segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Faculdade Vale do Aço em Açailândia ofertará cursos de graduação e tecnólogos

As obras da Unidade de Ensino estão em pleno andamento e o vestibular será realizado ainda neste ano

Em ritmo acelerado. Assim estão as obras de construção da mais nova unidade de ensino superior de Açailândia, a Faculdade Vale do Aço (Favale), localizada às margens da Avenida Santa Luzia, ao lado da “Lagoa do Joaquim”.

Quem passa pela rodovia e vê de longe as obras, não imagina que o novo espaço será um dos mais amplos, modernos e completos centros educacionais de Açailândia e de toda região Pré Amazônica.

A Favale ofertará de início cinco cursos com nível superior, sendo eles: Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Agronegócios, Administração de Empresas e Medicina Veterinária. Também disponibilizará cursos de nível bacharelado (tecnólogos), como: Mecatrônica, Agronegócios e Petróleo e Gás.

Segundo o professor e proprietário da Faculdade, Roberto Said Mulky, a escolha dos cursos se deu por meio de pesquisas de mercado, bem como de um estudo sobre as necessidades das empresas prestadoras de serviço, indústria e comércio.

“Procuramos oferecer cursos que atendam não somente Açailândia, mas o Maranhão e o Brasil. Assim, formaremos profissionais altamente qualificados, que pela sua competência acadêmica e pela necessidade do mercado, não ficarão somente com um diploma nas mãos, mas estarão rapidamente inseridos no mercado de trabalho”, afirmou Said.

Obras

Iniciada no último dia 15 de março, as obras da Faculdade Vale do Aço contará com 3 módulos (prédios) de sala de aula, cada um com 3 andares. Cada andar será ocupado por um curso, com coordenação própria, banheiros e laboratórios.

Ao todo, serão 105 salas de aula, banheiros masculino, feminino e para pessoas com necessidades especiais por andar, e toda parte de acessibilidade nos prédios, laboratórios e salas. O estacionamento será amplo e todo pavimentado (bloquete) e contará com espaço para 1.500 veículos e mais duas mil motocicletas.

A conclusão dessa primeira etapa da obra está prevista para o final do ano, e depois, de acordo com Said, será realizada obras de ampliação para a implantação de novos cursos, entre eles, o de Contábeis e Pedagogia, após um ano de instalação.

Biblioteca

Outro diferencial da Favale será a biblioteca, toda climatizada, que a princípio funcionará no térreo de um dos prédios e contará com seis mil volumes voltados para todos os cursos ofertados.

Segundo explicou a bibliotecária Rafaela Rodrigues, que será responsável pelo espaço, o lugar terá salas de multimídia, com computadores de última geração (16 gigas), a fim de trabalhar com softwares de ponta voltados para os cursos de engenharia.

Também terá salas de estudo em grupo e contará com bases de dados (pesquisas atualizadas), periódicos, revistas, acesso wi-fi, e com capacidade para aproximadamente duzentas pessoas.

Em breve será iniciada a construção do prédio próprio da biblioteca, bem mais amplo, com acervo de 12 mil livros e ainda com capacidade para quatrocentos estudantes.

Roberto Said fez questão de acrescentar que a biblioteca será aberta a sociedade, onde as pessoas – alunos ou não – terão acesso aos livros, revistas e periódicos, desde que utilizados no local.

“Queremos buscar uma integração entre a instituição e a comunidade, abrindo nossas portas e realizando projetos e pesquisas que contribuam para o desenvolvimento da região”, destacou.

Equipe Docente

Para comandar a equipe docente, a Faculdade Vale do Aço já contratou a professora Graça Damasceno, uma das mais experientes e competentes profissionais na área da educação em Açailândia.

Graça explicou que o corpo docente é prioridade na Favale, e por isso os professores em sua maioria serão formados de mestres e doutores, de alta qualificação e experiência em suas respectivas áreas de atuação.

“Estamos buscando o mais alto nível em nossa equipe de docentes. A exemplo disso temos o curso de medicina veterinária, onde todos os professores serão de mestres”, frisou Graça.

