sábado, 19 de setembro de 2026

BRANDÃO REÚNE MULTIDÃO NAS RUAS DA GRANDE CAFETEIRA EM IMPERATRIZ

Isso não é voto de cabresto, é reconhecimento pelo trabalho”, afirmam apoiadores de Brandão,


A mobilização na Grande Cafeteira reuniu apoiadores nas ruas de Imperatriz em um ato marcado por bandeiras, animação e manifestações de apoio. Entre os participantes, uma frase resumiu o sentimento do grupo: “Isso não é voto de cabresto, é reconhecimento pelo trabalho.”



1º LUGAR: Duarte Júnior lidera lembrança espontânea em pesquisa do IPPI


O deputado federal Duarte Júnior (AVANTE-MA), que estará hoje em campanha na cidade de Açailândia e região, aparece em primeiro lugar na pesquisa espontânea realizada pelo Instituto IPPI, consolidando-se como o parlamentar mais lembrado pelos eleitores maranhenses. O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MA-09665/2026, entrevistou 1.500 pessoas em 80 municípios do estado.

Segundo os dados, Duarte Júnior recebeu 31 citações, nove a mais que os segundos colocados Mariana Carvalho e Josivaldo JP, ambos com 22 menções. A presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, aparece logo em seguida com 21 lembranças.

A pesquisa foi feita de forma espontânea, ou seja, sem apresentação de lista de nomes aos entrevistados. Esse tipo de levantamento mede o grau de reconhecimento e visibilidade dos políticos junto ao eleitorado, mas não representa diretamente intenção de voto.

Contexto político

Duarte Júnior tem se destacado nacionalmente por sua atuação em defesa dos aposentados e pensionistas, especialmente na CPMI do INSS, onde denunciou fraudes e descontos indevidos. Essa visibilidade pode ter contribuído para o aumento de sua lembrança entre os eleitores.


Temor de extinção humana por IA une Steve Bannon e Bernie Sanders

 

Bernie Sanders (à esquerda) e Steve Bannon (à direita) discursaram no evento "Pro Human Assembly", na capital americana, em setembro.

Bernie Sanders (à esquerda) e Steve Bannon (à direita) discursaram no evento "Pro Human Assembly", na capital americana, em setembro.

Reprodução/DMR News


Fui pega de surpresa quando o ex-conselheiro de Trump, Steve Bannon, me disse, na última terça-feira (15), que não estava acompanhando ao vivo a sessão do STF que podia resultar em uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, por suas supostas relações com o ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro.

Ideólogo do movimento Make America Great Again (MAGA), Bannon não esconde o interesse que tem no Brasil, ainda mais às vésperas da eleição que pode levar de volta ao Palácio do Planalto a família Bolsonaro, com quem ele tem ligações políticas e pessoais.

Em Washington, Bannon foi também um dos patrocinadores do pleito dos bolsonaristas pela sanção Magnitsky sobre Moraes. Quando a medida foi anunciada pelo Tesouro dos EUA, no ano passado, Bannon celebrou me dizendo que aquele era "o martelo que caiu sobre a cabeça de Lúcifer".

Por isso tudo, eu supunha que ele seria mais um dos trumpistas ligados na transmissão da TV Justiça em Washington (havia ao menos meia dúzia deles dentro e fora do governo Trump).

 


Mas o que veio na sequência foi ainda mais surpreendente: "não pude acompanhar, tive que fazer um discurso junto com Bernie Sanders". Sim, Bannon estava em um evento em parceria com o senador socialista de Vermont, ex-pré-candidato presidencial pelo partido Democrata, justamente contra Trump.

A improvável aliança tem um alvo bem claro: a falta de regulação aos avanços da inteligência artificial. Ambos dividiram o púlpito do evento "Pro Human Assembly", na capital americana, e se sucederam em clamar por restrições claras ao desenvolvimento de ferramentas de inteligência artificial antes que elas escapem ao controle humano.

"Quando se está correndo em direção ao precipício, você pisa no freio", disse Sanders. "Este é um momento decisivo na história. Temos de nos erguer acima de diferenças partidárias", afirmou Bannon.

"Quando o futuro da humanidade é o que está em jogo, é preciso regras de segurança internacionais, não padrões de auto regulação da indústria", seguiu Sanders. "O que as empresas de tecnologia estão fazendo agora é criar um cartel de oligarcas e transferir a responsabilidade para o povo americano", concordou Bannon.

