A decisão da Fifa de anular a suspensão automática do atacante da seleção dos EUA Folarin Balogun, expulso contra a Bósnia-Herzegovina, e a invalidação, após alerta do VAR, de um gol do Egito contra a Argentina dominaram as discussões durante o dia de pausa na Copa do Mundo. Para PVC, o pedido da França de anulação da suspensão do meia Michael Olise, punido com o segundo cartão amarelo contra o Paraguai, mostra que a Fifa "abriu a porta do inferno". Na opinião do colunista, sem a decisão anterior, tomada após intervenção do presidente Donald Trump, "a França não teria nenhuma razão para discutir o cartão amarelo de Olise". O pedido francês foi rejeitado pela Fifa nesta quarta-feira. A França baseou sua solicitação em imagens de vídeo que mostram que o paraguaio Matías Galarza simulou a agressão que rendeu a punição a Olise. PVC lembra que a anulação da suspensão de Balogun foi a segunda na história das Copas. A primeira ocorreu em 1962, envolvendo o Brasil, quando Garrincha foi perdoado e pôde participar da final contra a Tchecoslováquia, vencida pelo Brasil por 3 a 1. Jornais da época relatam que a suspensão foi anulada porque o juiz da semifinal contra o Chile, o peruano Arturo Yamasaki, admitiu em súmula não ter visto a agressão de Garrincha a Eladio Rojas. A expulsão foi determinada com base no relato de um dos bandeirinhas. Para Juca Kfouri, a anulação da suspensão automática do jogador americano após a intervenção de Trump também torna "compreensível que frutifiquem quaisquer teorias da conspiração". "Daí é natural que surja a especulação de que Donald Trump agora queira jogar água no moinho do aliado Javier Milei", argumenta Kfouri, em referência às teorias que começaram a circular após o que chamou de intervenção "seletiva [do VAR] no jogo da Argentina contra o Egito". Mariana Sanches: Casa Branca admite não ter evidência, mas segue chamando Claus de suspeito José Trajano: Argentina x Egito esbanjou emoção, e Messi chorando me comoveu Milton Neves: A minha seleção titular para o ciclo 2026-2030 Mauro Cezar Pereira: França investe há décadas na formação e levou quase 100 jogadores à Copa |
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