Ela ainda relatou que de início a Faculdade contará com um Centro de Pesquisa e recursos voltados para Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Em sala de aula, Graça disse que os professores também contarão com equipamentos de ponta, como Lousa Eletrônica integrada à rede dos computadores dos alunos (tecnologia única em toda região).

“Não queremos apenas ter bons professores em sala de aula, mas daremos condições para que estes profissionais desenvolvam da melhor forma possível o processo de ensino/aprendizagem”, finalizou.

Cursos

Sobre os cursos superiores, Roberto Said falou da importância de cada um tanto para os alunos, quanto para o mercado de trabalho.

Administração de Negócios – Diferentemente de outros cursos da região, terá disciplinas voltadas também para a micro e pequenas empresas, pois são estas as mais numerosas e as principais na promoção de emprego e renda. Já está sendo feito também convênios com diversas empresas para a vivência profissional (Empresa Júnior).

Agronegócios - O curso não se limitará a sala de aula. Para isso, a faculdade buscará parcerias com empresas da área e produtores, para dar vivência prática ao aluno sobre técnicas de produção e comercialização.

Engenharia Civil – Said, que também é engenheiro, diz que este curso é uma necessidade da região e do país, mas que levará em consideração fatores locais. “É importante o engenheiro saber que todo projeto é específico e deve levar em consideração o terreno, tipo de material utilizado e outros fatores locais”.

Engenharia de Produção – “O setor de serviço e agricultura hoje é maior que o setor de indústria e quando a gente fala de engenharia de produção, estamos falando também em operações. Então uma loja precisa de engenharia de produção para cálculo de estoque, logística, movimentação das peças; na agricultura, que também é uma produção, você tem que saber comprar grãos, fazer o plantio e distribuição, então este é um curso muito amplo e em crescimento, mas que precisa ser bem explicado sobre suas atribuições, pois muitas pessoas têm na cabeça que este curso é simplesmente organizar uma fábrica”, disse Said.

Medicina Veterinária – Será um curso voltado também para o atendimento de outros animais e não somente cão e gato. “Temos nessa região uma grande quantidade de bovino, eqüinos, caprinos e outros. É necessário um curso que envolva esses animais”.

Informações complementares

Em outubro uma equipe do Ministério da Educação (MEC), virá a Açailândia avaliar se a Faculdade Vale do Aço tem as condições necessárias para ofertar todos os cursos. Assim serão avaliados questões de infraestrutura, corpo docente, acervo e demais fatores. “Estamos tranquilos enquanto isso. Estamos preparados em todos os quesitos que serão avaliados pelo MEC”, afirmou Roberto.

Após a avaliação, será realizado até dezembro deste ano o processo de seleção, ou seja, o vestibular, para a formação das primeiras turmas para o 1º semestre de 2014.

Cézar Jr.

Vale condenada por provocar incêndio ao esmerilhar os trilhos

O juiz Ângelo Alencar dos Santos, da comarca de Açailândia-MA, condenou a Vale a indenização de danos materiais e morais por ter provocado incêndio em 30 alqueires de pastagem de uma fazenda, por causa do esmerilhamento dos trilhos da ferrovia. A indenização é de mais de R$ 150 mil reais. Várias outras comunidades sofrem pelos outros problemas. Em 2010, as comunidades do interior do município de Açailândia foram gravemente ameaçadas pela extensão do incêndio até à entrada dos assentamentos.

