quinta-feira, 28 de maio de 2026

Orleans Brandão arrasta multidão em Tutóia e amplia força política no litoral maranhense


 

 

Sob forte clima de mobilização política, o pré-candidato a governador Orleans Brandão reuniu uma multidão de apoiadores e lideranças na tarde desta quarta-feira (27), em Tutóia, em uma grande demonstração de apoio ao projeto de continuidade do desenvolvimento do Maranhão. Ovacionado pelo público, Orleans defendeu um governo presente nos municípios e destacou os avanços vividos pela cidade nos últimos anos.

“Eu tenho muito orgulho de fazer parte desse momento que o Maranhão está vivendo. O nosso estado voltou a crescer, voltou a gerar emprego e a olhar para quem mais precisa. E quando eu chego em Tutóia e vejo essa cidade avançando, vejo um povo esperançoso e cheio de potencial, eu tenho ainda mais certeza de que nós estamos no caminho certo”, afirmou Orleans Brandão.

Durante sua fala, Orleans ressaltou que Tutóia passou a viver uma nova realidade a partir da parceria construída com o Governo do Estado, com ações voltadas para infraestrutura, desenvolvimento social e fortalecimento da economia local.

“O povo sente quando o governo está presente. Sente quando os investimentos chegam, quando os municípios são respeitados e quando existe compromisso de verdade com as pessoas. Tutóia hoje vive um novo momento e isso é resultado de trabalho, parceria e presença do governo”, enfatizou.

O prefeito de Tutóia, Viriato Cardoso, também destacou a importância da parceria institucional e manifestou apoio ao projeto liderado por Orleans Brandão.

“Tutóia reconhece quem trabalha pelo município e quem tem compromisso com o nosso povo. Orleans representa a continuidade de um trabalho que vem transformando o Maranhão e ajudando nossa cidade a crescer, gerar oportunidades e fortalecer o turismo e a economia local”, frisou o prefeito.

Um dos momentos mais marcantes da mobilização foi quando Orleans Brandão falou sobre o potencial turístico de Tutóia e defendeu investimentos voltados para geração de emprego e fortalecimento da economia local.

“Quando eu conheci ainda mais as belezas de Tutóia, só uma coisa passava na minha cabeça: nós precisamos mostrar essa cidade para o mundo inteiro. Tutóia tem um potencial gigantesco e pode se transformar em uma grande referência turística do Maranhão”, declarou Orleans.

O clima de mobilização tomou conta da agenda do início ao fim, reunindo vereadores, secretários municipais, lideranças comunitárias, representantes sindicais e apoiadores de diversas regiões do município em torno da pré-candidatura de Orleans Brandão.

“Eu acredito no potencial de Tutóia e acredito na força do povo dessa cidade. Nós vamos continuar trabalhando para gerar oportunidades, fortalecer os municípios e garantir que o desenvolvimento chegue para todos os maranhenses”, finalizou Orleans Brandão.

A forte mobilização registrada em Tutóia marcou mais um importante movimento político na região, demonstrando o crescimento da pré-candidatura de Orleans Brandão e fortalecendo a defesa da continuidade das ações e investimentos que vêm impulsionando o desenvolvimento do Maranhão nos últimos anos.

Prefeitura de Açailândia discute e planeja a reformulação do Código de Obras da cidade

Por determinação do prefeito municipal, Dr. Benjamim de Oliveira, as reuniões estão sendo pautadas pelo diálogo, pela troca de conhecimentos e pela construção conjunta de propostas pensadas para acompanhar o crescimento da cidade, trazendo mais clareza, modernização e eficiência para o ordenamento urbano do município.


 

Datado de 17 de dezembro de 1990, o Código de Obras de Açailândia é regido pela Lei Municipal nº 033/1990, que estabelece normas para construção, reforma, modificação, acréscimo e demolição de edificações no município. Ele garante padrões mínimos de segurança, higiene, saúde pública, conforto ambiental e disciplina urbanística.

A cidade de Açailândia segue reforçando sua política de ordenamento urbano por meio do Código de Obras Municipal, instituído pela Lei nº 033/1990. O documento, que completa mais de três décadas de vigência, ainda é referência para garantir segurança, salubridade e disciplina nas edificações da cidade, mas que deve passar por um estudo de reformulação e atualização, em busca de acompanhar a modernização das construções públicas e privadas.

