sexta-feira, 6 de maio de 2016

Waldir Maranhão dará seguimento a impeachment de Temer

waldirO vice-líder do governo na Câmara, deputado Silvio Costa (PTdoB-PE), afirmou hoje (6), que o presidente interino da Casa, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), se comprometeu a dar seguimento ao pedido de impeachment do vice-presidente Michel Temer na Casa.
Costa afirmou ainda que o deputado do PP também se comprometeu em analisar recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) que pede a anulação da sessão da Câmara que aprovou a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, no último dia 17 de abril.
"O atual presidente Waldir Maranhão se comprometeu comigo, e eu disse a ele que ia comunicar isso ao Brasil, que na segunda-feira ia mandar requerimento a todos os líderes partidários, pedindo que indicassem os membros da comissão (do impeachment de Temer", afirmou Costa em entrevista coletiva.
Um processo de impeachment de Temer por crime de responsabilidade foi aceito em abril, mas está parado desde então. O pedido foi protocolado pelo advogado mineiro Mariel Márley Marra.
O caso estava para ser engavetado por Cunha, quando o STF mandou que ele desse andamento ao pedido.
O presidente, então, determinou que os líderes indicassem os membros da comissão que analisaria a possibilidade de impedimento. Mas partidos de oposição e aliados de Temer negaram-se a atender a determinação. Segundo o Regimento Interno, o próprio Cunha deveria indicar a comissão. Mas nunca o fez.
O que, agora, parece ser a vontade do maranhense.

Justiça Eleitoral de Açailândia certifica servidores atendentes biométricos

Juízes Eleitorais e chefes de cartórios certificando servidores
A Solenidade de entrega dos certificados aos servidores que desempenharam a função de atendente durante o recadastramento biométrico dos eleitores do município de Açailândia, aconteceu na manhã de hoje (06), na sede do Fórum Eleitoral.

Os juízes da 71ª e 98ª Zonas Eleitorais, Dr. Pedro Guimarães Júnior e Drª. Dayna Leão Tajra Reis Teixeira, respectivamente, acompanhados dos chefes de cartório Riquene Fontenele e Francisco Evânio, fizeram questão de entregar em mãos todos os certificados aos servidores, em agradecimento, pelos relevantes serviços prestados à Justiça Eleitoral.

Após a solenidade de entrega dos certificados foi servido um “coffe-break” aos presentes.



Números da Biometria em Açailândia

Revisões: 57.575
Novos Títulos: 5.117
Transferências: 4.888
Total de Atendimentos: 67.580


Ao final da Biometria, o eleitorado de Açailândia que no ano passado foi de 74.729, diminuiu para 64.823. O número de títulos cancelados chegou ao patamar de 14.865, mas esses números ainda podem ser alterados, pois, após o cancelamento, muitos eleitores buscaram a Justiça Eleitoral para regularização. O Tribunal Superior Eleitoral terá até o mês de junho para divulgar os números exatos de eleitores aptos a votar nas eleições municipais 2016.

Joaquim Barbosa: decisão de Teori é uma das mais corajosas da história


Por meio de sua conta no Twitter, ex-presidente do STF chama de “extraordinária” a decisão de ministro de afastar Eduardo Cunha do mandato na Câmara. Para o ministro aposentado, isso mostra que o país tem um Judiciário “robusto e independente”

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa classificou como “uma das mais extraordinárias e corajosas decisões da história político-judiciária do Brasil” o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), determinado pelo ministro Teori Zavascki. Por meio de sua conta no Twitter, Joaquim disse que a decisão de Teori mostra que o país tem um Judiciário “robusto e independente”, “coisa rara” na América Latina e entre as principais nações em desenvolvimento.
O ex-ministro aposentado também deixou claro que tem críticas à condução do processo de impeachment contra a presidente Dilma. Embora chame o relator no Senado, Antônio Anastasia (PSDB-MG), de “grande jurista”, Joaquim critica as discussões sobre o assunto. “O leguleio incompreensível em curso no Senado nos últimos dias só serve a um propósito: esconder do grande público questões fundamentais”, escreveu.
Joaquim Barbosa foi criticado pelos petistas e aliados do governo Dilma por determinado a condenação de dirigentes e parlamentares históricos do partido na condição de relator do processo do mensalão.
Veja a sequência de tuítes do ministro sobre o afastamento, em caráter liminar, de Eduardo Cunha:
- o ministro Teori acaba de tomar uma das mais extraordinárias e corajosas decisões da história político-judiciária do Brasil