SOBRE O INCÊNDIO

Cerca de 150 famílias do Acampamento João do Vale, situado na Fazenda Conquista, no município de Açailândia (MA), denunciam que seus barracos estão ameaçados por incêndio provocado por faíscas expelidas durante a manutenção dos trilhos da Ferrovia Carajás, administrada pela mineradora Vale. As famílias Sem Terra relatam que o fogo iniciou nas proximidades da ferrovia e foi se espalhando, atingindo agora a área da fazenda ocupada e causando enormes prejuízos e pondo em risco a vida dos trabalhadores. O incêndio, iniciado por volta do dia 16 de setembro, já consumiu 220 hectares, incluindo matas nativas, florestas emergentes e toda a biodiversidade, já que essa é uma região que fazer parte da Amazônia. A comunidade encaminhou denúncia ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e ao Instituto Chico Mendes, mas até o momento nenhuma providencia foi tomada. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrário (INCRA) foi informado e se comprometeu em fazer denúncia oficial aos órgãos competentes, já que a área em chamas pertence a União.“É muito importante ressaltar que todas as acusações de incêndio sempre responsabilizam os trabalhadores rurais como culpados. Exigimos das autoridades que tomem providência e punam os responsáveis do incêndio”, cobra Maria Divina, da coordenação do MST.Segundo ela, as famílias do acampamento e de outras comunidades rurais próximas vivem momentos de aflição e insegurança por seu lar e suas vidas ameaçadas e por assistirem a natureza sendo destruída.Os trilhos da Estrada de Ferro Carajás, que liga Parauapebas, no Pará, São Luís, no Maranhão, percorrem cerca de 800 quilômetros por terras maranhenses. Nesse trecho, o que se vê de um lado e de outro da ferrovia, quando não são povoados muitos pobres, é uma imensidão de terras devastadas, varridas em consequência do projeto de mineração da região.

Veja a sentença do juiz.