O Código estabelece normas para construção, reforma, modificação, acréscimo e demolição de imóveis, exigindo que todos os projetos sejam previamente licenciados pela Prefeitura. A licença tem validade de dois anos e só pode ser renovada mediante solicitação formal.

Segundo técnicos da prefeitura de Açailândia, o cumprimento das regras é essencial para evitar riscos estruturais e preservar a qualidade de vida da população. “O Código de Obras não é apenas uma exigência burocrática, mas uma ferramenta de proteção coletiva. Ele garante que cada construção respeite padrões mínimos de segurança e higiene”, destacou um engenheiro municipal.

Além da fiscalização, o Código obriga que projetos sejam assinados por profissionais habilitados e sigam as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Obras realizadas sem autorização podem ser embargadas e gerar multas aos responsáveis.

Com o crescimento acelerado de Açailândia, autoridades locais reforçam que o cumprimento da legislação é fundamental para manter o equilíbrio entre desenvolvimento urbano e qualidade de vida. “A cidade cresce, mas precisa crescer de forma organizada. O Código de Obras é o instrumento que garante esse equilíbrio”, afirmou um representante da Câmara Municipal.

É público e notória que a cidade de Açailândia vive um momento de expansão acelerada. E o crescimento populacional e econômico trouxe consigo uma explosão de construções, muitas vezes realizadas sem planejamento adequado. Nesse cenário, o Código de Obras Municipal (Lei nº 033/1990) se torna mais do que uma norma: é um instrumento de defesa da coletividade.

No entanto, a realidade mostra que construções irregulares ainda proliferam, colocando em risco não apenas a estética urbana, mas também a segurança dos moradores.

A fiscalização municipal enfrenta o desafio de equilibrar o desenvolvimento com a disciplina urbanística. Embargos e multas são previstos, mas muitas vezes esbarram em pressões políticas e na resistência de quem busca atalhos para construir sem autorização. O resultado é visível: bairros com infraestrutura precária, obras mal planejadas e riscos de acidentes.

Cumprir o Código de Obras não é burocracia, é cidadania

Cada projeto aprovado representa uma garantia de que a cidade cresce de forma organizada, saudável e segura. Ignorar essas regras significa comprometer o futuro urbano de Açailândia.

Se a cidade quer continuar sendo polo de desenvolvimento no Maranhão, precisa reforçar a fiscalização, modernizar o Código e conscientizar a população. Afinal, crescimento sem ordem é retrocesso disfarçado de progresso.

ASCOM-PMA.


Primeiras pesquisas confirmam força de Duarte Júnior na corrida pelo Senado

Duarte recebendo apoio da população...


Oficialmente pré-candidato ao Senado há apenas uma semana, o deputado federal Duarte Júnior (Avante) já surpreende em todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas até agora. Os primeiros levantamentos colocam o parlamentar entre os principais nomes da corrida e consolidam sua entrada como um dos fatos políticos mais relevantes do cenário eleitoral maranhense.

Desde a oficialização de sua pré-candidatura, Duarte apareceu em três pesquisas para o Senado: AtlasIntel, Econométrica e INOP. No levantamento da AtlasIntel, foi o nome mais citado entre todos os pré-candidatos. Já na pesquisa Econométrica, aparece tecnicamente empatado na segunda colocação com outros nomes da disputa. Na pesquisa INOP, divulgada ontem, Duarte também surge tecnicamente empatado em segundo lugar.

O dado mais expressivo é que o período de coleta das entrevistas começou antes mesmo do anúncio oficial de sua pré-candidatura. Apenas a pesquisa INOP conseguiu captar alguns dias após a confirmação do seu nome na corrida eleitoral. Isso evidencia que o crescimento de Duarte não é fruto de uma campanha consolidada, mas da força espontânea do seu nome junto à população.

Desde que entrou oficialmente na disputa, Duarte Júnior não apenas passou a competir por uma vaga no Senado, ele rapidamente se tornou um dos protagonistas do cenário eleitoral. E o mais simbólico: crescendo antes mesmo de iniciar efetivamente sua pré-campanha.


quarta-feira, 27 de maio de 2026

Com pré-candidatos a senador saindo pelo ladrão, quem vai disputar a eleição?

