segunda-feira, 2 de março de 2026

SEGUNDOU!!! UM GIRO PELO MUNDO

 

Reprodução/Truth Social/@realDonaldTrump

Trump diz que ataques ao Irã vão durar até que os EUA atinjam seus objetivos

Carolina Juliano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou ontem a Guarda Revolucionária e a polícia do Irã e prometeu "imunidade total" àqueles que entregarem as armas ou "morte certa" aos que recusarem. Em pronunciamento publicado em suas redes sociais, Trump disse que os ataques ao país vão durar "o tempo que for necessário" e que só irão parar quando os Estados Unidos atingirem todos os seus objetivos. Ele sugeriu ainda que o povo iraniano "aproveite o momento" para mudar a situação política do país: "Sejam corajosos, sejam ousados, sejam heróis e recuperem o seu país. A América está com vocês", disse. Pouco antes de publicar o pronunciamento, Trump declarou ao jornal britânico Daily Mail que o conflito deve se arrastar pelas próximas quatro semanas.

 

Os ataques coordenados dos Estados Unidos e Israel contra o território iraniano mataram o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país, de 86 anos. Khamenei morreu no escritório onde trabalhava, segundo a mídia estatal iraniana. Uma nota oficial do governo do país declarou que Khamenei representava um "modelo de fé, jihad e resistência" e disse que sua morte "jamais ficará impune".

Congressistas dos EUA querem limitar poder de guerra de Trump. Um dia após os ataques articulados com Israel que mataram o líder supremo do Irã, congressistas dos Estados Unidos pressionam pela votação de um projeto de lei que limitaria os poderes de guerra do presidente. O Congresso já tentou aprovar em janeiro um projeto chamado "Resolução de Poderes de Guerra" em decorrência das ações na Venezuela. O texto passou no Senado com apoio de alguns republicanos, mas acabou sendo rejeitado em votação na Câmara. A resolução é uma iniciativa bipartidária liderada por um deputado democrata e outro republicano. Os parlamentares dizem que o ataque americano no Irã é ilegal, já que não tinha autorização do Congresso. A Casa Branca informou na noite ontem que funcionários de alto escalão do governo apresentarão seus argumentos ao Congresso na terça-feira.

Atos bolsonaristas reúnem 20,4 mil em SP e 4,7 mil no RJ. Manifestantes se reuniram na avenida Paulista, em São Paulo, e na praia de Copacabana, no Rio, para protestar contra o presidente Lula e os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do STF, e a favor da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A contagem de pessoas foi feita pelo Monitor do Debate Político da USP e do Cebrap, em parceria com a ONG More in Common. Convocada em todo o país pelo deputado federal Nikolas Ferreira, o "Acorda, Brasil" teve a participação de pré-candidatos à Presidência da República, como o senador Flávio Bolsonaro e os governadores Romeu Zema (de Minas) e Ronaldo Caiado (de Goiás), de deputados federais e do pastor Silas Malafaia. Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro não participaram. Eles vêm sendo cobrados pela direita para dar apoio à pré-candidatura de Flávio ao Planalto.

Fluminense supera o Vasco e vai à final do Carioca. O Fluminense eliminou ontem o Vasco nas semifinais do Carioca e se classificou para a final. O avanço tricolor veio graças ao placar de 1 a 1, no Maracanã, já que o time tinha vencido na ida por 1 a 0. Robert Renan abriu o placar para o Vasco e Ganso foi o herói do Flu, convertendo um pênalti já aos 40 minutos do segundo tempo. O Fluminense agora aguarda o vencedor da outra semifinal, que ocorre hoje, entre Flamengo - que tem larga vantagem porque venceu o jogo de ida por 3 a 0 - e Madureira. Veja como foi a partida do Flu.

 

Palmeiras vence São Paulo e vai à final do Paulistão. O Palmeiras venceu o São Paulo por 2 a 1 ontem na Arena Barueri, com gols de Maurício e Flaco López. Calleri, de pênalti, diminuiu para o Tricolor. A partida ficou marcada por muita reclamação com a arbitragem de Daiane Muniz. O São Paulo reclamou muito de um pênalti não marcado no início do segundo tempo por bola na mão de Gómez. Do outro lado, Vitor Castanheira, auxiliar de Abel, foi até expulso por reclamar das marcações da árbitra. O Palmeiras fará a final contra o Novorizontino e será a sétima final de Paulistão seguida que o clube disputa; nas últimas seis edições, foram quatro títulos. Saiba como foi a partida.

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