- afastado há quase dois da vida pública, sou hoje um cidadão plenamente livre, um profissional de mercado

- embora haja questões que me incomodem profundamente no atual processo de impeachment, resolvi não participar do debate.

- Isso não me impede, porém, de indicar algumas pistas, apontar certos deslizes, chamar a atenção para possíveis consequências

- Por exemplo: o senador Anastasia é jurista de primeira ordem. Adorei quando ele trouxe ao debate a opinião de Alexander Hamilton.

- Hamilton era um gênio, uma das mentes poderosas na origem da criação das instituições que moldaram os EUA, copiadas pelo Brasil.

- É bonito citar Hamilton! Mas Hamilton e outros constituintes de 1787 tinham justificado temor quanto a certos aspectos do impeachment.

- Qual era o maior temor de Hamilton em relação ao processo de impeachment? “the demon of faction”!

- o leguleio incompreensível em curso no Senado nos últimos dias só serve a um propósito: esconder do grande público questões fundamentais.

- Tomo um caminho tortuoso, propositalmente. Adoto a perspectiva comparativa, baseada no fato de que o Brasil não é uma republiqueta qualquer.

- Em 1868, tentou-se destituir via impeachment o presidente Andrew Johnson dos EUA, por dois motivos: um ostensivo e outro, oculto.

- O motivo ostensivo era de uma frivolidade atroz: a exoneração de um ministro de Estado sem autorização do Senado.

- Johnson se salvou por um voto, mas a instituição da Presidência saiu mortalmente ferida do episódio. Levou décadas para se recuperar.

- Notem algo importante: os EUA em 1868 ainda eram um “anão político” na cena internacional! Longe de ter o poder e a influência que tem hoje.

- O que disseram em 1868 alguns líderes políticos contrários ao impeachment de Johnson: “não queremos a “mexicanization” do nosso país!

- Pois bem. Reflitamos um pouquinho sobre a nossa realidade em 2016.

- Provincianos em sua maioria, loucos para assumir as rédeas do poder, nossos líderes não têm dado bola à dimensão internacional da questão.

- É que o Brasil de 2016 tem muito mais importância no plano internacional do que tinham os EUA em 1868!

- Nós temos a mais sólida e estável democracia da América Latina; entre os chamados países emergentes, nada há de comparável ao que temos aqui

- Temos um poder Judiciário robusto e independente, coisa rara entre os membros do grupo de países que citei acima.

- A decisão de hoje do ministro Teori aí está como uma bela demonstração.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Decisão Judicial mantém validade do Concurso de professor do Estado do Maranhão



Vamos parar com esse papo torto de “coxinhas” e “petralhas” ou vamos nos enterrar como nação?