A corrida pelas duas vagas ao Senado no Maranhão em 2026 começa a ganhar contornos de guerra de trincheiras — e talvez seja justamente aí que resida o principal drama da eleição: há pré-candidatos demais para cadeiras de menos...


A corrida pelas duas vagas ao Senado no Maranhão em 2026 começa a ganhar contornos de guerra de trincheiras — e talvez seja justamente aí que resida o principal drama da eleição: há pré-candidatos demais para cadeiras de menos, egos demais para acordos de menos e promessas demais para um único padrinho político chamado Luiz Inácio Lula da Silva.

No tabuleiro atual, os nomes mais visíveis são André Fufuca, Duarte Júnior, Eliziane Gama, Pedro Lucas Fernandes, Roberto Rocha, Roseana Sarney e Weverton Rocha. Mas, diferentemente de outras disputas senatoriais, o Maranhão vive um fenômeno raro: quase todos os nomes competitivos dependem diretamente da composição para governador.

A eleição para o Senado, afinal, costuma ser “carona” da majoritária estadual. E isso significa que os senatoriáveis deverão aportar nos quatro grandes barcos hoje colocados no mar eleitoral maranhense: Orleans Brandão, Eduardo Braide, Felipe Camarão e Lahésio Bonfim.

O problema é que há mais pretendentes do que espaços políticos disponíveis.

Pelo campo governista, a tendência é de concentração. Orleans Brandão surge como herdeiro político-natural do grupo do governador Carlos Brandão e deve atrair boa parte da máquina municipalista. Nesse ambiente, há um congestionamento evidente: Weverton Rocha tenta sobreviver politicamente após o desgaste de 2022 e de outros mais; André Fufuca trabalha para transformar o ministério em capital eleitoral; Pedro Lucas busca se consolidar como alternativa moderada; e Roseana Sarney tenta ressuscitar a força histórica do sobrenome Sarney.

Mas dificilmente todos caberão na mesma chapa.

A conta é simples: um candidato ao governo comporta dois nomes ao Senado. E, no caso do grupo brandonista, há pelo menos quatro postulantes competitivos tentando ocupar esses espaços. O cenário aponta para uma inevitável seleção natural baseada em três fatores: capacidade financeira, densidade eleitoral e utilidade política para Brasília.

É aí que Lula entra no jogo.

O presidente parece ter distribuído afagos simultaneamente para Weverton, Fufuca e Eliziane. Só que apoio presidencial não é elástico. Em algum momento, o Palácio do Planalto terá de escolher prioridades — sobretudo porque o PT também possui projeto próprio no Maranhão através de Felipe Camarão.

Hoje, a senadora Eliziane Gama talvez ocupe a posição mais curiosa do tabuleiro. Embora dialogue com o lulismo e mantenha boa relação institucional com o governo federal, sua proximidade política com Eduardo Braide cria uma ponte estratégica importante. Se o barco de Braide rumo ao governo tiver suas velas infladas, Eliziane pode se tornar peça central de uma chapa competitiva, sobretudo pela tentativa de construir um palanque menos ideológico e mais urbano, com forte presença na Grande São Luís.

Braide, aliás, é atualmente o nome mais forte na disputa pelo governo em parte das pesquisas recentes. Levantamento AtlasIntel o coloca liderando com ampla margem em cenários de primeiro e segundo turnos. Isso muda completamente a lógica do Senado: muitos pré-candidatos podem migrar para perto de quem aparenta maior viabilidade eleitoral.

Nesse contexto, Duarte Júnior aparece como uma variável ainda na balança. Algumas pesquisas deixaram sua militância animada. Se decidir entrar de vez na disputa, embaralha toda a engenharia das chapas, porque possui recall eleitoral na capital e forte presença digital.

No campo da direita, Lahésio Bonfim e Roberto Rocha tendem a convergir naturalmente. Lahésio precisa de um nome conhecido para dar musculatura à chapa; Roberto precisa de um palanque competitivo para tentar retornar ao Senado. É uma associação quase intuitiva dentro do eleitorado conservador e bolsonarista do estado.

