Não deu para o Brasil ontem na premiação do Oscar. O filme 'O Agente Secreto', de Kleber Mendonça, que concorria a quatro estatuetas — melhor filme, direção de elenco, filme internacional e ator, com Wagner Moura — acabou superado em todas. Na categoria melhor direção de elenco, 'Uma Batalha Após a Outra' foi o vencedor. 'Valor Sentimental' venceu o prêmio de filme internacional; Michal B. Jordan foi escolhido o melhor ator; e 'Uma Batalha Após a Outra' ganhou o maior prêmio da noite de melhor filme. Wagner Moura esteve no palco apresentando os filmes que concorriam a melhor direção de elenco e foi bastante aplaudido quando foi anunciado entre os concorrentes a melhor ator. O Brasil estava ainda representado na categoria de melhor direção de arte, com Adolpho Veloso no filme 'Sonhos de Trem', mas também foi superado por 'Frankenstein', de Guillermo del Toro. No ano passado, o Brasil venceu a categoria de filme internacional, com 'Ainda Estou Aqui', de Walter Salles, e Fernanda Torres foi superada por Mikey Madison em melhor atriz. Veja todos os vencedores. Cruzeiro demite Tite após empate em casa com o Vasco. O vice-presidente da SAF do Cruzeiro anunciou ontem a demissão do técnico Tite após empate por 3 a 3 com o Vasco da Gama, na sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Wesley Carvalho irá assumir interinamente o comando do time. O resultado do jogo de ontem deixou o clube no décimo nono lugar do Campeonato Brasileiro, e o Cruzeiro chega à sétima rodada sem ter uma vitória no campeonato. Tite estava sofrendo pressão por melhores resultados e, mesmo tendo conquistado o título estadual, não conseguiu se manter no cargo. O Cruzeiro volta a campo na quarta-feira contra o Athletico-PR, na Arena da Baixada, pela 7ª rodada do Brasileirão. Michelle posta vídeo, e jornalistas sofrem ameaças. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou no sábado, em suas redes sociais, um vídeo feito por uma influenciadora bolsonarista que acusa jornalistas de "desejarem" a morte de Jair Bolsonaro. Profissionais que estão acompanhando, na área externa do hospital, atualizações sobre a internação e o estado de saúde do ex-presidente disseram ter sofrido ameaças de morte e ao menos dois registraram boletim de ocorrência. A influenciadora filmou jornalistas que estavam trabalhando em frente ao hospital onde Bolsonaro está internado com um quadro de pneumonia e tirou as imagens do contexto, insinuando, sem provas, que eles teriam desejado a sua morte. Os repórteres expostos passaram a sofrer ataques nas redes e até nas ruas. Em um dos casos, foi divulgado um vídeo, feito com IA, sugerindo que uma jornalista fosse esfaqueada. A Polícia Militar procurou os jornalistas e orientou para que procurassem a equipe que está de guarda em frente ao hospital se sofrerem mais algum tipo de ameaça. Saiba mais. Agência ameaça tirar licenças de TVs dos EUA por discordar de cobertura da guerra. O presidente da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, Brendan Carr, ameaçou ontem revogar as licenças de emissoras de televisão do país devido à cobertura da guerra com o Irã. Carr acusou as emissoras de "divulgarem boatos e distorções de notícias". E ameaçou: "as emissoras devem operar em prol do interesse público e perderão suas licenças se não o fizerem". Desde que assumiu o cargo do mandato de Trump, Carr tem levantado regularmente a possibilidade de confiscar as licenças das emissoras, mas especialistas em regulamentação de mídia afirmam que um processo como esse é bastante complexo e oneroso. Irã diz que ampliará guerra se houver intervenção de outros países. O Irã alertou ontem que caso outros países intervenham na ofensiva de EUA e Israel contra o país haverá "uma escalada" na guerra. O aviso ocorre após o presidente norte-americano, Donald Trump, lançar um apelo internacional para garantir a segurança no Estreito de Hormuz, por onde transita cerca de um quinto das exportações mundiais de petróleo e derivados. O bloqueio do estreito por Teerã fez com que os preços do petróleo disparassem nos últimos dias. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, instou outras nações a "se absterem de qualquer ação que pudesse levar a uma escalada" e alegou possuir "amplas evidências" de que bases dos EUA no Oriente Médio foram utilizadas para atacar seu país, citando especificamente os Emirados Árabes Unidos. |
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