quinta-feira, 20 de outubro de 2016

FINALMENTE!!! Cunha é preso em Brasília por decisão de Sérgio Moro


Deputado cassado foi preso nesta quarta-feira (19).

Despacho que autorizou a prisão de Cunha é de terça-feira (18).

Do G1 PR e da GloboNews, em Brasília
Eduardo Cunha, em foto de julho de 2015 (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
Eduardo Cunha foi preso nesta quarta-feira (19) (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça, determinou na terça-feira (18) a prisão do ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O pedido é de previsão preventiva, ou seja por tempo indeterminado.
Ele foi preso em Brasília nesta quarta (19), segundo a GloboNews. A previsão da Polícia Federal (PF) é a de que ele chegue a Curitiba no fim desta tarde.
O peemedebista perdeu o mandato de deputado federal em setembro, após ser cassado pelo plenário da Câmara. Com isso, ele perdeu o foro privilegiado, que é o direito de ser processado e julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).
Cunha (Foto: Reprodução)Despacho de Sérgio Moro autorizando a prisão de Eduardo Cunha (Foto: Reprodução)

Processo
Moro retomou na quinta-feira (13) o processo que corria no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Cunha. Em resumo, a ação penal trata da existência de contas na Suíça em nome do ex-parlamentar.

Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. Na segunda-feira (17), Moro intimou Cunha e deu 10 dias para que os advogados protocolassem defesa prévia.
Como o STF já havia aceitado a denúncia, Moro apenas vai continuar o julgamento do caso, a partir de onde o processo parou na Suprema Corte.
O processo foi transferido para a 13ª Vara da Justiça Federal no Paraná após Cunha perder o mandato de deputado federal.
Junto com o cargo, ele também perdeu o direito à prerrogativa de foro – o chamado foro privilegiado, que lhe garantia a possibilidade de ser julgado apenas pelo STF.
Agora, toda a ação penal contra o ex-deputado deverá correr nos trâmites normais do Judiciário para qualquer cidadão. Isso significa que o julgamento contra Cunha poderá passar por todas as instâncias até que seja definida uma condenação.
No despacho em que recebeu a denúncia, Moro fez questão de lembrar que o MPF retirou a acusação de crime eleitoral contra Eduardo Cunha. O motivo, segundo o juiz, foi o fato de que a Justiça Federal não poderia julgar crimes eleitorais. Isso cabe apenas à Justiça Eleitoral.
Cláudia Cruz, mulher de Cunha, já responde por lavagem de dinheiro e evasão de divisas na Justiça Federal do Paraná. De acordo com as investigações, Cláudia Cruz foi favorecida, por meio de contas na Suíça, de parte de valores de propina de cerca de US$ 1,5 milhão recebida pelo marido.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Vereadores são presos em operação contra compra de votos

Programa Cheque Cidadão era usado como 'moeda de troca' no RJ.

Ação tem 8 mandados de busca e apreensão e 1 de condução coercitiva.

Do G1 Norte Fluminense, com infomações da Inter TV
Polícia Federal faz Operação Vale Voto em Campos e cumpre mandados (Foto: Cleber Rodrigues/Inter TV)Polícia Federal cumpre mandados em Campos na Operação Vale Voto (Foto: Cleber Rodrigues/Inter TV)









A Polícia Federal prendeu dois vereadores na manhã desta quarta-feira (19) na segunda fase da Operação Vale Voto em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Miguel Ribeiro Machado, o Miguelito, de 51 anos, Ozéias Martins, de 47, são suspeitos de utilizar o programa Cheque Cidadão para a compra de votos. Segundo a PF, nove mandados de prisão, oito de busca e apreensão e um de condução coercitiva (quando o suspeito é conduzido pela polícia para depor) estão sendo cumpridos.
A PF afirma que os vereadores, que foram reeleitos, colhiam documentos de eleitores para cadastrá-los no Cheque Cidadão. Eles foram presos em casa e serão levados para uma penitenciária, que não foi especificada. Agentes da Polícia Federal, do Ministério Público e da Polícia Militar participam da operação. O benefício social do Cheque Cidadão dá crédito mensal de cerca de R$ 200 para a pessoa inscrita.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Para Economista PEC dos gastos não ameaça Saúde e Educação. O Piso delas está garantido!