Já Roseana Sarney vive talvez a perspectiva de eleição mais delicada de sua longa trajetória. O “beija-mão” em Brasília junto a Lula sinalizou tentativa de reconstrução de pontes nacionais, mas até aqui não há sinais claros de que o PT esteja disposto a sacrificar seus próprios aliados para abrir espaço integral ao sarneysismo. Roseana ainda possui peso simbólico, interiorização histórica e memória eleitoral, mas enfrenta um desafio novo: pela primeira vez, o sobrenome Sarney parece não intimidar automaticamente o sistema político maranhense.

No fundo, a disputa ao Senado no Maranhão virou uma espécie de vestibular de sobrevivência política.

Weverton luta para não virar ex-liderança e ainda com alguns fantasmas a rondar sua cabeça; Roberto Rocha tenta provar que ainda existe eleitoralmente; Roseana busca demonstrar que ainda mobiliza; Fufuca tem que deixar de ser apenas “ministro de Lula”; Pedro Lucas tenta escapar da sombra dos caciques; Eliziane procura consolidar independência; e Duarte mede o tamanho do salto.

As pesquisas mostram um quadro ainda extremamente fragmentado, sem favoritos isolados e com alto índice de indecisos. Isso significa que a eleição permanece aberta — mas também indica que muitos desses nomes podem nem chegar até o fim como candidatos.

No “pega pra capar” das convenções, a tendência é sobrar gente importante pelo caminho.

Fonte: https://www.maranhaobrasil.com.br/com-pre-candidatos-a-senador-saindo-pelo-ladrao-quem-vai-disputar-a-eleicao/


Vice-prefeito assume prefeitura após afastamento judicial em Buriticupu

Investigação do Ministério Público aponta suposto esquema de corrupção e desvio de recursos da merenda escolar; decisão determina afastamento de secretários e uso de tornozeleira eletrônica.


A Câmara Municipal de Buriticupu realizou a posse do vice-prefeito José Antônio Lisboa Mendes como prefeito interino do município nesta terça-feira (26). A mudança na chefia do Poder Executivo local cumpre uma determinação da Justiça, que afastou o prefeito titular, João Carlos Teixeira da Silva, do cargo pelo período de 90 dias.

A medida judicial foi tomada no âmbito de uma investigação coordenada pelo Ministério Público do Maranhão. A apuração foca em um suposto esquema de corrupção que envolve desvio de verbas públicas destinadas à merenda escolar, lavagem de dinheiro e prática de caixa dois na administração municipal.

O foco principal dos investigadores está nas irregularidades identificadas no Pregão Eletrônico número 006/2023, processo licitatório voltado para a aquisição de alimentos com verbas do Programa Nacional de Alimentação Escolar. De acordo com o Ministério Público, há fortes indícios de conluio entre a gestão pública e a empresa A. Pereira da Silva LTDA, apontando para a existência de superfaturamento de preços, falhas formais na licitação e movimentações financeiras atípicas.

A decisão foi proferida pelo desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, integrante da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão. Além do prefeito, o magistrado determinou o afastamento imediato de secretários municipais e ordenou a instalação de tornozeleira eletrônica para os denunciados. A única exceção ao monitoramento eletrônico foi aplicada à deputada estadual Edna Santos Silva, que também passou à condição de ré no processo.



VISITA RELÂMPAGO DO FILHO DE BOLSONARO À TRUMP


 Flavitcho Bolsonaro encontrou o Trump, tirou foto, mas na coletiva de imprensa proibiu os jornalistas de perguntarem sobre o Claudio Castro. Caso contrário interromperia a coletiva. Então vamos falar de Claudio Castro porque parece que é o que interessa, BRASEW.



Claudio Castro era governador do Rio, caso alguém esteja perdido. Renunciou ao cargo dias antes de o Tribunal Superior Eleitoral ter cassado seu mandato. Agora não param de aparecer operações policiais. A de hoje foi por conta das relações de Castro com o Banco Master (entendeu por que Flavitcho não queria perguntas?). O supremo André Mendonça autorizou a operação contra o ex-governador porque achou que a polícia tem razão em suspeitar das relações de Castro com Vorcaro, que culminaram num investimento bilionário do fundo de aposentadoria dos servidores do Rio de Janeiro no banco que foi liquidado — e agora quem vai pagar pelo rombo são os aposentados.