SENTENÇA 1. RELATÓRIO: Trata-se de ação de reparação por danos materiais e morais, ajuizada por Joaquim Costa Filho em face da Companhia Vale do Rio Doce, ambos já qualificados nos autos, alegando em apertada síntese que teve sua propriedade atingida por incêndio provocado por empregados da empresa ré que trabalhavam na manutenção da ferrovia, ocasionando sérios danos de ordem patrimonial e moral. Pede a condenação pelos danos sofridos. Citada, a requerida não apresentou contestação. Em replica a autora pede seja decretada a revelia e julgamento antecipado da lide. Vieram-me os autos conclusos. Decido. 2. FUNDAMENTAÇÃO: De inicio, cumpre salientar que, apesar de devidamente citado, o réu não tomou qualquer dessas providências, deixando de apresentar contestação, o que leva ao reconhecimento de sua revelia, caso em que deve incidir o efeito de se presumirem verdadeiros os fatos alegados na inicial, comportando assim, julgamento antecipado nos termos do artigo 330 II do CPC. No que tange ao mérito, a partir dos fatos articulados e elementos de provas coligidos, infere-se que em outubro de 2010 a propriedade rural do autor, destinada à criação de gado leiteiro, dentre outras atividades secundarias, foi atingida por arrasador incêndio, supostamente originado pela realização de atividades de manutenção da ferrovia por parte de empregados da empresa ré, com a utilização de trem esmerilhador utilizado na lixa dos trilhos da ferrovia, para reparos na linha férrea. Ocorre que referido trem, quando em atividade, produz enorme quantidade de fagulhas, que tornam uma espécie de jato de fogo em razão do atrito. Assim, em razão do seu grande potencial incendiário, aliado a vegetação seca e de fácil combustão, constante nessa época do ano, deu-se inicio ao incêndio que alcançou a propriedade do requerido causando-lhe diversos danos, conforme bem restou comprovado nos autos. Em virtude disso, ajuizou o autor, a presente ação indenizatória sustentando, para tanto, que quase a totalidade da pastagem em seu terreno pereceu, o qual estimou em 30 alqueires de pasto foram atingidos pelo fogo. Com efeito, a tese inicial vem amplamente corroborada através de prova acostada, o qual concluiu por imprestáveis os 30 alqueires de pasto queimados do terreno do autor, alem das benfeitorias e prejuízos com os semoventes de sua propriedade. E, ademais, restou bem delineada a dinâmica do evento lesivo e, bem assim, a culpa da requerida para a deflagração do prejuízo experimentado pelo autor, eis que, as provas são contundentes em demonstrar que tal incidente ocorreu, em virtude da negligencia, por parte da empresa ré, na realização de determinados instrumentos na manutenção da ferrovia e à ausência dos pertinentes e necessários cuidados para evitar a propagação das chamas, conforme faz prova as imagens feitas na área afetada e os demais documentos juntados aos autos. Caracterizada, portanto, a responsabilidade civil do requerido, a teor dos arts. 186 e 927 do Código Civil , eis que configura ato ilícito e gera, de conseguinte, a obrigação de indenizar, a conduta da requerida que, ao iniciar os trabalhos de manutenção da ferrovia, não se cercou dos devidos cuidados, não conseguindo evitar a propagação das chamas, ao ponto delas consumirem considerável área da propriedade do requerente. Nesta esteira, a demanda é clara e o tema não merece maiores dilações, posto que, resta comprovado o dano sofrido pelo autor, que teve sua propriedade atingida por incêndio ocasionado por culpa de prepostos da requerida. Assim, resta-nos, tão somente delimitar a extensão do dano patrimonial, assim, da planilha de cálculos elaborada pelo requerente bem como a juntada de notas e orçamentos, depreende-se o dano no valor de R$ 146.000,00 (cento quarenta e seis mil reais). Portanto, comprovados o prejuízo e a extensão deste, impõe-se a condenação do demandado quanto ao dano material suportado pelo demandante, no montante de R$ 146.000,00. No tocante ao quantum da indenização, é verdade que o patrimônio moral das pessoas físicas e jurídicas não pode ser transformado em fonte de lucro ou pólo de obtenção de riqueza. Não se admite a indenização como instrumento de enriquecimento ilimitado do ofendido. É certo, outrossim, que a reparação por danos morais tem caráter pedagógico, devendo-se observar a proporcionalidade e a razoabilidade na fixação dos valores, atendidas as condições do ofensor, ofendido e do bem jurídico lesado. Essa é a orientação de Rui Stoco: "Tratando-se de dano moral, nas hipóteses em que a lei não estabelece os critérios de reparação, impõe-se obediência ao que podemos chamar de 'binômio do equilíbrio', de sorte que a compensação pela ofensa irrogada não deve ser fonte de enriquecimento para quem recebe, nem causa da ruína para quem dá. Mas também não pode ser tão apequenada que não sirva de desestímulo ao ofensor, ou tão insignificante que não compense e satisfaça o ofendido, nem o console e contribua para a superação do agravo recebido. "Na fixação do quantum a título de compensação por dano moral o julgador não pode se afastar de um princípio basilar: a vítima da ofensa deve ter por objetivo único a busca de uma compensação para um sentimento ruim e não o de obter vantagem, nem de receber um valor que jamais conseguiria com a força do seu próprio trabalho". (STOCO, Rui. Tratado de responsabilidade civil . 7. ed. São Paulo: RT, 2007, p. 1236-1237) Nestas circunstâncias, considerando a gravidade do ato ilícito praticado contra o autor, que viu sua propriedade ser incendiada em virtude de um descuido da demandada, conforme restou reconhecido, o potencial econômico da requerida, o caráter punitivo-compensatório da indenização e os parâmetros adotados em casos semelhantes, fixo o valor da indenização em R$ 6.780,00 (seis mil setecentos e oitenta reais), o equivalente a 10 (dez) salários mínimos. 3. DISPOSITIVO: Ante ao exposto, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES OS PEDIDOS, com resolução do mérito, nos termos do Artigo 269, inciso I do Código de Processo Civil para: a) CONDENAR a parte requerida VALE S.A, ao pagamento de R$ 146.000,00 (cento e quarenta e seis mil reais) à titulo de danos materiais ao autor JOAQUIM COSTA FILHO, acrescidos de juros de 1% (um por cento) ao mês, e correção monetária com base no INPC, ambos a contar da data do evento danoso (súmulas 43 e 54 STJ). b) CONDENAR ainda a título de danos morais a requerida ao pagamento da quantia de R$ 6.780,00 (Seis mil setecentos e oitenta reais), a titulo de dano moral, acrescidos de juros de 1% ao mês, a contar da data do evento danoso, e correção monetária com base no INPC, contados da data da presente sentença. Custas pelo requerido, na forma da Lei. Arbitro a verba honorária em 15% (quinze por cento) sobre o valor da condenação. Publique-se. Registrem-se. Intimem-se as partes do teor da presente condenação. Cumpra-se. Açailândia/MA, 12.06.2013. Angelo Antonio Alencar dos Santos Juiz de Direito Resp: 120048

Fonte: Fórum Carajás

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Alunos da Educação no Campo vão receber ensino técnico através do PRONATEC