Chiadeira contra teto não virá de educação e saúde, afirma especialista

Alan Marques/Folhapress
Raul Velloso para a entrevista da 2ª
Raul Velloso para a entrevista da 2ª
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O teto de gastos do governo federal, proposta que visa limitar a expansão das despesas públicas nos próximos 20 anos, será posto à prova com a "chiadeira" provocada pela disputa por verbas, prevê o especialista em contas públicas Raul Velloso, 70.
Mas o economista aposta que as maiores queixas não virão das duas áreas vistas como as mais ameaçadas pela iniciativa, saúde e educação.
TETO DE GASTOS PÚBLICOS
Entenda a PEC 241 e suas consequências
Deputados seguram placas durante votação da proposta que limita gastos públicos
"Agricultura, reforma agrária, justiça, relações exteriores estarão no alvo do ajuste", diz. "Enquanto as reformas que possam diminuir os gastos em Previdência não acontecem, o único jeito será pegar a arraia-miúda. Os que normalmente são arrochados serão muito mais arrochados."
Para sobreviver aos entraves à sua implementação, o teto terá que ser acompanhado urgentemente por uma reforma da Previdência, afirma Velloso. Ele, por sua vez, sugere um caminho de menor resistência: mexer em benefícios do setor público. Em seus cálculos, o deficit da União e dos Estados com inativos atingiu 2,3% do PIB no ano passado, ou R$ 137 bilhões.
Aprovada em primeiro turno na Câmara, a PEC (proposta de emenda constitucional) do teto de gastos tramita no Congresso. Com ela, o governo prevê reajustar as despesas públicas apenas pela inflação até 2025, com possibilidade de renovação até 2036. O objetivo é colocar em ordem as contas do governo, que neste ano terão saldo negativo recorde de R$ 170,5 bilhões.
*
Folha - Como avalia a proposta de teto para o crescimento dos gastos públicos?
Raul Velloso - A PEC estabelece que o gasto da União não crescerá mais do que a inflação, mas na verdade ela disciplina pouco os componentes do gasto total do governo.
Quando se estabelece uma meta como essa, se está dizendo que os itens individuais que crescerem acima da inflação terão que ser compensados por outros. O problema é que o grosso dos gastos está sujeito a regras constitucionais que fazem com que eles cresçam mais do que a inflação.
Quais gastos?
Previdência e assistência são 50% do gasto do governo federal e estão fora da regra porque têm correção própria. O valor dos benefícios é corrigido, na menor das hipóteses, pela inflação. Assim não sobra nada para o crescimento do número de pessoas atendidas. E esse número está crescendo entre 3,5% e 4% ao ano.
Como a população está envelhecendo, vai crescer o número de idosos e, portanto, o número de beneficiários.
Ou seja, se quiser que esses itens cresçam só pela inflação, das duas uma: ou teria que mudar a regra de correção dos benefícios, para ser menor do que a inflação, o que é muito difícil no Brasil, ou precisa fazer reformas que inibam as aposentadorias.
O governo diz que, após o teto, vem a reforma da Previdência.
Eu teria optado pelo caminho inverso, mas não estou sentado lá para medir o clima político. E a opção já foi feita.
Por quê?
Eu teria começado por algo que envolvesse alguma reforma da Previdência, que aliás é a proposta que eu apresentei ao presidente Michel Temer. Fui junto com os governadores para falar sobre a necessidade de uma reforma no setor público.
Temos que enfrentar esse problema, porque dar a tarefa de administrar o crescimento total do gasto ao ministro da Fazenda, sem providências nas entranhas da despesa, é difícil.