Sanders chegou a propor projetos de lei no Congresso dos EUA para criar obstáculos aos avanços tecnológicos, mas Bannon conclamou líderes dos executivos das grandes potências a tomarem ações mais ágeis, via ordens presidenciais, para reduzir os riscos.

O debate se tornou central na agenda internacional desde que o pesquisador de inteligência artificial Jacob Coxon se demitiu da Anthropic, após ter deixado um posto na OpenAI, e veio a público dizer que "nenhuma das empresas está agindo de forma responsável". "Elas estão correndo diretamente em direção a uma superinteligência capaz de se aprimorar sozinha e estão apostando com nossas vidas", denunciou Coxon.

Em vez de desacreditar as palavras do funcionário demissionário, os diretores da Anthropic vieram a público chancelar o diagnóstico dele. "Nós realmente acreditamos que a IA pode matar seres humanos" escreveu, no X, Evan Hubinger, diretor de segurança da empresa, que calculou em "mais de 10%" o risco de a tecnologia provocar a extinção humana na próxima década.

Prestes a conduzir a abertura de capital da Anthropic em bolsa de valores, o CEO Dario Amodei propôs, no sábado passado, que as empresas de inteligência artificial concordem em desacelerar seus modelos coordenadamente. Amodei foi prontamente apoiado por Sam Altman, da Open AI, e Elon Musk, o trilionário dono do X e da Space X - outro alinhamento incomum. A movimentação gerou temor nos investidores e quedas na bolsa.

E provocou mais uma rara concordância, mas no sentido oposto.

Os governos dos EUA e da China disseram publicamente que não pretendem coibir o desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial. Trump chamou o risco apontado pelos especialistas de uma "farsa" e disse que uma desaceleração poderia retirar dos EUA a dianteira que o republicano vê seu país ter no assunto. Já o governo de Xi Jinping acusou os tecnocratas americanos de recorrer a práticas de competição da Guerra Fria. "O alarmismo, o confronto e a competição maliciosa apenas prejudicarão o processo de governança global da IA e não servirão aos interesses de ninguém", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun.

Xi Jinping e Trump se encontrarão pessoalmente na semana que vem, quando o líder chinês virá a Washington para uma visita. As regulações da inteligência artificial deverão ser um dos temas das conversas entre os líderes, que parecem raramente dispostos a concordar em ignorar o levante de cada vez mais altas - e mais divergentes - vozes da sociedade.

No Brasil, porém, o debate ainda mal começou. A campanha eleitoral poderia ser um momento propício para a conversa sobre como o país pretende se colocar, mas a agenda doméstica parece capturada demais pela crise do STF, na qual Bannon não conseguiu sequer prestar atenção.

Lula aposta no fim das bets; clubes veem o fim do futebol brasileiro

 

Pedro Affonso/Folhapress


Asdrúbal Figueiró

A restrição, e talvez proibição total, das bets e apostas online no Brasil é uma das jogadas de Lula para tentar garantir a sua eleição na reta final da campanha.

A avaliação é dos colunistas do UOL Rodrigo Mattos, José Roberto de Toledo e Thais Bilenky.

"Ele quer dizer: 'eu sou o cara que vai acabar com o jogo no Brasil e, se não acabar, é porque o Congresso não deixou e quem não deixou vão ser os bolsonaristas do PL ou os aliados dele'", diz Toledo.

No começo da semana, Lula chamou as bets de "uma doença" e prometeu que o governo anunciaria "decisões" sobre o assunto em breve, o UOL apurou que o governo prepara uma MP (medida provisória) para proibir jogos online e restringir apostas esportivas.

Ontem, alguns dos maiores clubes do Brasil brasileiro afirmaram, em nota publicada em seus sites, que proibir as apostas online representaria "o fim do futebol brasileiro". O patrocínio de bets é uma das principais fontes de renda do setor.

O texto foi publicado nas redes sociais de Flamengo, Palmeiras, Corinthians, Santos, Botafogo, Fluminense, Vasco da Gama e Grêmio, entre outras equipes, além das federações regionais de São Paulo e Rio de Janeiro.

Paulo Vinicius Coelho diz que a manifestação dos clubes é equivocada.

