quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
Consumo exagerado de comidas e bebidas no fim de ano trazem danos à saúde
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Pesquisa EPO mostra Braide liderando para o governo; Orleans, Lahesio e Camarão aparecem em seguida
O mais recente levantamento do Instituto EPO – Estratégia Pesquisas de Opinião, divulgado nesta segunda-feira(29), trouxe um panorama atualizado sobre as intenções de voto para o governo do Maranhão nas eleições estaduais de 2026. A pesquisa ouviu 16.768 eleitores em 199 das 217 cidades do estado, entre os dias 17 e 29 de dezembro, com margem de erro de 0,8 ponto percentual e nível de confiança de 95%.
No cenário estimulado, quando os nomes dos possíveis candidatos são apresentados aos entrevistados, Eduardo Braide aparece com 34% das intenções de voto, consolidando-se como o principal nome até o momento.
Na sequência, surge Orleans Brandão (MDB), atual secretário de Assuntos Municipalistas, com 19,1%, seguido por Lahésio Bonfim (Novo), que registra 15,2%. O vice-governador Felipe Camarão (PT) aparece com 12,7%, enquanto Enilton Rodrigues (PSOL) pontua 0,7%.
Além disso, a pesquisa aponta que 11,1% dos eleitores ainda estão indecisos, e 7,2% afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados, o que demonstra que o cenário ainda está aberto.
O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 29 de dezembro, ouvindo 16.768 eleitores em 199 municípios, o que representa praticamente todo o território maranhense. A margem de erro é de 0,8 ponto percentual, com 95% de nível de confiança, tornando o estudo um dos mais amplos já feitos sobre o cenário eleitoral estadual.
Senado
Para o Senado Federal, o governador Carlos Brandão lidera com com 24,2%. O ex-senador Roberto Rocha (sem partido), ficou em segundo lugar com 15,3%. O ministro do Esporte, André Fufuca (PP), ocupa a terceira posição, com 10%. A senadora Eliziane Gama (PSD) vem em seguida, com 9,8%. O senador Weverton Rocha (PDT) pontua com 9,6% e o médico Hilton Gonçalo (Mobiliza), ex-prefeito de Santa Rita, tem 3,4%.
O EPO realizou 16.768 entrevistas com eleitores de todas as regiões do Maranhão a partir dos 16 anos, entre os dias 17 e 29 de dezembro. A margem de erro da pesquisa é de 0,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Do patrão ao crush, veja como escolher o vinho certo para presentear no final do ano
Com o final do ano, chega a sequência de confraternizações, reencontros com a turma de amigos, família e os inevitáveis amigos secretos. Com tantos compromissos na agenda, sempre surge a dúvida: o que levar de presente nessas datas especiais? Entre tantas possibilidades, há um clássico que nunca perde a pose: uma garrafa de vinho, presente que une elegância e sofisticação na medida certa.
No Maranhão, uma das vitrines mais completas para quem aprecia esse universo é o Spazio Mateus, que hoje reúne a maior diversidade de rótulos do estado. “Nós trabalhamos para ter um portfólio realmente diverso, capaz de atender desde quem está dando os primeiros passos no mundo do vinho até quem já conhece os rótulos e busca algo mais sofisticado”, explica a sommelier Raquel Aciole, gerente comercial do Spazio.
A seguir, a sommelier dá dicas de como escolher o rótulo mais adequado de acordo com a ocasião e a pessoa a ser presenteada. Confira abaixo:
- Para o chefe
Se a intenção é presentear o chefe, Raquel indica seguir por um caminho seguro, mas nem por isso isento de personalidade: os tintos portugueses. “Um bom Douro ou um Alentejo são vinhos que têm presença, estrutura e elegância, mas sem exagero. É um presente que transmite respeito e bom gosto e, por isso, funciona perfeitamente em uma relação mais formal”, destaca. São vinhos tradicionais e refinados, que transmitem classe e que, por isso, combinam com o ambiente corporativo e os ciclos profissionais.
