A Espanha dominou a França na primeira semifinal da Copa do Mundo, nesta terça, venceu por dois a zero e disputará a final contra o vencedor de Argentina e Inglaterra, que jogam nesta quarta. Os gols espanhóis foram marcados por Oyarzabal, de pênalti, e Pedro Porro, um em cada tempo. Rodrigo Mattos diz que a Espanha hipnotizou a França, que só conseguiu chutar a gol após 88 minutos de bola rolando. "A Espanha controlou a bola, o espaço do campo, os talentos franceses e o jogo. Foi a legítima dona da semifinal da Copa em Dallas." Para Mauro Cezar Pereira, o ceticismo geral quanto às possibilidades da Espanha e o exagerado favoritismo dado à França foram fulminados pelo que se viu nas quatro linhas. Na opinião do colunista, o dinamismo da Espanha fez ruir a "falsa solidez defensiva" da França, e, desta vez, os lampejos individuais da equipe dirigida por Deschamps não foram suficientes. PVC afirma que o time de Luis de la Fuente foi exuberante e fez uma partida perfeita. "Os espanhóis pareciam um reloginho, de tão preciso, perfeito e planejado que era o seu jogo." Milton Neves admite que poucas eliminações o impressionaram tanto na história das Copas. "Não apenas pelo resultado, mas pela forma. A seleção francesa, enorme favorita ao título, simplesmente não conseguiu jogar diante da Fúria." Alicia Klein compara a derrota da França com a eliminação do Brasil em 1982. "Não fez o suficiente. Dormiu no ponto, perdeu a concentração e se deixou superar por um rival absurdamente motivado e, no caso desta Espanha, absurdamente talentoso." Juca Kfouri vai na mesma linha, dizendo que Dallas-26 repetiu Sarriá-82. "Não era dia da França, mas da Espanha." "Em um único dia, franceses entendem o que sentimos em 1982 e em 1998", acrescenta Milly Lacombe. Casagrande: Argentina x Inglaterra será um jogo à flor da pele no campo e fora dele |
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