis a serem adotadas. “Nós até fazemos propostas, mas nada de mirabolante”, exemplificou o candidato a vereador.

O candidato segue conversando com os moradores de Açailândia e fazendo corpo a corpo pelos bairros da cidade. A maratona de conversas segue até o dia das eleições.


JOSINALDO SMILLE

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

DEU NO BLOG ANTONIO MARCOS: “Não posso ir contra a vontade do povo”, diz Wilton Lima ao voltar para o lado de Juscelino

Wilton e Juscelino
Nesta terça-feira (06) foi oficializada a adesão do comunicador e candidato a vereador Wilton Lima (PMDB) ao grupo liderado pelo prefeito e candidato a reeleição, Juscelino Oliveira (PCdoB).
Ao deixar o candidato a prefeito Benjamim de Oliveira (PSDB), Wilton Lima fez algo que consideramos inusitado nos dias atuais. Ele e seus apoiadores fizeram a ‘devolução de todo investimento que Benjamim de Oliveira havia feito em sua campanha’.
Questionado sobre a decisão, o candidato disse que a muito tempo vem tralhando para  conseguir um mandato popular, portanto não poderia de forma nenhuma ir contra a vontade do povo. “Meus eleitores, quase na sua totalidade votam em Juscelino e Aluísio, por acreditar que é o melhor pra nossa cidade”. 
Em nota encaminhada ao Blog do Antonio Marcos, Wilton Lima explica o porquê da decisão.
Veja a integra da nota:
Estamos vivendo uma campanha eleitoral totalmente atípica, onde as decisões estratégicas é que definirá quem sairá vitorioso. A minha decisão de acompanhar Juscelino e Aluísio é também uma decisão estratégica que vem ao encontro do meu pensamento sobre política, mas o que mais pesou nessa decisão foi a base sólida de minha campanha, a família.
As pessoas que estão comigo nessa luta, incluindo a família da minha esposa Fabiana, reconheceram o trabalho que Juscelino está fazendo em Açailândia e resolveram segui-lo, então eu estava na contramão do pensamento dos meus amigos, por isso resolvi mudar e seguir o caminho que a grande maioria da população escolheu para essa eleição, ou seja, votar em Juscelino e Aluísio para prefeito de Açailândia.
A minha mudança aconteceu de forma bastante natural e honesta, sem nenhuma frustração pessoal ou de cunho eleitoral, conversando com as pessoas envolvidas e com o partido que me acolheu, mas que decidiu seguir outro caminho. Inclusive, só tomei essa decisão depois que consultando a minha família e meus apoiadores, resolvemos devolver cada centavo investido no meu nome durante esse período de campanha.
Wilton Lima
(candidato a vereador)

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Justiça Federal suspende multa por faróis desligados em rodovias


faróis apagadosA Justiça Federal em Brasília suspendeu a cobrança de multa para motoristas que andarem nas rodovias de todo o país com farol desligado. A sentença é provisória e determina que a punição só pode ser aplicada quando as estradas tiverem sido sinalizadas. A decisão começa a valer quando a União for notificada – não existe um prazo exato para que isso aconteça.
A sentença não altera as multas que já foram aplicadas até o momento. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informou que não tinha sido notificado da mudança até as 17h de ontem. Um possível recurso só será analisado quando o órgão tiver acesso à decisão.
A lei federal entrou em vigor em 8 de julho e determina que o farol baixo seja usado em todas as rodovias, mesmo durante o dia. O descumprimento é considerado infração média, com 4 pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 85,13. Em novembro, o valor deve subir para para R$ 130,16.
No primeiro mês de validade da regra, entre 8 de julho e 8 de agosto, a Polícia Rodoviária Federal registrou 124.180 infrações nas rodovias federais. Nas estradas estaduais de São Paulo, outras 17.165 multas foram aplicadas. No Distrito Federal, as multassuperaram em 35% o número de autuações por estacionamento irregular.
Em São Luís o trânsito se transformou num caos em algumas das principais avenidas, após um impasse entre o Governo do Estado e a Prefeitura de São Luís. A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) havia retirado agentes de trãnsito de alguns pontos de fiscalização, uma vez que o Plano Rodoviário do Maranhão estabelecia como rodovias, trechos das avenidas Jerônimo de Albuquerque, Gujajaras e Holandeses.
O Governo precisou recuar e revogar os pontos do Plano Rodoviário, para que as avenidas pudessem voltar a ser fiscalizadas por agentes da SMTT.
Lula Fylho, secretário municipal de Governo, informou que a lei que estabelecia vias da capital como MAs seria revogada para a municipalização dos trechos.