- Para familiares queridos
Quando o presente é para um familiar querido, a gerente sugere tintos mais afetivos e versáteis, como os chilenos e argentinos. “Um Malbec ou um Carménère agrada a vários paladares e, ainda por cima, vai combinar muito bem com os pratos da ceia. São vinhos acolhedores, que têm a ver com família e momentos de mesa cheia”, afirma Raquel. A especialista avalia que eles dão ideia de aconchego e proximidade, e convidam a abraços demorados e conversas longas, típicas das confraternizações em família.
- Para os amigos
Para aquele amigo que acompanhou você durante todo o ano esteve sempre pronto para brindar, a alternativa é algo mais leve e descontraído. “Um rosé provençal ou um Sauvignon Blanc traz frescor e leveza. São vinhos perfeitos para celebrar a amizade e combinam com o clima quente do nosso estado”, sugere Raquel. A ideia de presentear com esses rótulos é remeter a momentos de alegria e risadas entre amigos.
- Para aquela pessoa especial
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
Moraes manda prender dez pela trama golpista após Silvinei tentar fugir
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sábado, 27 de dezembro de 2025
Eleições 2026: Lula já mira na Tarifa Zero; e o dilema dos Bolsonaros
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
Bolsonaro faz direita entrar em 26 sem candidato definido; Lula mela 3ª via
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
Um sentido para a vida em tempos de esgotamento
Arival Dias Casimiro*
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Vivemos uma crise silenciosa, mas profunda: a perda de sentido da vida. Ela não se manifesta apenas em grandes rupturas existenciais, mas no cotidiano, na forma como trabalhamos, nos relacionamos e lidamos com nós mesmos. A vida tem sido exercitada de maneira superficial, fragmentada e, muitas vezes, sem prazer. Um dos sinais mais evidentes dessa crise aparece no mundo do trabalho.
O crescimento expressivo dos casos de síndrome de burnout costuma ser atribuído exclusivamente à pressão, ao excesso de tarefas ou às cobranças profissionais. No entanto, há um elemento menos visível e talvez mais determinante por trás desse esgotamento: a ausência de propósito. O sofrimento não nasce apenas do cansaço físico ou mental, mas da sensação de que aquilo que se faz não tem significado. Um trabalho sem propósito adoece. Como disse Mark Twain, “os dois dias mais importantes da sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que descobre por quê”.
Essa crise de sentido está ligada a uma desconexão interior. Há dimensões profundas do ser humano que não são visíveis, nem mensuráveis, mas que determinam quem realmente somos. Vivemos em uma cultura marcada pela imagem, pela aparência e pela performance. Tudo precisa ser visto, exibido e validado. No entanto, a vida humana não se resume ao que pode ser fotografado ou publicado. A famosa frase “uma imagem vale mais do que mil palavras” não se aplica à natureza humana.
O próprio Twain observou que uma pequena parte da vida de uma pessoa está em seus atos e palavras; sua vida real acontece no interior, longe dos olhos alheios. É nesse espaço invisível que se instalam as angústias mais profundas, mas também as perguntas essenciais: por que existo? Para que estou aqui? O vazio que muitos experimentam nasce exatamente dessa falta de respostas.
Descobrir o propósito da vida não é um luxo filosófico, mas sim uma necessidade existencial. É o fator que influencia a forma como nos relacionamos, como trabalhamos, como sonhamos e como enfrentamos as frustrações. Paradoxalmente, vivemos em uma sociedade em que muitos não sabem exatamente o que querem, mas estão dispostos a tudo para alcançar alguma coisa. Falta direção, não movimento.