De acordo com a Polícia Federal, Castro teria tido encontros com Vorcaro que coincidiram com os aportes feitos no Banco Master. Além disso, chegou a fazer nomeações estratégicas em cargos-chave da Rioprevidência para garantir que os investimentos nos títulos do banco fossem feitos. A nomeação dos cargos foi feita em períodos que antecederam os investimentos.

Mas essa é só mais uma do Castro. Outro dia a polícia também o conectou a Ricardo Magro, dono da Refit (que não é academia, darling, é empresa de combustíveis). Magro tem um mandado de prisão contra ele. É acusado de ser o maior sonegador do país. Além disso, há também suspeita de lavagem de dinheiro.

Só para dar dimensão do caso: a Rioprevidência aportou mais de 2 bilhões de reais em títulos do Master.

Ah, e guarda esse nome, que também foi alvo da operação hoje: Ricardo Siqueira Rodrigues.

Enquanto isso, na Casa Branca

Eis que Donald J. Trump (J de João, eu juro) de fato recebeu o Flavitcho na Casa Branca. Tirou uma foto sentado, com Flavitcho em pé atrás. Em outra foto também apareceram em pé Dudu Bolsonaro e Paulo Figueiredo. Ao sair da Casa Branca, Flavitcho disse o que quis na coletiva (já que os jornalistas foram proibidos de perguntar sobre o Claudio Castro). E aí ele disse que pediu para o Trump classificar PCC e Comando Vermelho como terroristas. A pergunta que ninguém fez: mas o senhor assinou alguma cláusula de confidencialidade sobre essa conversa, senador? Ai, Tixa, que maldosa.

Para os perdidos. Segundo especialistas, classificar PCC e CV como terroristas pode abrir um precedente para os Estados Unidos fazerem ações contra o Brasil a seu bel prazer a título de combate ao terrorismo.

Como diz o outro: ponto para o Flavitcho nessa de tirar a foto com o Trump. Mas eis que aí vem o site Metrópoles e conta essa:

Sabe aquele Ricardo Siqueira Rodrigues que também foi alvo da operação do Claudio Castro hoje? Então, ele foi apontado como lobista e captador do Banco Master na Rioprevidência e o site Metrópoles lembrou que em 2024 o tal Ricardo foi condenado pela Comissão de Valores Mobiliários a pagar multas milionárias por fraudar um fundo de investimento que iria construir LSH Hotel, que era marca de quem? Donald Trump. Juro. Mas tem mais. Quem também foi condenado no mesmo processo por fraude? Paulo Figueiredo, a figura que articulou o encontro com Trump hoje. A CVM avalia que o valor total da fraude foi de 54 milhões, prejudicando investidores.

Enquanto isso, em São Paulo, na região de Perus…

… Tarcísio reage com delay.

“Eu acho que tem muitas questões que ele mesmo (Flávio Bolsonaro) precisa explicar. Eu acho que a população está vendo aí esse escândalo do Banco Master, que é uma coisa que agride a sociedade como um todo. Isso deixa a sociedade em alerta e aí tudo tem que ser muito bem explicado.”

GIRO PELO BRASIL

 

Polícia Federal/Divulgação

PF inicia nova fase da investigação das fraudes no INSS e mira três entidades

Carolina Juliano

As principais notícias para começar o dia bem informado:

Fraude no INSS: PF faz nova operação e mira três entidades
Congresso: Comissão vota hoje PEC do fim da escala 6x1
Desenvolvimento: Brasil atinge maior IDH da história
Judiciário: STF acaba com aposentadoria compulsória a juízes
Política: Flávio Bolsonaro é recebido por Donald Trump
Violência: Brasil teve 42.590 homicídios em 2024
Saúde: Anvisa aprova 1ª caneta emagrecedora feita no Brasil

PF inicia nova fase da apuração das fraudes no INSS

  • A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União realizam hoje uma nova fase da operação Sem Desconto, que investiga descontos indevidos de aposentados e pensionistas do INSS. As informações são do colunista do UOL Fabio Serapião. Ao todo, são cumpridos 31 mandados em Pernambuco, São Paulo, Paraíba e no Distrito Federal contra pessoas ligadas a três entidades: Amar/Masterprev, Abapen e Unibap. Leia mais.

