segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Bandidos tocam terror em São Paulo e a grande imprensa só vê o Maranhão!!!

O blog condena todo e qualquer tipo de violência. O que vem acontecendo fora e dentro do sistema penitenciário é inaceitável. Mostra a fragilidade do poder público.

Para derrubar o grupo político que comanda hoje o Maranhão, vale tudo. A imprensa nacional se deslocou para o nosso Estado. Aqui, se cair uma gota de água, vira notícia. Torna-se uma enchente causada pelo poder público estadual.

Ontem, na região Oeste de Campinas, 14 pessoas foram mortas à tiros. Desse total, 10 jovens, sendo quatro deles em uma calçada. Antes, porém, uma briga violenta entre facções em um shopping na capital paulista.

Para iniciar a semana, seis ônibus foram incendiados em diversos ponto da grande São Paulo. O Jornal Bom Dia Brasil exibiu o fato hoje, mas sem grandes destaques.

Se o acontecido fosse no Maranhão, seria um Deus nos acuda. Uma barbárie para intervenção federal. Mas  a imprensa nacional não consegue nem enxergar a matança de nove pessoas em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, na noite da última quarta-feira.

Lógico que os acontecimentos no Maranhão precisam ser denunciados. Foram fatos desumanos e inaceitáveis sob todo ponto de vista. Mas a selvageria do restante do país também precisa ser focada pela imprensa nacional. Afinal, as 14 pessoas fuziladas ontem em Campinas eram humanas e brasileiras.

Com informações do Blog Luis Cardoso.

WhatsApp gratuito para computador é golpe, alerta ESET

Malware rouba dados pessoais e bancários dos internautas e já teria infectado centenas de dispositivos

Se você receber um e-mail prometendo download gratuito do WhatsApp para computadores pessoais, cuidado: você é uma potencial vítima de um golpe arquitetado para roubar informações bancárias e pessoais dos usuários. O alerta é da empresa de segurança da informação ESET.

O golpe, segundo os pesquisadores, é voltado para os usuários brasileiros. Trata-se de um e-mail, supostamente do próprio WhatsApp, que promete o uso do aplicativo de mensagens instantâneas para o PC. Na prática, o objetivo é instalar um Trojan (Cavalo de Troia) na máquina dos usuários -- uma vez instalado, o software malicioso rouba informações importantes, podendo gerar prejuízo financeiro.

O e-mail utilizado pelos cibercriminosos oferece de forma gratuita o WhatsApp para PCs e sugere que o usuário baixe o aplicativo em um link, conforme imagem abaixo. O laboratório identificou que o suposto arquivo executável – chamado “Whatsapp” – é um código malicioso, identificado como Win32/TrojanDownloader.Banload.

Uma vez executado, o sistema descarrega outro código malicioso: Win32/Spy.Banker.AALL, um trojan capaz de roubar informações pessoais, especificamente relacionadas a dados bancários. Segundo os especialistas da ESET, os levantamentos demonstram que centenas de dispositivos pessoais já teriam sido infectados pelo malware.

Para Raphael Labaca Castro, coordenador de awareness and research da ESET América Latina, os usuários precisam ficar atentos para não cair nesse tipo de golpe. “Se a proposta é muito boa, pouco usual ou duvidosa, é conveniente desconfiar antes de dar o clique e verificar se a informação é verídica”, alerta. O aplicativo WhatsApp somente pode ser usado em smartphones e tablets, conforme consta em seu site oficial.

Entretanto, é possível rodar aplicações para Android e iOS em computadores e Macs -- incluindo o WhatsApp -- através de softwares emuladores, como o BlueStacks App Player e o próprio SDK do Android. Tais programas não representam uma ameaça, mas são recomendados apenas para usuários mais avançados.

Operação da Polícia Militar apreende dezenas de motocicletas em Itinga do Maranhão

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Itinga do Maranhão - Atendendo a inúmeras reclamações da população o destacamento da Polícia Militar de Itinga do Maranhão deflagrou no último final de semana uma grande operação que culminou com a apreensão de dezenas de motocicletas.