"Alguém dirá desonesta, outros dirão hipócrita; outros, péssima, ora com hipérboles, ora eufemismos. A tentação é analisar o erro de quem escreveu, mas a necessidade é entender e solucionar o problema."

PVC, porém, defende que as mudanças sejam feitas com prazo.

Para Juca Kfouri, dizer que o fim do patrocínio das bets será o fim do futebol é "apenas patético, ridículo, hipócrita, cínico e risível."

"Ninguém sabia que o futebol brasileiro nasceu em 2019, quando o Fortaleza foi o primeiro a ter a publicidade da NetBet em sua camisa."

Alicia Klein vai na mesma linha e classifica o argumento dos clubes de ideia estúpida.

"A ideia de que a modalidade sustentada por dezenas de milhões de torcedores falecerá com o fim de uma categoria de patrocínio tem tanto lastro na realidade quanto a ideia de que a Fórmula 1 acabaria sem a propaganda de cigarros."

Milly Lacombe diz que os clubes sentaram-se para redigir uma carta que entrará para a história como uma peça de infâmia.

Para a colunista, ao dizer que quem pagará a conta do fim do patrocínio das bets é o torcedor, os clubes demonstram apenas sua ganância.

"Eles e elas foram retirados e retiradas dos estádios, precisam pagar para ver qualquer jogo pela TV, precisam virar 'sócios' e 'sócias' para merecerem respeito. Essa conta já está com a torcida."

Mauro Cezar Pereira, por outro lado, diz que a nota dos clubes reflete "o óbvio que Brasília finge não ouvir: as apostas de quota fixa viraram uma das principais fontes comerciais do futebol."

Na opinião de Mauro Cezar, a proibição das bets vai favorecer os sites ilegais, que não recolhem tributos e não estão sujeitos a nenhum tipo de regulamentação.

"Ferramentas de tráfego usadas pelo setor apontam que cerca de 50% do acesso brasileiro já vai para casas sem autorização."

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

RECADO DE DUARTE JR: Seu voto não tem preço. Tem valor.


Eu não quero o seu voto por dinheiro, favor ou promessa. Quero pela confiança no trabalho que venho fazendo em Brasília e pela coragem de continuar defendendo aquilo em que acredito.

Combater a corrupção também começa nas nossas escolhas. Na política que queremos construir e no exemplo que cada um de nós decide dar.

Por isso, pra você que quer vender o seu voto, eu digo com toda clareza: eu não quero comprar.

Quero conquistar. Com trabalho, resultado e respeito.

#Duarte7070 #BoraResolver https://t.me/ChamaoDuarte/2776

É NESTE SÁBADO, DIA 19, DUARTE JÚNIOR EM AÇAILÂNDIA

 DUARTE JR CONVIDA A POPULAÇÃO PARA ESTE GRANDE ENCONTRO!!!



VT de Açailândia realiza audiência e concilia pagamento de R$ 600 mil à família de trabalhador morto em acidente

 A audiência foi conduzida pela juíza substituta, no exercício da titularidade da VT, Márcia de Nardin.


VT de Açailândia realiza audiência e concilia pagamento de R$ 600 mil à família de trabalhador morto em acidente Foto mostra a fachada da sede da VT de Açailândia

A Vara do Trabalho de Açailândia realizou, no dia 15 de setembro, audiência que resultou em uma conciliação para o pagamento no valor de R$ 600 mil à viúva e aos seis filhos menores de um trabalhador da empresa Cimento Verde do Brasil S.A., que faleceu em decorrência de acidente de trabalho.

A audiência foi conduzida pela juíza substituta, no exercício da titularidade da VT, Márcia de Nardin, que suspendeu a instrução processual e reforçou a proposta de conciliação, considerando que a empresa está encerrando as atividades e a situação da família é grave, pois ficou aos cuidados da viúva, não possuindo imóvel próprio, após a morte de seu marido.

Diante das circunstâncias do caso, a empresa concordou em realizar o pagamento da quantia líquida de R$ 600 mil à vista, considerando a conciliação feita pelo Juízo na presença do MPT, o que a permitiu o pagamento da indenização destinada à viúva e aos filhos, de forma a atender às necessidades da família.