EDUCAÇÃO NO CAMPO - PRONATEC  01

Açailândia - A Prefeitura Municipal de Açailândia através da Secretaria de Educação, em parceria com o Governo Federal está levando o PRONATEC - Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego aos alunos do Km 30 e Novo Bacabal. No Km 30 os participantes estão fazendo o curso de derivados do leite. Já em Novo Bacabal, os alunos estão aprendendo as técnicas de inseminação artificial. Ambos os cursos terão uma carga horária de 200 h/a, e serão divididos em módulos de teoria e prática. Os alunos matriculados receberam uma bolsa formação no valor de R$ 400,00 (Quatrocentos reais) como ajuda de custo.

Essa iniciativa de levar cursos técnicos do PRONATEC para moradores do campo é mais uma inovação da atual administração na busca do resgate da cidadania das comunidades mais distantes da sede do município.

O empenho da prefeitura agradou bastante os alunos da educação no campo, pois segundo eles havia uma carência muito grande nessa área. “Isso vai nos qualificar para a produção de qualidade dos nossos subprodutos e também melhorar o plantel do gado criado em nossa região,” declarou um morador.

A coordenadora do Departamento de Educação no Campo, Daiane Silveira, se sente muito feliz em poder participar desse momento onde o governo da Prefeita Gleide Santos está investindo forte também na educação no campo.

Câmara Municipal retoma os trabalhos nesta quinta, após recesso.

Açailândia - A Câmara Municipal de Açailândia retoma nesta quinta-feira (1º de agosto),os trabalhos do segundo semestre. O legislativo estava em recesso que durou todo o mês de julho. De volta aos trabalhos,os dezessete parlamentares com assento na Casa, sob a Presidência da vereadora Lenilda Costa (PMN), devem apreciar e votar importantes proposições dos próprios vereadores e do executivo municipal.

Já nesta quinta feira os trabalhos terão inicio com a primeira sessão do segundo semestre. Os trabalhos terão inicio as 07 horas.

Fonte: Maicon Sousa.

Prefeitura de Itinga continua parceria com IFMA

Itinga do Maranhão - A falta de formação da mão de obra local em diversos setores sempre foi um problema no município de Itinga do Maranhão. Mas, a partir da parceria entre a Prefeitura de Itinga, através da Secretaria de Educação e o IFMA –ifma (1) Instituto Federal do Maranhão, desde o segundo semestre do ano passado, esse quadro começa a ser mudado.

Os primeiros cursos do Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC) trazidos pelo IFMA para o município foram Torneiro Mecânico e Manutenção de Computadores, que certificou 80 pessoas.

No início desse ano mais 110 pessoas da comunidade foram beneficiadas com os cursos de Torneiro Mecânico, Agricultura Familiar e Inglês Básico, e desde o último dia 24 que estão abertas as inscrições para mais cinco cursos, que terão início no mês de agosto, sendo: Soldador (40 vagas), Espanhol Básico (30 vagas), Frutas e Hortaliças (40 vagas), Derivados do Leite (35 vagas) e Técnico em Meio Ambiente (40 vagas), sendo que esse último é destinado apenas aos alunos do CEEFEM que estão cursando o 2º ano do ensino médio.

A parceria entre Prefeitura de Itinga e Instituto Federal do Maranhão (IFMA) foi mais o projeto realizado pela prefeita Vete Botelho, que sempre se preocupou com a educação do município e, principalmente com a formação de mão-de-obra local, objetivando capacitar pessoas da comunidade para exercerem profissões paralelas. Vale ressaltar, que muitos cursos ainda virão para o município, de acordo com as necessidades do mercado de trabalho local e da região.

Conselho Social do Fundeb de Açailândia toma posse.

POSSE DO CONSELHO DO FUNDEB 02

Açailândia - O novo Conselho Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação tomou posse na última sexta-feira (26), no auditório da Secretaria  Municipal de Educação,  com a participação do  Secretário de Administração Gilson Menezes representando a prefeita Gleide santos, a Secretária de Educação Ivanete Carvalho e a Assessora de Comunicação Drª Iranilde Assunção.

