segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

“Gabinete do Ódio” instalado em Açailândia tenta desqualificar e bagunçar movimento popular convocado para hoje (25). A apelação é tão grande que agora tentam de forma criminosa ligar o movimento a atos contra Bolsonaro.

 

Para tentar desqualificar a manifestação popular que acontece nesta segunda, dia 25, um grupelho Pró-Ceará investiu durante todo o final de semana em caracterizar os atos contra o caos político/administrativo instalado na cidade de Açailândia, como uma baderna, e que seria organizada por pessoas defendendo seus interesses próprios.

As pessoas chegaram a um ponto de tão grande indignação, que sabem que precisam fazer alguma coisa diante desse quadro, que precisam sair das suas zonas de conforto e definitivamente, descruzarem os seus braços. Elas entendem que é necessário um movimento reativo, como sair de casa para protestar, que sirva para dizer que não estão satisfeitos com o que se instalou na cidade.

A participação popular no processo legislativo nunca foi tão discutida e tivera tanta visibilidade como nos dias atuais, especialmente com a redemocratização nacional após décadas de dominação ditatorial.

Nesse sentido, a necessidade de se refletir sobre a democracia brasileira se fundamentou, pois, essa ação se faz essencial para a efetivação da cidadania e para nortear os caminhos a serem seguidos pelos nossos governantes.

Sabendo, que em nossa democracia representativa, ao Poder Legislativo é atribuído as funções de legislar (CF/1988, Arts. 48, 51 e 52), fiscalizar o Poder Executivo (CF/1988, Arts. 49, X) e representar os cidadãos, os Estados e o Distrito Federal (CF/1988, Arts. 45 e 46).

Sendo assim, qualquer forma de iniciativa popular nada mais é que a legítima manifestação do ser humano como cidadão, como povo, e como membro da sociedade na elaboração das leis ordinárias ou mesmo complementares.

Enfim, a população, o cidadão em si, precisa, na forma da lei, participar ativamente do futuro da sociedade, tendo tudo em suas mãos, tendo a legitimidade e o direito de agir, e para isso basta usar dos meios cabíveis, principalmente no processo legislativo, que é onde a parte da sociedade é regida.

Um gigante começa acordar na cidade de Açailândia e isso assusta os políticos corruptos.

O QUE O POVO QUER?

Respeito pelo voto dos/as eleitores/as; Restabelecimento imediato da ordem e das atividades da Câmara; A paz entre os dois grupos de vereadores para uma posse única e, depois, uma nova eleição para a mesa diretora da Câmara Municipal.

Apoia o clamor do povo:

OAB/Açailândia; Diocese de Imperatriz; Academia de Letras de Açailândia; Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmem Bascarán – CDVDHCB; Associação Comercial e Industrial de Açailândia – ACIA; Justiça nos Trilhos – JnT; Centro Empresarial de Açailândia – CEA; Sindicato dos Comerciários de Açailândia – SECA; Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Açailândia – SICA; Sindicato dos Produtores Rurais de Açailândia – SINPRA; Sindicato dos Bancários do Maranhão SEEB MA; Sindicato da Construção Civil de Açailândia - STICMA; Associação dos Deficientes – ADEFIA; Associação de Moradores do Jacu; Associação Comunitária de Moradores de Piquiá; Centro Comunitário Frei Tito; Paróquia Santa Luzia; APLIX/ Açailândia; Associação de Moradores do Bairro Barra Azul; Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)/Açailândia; Congregação Religiosa Missionários Combonianos; Congregação Religiosa Companhia Santa Teresa de Jesus; Rede de Artistas de Açailândia.

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