Reconstruir as pontes entre nação e Estado dependerá de mudanças nos três poderes. Essa tarefa só fará sentido se for ampla o bastante pra incluir “coxinhas”, “petralhas” e a esmagadora maioria de “não alinhados”
Em confronto nas ruas, petistas e antipetistas precisarão encontrar uma forma de convivência para o Brasil retomar a marcha do desenvolvimento
Nestes tempos estranhos, reconhecer qualquer virtude no ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e no legado dos oito anos de governo tucano significa ser imediatamente enquadrado por uma furiosa turba como “coxinha”, “golpista”, “entreguista” ou coisa pior.
Da mesma forma, ser qualificado como “petralha”, “vendido” ou “chapa branca” é o mínimo que lhe ocorrerá se você ousar atribuir algum mérito ao reinado petista e, especialmente, ao principal líder do PT, o ex-presidente Lula.
Entretanto, qual analista pode, em sã consciência, negar a contribuição que ambos deram ao país?
A passagem de Fernando Henrique pelo Palácio do Planalto foi fundamental para liberar a economia brasileira da submissão à lógica perversa da hiperinflação. Não fosse isso, teria sido impossível realizar tudo o que veio depois, sobretudo com Lula: expressivo crescimento econômico, fortalecimento de políticas sociais e melhoria das condições de vida de milhões de pessoas.
Tanto petistas quanto tucanos se irritam muito quando são lembrados das semelhanças que guardam entre si, mas o modelão seguido por FHC e por seu sucessor era basicamente o mesmo. Na política, prevalecia o chamado presidencialismo de coalizão. Como PSDB e PT sempre foram minoritários no Congresso, pagavam um preço alto para conseguir governar. Isso exigia distribuir cargos federais e favores diversos a uma ampla gama de partidos, que frequentemente criavam novas dificuldades para abocanhar maiores nacos do Estado.
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Havia, porém, dois problemas. Esse modo de garantir sustentação ao governo exigia, de um lado, enorme habilidade política e, do outro, crescente expansão dos gastos públicos. Com Dilma Rousseff vimos o desaparecimento dessas duas pré-condições. Absolutamente inapta para a interlocução com o Parlamento, com os principais segmentos sociais ou mesmo com os seus ministros e demais auxiliares, a presidente também usou e abusou da capacidade de gastar muito e mal.
Não faltaram alertas sobre a inconveniência das bilionárias e mal planejadas isenções fiscais concedidas no primeiro mandato de Dilma ou dos riscos que as agora famosas pedaladas fiscais representavam para toda a política econômica. O relaxamento no combate à inflação, os desacertos de uma equipe descoordenada e o inédito volume de recursos destinado ao pagamento dos juros da dívida completaram o cenário, agravado pela queda dos preços das mercadorias internacionais, um dos principais motores da onda anterior de crescimento.
Foi assim que chegamos aos protestos de junho de 2013, selando o divórcio entre as expectativas de uma sociedade que se modernizou e as mazelas de um sistema político apodrecido. A população tem demonstrado desde então, em massivas manifestações, que não tolera mais tanta corrupção e tanta incompetência.
Reconstruir as pontes entre nação e Estado dependerá de mudanças nos três poderes. Ao Judiciário caberá, principalmente, pôr fim à odiosa impunidade que hoje premia, entre outros, perto de duas centenas de políticos que são alvo de acusações criminais em morosa tramitação no Supremo Tribunal Federal. Já o Executivo e o Legislativo, que até aqui agem como se orbitassem outro sistema solar (incapazes de enxergar as demandas populares), precisarão encontrar uma nova forma de se relacionar, num país que tem enorme necessidade de retomar a marcha do desenvolvimento.
Uma tarefa que só fará sentido se for ampla o bastante para incluir “coxinhas”, “petralhas” e a esmagadora maioria de “não alinhados”.
(Este texto é o editorial que abre a edição mais recente da Revista Congresso em Foco)

Desembargador nega recurso do WhatsApp e mantém bloqueio


O desembargador Cezário Siqueira Neto negou a liminar do mandado de segurança impetrado pelo WhatsApp. A decisão do recurso foi publicada 0h30 desta terça-feira (3) durante o Plantão do Judiciário do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e confirmada pela assessoria de comunicação do órgão nesta manhã.
Assim, fica mantido o bloqueio do aplicativo para usuários no Brasil pelo período de 72 horas, iniciado às 14h da segunda-feira (2).

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Concluída mais uma etapa da Pós-Graduação em Assessoria de Comunicação da Ufma

O Curso de Especialização em Assessoria de Comunicação capacitará profissionais em diferentes áreas de formação acadêmica. Da cidade de Açailândia participam do curso os comunicadores Zeca Carvalho, Marly Alves, Leidenalva Silva e Wilton Lima (Titular do Blog).
A tradicional pose para registro da conclusão de mais uma etapa da Pós-Graduação em Ascom.