Como é sua proposta? O governo indica que pretende aumentar a idade mínima exigida para a aposentadoria.
Minha proposta é diferente, pois foca na previdência do setor público, que me parece a mais grave. Envolve a União, Estados e municípios maiores, que por enquanto foram deixados de lado, mas têm um gigantesco buraco com o pagamento de inativos.
Eu iria por esse caminho, porque seria a reforma mais fácil de aprovar, além de ser muito importante também no problema fiscal dos Estados.
A previdência do setor público beneficia um grupo pequeno em relação à população. E quando se propuser reduzir benefícios ou aumentar a contribuição dos servidores, acha que a população não vai achar ótimo? É um sistema privilegiado. A resistência será maior ao mexer nas aposentadorias de valor mais baixo.
Se o que conspira contra o teto é a disputa por recursos, a reação natural é: 'Então é só aprovar a reforma da Previdência'. Falar é fácil. Se o governo achasse fácil, já tinha feito. Eles estão preparando, e como estão pensando em tudo, acho que é o caminho mais tortuoso. Vai demorar mais e vai sofrer mais resistência. E precisamos conter ou o crescimento do número de beneficiados ou o crescimento do valor dos benefícios. E isso se faz com reforma.
Sem reforma da Previdência, o teto é inócuo?
Não, mas é um grande desafio à sua implementação. Por isso, tenho dito que a PEC não é uma Brastemp, pois requer um segundo passo e o diabo mora na implementação.
O ministro da Fazenda terá uma emenda dizendo que o gasto total não pode crescer mais que a inflação. Mas isso depois que eles verificarem o que sobra para gerenciar, porque o aumento da Previdência vai acontecer à sua revelia.
O Tesouro vai dizer: 'Está crescendo na Previdência, vamos ter que compensar noutro lugar'. Ele vai chamar outro ministro e dizer: 'Lamento, terei que compensar em você'. Que por sua vez pode dizer: 'Por que não ajusta no outro?'
Está na cara que vão direto no investimento, e é obvio que vai haver uma chiadeira monumental. Não virá da saúde nem da educação, porque o piso deles está protegido. Se eu fosse ministro da Saúde ou da Educação, estaria feliz da vida. Não poderiam compensar em mim e, segundo, estou começando sobre uma base de gastos que não é muito ruim.
Então onde vai ter chiadeira?
No investimento, no custeio geral, porque vão ter que cortar alugueis, contratos de prestação de serviço. Agricultura, reforma agrária, Justiça, Relações Exteriores estarão no alvo do ajuste. Enquanto as reformas que possam diminuir os gastos em Previdência não acontecem, o único jeito será pegar a arraia-miúda. Os que normalmente são arrochados serão muito mais arrochados.
Mas a preocupação geral tem sido com saúde e educação.
Porque todo mundo é cego. A única disciplina dos componentes do gasto é o piso de saúde e educação, que será corrigido pela inflação. Na realidade, é uma proteção para não haver corte nas áreas, mas está sendo interpretado como o contrário. Nenhum outro item vai poder crescer às custas de educação e saúde.
Quem trabalha nas duas áreas estará protegido, porque são pagos pelos orçamentos de ministérios protegidos. É só não contratar tanto e dar reajuste pela inflação.
Há outro orçamento que precisamos pensar, que é o dos Poderes autônomos [Judiciário, Tribunais de Contas, Ministério Público e Defensoria]. A emenda diz que todos estão sujeitos ao limite global. Só que os Poderes já começaram a dizer que têm autonomia financeira e administrativa prevista na Constituição. Eles vão resistir, e aí entra uma disputa de poder complicada. Porque uma coisa é o ministro da Fazenda cortar na Agricultura, outra é nos outros Poderes.
É possível que o Executivo tenha que cortar mais para acomodar os outros Poderes?
É possível, depende do jogo político. Talvez os poderes digam: 'Eu faço um pedaço e você faz o outro por mim'. No gasto com pessoal, certamente vão tentar relaxar a regra.
Vinte anos para o teto é muito?
Esse é o menor dos males, porque tem possibilidade de revisão em dez anos. Além disso, você acha que há alguma emenda que resista à constatação de exagero no controle de gastos? Isso muda na hora, e com quórum dobrado. Se antes de dez anos o dinheiro começar a jorrar pela janela, vai ter outra emenda fácil.
Há grande polarização entre críticos e defensores da proposta de teto. Qual o seu lado?
Não gosto de nenhuma das duas posições. É bom ter o teto, mas ele precisa ser complementado urgentemente com iniciativas como [as mudanças na] Previdência do setor público. Ele só ganha musculatura se a sua chance de implementação aumenta.
Acho bom, porque estávamos numa crise fiscal aguda. Mas isso não quer dizer que eu acredite que não haverá dificuldade em implementar. Por isso, precisamos fazer as outras coisas que vão resolver parte grande do problema.
RAIO-X - Raul Velloso
FORMAÇÃO: Economista formado pela Uerj com mestrado na FGV e em Yale (EUA), e PhD em economia por Yale
ATUAÇÃO: Foi coordenador do Ipea (1981-1984), secretário para assuntos econômicos do Ministério do Planejamento (1985-1989) e secretário adjunto do ministério (1990-1991). Integrou os conselhos de administração da Embraer e do BNDES. Atualmente é consultor 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Proporção de vereadoras eleitas em todo o Brasil se mantém após quatro anos

Vereadoras






























Por Clara Velasco   

A proporção de mulheres eleitas para o cargo de vereador se manteve entre as eleições de 2012 e de 2016, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste ano, 13,5% dos vereadores eleitos são mulheres – ou 7,8 mil de 57,8 mil candidatos. Há quatro anos, o percentual foi de 13,3% – 7,7 mil de 57,4 mil candidatos.


Apesar de maiores reivindicações da população e de campanhas para melhorar a representatividade feminina na política, a proporção de mulheres eleitas também é praticamente a mesma que a encontrada no primeiro turno das eleições de 2012 entre os prefeitos. Neste ano, 11,6% dos prefeitos eleitos no primeiro turno são mulheres – percentual ligeiramente menor que o de 2012: 12%. Leia mais


Esta é a segunda eleição municipal com a vigência da lei 2.034/2009, que estabelece que "cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo". O número de candidatas mulheres, no entanto, também não subiu.