O Ministério Público do Trabalho do Maranhão (MPT-MA) participou da sessão, representado pela procuradora do Trabalho Renata Soraya Dantas Ocea. Durante a audiência, o MPT-MA concordou com o pedido de que parte do valor da causa, seja liberado à viúva para a aquisição de uma casa, considerando a necessidade de assegurar moradia para ela e aos filhos, com a comprovação em 180 dias.

A condução da audiência pela magistrada levou em conta as particularidades apresentadas no processo, especialmente a situação da família após a morte do trabalhador e o encerramento das atividades da empresa. Com a intervenção conciliatória e a concordância da empresa com o pagamento à vista, foi possível chegar a uma solução consensual e rápida para a ação trabalhista.

O resultado demonstra a importância da atuação da Justiça do Trabalho na busca por uma prestação jurisdicional célere e efetiva, como instrumento para solucionar conflitos e garantir uma solução aos seus destinatários.


Trump, aqui?

 

Arte: Marcelo Chello

Tem o pacotão eleitoreiro de Lula? Tem. Tem o Datafolha? Tem. Tem o supremo Don Gilmar tretando? Tem. Tem Mano Brown? Tem. Mas vamos abrir com a interferência americana nas eleições brasileiras. Que não está fraca, não, BRASEW.

Ontem, o governo Trump disse do nada que o governo brasileiro não está combatendo o PCC e o CV. Hoje veio à tona o documento da negociação do tarifaço em que o governo Trump exigia a participação de “dissidentes políticos” no processo eleitoral. Perfis americanos estão impulsionando conteúdo em que um Trump de IA pede votos para Flavitcho (ok, não sabemos se isso rende voto). Se segura.

A treta é a seguinte. O Estadão revelou hoje um documento inédito das exigências que o governo americano estava fazendo contra o Brasil para não impor o tarifaço. Tinha até uma obrigação para que as companhias aéreas brasileiras comprassem Boeings. Mas o detalhe mais sórdido era a exigência de eleições livres com a participação de dissidentes políticos. O Dudu Bolsonaro, lá dos Estados Unidos, pulou que nem o burrinho do Shrek para dizer: eu, eu, eu. O povo do governo que vazou o documento diz que a exigência tem a ver com o Bolsonaro pai. Enfim, Lula disse que essas exigências já eram velhas e nunca foram consideradas pelo governo.

E a Folha veio com uma matéria hoje para dizer que um estudo da organização britânica Ekō identificou uma série de anúncios aceitos pela Meta, direcionados ao público brasileiro, pagos por sabe Deus quem, em uma conta sediada nos Estados Unidos em que um avatar de Donald J. Trump (J de Jonh, Leonidas, eu juro) pedia votos para Flavitcho. Em outra, Kassio Nunes dizia que as eleições tinham sido adiadas. Tinha ainda uma imagem com os dizeres “Os bandidos do PCC estão quebrando as urnas eleitorais”. Enfim, uma treta tremenda porque nada disso passou pelo TSE, que proibiu esse tipo de propaganda (claro). Isso está igual aquele hacker de Araraquara: Trump, aqui.

No julgamento supremo do fim do Supremo, o supremo Dino já tinha levantado essa bola depois que várias reportagens davam conta que autoridades americanas ameaçavam ir pra cima dos ministros supremos por conta do julgamento. E a campanha de Lula, já sabemos, vive dizendo que Flavitcho quer entregar o país pros Estados Unidos, quer entregar nossas terras raras e essas coisas. Então, virou um risco para o Flavitcho. Quanto mais vierem notícias de Trump tentando interferir, os analistas dizem que é pior para Flavitcho.

Respirando

Só sei que a campanha de Lula deu uma respirada hoje com os números do Datafolha. Estavam bons para Lula? Não. Mas pelo menos não pioraram a situação. A Quaest já apontava Flavitcho numericamente à frente de Lula nas intenções de voto num segundo turno. O Datafolha mostrou Lula ainda à frente, mesmo que dentro da margem de erro, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Mas, porém, todavia, entretanto, contudo, o Datafolha mostrou que Augusto Cury empataria com Lula em um eventual segundo turno. Ahã. Numericamente empatados. E é aqui que vale falar sobre o vídeo que está viralizando do Mano Brown. Mais uma vez, Mano Brown alerta que a juventude da periferia não quer mais Lula. Mais uma vez, Mano Brown fala que o PT não está ouvindo as bases. Ele já tinha falado que Lula não ouvia mais a periferia lá na eleição de 2018, lembram?