As irregularidades vão desde a falta de documentação e falta de habilitação dos condutores, até a condução dessas motos por menores colocando em risco as suas vidas e da própria população, pois segundo informações colhidas pelo Blog junto a populares de Itinga do Maranhão, os menores praticam direção extremamente perigosa como dirigir em alta velocidade e empinando suas motocicletas.

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A operação foi deflagrada no último final de semana e acontecerá de forma continuada com realização de Blitz’s nos principais pontos da cidade. O objetivo da Polícia Militar é inibir essas ações delituosas praticadas por menores e acelerar junto a população a regularização da documentação obrigatória das motocicletas que transitam pelas Ruas do município.

As motos apreendidas no final de semana foram recambiadas para o pátio do Ciretran, em Açailândia e só serão liberados mediante o pagamento de multas e regularização de toda a documentação.

STF tem 122 pedidos de intervenção na pauta

Há ações contra 14 das 27 unidades da federação. São Paulo e Rio Grande do Sul são os estados com o maior número de processos requisitando a entrada do governo federal em questões estaduais

POR MARIO COELHO

A partir das informações do CNMP e do governo maranhense, Janot decidirá sobre o pedido de intervenção.

A morte de 62 detentos de 2013 para cá dentro do sistema prisional do Maranhão pode gerar um pedido de intervenção federal no estado, atualmente em estudo pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. No entanto, caso o chefe do Ministério Público decida apresentar uma ação deste tipo, ele vai encontrar uma fila de processos solicitando a entrada do governo federal em diversas áreas onde os governadores atuam e que ainda não foram julgados. Tramitam atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF) 122 ações de intervenção, a mais antiga protocolada na corte em 1998.

De acordo com dados do STF, São Paulo e Rio Grande do Sul concentram a grande parte dos pedidos de intervenção. A maioria dos casos está relacionada ao pagamento de precatórios. Um deles tramita desde 1998 e questiona a não quitação de dívidas judiciais pelo governo paulista. O processo aguarda, junto com outras oito processos, o julgamento de duas ações diretas de inconstitucionalidade relacionadas ao tema.

Veja o número de pedidos em tramitação

Das 27 unidades da federação, 14 enfrentam pedidos de intervenção federal na corte. São Paulo tem 50, enquanto o Rio Grande do Sul se defende em 40. Como eles devem ser relatados pelo presidente da corte – atualmente o ministro Joaquim Barbosa -, o trâmite é lento. De acordo com o próprio Supremo, de 2008 até o ano passado foram analisados 14 processos. Todos eles foram rejeitados.

Em 30 de dezembro, Janot recebeu do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) um relatório final sobre a inspeção realizada no Complexo Prisional de Pedrinhas. Os principais problemas detectados foram as mortes dos detentos, a superlotação e não separação dos presos. Depois, em 7 de janeiro, o governo do Maranhão entregou as respostas sobre as ações do governo para solucionar o problema. Embasado nestes dados, o procurador-geral tomará a decisão de entrar ou não com um pedido de intervenção.

Na quinta-feira (9), o jornal O Globo informou, em matéria publicada no seu site, que Janot decidiu pedir a intervenção federal. De acordo com a reportagem, o chefe do Ministério Público entendeu que é preciso tirar a autonomia do governo do Maranhão na administração do sistema prisional por conta do agravamento da crise. De acordo com a assessoria do MPF, o procurador-geral ainda não definiu se entra ou não com a ação.

Direitos humanos

Uma das ações que tramita na corte e ainda não tem data para ser julgada é bem similar ao caso do Maranhão. Em 2008, o então procurador-geral da República Antônio Fernando de Souza pediu a intervenção federal no presídio Urso Branco, em Porto Velho (RO), por violação dos direitos humanos. Para Antonio Fernando, a situação da unidade prisional era uma “calamidade”. Seis anos se passaram e o caso está de novo nas mãos da própria PGR, que deve se manifestar sobre a posição do governo de Rondônia.