Com duração de 18 meses, o curso de Pós-Graduação em Assessoria de Comunicação Empresarial e Institucional promovido pela Universidade Federal do Maranhão é dividido em módulos e disciplinas – ao todo serão oferecidas 14 disciplinas que serão ministradas por professores com títulos de doutores e mestres, o que garante a qualidade do ensino aplicado em sala de aula.

Os módulos são divididos por finais de semana com aulas sexta, sábado e domingo. Nos dias 29, 30 e 1º de maio, foi ministrada a disciplina de Redação para produtos de assessoria de comunicação – a professora, doutora, Thaisa Bueno desenvolveu em sala de aula, bibliografias e experiências profissionais vividas por ela própria e os diferentes exercícios profissionais do alunado, garantindo uma grande interação e troca de conhecimentos.


Ao final da disciplina, professora e alunos posam para o tradicional “self” e fotografias para o registro do sucesso de mais uma etapa cumprida. (acima).

Dilma anuncia reajuste no Bolsa Família em ato do 1º de Maio da CUT

Presidente também propôs correção de 5% da tabela do Imposto de Renda. Ela de novo disse ser vítima de golpe e criticou possíveis medidas de Temer.

A presidente Dilma Rousseff anunciou neste domingo (1º), durante evento do Dia do Trabalho promovido em São Paulo pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a dez dias de uma votação no Senado que pode afastá-la do cargo, uma série de medidas na área social: reajuste médio de 9% para beneficiários do programa Bolsa Família, mais 25 mil moradias para o programa Minha Casa Minha Vida Entidades, prorrogação de contratos do profissionais do Mais Médicos e aumento da licença-paternidade para funcionários públicos. Ela também propôs a correção da tabela do Imposto de Renda para pessoa física.
Durante o discurso em São Paulo, Dilma voltou a atacar o processo de impeachment, disse ser vítima de golpe e criticou as possíveis medidas do vice-presidente Michel Temer caso assuma a Presidência.
"Quero aproveitar o 1º de maio para dizer que estamos autorizando um reajuste no Bolsa Família que vai resultar em um aumento médio de 9% para as famílias", disse Dilma durante discurso no Vale do Anhangabaú.
"Essa proposta não nasceu hoje, ela estava prevista desde quando nós enviamos em agosto de 2015 o orçamento para o Congresso. Essa proposta foi aprovada pelo Congresso e diante do quadro atual nós tomamos medidas que garantem um aumento na receita desse ano e nos próximos para viabilizar esse aumento do Bolsa Família."
Depois do anúncio, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) disse ao jornal 'O Globo' que o reajuste médio do Bolsa Família é uma irresponsabilidade fiscal de Dilma.
Dilma disse ainda que Temer poderá cortar vagas do Bolsa Família. "Falam que vão dar Bolsa Família só para os 5% mais pobres. São 10 milhões de pessoas. Hoje, o Bolsa Família atende 47 milhões. Serão 36 milhões que serão entregues às livres forças do mercado para se virar", disse.
A presidente também propôs a correção de 5% na tabela do Imposto de Renda para pessoa física a partir do ano que vem além de outras medidas (veja mais abaixo).
Controvérsia sobre o reajuste
O reajuste no Bolsa Família vem sendo cobrado pelos movimentos sociais e o governo diz que a medida já está prevista no orçamento.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o reajuste vai entrar em vigor em 1º de junho.
Na última semana, aliados do vice-presidente Michel Temer disseram que, caso o impeachment passe no Senado, ele já previa dar aumento no benefício. Dilma, na avaliação de analistas, se antecipou a essa possível decisão de Temer.
Mas não há consenso sobre a viabilidade orçamentária do aumento. Durante a semana, o secretário do Tesouro Nacional, Otavio Ladeira, disse que o "espaço fiscal" (disponibilidade de recursos no orçamento) não permitia um reajuste.
Ladeira chegou a dizer que há, no orçamento, um espaço para reajuste do Bolsa Família de até R$ 1 bilhão. Mas explicou que, diante das dificuldades das contas públicas, o uso desses recursos só deve ser avaliado caso a nova meta fiscal proposta pelo governo -e que permite ampliar o rombo das contas públicas para até R$ 96,6 bilhões neste ano-, seja aprovada pelo Congresso.
O Palácio do Planalto argumenta, porém, que a medida não causará nenhum rombo, mas que se trata apenas de uma medida para reafirmar as suas prioridades na área social -o Bolsa Família é uma das principais bandeiras do governo petista.
Números do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostram que o orçamento do Bolsa Família, para este ano, é de R$ 28,11 bilhões, contra R$ 26,41 bilhões pagos em 2015 e R$ 26,12 bilhões em 2013.
Conforme a assessoria do ministério, cerca de 14 milhões de famílias recebem atualmente o Bolsa Família. Ainda de acordo com o governo, o pagamento médio do programa é de R$ 164 mensais por família.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o último reajuste do Bolsa Família foi em 1º de maio de 2014.
Veja as medidas anunciadas por Dilma Rousseff:
- Reajuste de 9% para beneficiários do Bolsa Família.
- Proposta de correção da tabela Imposto de Renda Pessoa Física em 5%, a partir de 2017.
- Proposta de contratação de pelo menos 25 mil moradias do "Minha Casa, Minha Vida Entidades", com os movimentos do campo e da cidades.
- Criação do Conselho Nacional do Trabalho (Conselho Tripartite), com representação dos trabalhadores, empresários e governo.
- Proposta de ampliação da licença-paternidade para funcionários públicos de 5 dias para 20 dias
- Criação do plano safra da agricultura familiar para garantir recursos tanto para o programa de aquisição de alimentos como para assistência técnica.