A tradição cristã afirma que essa busca começa em Deus. Mesmo o filósofo ateu Bertrand Russell reconheceu que, sem admitir a existência de Deus, a questão do propósito da vida perde o sentido. O rei Salomão, ao tentar compreender a existência apartada de Deus, concluiu que tudo era vaidade. A fé cristã afirma que a vida não é fruto do acaso, pois Deus pensa no ser humano antes mesmo de seu nascimento e estabelece um propósito para cada existência. É no relacionamento com Cristo que a identidade e o sentido revelam-se
Essa compreensão também ajuda a organizar a vida em sociedade. A fé cristã reconhece que toda autoridade procede de Deus, mas se expressa de maneiras distintas. Aos pais, cabe a autoridade do cuidado e da formação; ao Estado, a responsabilidade pela ordem, pela justiça e pela proteção do bem comum; à Igreja, a missão espiritual de anunciar o Evangelho e apontar para a salvação. São esferas diferentes, com responsabilidades próprias, e todas falhas, porque são exercidas por seres humanos.
Ao longo da história, a relação entre Igreja e Estado assumiu diferentes formas. Houve momentos de identificação total, como na teocracia do Antigo Testamento; períodos de dominação, seja do Estado sobre a Igreja, como em regimes totalitários, seja da Igreja sobre o Estado, como na Idade Média; e o modelo da separação, defendido pelos reformadores do século XVI, que garante liberdade religiosa e delimita claramente as competências de cada esfera.
Jesus foi claro ao afirmar essa distinção ao dizer: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. O cristão vive, portanto, com dupla cidadania: pertence ao Reino de Deus, mas também é cidadão da terra, com deveres e responsabilidades sociais. A separação entre Igreja e Estado não significa oposição, mas respeito mútuo, para que ambos cumpram seus papéis sem interferências indevidas.
Em tempos de esgotamento, confusão e perda de referências, a fé cristã oferece uma contribuição essencial ao debate público: a vida só encontra sentido quando há propósito, que nasce de uma relação autêntica com Deus. Recuperar esse sentido não é fugir do mundo, mas aprender a viver nele com mais profundidade, responsabilidade e esperança.
*Arival Dias Casimiro é pastor na Igreja Presbiteriana de Pinheiros.
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Natal e escolhas conscientes à mesa
Especialista explica como reduzir desperdícios nas celebrações
À medida que o Natal se aproxima, cresce a discussão sobre os impactos do consumo exagerado e do descarte de alimentos típicos dessa época. Mesmo em um período marcado por tradições culinárias e reuniões familiares, práticas sustentáveis têm ganhado espaço. Para Theda Manetta da Cunha Suter, professora do curso de Nutrição da Wyden, é possível manter a celebração festiva sem abrir mão da responsabilidade ambiental.
Segundo dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2024, o Brasil desperdiça cerca de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano, o equivalente a aproximadamente 30% da produção nacional. Esse volume se intensifica no fim do ano, quando as compras aumentam e o consumo fica menos controlado.
Theda destaca que uma ceia bem planejada é uma das formas mais eficientes de evitar perdas. “Organizar o cardápio com antecedência e calcular as quantidades conforme o número real de convidados reduz excessos. Optar por alimentos da estação também ajuda na economia e na qualidade das preparações”, afirma.
A coordenadora ressalta que sustentabilidade à mesa envolve diversas escolhas, desde a origem dos alimentos até o destino dos resíduos. “Valorizar produtores locais, dar preferência a itens orgânicos e reaproveitar preparos do dia seguinte são atitudes que diminuem o impacto ambiental. Práticas como compostagem doméstica também contribuem para reduzir o lixo orgânico”, explica.
Além da questão ambiental, Theda lembra que equilíbrio nutricional é essencial para aproveitar as festas sem prejuízos à saúde. “Ceias muito pesadas podem causar mal-estar. Combinar pratos tradicionais com opções mais leves, diversificar ingredientes e moderar porções favorecem o bem-estar sem comprometer o sabor ou o clima da celebração”, observa.
Para ela, adotar um consumo mais responsável no Natal é um gesto que beneficia tanto o planeta quanto as relações familiares. “Celebrar com consciência significa manter a tradição, mas com escolhas mais inteligentes. É totalmente possível montar uma mesa bonita, saborosa e sem desperdício”, conclui.
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
Moraes concede prisão domiciliar para Augusto Heleno, com uso de tornozeleira. Indulto de Natal de Lula deve excluir 8/1 e trama golpista.
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