Não à toa, parece que o modo vale tudo pegou o Lula que anunciou hoje, há 17 dias do primeiro turno, um reajuste de 15% do Bolsa Família. Nada que o Bolsonaro não tenha feito quando era presidente e a eleição estava chegando. Mas o reajuste do Lula vai chegar no bolso do eleitor justamente no meio da campanha do segundo turno. Além disso, Lula está com a história da Medida Provisória para acabar com o tigrinho no forno e ainda falou que vai dar caneta emagrecedora para os obesos.

E o reajuste do Bolsa Família tem uma pegadinha para o Flavitcho. Um deputado do PL, o Zé Trovão, já foi lá pedir para o Tribunal Superior Eleitoral proibir o aumento porque seria eleitoreiro. Adivinha quem caiu como relator? André Mendonça. Espertamente, o supremo André nem olhou o caso e disse que só quem estiver competindo com Lula é que poderia propor a ação.

Então pensa como ficará o eleitor se o supremo André Mendonça mandar derrubar o reajuste do Bolsa Família a pedido do Flavitcho ou de um aliado do Flavitcho (Zé Trovão é definitivamente um aliado de Flavitcho)? O povo pira.

Flavitcho reparou na pegadinha do malandro e já saiu dizendo que ele não pediu pro Zé Trovão fazer nada disso.

Tretas Supremas

A novela das Tretas não se acabou, BRASEW. O supremo Don Gilmar saiu atirando hoje no X-Twitter. Até repetiu o pixuleco que ele já tinha falado no julgamento do fim do Supremo. Até cansamos de olhar os rompantes da vossa excelência. E o supremo Dino também foi para a jugular do Fachin dizendo que pediu que todos os ministros supremos que tenham algum indício de ligação com o Vorcaro sejam julgados todos juntos. Leia-se Xandão, Mendonça, Fux e Kassio Nunes. Só sei que no fim, o supremo Fachin resolveu adiar a sessão que iria tratar do relatório contra André Mendonça. E adiou até a sessão de hoje porque já estava caminhando para dar treta de novo.

No fim, parece claro que nada vai acontecer antes do fim das eleições.

E o Vorcaro continua assombrando Mendonça

Hoje ficamos sabendo que o Iter, aquele instituto do supremo André Mendonça, recebeu mais de R$ 5 milhões de uma empresa chamada Cedro Mineração, de um parceiríssimo do Daniel Vorcaro. Ahã. O dinheiro entrou como um empréstimo e no início deste ano o instituto fez quitação antecipada. Mas tipo assim: sério, ministro?

Azedou o Milton Leite

O Milton Leite, político conhecidíssimo em São Paulo, mandava na câmara de vereadores há décadas, e agora a polícia bateu na porta apontando ligações do político com o PCC. A suspeita é de que metade das empresas de transporte público de São Paulo seriam operadas pelo PCC. Eu ficaria de olho nessa operação aqui tão próxima da eleição. Ok, já sei, eu mesma que tenho que ficar de olho pra vocês, né?

E estou de olho também nos recadinhos. Tem povo de Tremembé (mas não é o presídio), de Conselheiro Lafaiete, de Curitiba. E os paranaenses estão pedindo tixinhas para cobrir a política por lá. Já vou lançar o movimento tixinhas 2030. E continuem no pix da Tixa, mandando os recadinhos.

Se você acha que a Tixa vale R$ 1, vale R$ 2, vale R$ 50, vale R$ 100, vale R$ 1000, manda o pix e um recadinho.

PIX: 49875575000147

Acorda, BRASEW!


GIRO PELO BRASIL: Lula reajusta Bolsa Família às vésperas da eleição e enfrenta reação no TSE

 

José Cruz/ Agência Brasil.