Ao todo são 20 membros que compõem o Conselho, e o mandato deles é de dois anos e tem como função precípua de zelar pelos recursos do Fundeb em um acompanhamento rigoroso.

Nova composição do Conselho do Fundeb:

Para presidente foi eleito o professor Glavanilson Sousa da Silva com Nágila Silveira Fernandes de vice-presidente. O Conselho ainda é formado por Marlene Araújo, Zeila Ferradaes (Maria Eumar e  Manoel de Jesus –suplentes)  representantes da educação; Nágila Silveira, (suplente - Eunice Dourado) represtante dos prefessores da educação básica pública; Glavanilson Sousa, (suplente Waldevânia Cristina) represente dos  diretores das escolas; Deusdete Santos, (suplente – Ivanilde Pereira) representante dos servidores  técnicos administrativo; Silvana da Conseição, Elaine Rodrigues,( suplentes – Ivan Gonsalves e Rivelino dos Santos)   representantes  dos pais de alunos; Thiago da Silva, Taynara de Menezes, (suplentes – Keilane de Oliveira e Marcelo Ricardo) representantes dos estudantes da educação básica pública; Glen Hilton Soares, (suplente – Edna Maria) representado o conselho tutelar de Açailândia.

Prefeita Gleide Santos entrega à população mais um CRAS

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Açailândia - Acompanhada de servidores e a secretária de Ação Social, Zetinha Sampaio, a prefeita Gleide Santos entregou na tarde desta última segunda-feira (29), as novas instalações do CRAS do centro da cidade. O prédio com modernas instalações fica localizado na Rua Marly Sarney, n° 1212, em Açailândia.

Além de atendimento de Assistentes Sociais e Psicólogas, no local serão oferecidos diversos cursos de capacitação. A expectativa da Secretaria Municipal de Assistência Social é de que o CRAS do centro da cidade, pela sua localização, aumente ainda mais os atendimentos à população.

Com foco na oferta de serviços continuados de assistência social à família e ao individuo em situações de vulnerabilidade social, o CRAS do Centro oferecerá diariamente cursos de cabeleireira, manicure, oficinas Artesanais, Corte e Costura etc.

A secretária de Assistência Social, Zetinha Sampaio, estava bastante feliz com a inauguração desse mais novo empreendimento de cunho social que vai beneficiar centenas de famílias. “É muito gratificante está participando da entrega deste espaço à população juntamente com a prefeita Gleide Santos, o que facilitará nosso trabalho e atenderá a população em geral, isso mostra o compromisso que a Administração da Prefeita Gleide Santos tem com bem estar do povo morador de Açailândia”, disse.

O CRAS é um órgão público, localizado em áreas com maiores índices de vulnerabilidade e risco social, destinada ao atendimento sócio assistencial de famílias. Com uma equipe profissional de referência, o CRAS desempenha papel central no território onde se localiza e se constitui na principal estrutura física local, atuando junto às famílias que vivem na área de abrangência.

Para a Prefeita Municipal, Gleide Santos, a Inauguração do CRAS do Centro da Cidade é mais um marco na assistência social da cidade. Parabenizo a Secretária Zetinha Sampaio pela capacidade e o comprometimento com o social. “Fico feliz em dizer que mais uma meta de nossa administração foi alcançada e muitas outras estão por acontecer para os próximos anos dessa administração”, lembrou a prefeita Gleide Santos.

Prefeitura de Açailândia realiza oficina para implantação do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da saúde no município.

saúde

Açailândia - Nos dias 25 e 26 de julho realizou-se em Açailândia a primeira Oficina de implantação do PMAQ (Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade) da saúde no município. O PMAQ é um programa de âmbito nacional que tem como objetivo promover a melhoria do acesso e da qualidade da atenção à saúde.

Lançado em 2011, o Programa funciona por meio da indução de processos que buscam aumentar a capacidade das gestões municipais, estaduais e federal, em conjunto com as equipes de saúde, no sentido de oferecer serviços que assegurem maior acesso e qualidade à população.

Esta oficina teve o intuito de apresentar o programa aos enfermeiros da Estratégia de Saúde da Família e orientá-los quanto às atividades que serão desenvolvidas após esta implantação. Estes repassarão as informações obtidas na oficina para os demais profissionais da equipe da unidade básica de saúde.