Os anúncios integram uma série de medidas divulgadas antes de o plenário do Senado deliberar, no próximo dia 11 ou 12, sobre o afastamento por 180 dias da presidente por meio de processo de impeachment.
'Golpe à democracia'
Dilma disse ser vítima de um golpe à democracia e que em seu governo não cometeu nenhum crime que justifique um impeachment. "Do que eles me acusam? Não podem me acusar de contas no exterior nem de corrupção. Chegam ao absurdo de me acusar de algo que eu não participei e alegam que eu deveria saber porque eu conversava com as pessoas responsáveis. Se eles praticam comigo o que vão praticar com o trabalhador? Quando você rompe a democracia, rompe para todos. Se permitirmos esse golpe permitiremos que a democracia seja ferida", disse Dilma.

"Eles propõem o fim da política de valorização do salário mínimo, política que garantiu 76% de aumento acima da inflação desde o governo do presidente Lula, passando pelo meu. Essa política tem de durar até 2019", afirmou.
Ela criticou as possíveis medidas que possam ser implementadas por Michel Temer caso o vice assuma a presidência. "Querem acabar também com o reajuste dos aposentados desvinculando esse reajuste da política de salário mínimo. Com isso, os aposentados não terão mais reajustes. Querem também transformar a CLT em letra morta. Prometem e dizem explicitamente privatizar tudo o que for possível. A primeira vítima dessa lista é o pré-sal. Falam em revisitar o Pronatec, o Minha Casa Minha Vida. Aí nós temos uma situação em que os programas sociais são olhados como responsáveis pelo desequilíbrio do país", disse a presidente.
"Como estava muito difícil achar um crime, eles começaram dizendo que eram seis decretos. Eu , em 2015, fiz seis decretos de suplementação. O FHC, no ano de 2001, fez 101 decretos de suplementação. Para eles, não era golpe, não era nenhum  golpe nas contas públicas”, disse.

