segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Candidato a delegado é preso em flagrante por usar IA no celular durante prova em São Luís

 


Um candidato ao concurso público para delegado da Polícia Civil do Maranhão foi preso em flagrante neste domingo (1º), em São Luís, após ser flagrado utilizando um aparelho celular durante a aplicação das provas. Segundo a Polícia Civil, ele utilizava uma ferramenta de inteligência artificial (IA) para tentar responder às questões do certame.

A irregularidade foi identificada por um fiscal responsável pela aplicação da prova, realizada nas dependências de uma faculdade particular da capital. Ao perceber que o candidato utilizava o celular, o fiscal acionou a equipe policial que estava de prontidão no local.

Após a abordagem, o candidato foi conduzido ao Plantão Central das Cajazeiras, onde foram realizados os procedimentos legais.

De acordo com a Polícia Civil, ele foi autuado em flagrante com base no artigo 311-A do Código Penal, que prevê punição para fraudes em certames de interesse público.

Durante a consulta aos antecedentes criminais, os policiais também identificaram um registro anterior por violência doméstica.

 

Mais rua, menos PT: campanha pragmática no 2º turno dá o tom de Lula 4

 

Ricardo Stuckert/Divulgação


Adriana Negreiros, Adriana Ferraz e Tatiana Farah

Uma derrota que foi vista como sorte. Na noite da apuração de votos no segundo turno, essa avaliação circulava entre petistas e aliados de Lula reunidos em um hotel de São Paulo. O revés no primeiro turno havia obrigado a campanha a mudar: descentralizar decisões, abrir espaço para nomes de fora do núcleo do PT e acompanhar uma mobilização que ganhava força nas ruas e nas redes. O resultado foi uma virada histórica que garantiu o quarto mandato a Lula.

E o que essa mudança de postura da campanha petista indica sobre os caminhos que o próximo e último mandato do petista deve seguir? Em reportagem exclusiva para assinantes do UOL, as repórteres Adriana Negreiros, Adriana Ferraz e Tatiana Farah reconstroem os bastidores da campanha entre o choque da derrota no primeiro turno para o senador Flávio Bolsonaro e a festa da vitória no segundo. A partir daí, a reportagem apresenta um desenho do que pode ser o Lula 4.

Ganham espaço, por exemplo, nomes do PT considerados mais pragmáticos, como o senador Camilo Santana, do Ceará, e Rafael Fonteles, reeleito governador do Piauí. Perdem protagonismo o presidente do PT, Edinho Silva, e o ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência. Entram em cena formatos de comunicação direta, como o "Exército do Lula", criado pelo deputado André Janones. Saem do foco pautas consideradas excessivamente identitárias.

A reportagem revela outras estratégias que ajudam a explicar como Lula conseguiu mais de 10 milhões de votos a mais no segundo turno, como o uso de IA para fazer vídeos customizados enviados a moradores de mais de mil cidades com o objetivo de tentar reduzir a abstenção.

Aproveite a leitura!

LEIA REPORTAGEM COMPLETA NO UOL PRIME