Décimo colocado no primeiro turno das eleições presidenciais de 1989 com 0,68% dos votos, Ronaldo Caiado, governador de Goiás, trocou nesta terça-feira o União Brasil pelo PSD em busca de uma janela para ser candidato à Presidência novamente agora em 2026 —numa manobra que muitos viram como a tentativa de costurar uma "terceira via" contra o reelegível presidente Lula e o candidato do bolsonarismo. Nesta quarta, Caiado disse que não será "candidato a qualquer custo" e que respeitará a decisão do seu novo partido. Para a colunista Daniela Lima, a ida de Caiado ao partido de Gilberto Kassab mostra uma tentativa de criar uma aliança de pequenos e médios partidos do centrão para viabilizar uma candidatura. Já o presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, avalia que Caiado "desistiu de sua candidatura presidencial" ao mudar de partido, tendo caído na "conversa fiada" de Kassab, relata Fábio Zanini, da Folha de S.Paulo. E Letícia Casado conta que a chegada de Caiado ao PSD faz parte do projeto de Kassab para reforçar a presença do partido no Senado de olho na eleição presidencial de 2030. Amanda Klein: 'No PSD, tenho chance de disputar candidatura à Presidência', diz Caiado Daniela Lima: No PSD, Caiado mira aliança com siglas pequenas e médias do centrão Fábio Zanini: Paulinho avalia que Caiado desistiu de ser candidato e caiu na 'conversa fiada' de Kassab Letícia Casado: Kassab reforça projeto do PSD para 2030 e prepara nomes ao Senado Leonardo Sakamoto: Kassab deixa claro que prefere Tarcísio candidato Josias de Souza: Candidatura de Caiado só fará sentido distante da Papudinha Cláudio Hebdô: Caiado pula fora da canoa da União Brasil |
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