Pelo mundo
 
A representatividade feminina nas câmaras municipais se equivale à do Legislativo federal. Na comparação com a situação mundial, o Brasil tem uma das piores taxas de presença de mulheres do Congresso. Segundo o documento “Mulheres no Parlamento: Revisão Anual”, da União Interparlamentar (IPU), numa lista de 193 países, o Brasil ocupa a 155ª posição em representatividade feminina.
 


De acordo com o estudo, o Brasil tem apenas 51 mulheres na Câmara (9,9% do total) e 13 no Senado (16%). Estão em posição melhor que o Brasil, por exemplo, países de maioria muçulmana como o Afeganistão (52ª posição), o Iraque (61ª posição) e a Arábia Saudita (93ª). Já as melhores posições são ocupadas por Ruanda – com 63,8% de mulheres na Câmara e 38,5% no Senado – e Bolívia, com 53,1% e 47,2%, respectivamente.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

A Dona CEMAR e o desrespeito ao consumidor de Açailândia


Um sentimento de total IMPOTÊNCIA foi o que pude extrair da longa noite de ontem, dia 10 de outubro de 2016, em que uma verdadeira “via crucis” tive que realizar madrugada adentro em busca de atendimento ao 116 CEMAR – é um desrespeito sem precedentes. O tal do “Call Center” 116 até que funciona muito bem, onde moças e rapazes bem educados te atendem de forma mais que perfeita, mas tudo é pura embromação, ou então há uma grande, mais uma grande mesmo, deficiência do setor operacional que deveria realmente colocar a mão na massa e corrigir o erro da fornecedora de energia elétrica - alguém está roubando alguém!

A Via Crucis

Por volta das 10 horas da noite, ontem (10), ocorreu um problema no fornecimento de energia na minha residência, tudo aparentemente muito simples, uma oscilação de energia que impossibilitava o funcionamento de equipamentos como central de ar e ventiladores. Inicia-se então o martírio e vem à tona o sentimento de total impotência. O que fazer? Como dormir em um calor intenso? E o dia de amanhã, como fazer para trabalhar? A noite seria então uma criança chorona, pois nada de se encontrar uma solução para o problema.
Na primeira ligação, uma mensagem avisa que pra minha segurança a ligação será gravada, mas que P... de segurança se o que quero é o restabelecimento da minha energia. A mesma mensagem e a mesma “lenga lenga”  dos atendentes que nos deixa bem claro que única forma é aguardar, mas ninguém te dar um prazo – é do tipo se quiser é assim e se não quiser é assim mesmo – é uma falta de respeito sem tamanho ao consumidor que paga valores exorbitantes em suas contas mensais, engordando em centenas de milhões os cofres da CEMAR.

Foram 07 protocolos registrados pelos atendentes do 116, fiquei super conhecido no “Call Center” da CEMAR. Também informei aos atendentes de que todas as minhas ligações estavam sendo gravadas, pois vi a necessidade da sociedade tomar conhecimento desse desrespeito e até mesmo para tentar mover uma ação jurídica contra a Dona CEMAR. Mas de que adianta ligar para o 116? Respondo. Nada, amigo e amiga, pois o trabalho de campo não funciona – somente após a 8ª ligação para o 116, encontrei alguém que parecia exercer algum cargo de chefia, pois o atendimento foi diferenciado, nem ao menos tinha protocolo. Este percebeu que já havia cerca de 05 horas da ocorrência e o caso merecia medidas urgentes, mas ainda durou cerca de 01 hora para o restabelecimento da minha energia, nesse ínterim, no relógio já marcavam 02:40hs da manhã.

O sentimento é de total impotência, pois o que cabe ao consumidor, como alerta os atendentes treinados é só aguardar. Enquanto isso engordamos os cofres da CEMAR com centenas de milhões todos os meses. Uma empresa extremamente capitalista que na cidade de Açailândia atende mais 130 mil consumidores e não aplica em absolutamente nada no social, a geração de emprego e renda é ínfima e ainda desrespeita o consumidor da forma que desrespeita – carece ou não de uma maior fiscalização das nossas autoridades competentes? É preciso fazer valer a força do açailandense e dizer para a DONA CEMAR que exigimos respeito!!!

#cemarexigimosrespeito#

Simples assim!!!


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Prefeito Juscelino Oliveira apresenta demandas e plano de ação para a cidade de Açailândia ao governador do Estado.

