PF inicia nova fase da apuração das fraudes no INSS- A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União realizam hoje uma nova fase da operação Sem Desconto, que investiga descontos indevidos de aposentados e pensionistas do INSS. As informações são do colunista do UOL Fabio Serapião. Ao todo, são cumpridos 31 mandados em Pernambuco, São Paulo, Paraíba e no Distrito Federal contra pessoas ligadas a três entidades: Amar/Masterprev, Abapen e Unibap. Leia mais.
PEC da 6x1 terá efeito inverso sobre quem ganha mais de R$ 21 mil- A comissão especial que analisa a Proposta de Emenda Constitucional que reduz a jornada de trabalho do país vota hoje o parecer final do relator e encaminha o texto para a análise e votação do plenário. Se aprovada, a proposta vai acabar com limite de horas trabalhadas para até 434 mil celetistas que ganham salário acima do teto do INSS. O parecer da PEC determina que a esses trabalhadores não se apliquem as regras relativas à duração do trabalho e ao controle da jornada. Eles terão apenas direito às duas folgas semanais remuneradas, mas o controle da jornada será por liberalidade do empregador. A medida foi incluída com o argumento de que estimulará uma redução na pejotização. Segundo o relator, a maioria dos contratados nessa faixa de renda atua como pessoa jurídica. Leia mais na Folha de S.Paulo.
Brasil atinge maior IDH da história, mas desigualdade persiste- O Brasil atingiu pela primeira vez o patamar "muito alto" de Índice de Desenvolvimento Humano, de acordo com a Organização das Nações Unidas. O país avançou em todos os parâmetros medidos, mas desigualdades entre regiões, gênero e raça persistem. Os dados são de 2024 e, na escala de 0 a 1, o país saiu de 0,744 ponto, registrado em 2012, para 0,805, o maior já marcado. Quanto mais perto de 1, melhor o índice. Apesar do aumento, o país ainda registra muita desigualdade entre homens e mulheres, entre raças e regiões. Veja todos os dados.
STF acaba com aposentadoria compulsória a magistrados- A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal votou ontem para manter a decisão do ministro Flávio Dino que determinou que infrações graves cometidas por magistrados devem ocasionar como punição máxima a perda do cargo, e não mais a aposentadoria compulsória. Para Dino, as infrações graves devem merecer punições que não sejam transferidas à sociedade. Em 20 anos, o CNJ condenou 126 magistrados à aposentadoria compulsória, punição que permite que o condenado receba vencimentos.
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 | Divulgação/Paulo Figueiredo |
| Flávio Bolsonaro é recebido por Donald Trump- O senador Flávio Bolsonaro (PL) se encontrou ontem com o presidente norte-americano Donald Trump na Casa Branca. Segundo a colunista do UOL Mariana Sanches, ele estava acompanhado do irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e do comentarista político Paulo Figueiredo. Em relato à colunista, Eduardo informou que eles conversaram com Trump sobre a designação do PCC e do PV como organizações terroristas, terras raras e o que ele chamou de "censura" que ocorre no Brasil. Leia mais na coluna,
Brasil teve 42.590 homicídios no ano de 2024- O Atlas da Violência, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, publicado ontem, mostrou que o Brasil registrou 42.590 homicídios no ano de 2024, alcançando uma taxa de 20,1 casos por 100 mil habitantes. Os assassinatos ocorreram de maneira altamente desigual, e um grupo de 99 municípios (1,8% do total) teve metade dos homicídios nesse período. Esses municípios abrigam 43,4% da população brasileira. As regiões Nordeste e Norte são as mais afetadas, com o estado do Amapá em primeiro em termos percentuais, seguido de Bahia, Alagoas e Pernambuco. Veja todos os números.
Anvisa aprova 1º caneta emagrecedora produzida no Brasil- A Anvisa autorizou ontem o registro do Ozivy, medicamento à base de semaglutida desenvolvido pela farmacêutica EMS que marca um dos primeiros avanços regulatórios após o fim da patente da substância usada em remédios como Ozempic e Wegovy. A farmacêutica informou que deve colocar o produto no mercado em 30 dias e a preços "mais acessíveis". Saiba mais.
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