Além de ter um pedido no STF, o caso envolvendo o presídio Urso Branco também chegou à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). “Ele pode ir para a corte interamericana, para aí condenar o Brasil internacionalmente. Mas isso vai demorar muitos anos. No caso de Urso Branco, medidas administrativas demoraram nove anos”, afirmou o advogado da Justiça Global, Eduardo Backer.

A Constituição Federal estabelece no artigo 34 as possibilidades para um pedido de intervenção federal ser apresentado. Entre elas, está a garantia ao livre exercício de qualquer dos poderes nas unidades da federação e a reorganização das finanças dos estados. Outra previsão é usar a ação para assegurar o cumprimento de princípios constitucionais como os direitos da pessoa humana, o sistema representativo e o regime democrático.

Caixa de Pandora

Entre os casos julgados em plenário pelos ministros do STF está a intervenção federal no Distrito Federal. O então procurador-geral da República Roberto Gurgel pediu o fim da autonomia do governo e do Legislativo do Distrito Federal em 2010 como uma das consequências daOperação Caixa de Pandora, que revelou focos de corrupção nos poderes Executivo e Legislativo da capital. O pedido foi rejeitado em 30 de junho de 2010 por sete votos a um. Outro processo contra o DF tramita desde 2005 e pede o encerramento do Centro de Atendimento Juvenil Especializado (Caje).

Quase dois anos depois, em 28 de março de 2012, também por maioria dos votos, o STF rejeitou quatros pedidos de intervenção no Rio Grande do Sul. As ações queriam que o governo federal assumisse o pagamento dos precatórios judiciais de decisões transitadas em julgado, quando não há mais possibilidade de recursos. Para os ministros, as dificuldades financeiras enfrentadas pelo estado justificavam o calote da dívida.

Colaborou Edson Sardinha

Na rica Porto Alegre, o mesmo horror das celas do MA. Isso parte da Imprensa Nacional não vê!!!


Capital gaúcha abriga o pior presídio do país, com mais do que o dobro de sua capacidade e dominado por chefes do tráfico de drogas no Estado.

presídio

De Veja

Os Estados do Maranhão e do Rio Grande do Sul estão distantes na longitude e nos índices de desenvolvimento econômico e social de seus moradores. Porto Alegre está mais de duzentas posições à frente de São Luís no ranking do Índice de Desenvolvimento Econômico (IDH) e, apesar de ser a 28º cidade com os melhores indicadores do país, a capital gaúcha se iguala à 249ª colocada no horror do sistema carcerário. Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados apontou o Presídio Central de Porto Alegre como a pior penitenciária do Brasil em 2008. Com 4.500 detentos, o presídio funciona há anos com contingente bem acima de sua capacidade de 2.069 vagas. Em novembro de 2010, atingiu o recorde, com mais de 5.600 detentos. A superlotação, aliada à falta de infraestrutura e ao total descaso do governo Tarso Genro (PT), segue a a mesma receita que provocou o colapso hoje visto no Maranhão.

Assim como no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA), o Presídio Central de Porto Alegre é dominado por facções criminosas. São os líderes que determinam quem deve receber atendimento médico, visitas de advogados e também as penas aplicadas ao preso endividado com drogas. Recentemente, por uma dívida de 15 reais de crack, um detento foi "condenado" a ingerir à força um coquetel de drogas com água e crack moído, entre outras substâncias. Ele sobreviveu para contar a história, mas em casos parecidos, o "condenado" morre asfixiado com um saco plástico amarrado à cabeça. São recorrentes os relatos de extorsão de familiares, obrigados a fazer depósitos em contas de laranjas em troca da vida do detento. Junto com as drogas, armas e aparelhos celulares entram e saem com frequência na cadeia gaúcha.