Há apenas três dias após o resultado da eleição, o prefeito reeleito de Açailândia mostra que não há cansaço quando se trata de buscar recursos e parcerias junto ao governo do Estado, para atender as demandas reprimidas do município.
Juscelino foi recebido ontem (05) pelo governador do Estado Flávio Dino no Palácio dos Leões.


O prefeito reeleito de Açailândia foi recebido ontem (05) no Palácio dos Leões pelo o Governador Flávio Dino. Dentre vários assuntos discutidos, Juscelino Oliveira (PC do B), pediu ao governo que liberasse o mais depressa possível as demandas conveniadas com o Estado que foi impedido de dar continuidade devido às restrições do período eleitoral, como por exemplo: a liberação dos recursos para a construção dos 10 leitos de UTI”s para adulto, o convênio da Clínica de nefrologia, o repasse de 50% do custeio da UPA e da construção da “Praça da Esperança” de Açailândia. Onde, o Governador prontamente se comprometeu de liberar tais recursos o mais rápido possível.

Juscelino também entregou ao Governador um plano de ação para 2017/2018, com várias ações em parceria com o Governo Estado. Dentre as prioridades pleiteadas por Juscelino, consta a erosão e o saneamento do esgoto do Bairro da Laranjeira, um mercado e o Hospital das Clínicas da Vila Ildemar, além da ampliação da UEMA, inserindo vários cursos superiores e do projeto da nova urbanização que o prefeito pretende realizar em Açailândia.
Com atitudes como essa, o prefeito mais uma vez surpreende e mostra porque se transformou numa das maiores lideranças da região tocantina. Mesmo depois de uma campanha eleitoral exausta e ainda com a responsabilidade de não deixar o município parar, não tirou um dia de folga sequer, três dias após as eleições, já demonstra que nas suas promessas de campanha não estava enganando a consciência do seu eleitorado.

Ao ser indagado no Palácio dos Leões, Juscelino disse que: “A parceria com o Governo é de suma importância para o município de Açailândia e para o Próprio Estado. O Governador Flávio Dino, já vem demonstrando isso desde o início do seu mandato, em especial, o carinho que têm pela nossa cidade. Saio daqui convicto que com esta parceria, muito em breve, teremos uma Açailândia como nunca se viu”, relatou Juscelino.
 

Juscelino Oliveira, foi reeleito ao cargo de prefeito na última eleição com 58,22%, correspondente à 33.652 votos válidos, abrindo uma vantagem esmagadora de 14 mil votos de diferença do seu principal concorrente, o médico Benjamim de Oliveira (PSDB), sendo a maior votação da história de Açailândia.                         

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Conheça a relação dos 216 prefeito eleitos ontem no Maranhão

