A Copa do Mundo de 2026, em Estados Unidos, Canadá e México, começou nesta quinta-feira (11) sob polêmicas e críticas —com estrangeiros barrados na entrada dos EUA, torcidas vetadas e preços proibitivos de ingressos. A correspondente Mariana Sanches relata como o presidente dos EUA, Donald Trump, um egresso do show business, transformou o certame mundial, com a anuência da Fifa, em um reality show com o objetivo de melhorar sua popularidade declinante. O experiente colunista Juca Kfouri lamenta que o mundo do futebol tenha esperado quatro anos para acompanhar essa Copa —e seja surpreendido por um certame até agora marcado pela xenofobia. Para a colunista Milly Lacombe, o torcedor consciente terá que lidar com a contradição de desfrutar do espetáculo do futebol -sem esquecer dos aspectos fascistas que, segundo ela, operam no principal país-sede. Já Josias de Souza torce para que os ruídos trazidos por Trump —até agora um "protagonista indesejado" no Mundial— sejam superados quando, com a genialidade dos craques, a bola começar a rolar. Mas ele completa: "Nenhum lance conseguirá apagar o vexame político, potencializado pela subserviência da Fifa ao trumpismo". Mariana Sanches: Trump transforma Copa em seu novo reality show para melhorar popularidade Juca Kfouri: O Planeta Bola não esperou quatro anos para ver esta Copa Milly Lacombe: Jamais perder de vista o aspecto fascista da Copa que vai começar Josias de Souza: Trump é o juiz ladrão da Copa Leonardo Sakamoto: Veto de Trump a estrangeiros na Copa domina a rede no Brasil, diz pesquisa Ricky Hiraoka: Netflix supera Globo e se destaca com projetos sobre Copa do Mundo João Paulo Charleaux: Basquete, futebol e UFC: o esporte como arma nas mãos de Trump Dora Kramer: Copa testará outra vez se política e futebol se misturam Alicia Klein: Abertura da Copa no México mostra o que ela poderia ter sido |
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