O presídio gaúcho não dispõe de área destinada às visitas. O resultado é que os cerca de 240.000 visitantes que entram no local por ano têm livre acesso às 28 galerias e às celas. Desse total, 20.000 são crianças que acabam expostas a homens armados, consumo de drogas e visitas íntimas.

Construído em 1959 para abrigar 300 presos, o Presídio Central de Porto Alegre teve sua estrutura condenada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (Crea-RS) após uma inspeção, em abril de 2012. Na ocasião, os engenheiros constataram que o esgoto escorre pelo pátio. As denúncias assinadas também pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) foram encaminhadas para a Organização dos Estados Americanos (OEA). A entidade voltou a notificar o governo brasileiro nesta semana para adotar medidas que garantam a integridade dos presos em Porto Alegre.

O governo Tarso Genro atribui a superlotação do presídio ao fechamento de pelo menos oito unidades prisionais na Grande Porto Alegre nos últimos anos. Até o fim de 2014, o superintendente dos Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul, Gelson Treiesleben, afirma que serão criadas 4.700 novas vagas. “Nosso objetivo é esvaziar o Presídio Central de Porto Alegre pois sabemos que vai sucumbir ”, diz.

A Superintendência dos Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul diz que até o fim do ano o Presídio Central abrigará apenas os presos provisórios, que correspondem a mais da metade de sua população carcerária de 4.500 pessoas. Segundo o Tribunal de Justiça gaúcho, 2.746 detentos que estão no local aguardam julgamento. A população carcerária total do Estado hoje é de 29.243 detentos.

O Presídio Central não pode receber presos condenados, mas apenas aqueles que aguardam sentença da Justiça. A proibição é resultado de uma interdição determinada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul em 1995, após uma rebelião que durou vários dias. Um dos presos fugiu e invadiu um hotel no centro de Porto Alegre impondo clima de terror na cidade. Depois desse episódio, o governo gaúcho entregou a administração do presídio à Brigada Militar. Atualmente, 400 policiais militares atuam a segurança da cadeia.

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

“Tenho acompanhado com atenção a questão no Maranhão”, diz Dilma

dilma e roseana

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (10), por meio de sua conta no Twitter, que tem "acompanhando com atenção a questão da segurança no Maranhão".

Em uma série de sete tuítes, ela citou as medidas tomadas pelo Ministério da Justiça para ajudar a governadora Roseana Sarney (PMDB) a solucionar o problema carcerário e disse apoiar as propostas formuladas ontem (9), durante reunião entre a peemedebista e o ministro José Eduardo Cardozo.

“Tenho acompanhado com atenção a questão da segurança no Maranhão. Em dezembro determinei o envio da Força Nacional para apoiar as ações de segurança do governo do Maranhão. O Ministério da Justiça ofereceu vagas em presídios federais para transferência de presos do Maranhão. O Ministério da Justiça apoia mutirão de defensores públicos para análise da situação dos presos. Também aumentará efetivo da Força Nacional no Maranhão. Ontem, a governadora Roseana Sarney anunciou criação de comitê gestor integrado, coordenado pelo governo do Estado. O comitê, coordenado pelo Governo do Estado, envolve os poderes e MP maranhenses, além do Ministério da Justiça para ações nos presídios do Maranhão. Essas medidas são similares àquelas encaminhadas nos casos de SP, RJ, SC, AL, PR, por exemplo”, disse a presidente.

Em entrevista ontem após a reunião com Cardozo, Roseana disse que não acredita em intervenção federal no Maranhão. Um documento com pedido neste sentido está na mesa do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Apesar de o procurador ainda não haver se posicionado, a mídia sulista cravou mais cedo que a decisão será por um pedido de intervenção (entenda aqui por que).

“Não acredito que [o procurador-geral da República] vá pedir intervenção, porque estou cumprindo meu dever”, disse a governadora.