PEC da 6x1 terá efeito inverso sobre quem ganha mais de R$ 21 mil

  • A comissão especial que analisa a Proposta de Emenda Constitucional que reduz a jornada de trabalho do país vota hoje o parecer final do relator e encaminha o texto para a análise e votação do plenário. Se aprovada, a proposta vai acabar com limite de horas trabalhadas para até 434 mil celetistas que ganham salário acima do teto do INSS. O parecer da PEC determina que a esses trabalhadores não se apliquem as regras relativas à duração do trabalho e ao controle da jornada. Eles terão apenas direito às duas folgas semanais remuneradas, mas o controle da jornada será por liberalidade do empregador. A medida foi incluída com o argumento de que estimulará uma redução na pejotização. Segundo o relator, a maioria dos contratados nessa faixa de renda atua como pessoa jurídica. Leia mais na Folha de S.Paulo.

Brasil atinge maior IDH da história, mas desigualdade persiste

  • O Brasil atingiu pela primeira vez o patamar "muito alto" de Índice de Desenvolvimento Humano, de acordo com a Organização das Nações Unidas. O país avançou em todos os parâmetros medidos, mas desigualdades entre regiões, gênero e raça persistem. Os dados são de 2024 e, na escala de 0 a 1, o país saiu de 0,744 ponto, registrado em 2012, para 0,805, o maior já marcado. Quanto mais perto de 1, melhor o índice. Apesar do aumento, o país ainda registra muita desigualdade entre homens e mulheres, entre raças e regiões. Veja todos os dados.

STF acaba com aposentadoria compulsória a magistrados

  • A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal votou ontem para manter a decisão do ministro Flávio Dino que determinou que infrações graves cometidas por magistrados devem ocasionar como punição máxima a perda do cargo, e não mais a aposentadoria compulsória. Para Dino, as infrações graves devem merecer punições que não sejam transferidas à sociedade. Em 20 anos, o CNJ condenou 126 magistrados à aposentadoria compulsória, punição que permite que o condenado receba vencimentos.

Divulgação/Paulo Figueiredo

Flávio Bolsonaro é recebido por Donald Trump

  • O senador Flávio Bolsonaro (PL) se encontrou ontem com o presidente norte-americano Donald Trump na Casa Branca. Segundo a colunista do UOL Mariana Sanches, ele estava acompanhado do irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e do comentarista político Paulo Figueiredo. Em relato à colunista, Eduardo informou que eles conversaram com Trump sobre a designação do PCC e do PV como organizações terroristas, terras raras e o que ele chamou de "censura" que ocorre no Brasil. Leia mais na coluna,

Brasil teve 42.590 homicídios no ano de 2024

  • O Atlas da Violência, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, publicado ontem, mostrou que o Brasil registrou 42.590 homicídios no ano de 2024, alcançando uma taxa de 20,1 casos por 100 mil habitantes. Os assassinatos ocorreram de maneira altamente desigual, e um grupo de 99 municípios (1,8% do total) teve metade dos homicídios nesse período. Esses municípios abrigam 43,4% da população brasileira. As regiões Nordeste e Norte são as mais afetadas, com o estado do Amapá em primeiro em termos percentuais, seguido de Bahia, Alagoas e Pernambuco. Veja todos os números.

Anvisa aprova 1º caneta emagrecedora produzida no Brasil

  • A Anvisa autorizou ontem o registro do Ozivy, medicamento à base de semaglutida desenvolvido pela farmacêutica EMS que marca um dos primeiros avanços regulatórios após o fim da patente da substância usada em remédios como Ozempic e Wegovy. A farmacêutica informou que deve colocar o produto no mercado em 30 dias e a preços "mais acessíveis". Saiba mais.