Excluindo São Luís, onde a eleição será disputada no segundo turno, conheça abaixo o resultado da eleição nas 216 cidades maranhenses:
Açailândia – Juscelino (PCdoB)
Afonso Cunha – Arquimedes (PTB)
Água Doce do Maranhão – Talita Dias (PMDB)
Alcântara – Anderson (PCdoB)
Aldeias Altas – Zé Reis (PP)
Altamira do Maranhão – Ricardo (PDT)
Alto Alegre do Maranhão – Maninho de Alto Alegre (PDT)
Alto Alegre do Pindaré – Fufuca Dantas (PMDB)
Alto Parnaíba – Rubens Japonês (PSDB)
Amapá do Maranhão – Tate do Ademar (PSDB)
Amarante do Maranhão – Joice Marinho (PDT)
Anajatuba – Sydnei Pereira (PCdoB)
Anapurus – Professora Vanderly (PSDB)
Apicum-Açu – Cláudio Cunha (PV)
Araguanã – Valmir Amorim (PR)
Araioses – Dr. Cristino (PSDC)
Arame – Jully Meneses (PDT)
Arari – Djalma Melo (PTB)
Axixá – Sônia Campos (PDT)
Bacabal – Roberto Costa (PMDB)
Bacabeira – Fernanda Gonçalo (PMN)
Bacuri – Júnior Tropical (PSD)
Bacurituba – Sisto (PDT)
Balsas – Dr. Erik (PDT)
Barão de Grajaú – Glaydson (PCdo B)
Barra do Corda – Eric COsta (PCdoB)
Barreirinhas – Albérico Filho (PMDB)
Bela Vista do Maranhão – Orias (PCdoB)
Belágua – Herlon Costa (PTN)
Benedito Leite – Ramon Barros (PMDB)
Bequimão – Zé Martins (PMDB)
Bernardo do Mearim – Eudina (PDT)
Boa Vista do Gurupi – Batista (PSDB)
Bom Jardim – Dr. Francisco (PSDB)
Bom Jesus das Selvas – Fernando Coelho (PCdoB)
Bom Lugar – Luciene Costa (PV)
Brejo – Zé Farias (PMDB)
Brejo de Areia – Chico Eduardo (PSDB)
Buriti – Naldo Batista (PCdoB)
Buriti Bravo – Cid Costa (PTB)
Buriticupu – Zé Gomes (PRB)
Buritirana – Vagtonio Brandão (PSDB)
Cachoeira Grande – Tonhão (PMDB)
Cajapió – Dr. Marcone (PP)
Cajari – Drª Camyla (PSDB)
Campestre do Maranhão – Valmir Morais (PP)
Cândido Mendes – Mazinho Leite (PP)
Cantanhede – Ruivo (PSD)
Capinzal do Norte – André Portela (PCdoB)
Carolina – Dr. Erivelton (SD)
Carutapera – André Dourado (PR)
Caxias – Fábio Gentil (PRB)
Cedral – Jadson (DEM)
Central do Maranhão – Epitácio (PSB)
Centro do Guilherme – Zé de Dário (PR)
Centro Novo do Maranhão – Diva (PCdoB)
Chapadinha – Dr. Magno (PV)
Cidelândia – Fernando Teixeira (PMDB)
Codó – Francisco Nagib (PDT)
Coelho Neto – Américo de Sousa (PT)
Colinas – Valmira Miranda (PDT)
Conceição do Lago-Açu – Alexandre Lavepel (PDT)
Coroatá – Amovelar Filho (PT)
Cururupu – Professora Rosinha (PCdoB)
Davinópolis – Ivanildo Paiva (PRB)
Dom Pedro – Hernando Macedo (PCdoB)
Duque Bacelar – Jorge Oliveira (PCdoB)
Esperantinópolis – Aluisinho (PCdoB)
Estreito – Cicim (PMDB)
Feira Nova do Maranhão – Tiago Dantas (PCdoB)
Fernando Falcão – Adaílton Cavalcante (PDT)
Formosa da Serra Negra – Dr. Janes Clay (PDT)
Fortaleza dos Nogueiras – Aleandro Passarinho (PDT)
Fortuna – Arlindo Filho (PDT)
Godofredo Viana – Sissi Viana (PSDB)
Gonçalves Dias – Toinho Patioba (PSDB)
Governador Archer – Drª Jesus (PSB)
Governador Edison Lobão – Professor Geraldo Braga (PCdoB)
Governador Eugênio Barros – Daluz (PSDB)
Governador Luiz Rocha – Riba (PP)
Governador Newton Bello – Roberto do Posto (PCdoB)
Governador Nunes Freire – Indalécio (PP)
Graça Aranha – Nilton (PDT)
Grajaú – Mercial Arruda (PMDB)
Guimarães – Margarete Ribeiro (PV)
Humberto de Campos – Zé Ribamar (PSB)
Icatu – Dunga (PMN)
Igarapé do Meio – Almeida (PCdoB)
Igarapé Grande – Erlânio Xavier (PP)
Imperatriz – Delegado Assis (PMDB)
Itaipava do Grajaú – Joãozinho do Dimaizão (PSDB)
Itapecuru Mirim – Dr. Miguel (PRB)
Itinga do Maranhão – Lúcio (PSDB)
Jatobá – Consuelo (PMDB)
Jenipapo dos Vieiras – Moisés Vieira (PTB)
João Lisboa – Jairo Madeira (PSDB)
Joselândia – Biné (PDT)
Junco do Maranhão – Antônio Filho (PCdoB)
Lago da Pedra – Laércio Arruda (PSDB)
Lago do Junco – Osmar Fonseca (PP)
Lago dos Rodrigues – Edijaci Leite (PP)
Lago Verde – Dr. Francisco (PPS)
Lagoa do Mato – Dr. Alex (PSDB)
Lagoa Grande do Maranhão – Chico Freitas (PCdoB)
Lajeado Novo – Raimundinho Barros (PRB)
Lima Campos – Jaílson (PR)
Loreto – Marfran Bringel (PDT)
Luís Domingues – Gilberto Braga (PSDB)
Magalhães de Almeida – Tadeu (PMDB)