Carolina Juliano

As principais notícias para começar o dia bem informado:

  • Bolsa Família: reajuste entra na disputa eleitoral
  • Eleições: Datafolha mostra Lula e Flávio empatados
  • Bets: clubes reagem a possível restrição do governo
  • Master: Instituto ligado a Mendonça recebeu R$ 5,2 milhões
  • Libertadores: Flamengo avança e vai pegar Estudiantes

Bolsa Família entra na disputa eleitoral

  • O presidente Lula anunciou um reajuste de 15,04% no Bolsa Família, elevando o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro e o valor médio de R$ 675 para R$ 777. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o governo discutiu três alternativas para o aumento e optou pela correção mais ampla, que recompõe a inflação acumulada desde 2023. A medida terá custo de R$ 5,8 bilhões neste ano e cerca de R$ 22 bilhões em 2027.
  • O anúncio, feito 17 dias antes do primeiro turno, já provocou reação no campo eleitoral. O deputado Zé Trovão acionou o TSE para barrar o reajuste, mas o ministro André Mendonça rejeitou o pedido por falta de legitimidade do deputado para questionar uma eleição presidencial. Flávio Bolsonaro chamou a medida de ilegal, mas a Advogacia Geral da União sustenta que se trata apenas de recomposição inflacionária, permitida pela legislação eleitoral. No mesmo dia, Lula também prometeu oferecer gratuitamente no SUS medicamentos em formato de caneta para o tratamento da obesidade, sem definir quando a medida começará.

Datafolha: Lula e Flávio empatam tecnicamente

  • Pesquisa Datafolha divulgada ontem mostra Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36% de Flávio Bolsonaro. No segundo turno, o presidente aparece com 46%, ante 44% do senador -- empate técnico nos dois cenários, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi realizada em meio à crise do STF e antes do anúncio do reajuste do Bolsa Família feito por Lula na quinta. Entre os beneficiários do programa, Lula tem 53%, contra 28% de Flávio; entre os não beneficiários, os dois aparecem próximos, com 36% e 37%, respectivamente.

Clubes reagem a possível medidas contra bets

  • Clubes de futebol se mobilizaram contra uma possível medida provisória do governo para restringir jogos de cassino on-line. Em manifesto divulgado ontem, equipes de São Paulo e Rio defenderam a manutenção do mercado regulado de apostas e afirmaram que as empresas se tornaram uma importante fonte de receita para o futebol. O governo avalia proibir os jogos virtuais, mas manter as apostas esportivas. A mudança atingiria diretamente as receitas das operadoras e poderia reduzir os investimentos em patrocínios aos clubes. A medida ainda está em discussão.
    false

    Adriano Machado/Reuters

    Instituto de Mendonça recebeu dinheiro de sócio de Vorcaro

    • O Instituto Iter, ligado ao ministro André Mendonça, recebeu R$ 5,2 milhões da Cedro Participações, empresa do empresário Lucas Kallas, que já foi parceiro de negócios de Daniel Vorcaro, do Banco Master. O repasse foi acertado em abril de 2024, por meio de um contrato de mútuo conversível de R$ 5,9 milhões, antes de Mendonça assumir a relatoria das investigações sobre o banco. O Iter interrompeu os pagamentos e começou a devolver os recursos em janeiro deste ano, alegando que já tinha alcançado sustentabilidade financeira. Segundo o instituto, o dinheiro foi usado exclusivamente em sua estrutura e atividades, e Mendonça não participou da negociação. Kallas não é investigado na operação que apura as fraudes envolvendo o Banco Master.

    Flamengo avança na Libertadores

    • O Flamengo empatou por 1 a 1 com o Independiente del Valle ontem, no Maracanã, e garantiu a última vaga nas semifinais da Libertadores. O Rubro-Negro havia vencido por 2 a 0 no jogo de ida, no Equador, e avançou mesmo após ficar com um jogador a menos no segundo tempo. Com isso, a competição terá um confronto brasileiro entre Palmeiras e Fluminense e outro entre Flamengo e Estudiantes, que eliminou o Corinthians. As semifinais estão previstas para 13 e 20 de outubro, e a final será disputada em jogo único, em Montevidéu, em 28 de novembro.

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    O que esperar para o fim de semana

    SÁBADO

    • Brasileirão:
      16h - Atlético-MG x Chapecoense
      17h - Mirassol x Botafogo
      18h30 - Remo x Santos
      20h30 - Vasco x Coritiba
      21h - São Paulo x Inter

    DOMINGO

    • Brasileirão:
      11h - Grêmio x Palmeiras
      16h - Vitória x Cruzeiro
      16h - Corinthians x Fluminense
      18h30 - Flamengo x Bragantino
      19h30 - Athletico x Bahia