Prefeitura entrega à Secretaria de Saúde de Açailândia 06 novos veículos

Os veículos foram adquiridos a partir de um convênio com o governo federal, e de acordo com o secretário e assessores, não houve intermédios para o convênio, foi feito a partir de contato direto da secretaria de saúde com o governo através do Ministério da Saúde.

Os veículos darão muito mais agilidade aos serviços da secretaria de saúde no município, além dos serviços administrativos, serão remanejados para a remoção de pacientes de hemodiálise que precisam constantemente ser levados para imperatriz, outros serão destinados para atender os postos de saúde nos bairros e também será destinado para a zona rural.

Durante a cerimônia de entrega a prefeita Gleide Santos enfatizou o empenho da equipe que não mediu esforços para trazer os veículos para atender a cidade. O secretário de saúde, Denison Gigante destacou a importância dos novos veículos e anunciou mais aquisições para a saúde do município que serão implantadas este ano. A presidente da Câmara Municipal e o deputado Hélio Soares também fizeram uso da palavra e reafirmaram o compromisso com Açailândia e parabenizaram a prefeita e o secretário de saúde pela conquista.

Além de dar mais agilidade aos trabalhos da secretaria de saúde, os veículos novos trazem também, economia ao município, pois dispensam os veículos alugados que geravam um custo mensal altíssimo para os cofres públicos.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Sai convocação de aprovados em concurso do DETRAN

A Secretaria de Estado de Gestão e Previdência (Segep) já publicou no sitehttp://www.segep.ma.gov.br a lista de convocação dos candidatos aprovados e classificados no Concurso Público do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MA), para os cargos de Analista de Trânsito, edital nº 002 de 16 de abril de 2013, e Assistente de Trânsito, edital nº 003 de 16 de abril de 2013.

Os candidatos devem comparecer à Supervisão de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Segurança Pública, situada em São Luís, na Avenida dos Franceses, s/n, Bairro Vila Palmeira, nos horários de 9h às 12h da manhã, e 15h às 18h da tarde, no prazo de dez dias úteis, a contar da data de publicação do edital de convocação, munidos da documentação necessária para nomeação.

Imprensa nacional faz campanha contra o Maranhão para ajudar Flávio Dino

Setores fortes da imprensa nacional decidiram colocar o Maranhão no olho do furação de denúncias com um único objetivo: eleger Flávio Dino governador neste ano.

Dino é amigo de jornalistas da grande imprensa desde que juiz federal e atuava como assessor do ministro Gilmar Mendes, na época presidente do Supremo Tribunal Federal.

O hoje presidente da Embratur era assim como fonte de informações para jornalistas renomados. Quando foi deputado federal, embora com atuação questionável, sempre ficava entre os três melhores com atuação na Câmara Federal. A escolha, observem bem, era feita por jornalistas e veículos de comunicação.

Agora, exatamente no ano da campanha eleitoral, passaram a fazer inúmeras denúncias, algumas até com cunho de discriminação e outras sem menor fundo de verdade. Tudo para mostrar que somos piores em tudo. Por que não mostraram isso tudo antes?

Aqui já fomos colocados como o estado que mais escraviza mão de obra, o que não é verdade. Não olham para Alagoas e muito menos para o Ceará.

Pior mesmo foi a Folha de São Paulo exibir ao país e ao mundo uma cena em que um homem teve a perna dilacerada em um acidente há dois anos, como se o fato fosse um exemplo de tortura durante rebelião mês passado no presídio de Pedrinhas.

O caos no sistema penitenciário não vem de hoje, mas anteriormente nunca exibido com frequência pela imprensa sulista. Esquecem de mostrar a realidade dos presídios de São Paulo Rio de Janeiro, sob todos os aspectos deploráveis.

O blog considera a situação atual no Maranhão inaceitável, mas enxerga na forma como vem sendo divulgado o aproveitamento político para beneficiar o candidato comunista.