GIRO PELO MUNDO

 

Agentes da Cruz Vermelha conduzem caixão com corpo de vítima do ebola na província de Mongbwalump, na República Democrática do Congo

Agentes da Cruz Vermelha conduzem caixão com corpo de vítima do ebola na província de Mongbwalump, na República Democrática do Congo

Gradel Muyisa Mumbere/Reuters

Nova cepa de ebola preocupa autoridades

Do UOL

Para frear a disseminação da nova cepa Bundibugyo de ebola que se alastra pela República Democrática do Congo (com cerca de 220 mortes suspeitas), o Canadá proibiu por 90 dias a entrada de residentes do país, além de residentes de Uganda e Sudão do Sul, e impõe quarentena de 21 dias aos viajantes que regressarem desses países. A agência de saúde pública dos EUA convocou voluntários para fazer triagem em portos e aeroportos. A OMS afirma que o surto é o terceiro maior e que há risco alto para países vizinhos à República Democrática do Congo.

EUA priorizam fazendeiros brancos da África do Sul

O presidente dos EUA, Donald Trump, elevou o teto anual de admissão de refugiados de 7.500 para 17.500 para permitir a entrada de 10.000 sul‑africanos brancos. Ele alegou que esses agricultores "sofrem violência" motivada por fatores raciais; o governo sul‑africano rebateu essa acusação. Analistas acusaram a medida de ser seletiva e de ignorar outras crises humanitárias.

Trump leva derrota em disputa por mapas eleitorais

Nos EUA, republicanos tentam redesenhar distritos eleitorais antes das eleições de novembro para aumentar suas chances de manter a maioria na Câmara. A estratégia sofreu duas derrotas no sul do país: no Alabama, um tribunal barrou um novo mapa que reduziria o peso do voto negro; na Carolina do Sul, até senadores republicanos rejeitaram mudar as regras com a votação já em andamento.

Discurso eleitoral

Análise da Reuters mostra que Trump repetiu a alegação falsa de que a eleição de 2020 foi roubada pelo menos 107 vezes em seis meses, usando o discurso para justificar restrições eleitorais e mobilizar apoiadores. Pesquisas apontam que muitos republicanos acreditam nessas afirmações.

Nova política de confidencialidade para servidores federais nos EUA

O governo Trump apresentou uma proposta de acordo de confidencialidade para os servidores federais, exigindo autorização oficial antes de conversar com jornalistas. O texto prevê ações legais contra quem divulgar informações internas, abrangeria contratações e licitações e foi criticado por cercear denúncias e a liberdade de imprensa.

Argentina - Na homilia do Tedeum de 25 de maio, o arcebispo de Buenos Aires Jorge García Cuerva alertou para "a nuvem de desmembramento social" provocada pela pobreza e pela violência e pediu ao presidente Javier Milei que cessem a divisão e a polarização; defendeu diálogo e consensos. Na mesma edição do jornal Clarín, destacaram‑se a decisão do governo argentino de utilizar créditos de bancos privados para pagar parcelas ao FMI e a orientação médica para que Lionel Messi faça repouso a 20 dias da estreia no Mundial, após sentir dores musculares.

Acidente industrial nos EUA - Em Longview, Washington, o colapso de um tanque de produtos químicos da empresa Nippon Dynawave Packaging deixou vários feridos e pelo menos um morto. O tanque continha uma solução de licor branco e estava 60% cheio; nove trabalhadores e um bombeiro foram hospitalizados.

Guerra EUA‑Israel x Irã

Apesar de os EUA terem bombardeado lançadores de mísseis e embarcações mineiras do Irã no Estreito de Hormuz, o governo iraniano continua participando de negociações mediadas pelo Paquistão e pelo Qatar. Teerã afirma que os ataques demonstram "má fé" mas, mesmo assim, busca a liberação de US$ 12 bilhões de ativos congelados e a suspensão das sanções; as negociações envolvem o controle do estreito e limitações ao programa nuclear. O preço do barril de Brent subiu 4% após os ataques.

Alojamento da seleção iraniana - O governo do México aceitou hospedar a seleção de futebol do Irã em Tijuana durante a Copa do Mundo de 2026, porque os EUA se recusaram a permitir que o time passasse a noite em solo americano. A equipe jogará as partidas nos EUA, mas não pernoitará lá; a Fifa aprovou a mudança para evitar problemas de visto.

