Nos últimos anos, quase sem chamar atenção, o centrão passou a influenciar uma área bilionária praticamente desconhecida da opinião pública: uma estrutura bilionária criada após o leilão do 5G. Talvez você se lembre do leilão, anunciado como o maior da história das telecomunicações no Brasil. Mas ele não serviu apenas para ampliar a velocidade da internet. As vencedoras tiveram de destinar quase R$ 10 bilhões para uma série de serviços públicos, como levar internet a escolas, trocar antenas parabólicas e ampliar a infraestrutura de fibra óptica no Norte do país. É aqui que o centrão encontra o leilão. O grupo político do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), espalhou aliados em cargos estratégicos na estrutura que toma conta desta verba. O leilão definiu um sistema que transita entre o público e privado. Por isso, opera sob baixa transparência, sem obrigação de fazer licitações ou dar transparência aos gastos. O UOL mapeou essa área nas últimas semanas e identificou, por exemplo, um contrato de R$ 113 milhões com a empresa de uma beneficiária do Bolsa Família. Encontrou outro, de R$ 169 milhões, com uma companhia controlada por um fundo oculto. LEIA A REPORTAGEM NA ÍNTEGRA NO UOL PRIME |
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