São Paulo gasta mais de R$ 4 milhões só em alimentação com o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo, mas a grande imprensa acha normal No governo de Luiz Rocha, aqui no Maranhão, o sucessor Epitácio Cafeteira revelou que eram gastos mais de R$ 1,5 em comida.

Na gestão de José Reinaldo e Jackson Lago não foi diferente e nada de denúncias. Mas agora é preciso desmoralizar  o Maranhão e a atual governante ao ponto do desgaste favorecer uma intervenção federal e consequentemente a eleição do amigo das imprensa sulista, Flávio Dino.

Durante o dia de ontem jornalistas deram plantão nos corredores do Supremo Tribunal Federal aguardando o decreto de intervenção que não saiu. E como não veio, as críticas ao ministro Joaquim Barbosa começam a chover.

Presos no Pará mais dois suspeitos de ataques a ônibus em São Luís

Dupla foi capturada na madrugada desta quinta-feira (9), em Santa Maria. Segundo SSP, eles são suspeitos de participar de atentados a ônibus.

Do G1 MA

Cronologia Ataques Maranhão (Foto: Editoria de Arte/G1)

Dois foragidos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, foram presos na madrugada desta quinta-feira (9), em Santa Maria, no Pará, segundo a Superintendência de Investigações Criminais do Maranhão (Seic). A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão confirmou a participação da dupla nos ataques a ônibus ocorridos na sexta-feira (3), promovidos por uma das maiores facções criminosas do estado.

Identificados como Allan Kardec Dias Costa e Giheliton de Jesus Santos, o Gil, os dois serão encaminhados para a capital maranhense.

"São elementos altamente perigosos. Contra o Allan, existem pelo menos três mandados de prisão, dois por homicídio e um por formação de quadrilha. O Gil é considerado 'palavra final' da quadrilha. Vários homicídios foram determinados por ele na região metropolitana", disse o delegado adjunto da Seic, Marcos Affonso.

O delegado também informou que uma terceira pessoa foi presa suspeita de dar cobertura aos dois criminosos durante estadia deles no Pará. O suspeito foi identificado como José Bonifácio Lemos da Silva Júnior e é natural de Santa Maria.

"Estamos atentos a todos os passos dessa quadrilha e vamos continuar efetuando outras prisões", acrescentou o delegado.

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Na noite de quarta-feira (8), dois irmãos suspeitos de participar de um ataque a ônibus no bairro João Paulo foram detidos. Ítalo Santos Costa, de 21 anos, e o irmão, de 17 anos, foram encontrados na Forquilha, em São Luís. De acordo com a polícia, eles seriam moradores do João Paulo. Com eles, sobe para 20 o número de detidos por suspeita de participação nos ataques.

Foragido preso no Piauí

Um detento foragido do Presídio de Pedrinhas foi preso na cidade de Altos, no Piauí, após assaltar um comércio no local.

Alexandro Marques, o "Peixinho", respondia por roubo em São Luís. Segundo o delegado Cadena Júnior, do Piauí, ele está preso na Delegacia de Altos, mas deve ser transferido na próxima segunda-feira (13) para uma das penitenciárias do Maranhão.

Ataques

Após operação da Tropa de Choque da Polícia Militar no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, quatro ônibus foram incendiados e duas delegacias (nos bairros de São Francisco e Liberdade) fora alvo de tiros em São Luís, na noite de sexta-feira (3). O secretário de Segurança Pública do estado, Aluísio Mendes, disse que os ataques foram ordenados por detentos do presídio.

Na última quinta-feira (2), dois presos foram encontrados mortos em Pedrinhas. Em 2013, de acordo com um relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entregue em 27 de dezembro, 60 detentos morreram em presídios do Maranhão.

Cinco pessoas ficaram feridas por conta dos atentados a ônibus na Vila Sarney Filho, em São José de Ribamar, na região metropolitana de São Luís. A menina Ana Clara Santos Sousa, de 6 anos, não resistiu às queimaduras que sofreu em 95% do corpo e morreu na manhã de segunda-feira (6).