Este processo visa fortalecer ainda mais a saúde da população açailandense, oferecendo aos seus munícipes maior qualidade na assistência médica, agregando ao novo modelo de gestão pública desenvolvida pela prefeita Gleide Santos uma maior eficiência no serviço oferecido pelas equipes de saúde do município.

Iniciam matrículas para os aprovados e classificados em Administração Pública à distância pelo PAES/2013

A Universidade Estadual do Maranhão – UEMA dá início às matrículas do segundo semestre de 2013 para os candidatos aprovados e classificados no curso de Administração Pública (modalidade a distância) pelo PAES/2013.

As matrículas acontecem de 29 de julho a 02 de agosto. Os aprovados devem se dirigir ao Núcleo de Tecnologias para Educação – UemaNet (localizado no Campus Paulo VI), que intermedia o curso, das 8h30 às 11h30 e 14h às 17h30.

Para os alunos de outras cidades, que não seja a capital, o local de matrícula é o Polo de Apoio Presencial escolhido pelo candidato.

Eles devem levar ao local a seguinte documentação:

- Certificado de Ensino Médio com histórico escolar (original e xerox);

- Cédula de Identidade (original e xerox);

- Certidão de Nascimento ou Casamento (original e xerox);

- Certificado de Reservista para os maiores de 18 anos (original e xerox);

- Título de Eleitor acompanhado de Certidão de Quitação (original e xerox);

- Uma foto 3X4 recente;

- CPF (original e xerox);

- Comprovante de residência.

Endereços dos polos de Apoio Presencial e mais informações podem ser encontradas no Edital, que pode ser acessado no site www.uemanet.uema.br.

Açailândia avança no (IDHM) Índice de Desenvolvimento Humano Municipal

A cidade do ferro ocupa a 9ª posição no Atlas do Desenvolvimento 2013 divulgada pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) mudou a metodologia do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) 2013 em relação às duas edições anteriores, divulgadas em 1998 e 2003. Segundo o órgão da ONU, o indicador “educação” se tornou mais rigoroso ao exigir mais escolaridade para que um município tenha IDH maior.

O IDHM é um índice composto por três das mais importantes áreas do desenvolvimento humano: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda). Os dados utilizados são os do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013 utiliza dados do censo demográfico de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IDHM vai de 0 a 1: quanto mais próximo de zero, pior o desenvolvimento humano, quanto mais próximo de um, melhor.

Para o IDHM 2013, o acesso ao conhecimento de cada município foi medido pela composição de dois subindicadores com pesos diferentes: escolaridade da população adulta e fluxo escolar da população jovem.

Açailândia Evoluiu

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de Açailândia é 0,672, em 2010. O município está situado na faixa de Desenvolvimento Humano Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699). Entre 2000 e 2010, a dimensão que mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,291), seguida por Longevidade e por Renda. Entre 1991 e 2000, a dimensão que mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,179), seguida por Longevidade e por Renda.

Açailândia ocupa a 2621ª posição, em 2010, em relação aos 5.565 municípios do Brasil, sendo que 2620 (47,08%) municípios estão em situação melhor e 2.945 (52,92%) municípios estão em situação igual ou pior. Em relação aos 217 outros municípios de Maranhão, Açailândia ocupa a 9ª posição, sendo que 8 (3,69%) municípios estão em situação melhor e 209 (96,31%) municípios estão em situação pior ou igual.

Entre 2000 e 2010

O IDHM passou de 0,498 em 2000 para 0,672 em 2010 - uma taxa de crescimento de 34,94%. O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 34,66% entre 2000 e 2010.

Entre 1991 e 2000

O IDHM passou de 0,344 em 1991 para 0,498 em 2000 - uma taxa de crescimento de 44,77%. O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 23,48% entre 1991 e 2000.

Entre 1991 e 2010

Açailândia teve um incremento no seu IDHM de 95,35% nas últimas duas décadas, acima da média de crescimento nacional (47,46%) e acima da média de crescimento estadual (78,99%). O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 50,00% entre 1991 e 2010.

Fonte: http://www.atlasbrasil.org.br/2013/perfil/açailândia_ma