Reajuste da tabela do IR
Neste sábado (30), Dilma se reuniu com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, no Palácio da Alvorada, para acertar os detalhes das medidas. Com a disparada da inflação em 2015, que atingiu 10,67% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a tabela do IR passou a acumular uma defasagem de 72,2%, segundo o Sindifisco Nacional. Em 2015, a correção média da tabela do IR em 2015 foi calculada em 5,6%.

Em 2016 a tabela não foi corrigida até o momento, sob o argumento que não há espaço no orçamento.

Hoje só não paga Imposto de Renda na fonte quem ganha até R$ 1.903,98 mensais. Se a tabela tivesse sido corrigida nos últimos anos acompanhando sempre a inflação, o limite de isenção estaria em R$ 3.250, segundo cálculo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Como bloquear pessoas e impedir a confirmação de leitura no WhatsApp?

Ainda que o WhatsApp tenha anunciado recentemente a implementação da criptografia integral de todas as comunicações --incluindo as mensagens de voz e outros arquivos--, o recurso por si só não garante a privacidade dos usuários. Que tal, então, ampliar a sua segurança no app?
Com apenas alguns cliques, é possível ajustar controles básicos de privacidade. Basta ir em Configurações >> Conta >> Privacidade e definir quais usuários podem ver os seus dados pessoais: todos, meus contatos e ninguém. Por padrão do aplicativo, é habilitada automaticamente a opção "todos".
As definições podem ser atribuídas à visualização da foto do perfil, do status, bem como do visto por último. Vale lembrar, no entanto, que ao desabilitar o recurso, você também não verá o horário do último acesso dos seus contatos.
O mesmo acontece caso opte por não ser "delatado" pelas confirmações de leituras, representadas pelas duas setas azuis. Para manter essa discrição, terá que abrir mão da curiosidade de saber se o seu contato viu ou não a sua mensagem. Mas, mesmo que você desative a opção, a leitura será confirmada em mensagens de grupo quando todos lerem o conteúdo.

O controle da privacidade também viabiliza o gerenciamento dos contatos bloqueados, com a inclusão ou a retirada de nomes. Você não recebe mensagem nem mesmo consegue ser adicionada a grupos administrados por aqueles que integrarem essa lista. 

As mensagens enviadas por aqueles que integram a lista não serão exibidas em seu telefone e nunca serão entregues a você. Suas informações de visto por último, status e imagem de perfil também não estarão mais visíveis aos contatos bloqueados. Ao desbloquear um contato, você não receberá as mensagens ou ligações feitas por ele durante o período em que esteve bloqueado.

Conheça a morena que fazia programas na Câmara dos Deputados.


Quando proferiram seus votos em nome da família, muitos de nossos nobres deputados esqueceram que não são lá muito fiéis às suas famílias, visto que a clientela para as garotas de programa que atuam na câmara é bem ampla e este é um negócio extremamente lucrativo.

Muitos dos autointitulados “paladinos da moral” usam dinheiro público para pagar mordomias e programas para acompanhantes de luxo que tem ponto fixo no congresso nacional. A garota abaixo é apenas uma delas.

De acordo com reportagem do R7, Vanessa Soares é professora de Educação Física, modelo e garota de programa. A Coordenação de Polícia Judiciária da Câmara dos Deputados investiga o caso de prostituição dentro de um banheiro da Casa, ocorrida no mês passado.

O inquérito apura a ocorrência 39/2016, aberta após o vazamento de fotos de sexo entre uma morena com identificação de visitante da Câmara e um homem de terno preto dentro de um banheiro da Casa.

As fotos, que mostram a morena de calcinha rosa em poses provocantes e cenas de sexo oral, circularam em um dos grupos de WhatsApp de parlamentares e assessores.

O R7 conversou com o assessor de Vanessa, Bruno Silvério. Ele explicou que Vanessa irá prestar esclarecimentos sobre o caso, e vai se defender dizendo que foi vítima do vazamento das fotos.


— Ela não vai revelar quem é o cliente, até porque ela recebeu pelo programa, R$ 5.000. Ela não vai falar quem é, vai que ele é casado.