Maracaçumé – Chico Velho (PRB)
Marajá do Sena – Lindomar Araújo (PROS)
Maranhãozinho – Auricélio (PR)
Mata Roma – Bode (PSDC)
Matinha – Linielda de Eldo (PCdoB)
Matões – Ferdinando Coutinho Brandão (PSB)
Matões do Norte – Padre Domingos (PSB)
Milagres do Maranhão – Leonardoi (PRB)
Mirador – Roni (PCdoB)
Miranda do Norte – Negão (PSDB)
Mirinzal – Jadilson (PSB)
Monção – Cláudia Silva (PSDB)
Montes Altos – Ajuricaba (PDT)
Morros – Sidrack (PMDB)
Nina Rodrigues – Rodrigues da Iara (PDT)
Nova Colinas – Renato Ribeiro (PRB)
Nova Iorque – Mayra Guimarães (PSL)
Nova Olinda do Maranhão – Iracy Weba (PV)
Olhod’Água das Cunhãs – Rodrigo Oliveira (PDT)
Olinda Nova do Maranhão – Costinha (PCdoB)
Paço do Lumiar – Domingos Dutra (PCdoB)
Palmeirândia – Jorge Garcia (PP)
Paraibano – José Hélio (PT)
Parnarama – Raimundo Silveira (PROS)
Passagem Franca – Marlon Torres (PTB)
Pastos Bons – Iriane Gonçalo (SD)
Paulino Neves – Roberto (PP)
Paulo Ramos – Deusimar Serra (PCdoB)
Pedreiras – Antônio França (PTB)
Pedro do Rosário – Raimundo Antonio (PR)
Penalva – Ronildo Campos (PP)
Peri Mirim – Dr. Geraldo Amorim (PMDB)
Peritoró – Padre Josias (PTN)
Pindaré-Mirim – Henrique Salgado (PCdoB)
Pinheiro – Luciano Genésio (PP)
Pio XII – Carlos do Biné (PCdoB)
Pirapemas – Dr. Iomar (PRB)
Poção de Pedras – Júnor Cascaria (PCdoB)
Porto Franco – Dr. Nelson (PSD)
Porto Rico do Maranhão – Drª Tatyana Mendes (PCdoB)
Presidente Dutra – Juran (PP)
Presidente Juscelino – Magno Teixeira (PP)
Presidente Médici – Ivone do Antônio da Paraense (PSD)
Presidente Sarney – Valéria Castro (PCdoB)
Presidente Vargas – Herialdo Pelúcio (PCdoB)
Primeira Cruz – George (PRB)
Raposa – Talita Laci (PCdoB)
Riachão – Joab Santos (PRB)
Ribamar Fiquene – Edilomar (PCdoB)
Rosário – Irlhai (PMDB)
Sambaíba – Dr. Santana (PSD)
Santa Filomena do Maranhão – Idan (PMDB)
Santa Helena – Zezildo Almeida (PTB)
Santa Inês – Drª Vianey Bringel (PSDB)
Santa Luzia – França do Macaquinho (PP)
Santa Luzia do Paruá – Plácido Holanda (PSB)
Santa Quitéria do Maranhão – Alberto Rocha (PDT)
Santa Rita – Dr. Hilton (PCdoB)
Santana do Maranhão – Fransquim Carvalho (PCdoB)
Santo Amaro do Maranhão – Luziane (PP)
Santo Antônio dos Lopes – Bigu de Oliveira (PSDB)
São Benedito do Rio Preto – Maurício fernandes (PCdoB)
São Bento – Lusinho Barros (PCdoB)
São Bernardo – João Igor (PMDB)
São Domingos do Azeitão – Nicó (PMDB)
São Domingos do Maranhão – Zé da Folha (PMDB)
São Félix de Balsas – Márcio Pontes (PCdoB)
São Francisco do Brejão – Adão Carneiro (PCdoB)
São Francisco do Maranhão – Adelbarto (PCdoB)
São João Batista – João Dominici (PSDB)
São João do Carú – Xixico (PTC)
São João do Paraíso – BEto Régis (PCdoB)
São João do Sóter – Josa (PSD)
São João dos Patos – Gilvana Lusemário (PDT)
São José de Ribamar – Luís Fernando Silva (PSDB)
São José dos Basílios – Farinha Pae (PDT)
São Luís Gonzaga do Maranhão – Dr. Júlio (PDT)
São Mateus do Maranhão – Miltinho Aragão (PSB)
São Pedro da Água Branca – Pelezinho (PSB)
São Pedro dos Crentes – Dr. Lahesio (PSDB)
São Raimundodas Mangabeiras – Rodrigo Coelho (PCdoB)
São Raimundo do Doca Bezerra – Seliton Miranda (PDT)
São Roberto – Mundinho do Luisão (PCdoB)
São Vicente Férrer – Conceição (PP)
Satubinha – Dulce Maciel Pinto da Cunha (PV)
Senador Alexandre Costa – Dr. orlando (PCdoB)
Senador La Rocque – Dário (PP)
Serrano do Maranhão – Maguila (PSB)
Sítio Novo – João Piquiá (PRB)
Sucupira do Norte – Leila Rezende (PSB)
Sucupira do Riachão – Gilza Ribeiro (PRB)
Tasso Fragoso – Dr. Roberth (PRB)
Timbiras – Dr. Antônio Borba (PSDB)
Timon – Luciano Leito (PSB)
Trizidela do Vale – Fred Maia (PMDB)
Tufilândia – Vilde (PSDB)
Tuntum – Tema (PSB)
Turiaçu – Umbelino Ribeiro (PV)
Turilândia – Alberto Magno (PCdoB)
Tutóia – Romildo do Hospital (PSDB)
Urbano Santos – Iracema Vale (PT)
Vargem Grande – Carlinhos Barros (PCdoB)
Viana – Magrado Barros (PSDB)
Vila Nova dos Martírios – Karla Batista (PSDB)
Vitória do Mearim – Dídima Coêlho (PMDB)
Vitorino Freire – Luanna (DEM)
Zé Doca – Josinha Cunha (PR)