Choques diplomáticos - A Rússia criticou os EUA por negarem visto ao vice‑ministro das Relações Exteriores Alexander Alimov para participar de uma reunião no Conselho de Segurança da ONU, acusando Washington de violar o acordo de 1947 que garante acesso dos diplomatas à sede das Nações Unidas.

Onda de calor histórica - O Reino Unido registrou a maior temperatura já vista em maio: 34,8°C no Jardim Botânico de Kew, em Londres, superando recordes de 1922 e 1944. A Met Office afirmou que o aquecimento global triplicou a probabilidade de o recorde ser quebrado e considerou a onda de calor excepcional mesmo para o verão. A segunda‑feira, feriado no Reino Unido, tornou‑se o feriado mais quente desde o início dos registros em 1884; moradores lotaram piscinas e fontes para se refrescar. Na França, pelo menos sete mortes foram atribuídas ao calor; autoridades decretaram alertas em várias regiões.

Acidente ferroviário na Bélgica - Um trem que trafegava a 120 km/h colidiu com um micro‑ônibus que transportava crianças com necessidades especiais em Buggenhout, deixando quatro mortos, entre eles duas crianças. O veículo atravessou a cancela fechada; cinco crianças ficaram gravemente feridas.

trem que trafegava a 120 km/h colidiu com um micro‑ônibus que transportava crianças com necessidades especiais

Vitiligo: entre desinformação e preconceito, condição ainda desafia inclusão

Debate sobre aparência, impulsionado por casos como o de Michael Jackson, retratado recentemente em sua cinebiografia musical, reforça a importância de informação e acolhimento.



O vitiligo ainda é cercado por dúvidas, mitos e preconceitos que vão muito além da questão estética. A condição, que causa a perda de pigmentação da pele, pode impactar diretamente a autoestima e a qualidade de vida dos pacientes, especialmente em uma sociedade onde a aparência ainda é fortemente valorizada.

Casos que ganharam repercussão mundial, como o do cantor Michael Jackson, recentemente retratado no longa metragem do astro do pop, ajudaram a trazer visibilidade ao tema, mas também contribuíram para a disseminação de desinformação ao longo dos anos. Especialistas destacam que ampliar o acesso à informação correta é essencial para combater estigmas e promover inclusão.

De acordo com a dermatologista e docente do Idomed, Emanuela Biscarde, o vitiligo é uma doença crônica caracterizada pela perda de pigmento da pele, resultando em manchas brancas. “Isso acontece quando os melanócitos — células responsáveis pela produção de melanina — são destruídos. As causas estão, em grande parte, associadas a fatores autoimunes, quando o próprio sistema imunológico ataca essas células”, explica.

A professora destaca ainda que situações de estresse emocional ou traumas na pele podem atuar como gatilhos para o surgimento das lesões.

A evolução da doença varia de paciente para paciente. Em alguns casos, as manchas permanecem estáveis por anos; em outros, podem se expandir rapidamente. Há ainda situações em que ocorre repigmentação parcial espontânea, o que reforça o caráter imprevisível da condição.

Embora ainda não exista cura definitiva, há tratamentos capazes de controlar a progressão e estimular a repigmentação da pele. Entre as opções estão o uso de medicamentos tópicos, fototerapia e procedimentos mais específicos, como o transplante de melanócitos. Os resultados dependem de fatores como o tempo de evolução da doença e a resposta individual de cada paciente.

Além dos aspectos físicos, o impacto emocional é um dos principais desafios enfrentados por quem convive com o vitiligo. “Por ser uma condição visível, muitos pacientes relatam baixa autoestima, ansiedade e até evitam situações sociais. O estigma e a desinformação agravam esse cenário”, pontua a dermatologista.

Ainda hoje, mitos persistem e dificultam o entendimento da doença. Um dos mais comuns é a crença de que o vitiligo é contagioso — o que não é verdade. Também é incorreto afirmar que a condição afeta apenas pessoas de pele escura ou que não possui tratamento.

Diante desse cenário, especialistas reforçam que informar é uma das principais formas de combater o preconceito. Mais do que uma questão estética, o vitiligo é uma condição de saúde que exige empatia, respeito e acolhimento.