Veja com exclusividade vereadores eleitos e suplentes por coligação na cidade de Açailândia

Vereadores eleitos por coligação e seus suplentes

Coligação 01 – PTC/PRP/PRTB/PMN/PTB/PEN
César Costa (PTC) – eleito
1.634 votos
Carlinhos (PTB) – eleito
1.351 votos
Jarlis Adelino (PMN) - eleito
859 votos
Zezim Honda (PTC) - suplente
853 votos
Josivaldo (PTC) - suplente
778 votos

Coligação 02 – PPS/DEM/PROS/PSB
Ancelmo (PPS) eleito
1.498 votos
Evandro Gomes (DEM) - eleito
1.155 votos
Zelito (DEM) - eleito
791 votos
Inacinho (PPS) - suplente
612 votos
Pr. Vagnaldo ((PROS) - suplente
577 votos

Coligação 03 – PP/PMDB/PR/PTdoB/PSDC
Adjackson (PP) - eleito
1.249 votos
Adriano (PMDB) - eleito
1.187 votos
Ceará (PTdoB) - eleito
997 votos
Deidson (PP) - suplente
688 votos
Cordeiro (PP) - suplente
557 votos

Coligação 04 – PTN/PHS/PMB/PV/PPL
Irmão Jorge (PTN) - eleito
1.219 votos
Lenilda (PV) - suplente
889 votos
Fernando Amaral (PHS) - suplente
258 votos

Coligação 05 – PcdoB/SD
Márcio Aníbal (SD) - eleito
1.409 votos
Marquinho (PCdoB) - eleito
1.135 votos
Joselí (PCdoB) - eleito
1.114 votos
Caibim (SD) - eleito
952 votos
Fábio Pereira (PCdoB) – suplente
695 votos
Robenha (PCdoB) - suplente
645 votos

Coligação 06 – PRB/PDT/PSDB
Fânio (PRB) - eleito
1.062 votos
Heliomar (PRB) - eleito
821 votos
Joílson (PRB) - eleito
812 votos
Erivelton (PSDB) - suplente
760 votos
Sarney Moreira (PDT) - suplente
636 votos

ATENÇÃO!!!

Uma mudança na legislação aprovada pelo Congresso na reforma eleitoral do ano passado – e que será aplicada pela primeira vez na eleição deste ano – estipulou uma espécie de “nota de corte”, diferente em cada cidade, para um candidato a vereador se eleger.

Pela nova regra, os candidatos a deputado federal, deputado estadual e vereador necessitarão obter, individualmente, um total de votos de pelo menos 10% do quociente eleitoral, que é calculado dividindo-se o número de votos válidos da eleição (sem brancos e nulos) pelo número de cadeiras disponíveis na Câmara dos Deputados, na Assembleia Legislativa ou na Câmara Municipal.

Conclui-se então que, nas eleições para vereador na cidade de Açailândia o candidato que ficou na suplência terá que ter alcançado no mínimo 340 votos nominais, haja vista que o número de votos válidos no último domingo foi de 57.802 votos, chegando então ao coeficiente eleitoral de 3.400 votos.

Veja como funciona

Pega-se o número de votos válidos 57.802, divide-se pela quantidade de vagas na câmara de Açailândia (17) e chega-se ao um número do coeficiente eleitoral 3.400 votos.

A matemática

57.802/17 = 3.400
10% x 3.400 = 340 votos

Proporcionalidade 

As coligações que tiveram como candidatos a cargo majoritário, Professor Milton (PSOL) e José Melgaço (PSD), não atingiram o coeficiente eleitoral, portanto, não elegeram nenhum vereador. Destaque para o candidato do PSD Demarzim do Pequiá que alcançou 1.250 votos, mas não foi eleito.